História
A história de Fonte Boa começa antes do próprio nome do município: no final do século XVII, o padre jesuíta Samuel Fritz fundou a missão religiosa de Nossa Senhora de Guadalupe na aldeia indígena Omágua de Taracoatéua, às margens do Solimões, um posto avançado da catequese jesuítica na Amazônia colonial, destruído por forças espanholas e depois restaurado por autoridades portuguesas. O povoado foi elevado a freguesia em 6 de novembro de 1858, pela Lei provincial nº 92, ainda sob o nome de Nossa Senhora de Guadalupe. A sede mudou de lugar em 1873 (Lei nº 251), para Barreiras de Fonte Boa, e só em 28 de março de 1891, pelo Decreto nº 92, o povoado foi elevado a vila, desmembrado de Tefé e batizado com o nome que carrega até hoje. Como quase todos os municípios do médio Solimões, perdeu território em 1955, quando Jutaí se emancipou como município próprio, hoje vizinho de Fonte Boa no Polo 2 de audiência de custódia do TJAM, junto com Tefé, Alvarães, Japurá, Juruá, Maraã e Uarini.