História
A história de Gandu começa nas matas do Baixo Sul baiano no início do século XX, no rastro da expansão da lavoura cacaueira que subia de Ilhéus e Itabuna. Por volta de 1907, lavradores como José Amado Costa e Gregório Monteiro da Costa chegaram à região em busca de solo fértil para o cacau, e em 1912 José Amado Costa adquiriu a Fazenda Corujão, núcleo do que viria a ser a cidade. O povoado cresceu à margem do rio Gandu, que lhe deu o nome, e prosperou como ponto de escoamento e comércio da produção agrícola do entorno. Corujão foi elevado a distrito do município de Ituberá em 1958, pela Lei estadual nº 1.008, de 28 de julho, e conquistou autonomia político-administrativa em 18 de julho de 1962, pela Lei estadual nº 1.725, desmembrando-se de Ituberá. Sob o nome de Gandu, a cidade consolidou-se como um centro urbano de referência para os pequenos municípios vizinhos, atraindo comércio, serviços e a estrutura institucional que a transformaria em polo regional do Baixo Sul.