Cidade de MT

Barra do Bugres

Barra do Bugres é um município de cerca de 29 mil habitantes no sudoeste de Mato Grosso, nascido do ciclo da poaia na foz do rio Bugres, no Paraguai, e hoje movido pela indústria sucroenergética. É sede de comarca do TJMT desde 1966, com três varas: o Tribunal do Júri e a execução penal correm na 3ª Vara, que também responde pela corregedoria da Cadeia Pública local, da Sejus-MT.

UF
MT
Porte
pequena
População
29.403 hab.

Para questões judiciais em Barra do Bugres (MT), o juízo competente é da Comarca de Barra do Bugres — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Particularidades

História

Barra do Bugres não nasceu de lavoura nem de garimpo, mas de uma raiz medicinal. Por volta de 1878, povoadores vindos de Cuiabá subiram o rio Paraguai atrás da poaia — a ipecacuanha, planta de cujo rizoma se extraía o princípio usado contra a disenteria e vendido caro na Europa. Acamparam na barra do rio Bugres, o ponto em que ele desemboca no Paraguai, e desse ponto fizeram a porta de entrada da região da poaia. Vieram depois a borracha nativa, a madeira de lei e o cedro, tudo escoado pelo próprio rio até Cáceres e dali para os portos. Em 1926 a vila entrou na história nacional pelo lado duro: a Coluna Prestes atacou o povoado e a resistência local deixou cerca de quinze mortos às margens do Paraguai, com a vila saqueada e incendiada. A organização administrativa veio com o crescimento do comércio extrativista — em dezembro de 1940 instalou-se a Coletoria de Rendas Estaduais e, em 3 de dezembro de 1943, o Decreto estadual nº 545 criou o município, num caso incomum de desmembramento simultâneo de três territórios: Diamantino, Cáceres e Rosário Oeste. A instalação ocorreu em 19 de abril de 1944, sob o primeiro prefeito, o professor Alfredo José da Silva. A virada seguinte é dos anos 1980, quando migrantes de Minas Gerais, São Paulo e Ceará trouxeram a pecuária e a cana-de-açúcar, e a cidade do extrativismo virou cidade de usina.

Economia

A economia de Barra do Bugres gira em torno da cana. A Barralcool foi constituída em 1980 por produtores do próprio município, com recursos próprios e financiamento do Proálcool, e moeu sua primeira safra em setembro de 1983; hoje produz etanol, açúcar, levedura, energia elétrica a partir da queima do bagaço e biodiesel — a unidade de biodiesel foi reativada em janeiro de 2025, depois de onze anos parada, usando óleo de soja degomado como matéria-prima. Mais de 37 mil hectares de cana plantada na região abastecem a Barralcool e a usina Itamarati, na vizinha Nova Olímpia. Ao lado do complexo sucroenergético, a pecuária de corte sustenta o frigorífico Vale do Bugres, com abate na casa de 400 cabeças por dia, e a cidade mantém fábricas de ração, madeireiras, moveleiras, olarias de tijolo e telha, metalúrgicas e gráficas. Essa composição desenha o perfil jurídico do município com precisão: contratos de fornecimento e parceria agrícola, arrendamento de terra, acidente de trabalho e vínculo safrista aparecem em volume que uma cidade de 29 mil habitantes normalmente não geraria. Vale registrar um detalhe prático que pega muita gente de surpresa: a reclamação trabalhista do cortador de cana ou do operador de usina de Barra do Bugres não corre na cidade — corre na Vara do Trabalho de Tangará da Serra.

Panorama jurídico

Barra do Bugres é sede de comarca desde 24 de julho de 1966, quando foi instalada a unidade criada pela Lei estadual nº 2.402, de 11 de março de 1965. A comarca é hoje de entrância única, por força da Lei Complementar Estadual nº 774, de 19 de setembro de 2023, que unificou as entrâncias criadas pela LC 730/2022 — textos mais antigos ainda a tratam como comarca de segunda entrância. Além da sede e de seus distritos — Assari, Tapirapuã e Lavouras —, responde ao foro de Barra do Bugres o município de Porto Estrela. Nova Olímpia e Denise merecem um parágrafo à parte, porque a lei e a prática divergem: o Quadro 01 da LC 774/2023 as arrola numa Comarca de Nova Olímpia (item 48), criada pela LC estadual nº 166/2004 e nunca instalada — ela não aparece entre as comarcas em funcionamento no quadro de competências da Corregedoria de 7 de abril de 2026, e o próprio TJMT, em julho de 2025, descreveu a atuação da Comarca de Barra do Bugres como alcançando também Nova Olímpia. Quem defende alguém dessas duas cidades peticiona aqui, enquanto a instalação não sair do papel. A divisão de trabalho é clara na tabela de competências da Corregedoria-Geral da Justiça: 1ª e 2ª Varas cuidam do cível, com a 2ª acumulando privativamente infância e juventude, e a 3ª Vara concentra todo o criminal — feitos criminais em geral, cartas precatórias criminais, corregedoria dos estabelecimentos penais e, privativamente, os processos da Lei Maria da Penha. Como não há vara privativa do Júri nem de execução penal, tudo isso desagua no mesmo juízo: o plenário do Tribunal do Júri e os incidentes de progressão, remição e livramento condicional dos condenados da comarca são despachados pela 3ª Vara. Em 2026 essa vara recebeu o programa Mais Júri do TJMT, com dez sessões de julgamento concentradas entre fevereiro e março. O fórum funciona na Avenida Hitler Sansão, 1129, no Centro, com telefones (65) 3361-1261 e (65) 3361-1061 divulgados pela Corregedoria, e a direção do foro está com a juíza Amanda Pereira Leite Dias desde junho de 2024. Em números de referência divulgados pelo tribunal em julho de 2025, a comarca mantinha cerca de 11.277 processos ativos com 28 servidores efetivos — proporção que ajuda a explicar por que a pauta do juízo, e não a distância, costuma ser o principal fator de prazo por aqui.

