História
A história de Morada Nova começa em duas fazendas de gado instaladas à margem esquerda do rio Banabuiú pelos irmãos pernambucanos Alferes José de Fontes de Almeida e Capitão Dionísio Matos de Fontes. Homens de formação religiosa, pediram ao bispo de Pernambuco, Dom João da Purificação Marquez Perdigão, licença para erguer uma capela — e o local foi escolhido por consulta aos habitantes da região, uma espécie de plebiscito sertanejo que apontou a Fazenda Morada Nova, de José de Fontes. Criada em 1873 e inaugurada em 1º de março de 1874 pelo Padre Francisco Álvares Lima, a capela do Divino Espírito Santo virou o núcleo do povoado. O distrito de Espírito Santo de Morada Nova, subordinado a São Bernardo das Russas, foi elevado a vila pela Lei Provincial nº 1.719, de 2 de agosto de 1876, com instalação em 7 de janeiro de 1877, e a cidade veio pela Lei nº 2.336, de 3 de novembro de 1925. O nome enxuto — Morada Nova — consolidou-se por atos de 1893 e da década de 1930.