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Execução Penal

Como Localizar Preso em Rondônia: SIPE e SEJUS-RO

· 15 min de leitura · Atualizado em outubro de 2026

Por Felipe Smargiassi · Advogado Criminalista · OAB/MG 155.242

Em Rondônia não há consulta pública online de presos: o caminho é a SEJUS-RO, pelos canais oficiais, somado ao BNMP do CNJ e ao SEEU, que são nacionais. A família pode pedir informação; o advogado constituído acessa os autos e confirma unidade, processo e situação.

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Canal oficial em Rondônia: SEJUS-RO, Secretaria de Estado da Justiça (rondonia.ro.gov.br/sejus, portal que em 27 de outubro de 2026 não respondia), telefone (69) 3212-8700, e a Ouvidoria-Geral do Estado. O SIPE (sipe.sejus.ro.gov.br) só tem tela de login; não há consulta pública por nome (endereços conferidos em 8 de outubro de 2026).

Para localizar uma pessoa presa em Rondônia, o caminho oficial passa pela SEJUS-RO (Secretaria de Estado da Justiça), que administra o sistema penitenciário por meio da Polícia Penal e opera o SIPE (Sistema de Informação Penitenciária). Diferentemente de estados como São Paulo ou Rio de Janeiro, Rondônia não oferece uma busca pública aberta por nome: a consulta individual de custodiado depende de credencial. Quando isso trava, o caminho é a Ouvidoria da SEJUS-RO, o BNMP do CNJ (nacional, funciona por nome) e o advogado, que localiza a pessoa pela via oficial com procuração. Para ver os canais oficiais de todos os estados de uma vez, use a ferramenta de localização.

Rondônia não tem consulta pública por nome, e por que isso é comum

Muita gente chega a este guia depois de digitar “consultar preso Rondônia” e não encontrar nenhum formulário que funcione. Não é falha sua. Rondônia não mantém uma consulta pública aberta em que qualquer pessoa digite um nome e receba a unidade prisional, como acontece em poucos estados.

A maioria dos estados funciona assim. Em Rondônia, o sistema é o SIPE, e o acesso aos dados individuais é controlado por credencial.

A boa notícia é que existe, sim, um caminho oficial que funciona. Ele só não é um botão de busca aberto. É o que este guia detalha, passo a passo, sem mandar você para link morto ou golpe.

Passo 1: entenda o SIPE e o papel da SEJUS-RO

A SEJUS-RO (Secretaria de Estado da Justiça) é o órgão que administra as unidades prisionais de Rondônia, por meio da Polícia Penal. A sede fica em Porto Velho e o telefone geral é (69) 3212-8700.

O sistema que concentra os dados prisionais do estado é o SIPE, Sistema de Informação Penitenciária (sipe.sejus.ro.gov.br). Segundo o próprio termo de uso do sistema, o SIPE reúne “serviços eletrônicos relacionados com as atividades de gestão administrativa” do sistema prisional, incluindo o controle de presos, visitantes e servidores.

O SIPE tem dois níveis de acesso:

  • Área pública: qualquer pessoa navega em conteúdos de caráter público e gratuito, sem cadastro.
  • Área restrita: os serviços que envolvem dados pessoais, como a situação de uma pessoa presa, exigem cadastro prévio e credencial. O sistema atende perfis distintos (apenados, visitantes, advogados e servidores), e cada um tem seu acesso.

Na prática, isso significa que a consulta que interessa à família, “onde meu familiar está recolhido”, está na área restrita, e não há um formulário público que a resolva. Por isso, quem depende do SIPE para localizar alguém precisa, em regra, de um advogado credenciado ou do apoio da Ouvidoria.

O que é o SIPE e de quem é, a ficha técnica do sistema

Vale detalhar, porque quase toda a confusão de quem procura “SIPE RO” nasce de achar que é um site de busca de presos. Não é.

