História
Goiatuba tem raiz mais antiga do que o padrão do sul goiano. Já em 1843, Pedro Laclau, descendente de franceses radicado em Macaé, adjudicou na Comarca de Santa Cruz de Goiás dois mil alqueires na localidade de Ponte Lavrada; o povoado propriamente dito nasceu por volta de 1870, em torno de um rancho de palha onde se rezou a primeira missa e depois se ergueu a capela que virou a Matriz de São Sebastião — daí o primeiro nome, São Sebastião das Bananeiras. O distrito de Bananeiras, criado em 1900, pertenceu primeiro a Santa Rita do Paranaíba — a atual Itumbiara — e passou a Morrinhos em 1919. A emancipação veio pela Lei estadual nº 627, de 21 de janeiro de 1931, com instalação em 20 de fevereiro; o nome atual, pelo Decreto-lei nº 1.233, de 31 de outubro de 1938. Na segunda metade do século, Goiatuba fez o caminho inverso e virou matriz: emancipou Joviânia em 1958, Bom Jesus de Goiás em 1963 e Porteirão em 1995 — e, por ironia administrativa, recebeu Joviânia de volta em 2025, quando o TJGO anexou a comarca da filha à da mãe.