Economia
A economia águas-lindense é DOMINADA POR COMÉRCIO, SERVIÇOS E CONSTRUÇÃO CIVIL. O PIB per capita (R$ 13.567,92 em 2023, IBGE) é BAIXO — aproximadamente METADE do de Luziânia e UM QUINTO do de Rio Verde —, refletindo o perfil de CIDADE-DORMITÓRIO: estima-se que 30-40% da PEA empregada formalmente TRABALHA EM BRASÍLIA (construção civil, serviços, comércio, prestação de serviços domésticos, segurança privada, transporte intermunicipal, empregadas domésticas). A riqueza dos trabalhadores 'se gera/declara' no DF, não em Águas Lindas. O COMÉRCIO LOCAL e os SERVIÇOS PÚBLICOS MUNICIPAIS (saúde, educação) são os principais empregadores formais residentes. O ÁGUAS LINDAS SHOPPING é o principal centro comercial — abriga, desde 2024, a Vara do Trabalho. A CONSTRUÇÃO CIVIL é intensa: novos loteamentos, condomínios e obras de infraestrutura. A AGROPECUÁRIA é praticamente inexistente (98% da população é urbana). As RECEITAS BRUTAS DA PREFEITURA EM 2024 foram de R$ 762,1 milhões (IBGE), com despesas de R$ 659 mi (superávit corrente). Os DESAFIOS ESTRUTURAIS são: (a) infraestrutura urbana insuficiente face ao crescimento populacional contínuo; (b) saneamento básico (esgoto e água) em consolidação; (c) transporte intermunicipal Águas Lindas-Brasília (regulação ANTT, valores da passagem); (d) regularização fundiária de loteamentos originalmente informais; (e) segurança pública (cidade com altos índices de violência historicamente); (f) saúde pública (Hospital Estadual ajudou, mas demanda cresce). Em 2026, a economia local começa a se diversificar com a chegada de empreendimentos industriais e comerciais maiores, mas a marca de cidade-dormitório do DF permanece.