Ficha técnica do sistema

  • Nome: SIPE, Sistema de Informação Penitenciária. É assim que o próprio sistema se identifica na tela inicial: “SISTEMA DE INFORMAÇÃO PENITENCIÁRIA”.
  • De quem é: da SEJUS, Secretaria de Estado de Justiça de Rondônia, que administra o sistema prisional do estado. Não é do Judiciário, não é do CNJ e não é da Polícia Civil. Isso importa: pedido de informação sobre processo vai ao juízo; pedido sobre custódia e unidade prisional vai à SEJUS.
  • Endereço oficial: sipe.sejus.ro.gov.br, endereço conferido e no ar em 3 de agosto de 2026.
  • Sede da SEJUS: Palácio Rio Madeira, Av. Farquar, 2986, Bairro Pedrinhas, CEP 76.801-470, Porto Velho/RO, com atendimento ao público das 7h30 às 13h30, de segunda a sexta-feira, conforme publicado no portal da SEJUS.

O que o termo de uso do SIPE diz

O termo de uso do próprio sistema define o SIPE como o conjunto que “compreende os sítios do Sistema Penitenciário do Governo do Estado de Rondônia e suas extensões”, com instrumentos de acompanhamento das movimentações de “apenados, visitantes do sistema prisional do estado, advogados, bem como de servidores do quadro”.

O mesmo documento separa dois papéis, e a diferença entre eles é exatamente o que trava a família:

  • Visitante é “qualquer pessoa que navega pelo SIPE ou suas extensões”, navega, mas não consulta dado de pessoa presa.
  • Usuário é “qualquer pessoa que acessa determinada área restrita do SIPE mediante cadastro”.

E o termo é explícito ao dizer que a utilização de alguns serviços “pode acarretar em coleta de dados ou estar condicionada ao prévio cadastro do usuário, mediante fornecimento de informações pessoais”. Em outras palavras: a informação de custódia mora na área restrita, por desenho, e não por falha do site.

O que o SIPE não é

  • Não é uma busca por nome. Não existe, no endereço oficial, um campo público onde você digite o nome do seu familiar e receba a unidade prisional.
  • Não é um portal de processos. O andamento do processo de execução penal não fica no SIPE, fica no SEEU, do CNJ.
  • Não tem versão “alternativa”. Se um site pedir pagamento, PIX ou dados bancários para “consultar o SIPE”, não é o SIPE. O sistema oficial fica em sipe.sejus.ro.gov.br, sob o domínio .ro.gov.br, e não cobra nada.

Passo a passo no SIPE: o que você encontra em cada tela

Este é o roteiro real do sistema, conferido em 3 de agosto de 2026. Ele é curto de propósito, o SIPE tem poucas portas, e é melhor você saber disso antes de perder um dia tentando.

1. Abrir o endereço oficial

Acesse sipe.sejus.ro.gov.br. O endereço abre direto na tela de autenticação do Sistema de Informação Penitenciária, com a identificação da Secretaria de Estado de Justiça no rodapé. Não há etapa anterior, menu de serviços ao cidadão ou formulário público de busca antes do login.

2. A tela de login

A tela pede credenciais para entrar, o próprio sistema informa que o acesso se dá com credenciais do Sauron ou do SIPE. Se você não tem cadastro, essa tela é o fim da linha: não existe um “entrar como visitante” que leve a dados de pessoas presas.

Abaixo do formulário há apenas dois caminhos: “Esqueci a Senha” e “Solicitação de Acesso”.

3. “Solicitação de Acesso”, o que o formulário realmente pede

Este é o ponto que mais gera frustração, e por isso descrevemos exatamente o que está lá. O formulário, que em 8 de outubro de 2026 estava em sipe.sejus.ro.gov.br/solicitar_acesso (o endereço antigo, /solicitaracesso, deixou de responder), pede:

  • Nome
  • CPF
  • Matrícula funcional
  • E-mail
  • Telefone para contato
  • Cidade
  • Se o solicitante é servidor da SEJUS (sim ou não)
  • Órgão e cargo do solicitante
  • Justificativa
  • Unidade prisional

Repare no conjunto: matrícula funcional, órgão e cargo. O formulário é institucional, foi desenhado para quem tem vínculo funcional ou atuação profissional junto ao sistema prisional. Não há, nessa tela, uma trilha própria para mãe, esposa, filho ou irmão da pessoa presa. É por isso que a família não deve gastar seu tempo aqui: para ela, o caminho é a Ouvidoria e o BNMP, descritos nos passos seguintes.

O formulário também exige o aceite do termo de uso antes do envio, e não indica prazo de resposta publicado.

4. “Esqueci a Senha”

Serve apenas para quem já é cadastrado. Não gera acesso novo e não substitui a solicitação.

O que cada resultado significa

Como o SIPE não devolve resultado público, a leitura de resultado que interessa é a dos canais que a família de fato consegue usar. Vale a pena guardar esta tabela mental, porque cada resposta significa uma coisa diferente, e nenhuma delas significa “ele não está preso”.

O que você recebeuO que isso significa de verdadeO que fazer em seguida
Tela de login do SIPE, sem buscaComportamento normal e esperado do sistema: dado de custódia é área restritaIr para Ouvidoria e BNMP; não insistir no SIPE
Solicitação de acesso ao SIPE sem retornoO formulário é institucional; pedido de familiar tende a não se enquadrarRegistrar manifestação na Ouvidoria, com protocolo
BNMP: mandado em aberto encontradoExiste ordem de prisão ainda não cumprida e o juízo está identificadoAnotar o juízo e o número do processo, é a chave para o advogado
BNMP: nada encontradoNão prova ausência de prisão. Pode ser prisão em flagrante (sem mandado prévio), mandado já cumprido, grafia diferente ou dado ainda não replicadoChecar delegacia, audiência de custódia e Ouvidoria
Ouvidoria: protocolo aberto, sem respostaO pedido está na fila; o protocolo é seu comprovante de que houve requerimentoGuardar o número e a data; cobrar no prazo; acionar advogado
Ouvidoria: “não podemos informar”Costuma ser tratamento de dado pessoal protegido, não negativa de existênciaVia do advogado, com procuração, a prerrogativa muda a resposta
Unidade prisional: “não está aqui”Pode ser transferência, pode ser que nunca tenha entrado aliPerguntar para onde foi e a data; registrar na Ouvidoria

Um resultado vazio no BNMP nunca é prova de que a pessoa está solta: a consulta pública mostra mandados pendentes, e o mandado deixa de estar pendente quando a prisão é cumprida. Veja o guia geral sobre o BNMP.

Passo 2: procure a Ouvidoria da SEJUS-RO

Quando não há consulta aberta, a Ouvidoria é o canal oficial de quem tem vínculo com a pessoa presa. A Ouvidoria da SEJUS-RO existe justamente para receber pedidos de informação e encaminhá-los internamente.

Os canais principais são:

  • Telefone geral da SEJUS-RO: (69) 3212-8700 (Porto Velho), peça o direcionamento à Ouvidoria ou à unidade responsável.
  • Ouvidoria oficial pela plataforma Fala.BR (Sistema de Ouvidorias do Governo), no endereço ouvidorias.gov.br, selecionando o órgão de Rondônia. É o canal formal, com número de protocolo e prazo de resposta.
  • Página oficial da Ouvidoria Geral dentro do portal rondonia.ro.gov.br/sejus, onde ficam os contatos atualizados.

Antes de ligar ou registrar a manifestação, tenha em mãos:

  • Nome completo da pessoa presa
  • Data de nascimento
  • Nome da mãe
  • CPF ou RG (se souber)
  • Número do processo, mandado ou boletim de ocorrência (se disponível)

Quanto mais dados de identificação você fornecer, mais fácil é o órgão localizar a pessoa sem confusão com homônimos. Registre por escrito, guarde o número de protocolo e anote a data, isso ajuda o advogado depois, se a família precisar avançar.

Passo 3: consulte o BNMP do CNJ

Em paralelo à Ouvidoria, consulte o BNMP do CNJ (portalbnmp.cnj.jus.br), que vale em Rondônia como em qualquer estado: não mostra o presídio, mas confirma o mandado e aponta o juízo. Como usar e o que concluir está no guia geral.

Passo 4: quando a pessoa foi transferida ou “sumiu” do sistema

Transferências entre unidades acontecem, por segurança, superlotação, progressão de regime ou tratamento de saúde, e nem sempre a família é avisada. Se o seu familiar estava em uma unidade e você não o encontra mais:

  1. Ligue para a última unidade conhecida. A administração deve informar se houve transferência e para onde.
  2. Acione a SEJUS-RO pelo (69) 3212-8700 e registre a Ouvidoria, pedindo a localização atual.
  3. Peça ao advogado que consulte o SEEU, onde as movimentações do processo de execução, inclusive transferências, ficam registradas.
  4. Se a transferência foi para outro estado, ela segue procedimento próprio (art. 86 da LEP) e exige autorização judicial; o advogado verifica se foi regular. Veja transferência de presídio: como pedir.

Se a pessoa não aparece em nenhum canal, some a isso a possibilidade de erro de cadastro ou de a prisão ser muito recente. É o momento em que a via do advogado deixa de ser conveniência e passa a ser o caminho mais rápido.

Passo 5: o advogado localiza pela via oficial

Em Rondônia, além do processo de execução no SEEU e do requerimento ao juízo, o advogado pode pedir credencial no SIPE da SEJUS-RO. O que o advogado pode fazer em qualquer estado está no guia geral. Para a família, também há orientação sobre visita ao preso: cadastro, carteirinha e agendamento e sobre o que fazer nas primeiras 48 horas.

O que fazer quando a pessoa NÃO aparece em lugar nenhum

Esta é a situação mais comum de todas: a família procurou no SIPE, ligou, consultou o BNMP e não achou nada. Em Rondônia, a primeira coisa a separar é onde a pessoa está sob custódia:

  • Prisão recente ou delegacia: enquanto a pessoa está sob a Polícia Civil, ela não está na base da SEJUS. Procure a delegacia da área onde ocorreu a prisão (pelo local ou pelo boletim de ocorrência) e acompanhe a audiência de custódia. Anote o número do procedimento policial.
  • Transferência: veja o Passo 4. Pergunte à última unidade para onde e em que data, e registre o pedido na Ouvidoria. Transferência para outro estado depende de autorização judicial (art. 86 da LEP).
  • Homônimo ou grafia: repita a busca com variações e confira data de nascimento e nome da mãe. As causas de um “não consta” que valem em qualquer estado estão no guia geral.

Os três canais a acionar, nesta ordem

Esgotadas as tentativas diretas, o roteiro é este, e ele funciona para qualquer uma das quatro causas acima:

  1. BNMP (CNJ): portalbnmp.cnj.jus.br, por nome, alcunha e nome da mãe; o que ele entrega de mais valioso é o juízo responsável.
  2. SEEU (CNJ): seeu.pje.jus.br. Rondônia foi um dos primeiros estados a aderir; o processo de execução, com unidade e transferências, é acessado pelo advogado habilitado nos autos.
  3. Ouvidoria oficial: a SEJUS e a Ouvidoria-Geral do Estado de Rondônia publicam o mesmo canal de registro de manifestação, na plataforma Fala.BR do Governo Federal, em sistema.ouvidorias.gov.br/publico/RO/Manifestacao/RegistrarManifestacao (esse endereço não respondeu ao nosso teste de 8 de outubro de 2026; se não abrir, entre pela página da Ouvidoria-Geral). Para pedido de informação, o portal da SEJUS também publica o e-SIC estadual, em esic.cge.ro.gov.br. Os dois geram protocolo, e é o protocolo que transforma um telefonema esquecido em um requerimento com data.

Registre por escrito, guarde o protocolo e anote tudo: quem atendeu, quando, o que respondeu. Esse histórico é o que permite ao advogado, depois, demonstrar que a via administrativa foi tentada.

Quando a família precisa de advogado

Não em todo caso. Se a prisão é recente, se você tem o número do boletim de ocorrência ou do processo e se a delegacia ou a unidade respondem, a família costuma conseguir a informação básica sem contratar ninguém; os canais oficiais não cobram nada. Procure advogado quando os canais não retornam, quando a pessoa foi transferida sem aviso ou não aparece em nenhum sistema, ou quando é preciso acompanhar a execução. O que o advogado pode fazer está no guia geral.

Checklist rápido, localizar preso em Rondônia

  1. Reúna os dados: nome completo, data de nascimento, nome da mãe, CPF/RG, número do processo ou mandado.
  2. Acione a SEJUS-RO, (69) 3212-8700, e a Ouvidoria (Fala.BR / ouvidorias.gov.br), com protocolo por escrito.
  3. Consulte o BNMP do CNJ (portalbnmp.cnj.jus.br) por nome, confirma o mandado e o juízo.
  4. Se foi preso há poucas horas, verifique a delegacia e a audiência de custódia (até 24h).
  5. Peça ao advogado para consultar o SEEU, solicitar credencial no SIPE e requerer informação ao juízo.
  6. Não confie em sites que cobram para “achar preso”: os canais oficiais são gratuitos.

A informação sobre onde está o seu familiar é um direito, não um favor. Em Rondônia, ela não vem por um botão de busca, vem pelos canais certos, na ordem certa. Se os caminhos oficiais travarem, um advogado faz essa apuração pela via legal e devolve à família uma resposta segura e documentada.

Fontes oficiais consultadas

Todos os endereços abaixo são oficiais (domínios .gov.br e .jus.br) e foram abertos e conferidos em 3 de agosto de 2026 e de novo em 8 de outubro de 2026. Se algum deles mudar, o que vale é a página oficial, não este guia.

  • sipe.sejus.ro.gov.br, SIPE, Sistema de Informação Penitenciária da SEJUS-RO (tela de autenticação; sem consulta pública por nome).
  • sipe.sejus.ro.gov.br/solicitar_acesso: formulário de solicitação de acesso ao SIPE (campos conferidos em 8 de outubro de 2026).
  • sipe.sejus.ro.gov.br/termodeuso, termo de uso do SIPE (definições de usuário, visitante, conteúdo público e área restrita).
  • rondonia.ro.gov.br/sejus, portal da Secretaria de Estado de Justiça (sede, horário de atendimento, links de Ouvidoria, Transparência e e-SIC).
  • rondonia.ro.gov.br/ouvidoria, Ouvidoria-Geral do Estado de Rondônia (canal de registro de manifestação).
  • esic.cge.ro.gov.br, e-SIC de Rondônia, para pedido de acesso à informação.
  • portalbnmp.cnj.jus.br, consulta pública do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões.
  • cnj.jus.br, BNMP 3.0, página institucional do CNJ sobre o sistema e sua consulta pública (Resolução CNJ 417/2021).
  • seeu.pje.jus.br, Sistema Eletrônico de Execução Unificado (Resolução CNJ 223/2016).

Base legal citada: Lei 7.210/84 (LEP), arts. 41 e 86; Lei 8.906/94 (Estatuto da OAB), art. 7º, III.

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Felipe Smargiassi, advogado criminalista, OAB/MG 155.242

Sobre o autor

Felipe Smargiassi

Advogado Criminalista · OAB/MG 155.242

Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal, a partir do Sul de Minas Gerais para todo o Brasil.

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