Patrimônio

O patrimônio de Barra do Bugres se conta em rios e em gente. O primeiro elemento é a própria barra que dá nome à cidade: o encontro do rio Bugres com o Paraguai, via que trouxe os povoadores de 1878 e escoou poaia, borracha e cedro por décadas, numa faixa de transição entre a Amazônia e o Pantanal. O segundo é a Terra Indígena Umutina, com cerca de 28,1 mil hectares entre Barra do Bugres e Alto Paraguai, onde vive o povo Balatiponé — nome com que se autodenominam e que significa "gente nova". Falantes de uma língua da família Bororo, os Balatiponé sofreram colapso demográfico brutal após o contato do início do século XX e hoje trabalham a recuperação da língua com anciãos e professores indígenas, mantendo roça de toco, pesca tradicional e um projeto próprio de etnoturismo. A presença da terra indígena não é só cultural: dá contorno jurídico ao município, porque a Constituição, no art. 109, XI, atribui à Justiça Federal a disputa sobre direitos indígenas — e a competência federal, aqui, é da Subseção de Diamantino. O terceiro elemento do patrimônio é industrial e recente: a paisagem de canavial e chaminé de usina que se formou a partir de 1980 e hoje define o horizonte da cidade.

Curiosidades

Três curiosidades explicam Barra do Bugres melhor do que qualquer estatística. A primeira é que a cidade deve sua existência a uma raiz: a poaia, ou ipecacuanha, usada como emética e antidisentérica, foi a mercadoria que atraiu os primeiros moradores em 1878 e sustentou a região até os anos 1960 — um ciclo econômico inteiro construído sobre uma planta que hoje quase ninguém sabe identificar. A segunda é administrativa e rara no mapa brasileiro: quando o Decreto estadual nº 545 criou o município, em 3 de dezembro de 1943, o território não saiu de um município-mãe, mas de três ao mesmo tempo — Diamantino, Cáceres e Rosário Oeste. Poucas cidades brasileiras têm essa tripla filiação, e ela ajuda a entender por que a região gravitou por décadas entre três polos diferentes antes de firmar Tangará da Serra como referência imediata. A terceira é que a cidade foi cenário de um episódio da Coluna Prestes: em 1926 os revoltosos atacaram o povoado, a resistência local deixou cerca de quinze mortos às margens do rio Paraguai e a vila acabou saqueada e incendiada — memória que a cidade guarda e que raramente aparece nas narrativas nacionais sobre a Coluna, quase sempre concentradas no Nordeste e no Sul.

Educação e cidadania

Barra do Bugres tem um ativo que a maioria dos municípios mato-grossenses do seu porte não tem: um campus universitário público. A Universidade do Estado de Mato Grosso iniciou atividades na cidade em 10 de maio de 1994, com o projeto de licenciaturas parceladas em Ciências Biológicas, Letras e Matemática; hoje o campus oferece graduações e programas de pós-graduação, entre eles cursos das áreas de computação, engenharia de alimentos, arquitetura e produção agroindustrial. Isso muda a composição da cidade e também a demanda por informação jurídica. No acesso à Justiça, a estrutura local é razoável para o porte: há núcleo da Defensoria Pública estadual no município, com plantão organizado em rodízio junto a Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, há Promotoria de Justiça própria na Avenida Brasil, 299, e há Sala da OAB dentro do próprio fórum, mantida pela 10ª Subseção de Tangará da Serra. Quando não houver defensor disponível, o juízo nomeia defensor dativo, com honorários arbitrados pelo próprio juízo, na forma do art. 263 do Código de Processo Penal. Fora do eixo estadual, o morador precisa saber para onde ir: Justiça Federal em Diamantino, Justiça do Trabalho em Tangará da Serra, e serviços eleitorais na 13ª Zona Eleitoral, na Avenida São Benedito, 800. A prefeitura fica na Praça Ângelo Masson, 1000, no Centro.

Segurança e fronteira

Ter cadeia pública na própria cidade muda a rotina de um processo criminal. A Cadeia Pública de Barra do Bugres é unidade masculina administrada pela Secretaria de Estado de Justiça de Mato Grosso e integra a Superintendência Penitenciária Regional Oeste, a maior das regionais da Sejus, com 24 unidades espalhadas pelo oeste e pelo norte do estado. Na prática, isso significa que o preso em flagrante na comarca tende a ficar aqui, ao alcance da família e da entrevista reservada com o advogado antes da audiência de custódia — e que a fiscalização da unidade não depende de outro juízo, porque a corregedoria dos estabelecimentos penais cabe à 3ª Vara da própria comarca, por força da Resolução nº 13/2014-TP do TJMT. A contrapartida é de gênero: como a unidade local é exclusivamente masculina, a mulher presa na comarca depende de vaga em unidades femininas da mesma regional, como as de Cáceres e Arenápolis, o que impõe deslocamento à família e transforma pedido de visita, transferência e prisão domiciliar em questões técnicas concretas, não acadêmicas. Localizar em qual unidade a pessoa está custodiada, e sob qual juízo, costuma ser o primeiro trabalho útil da defesa.

Dados do município

Mesorregião
Sudoeste Mato-grossense
Microrregião
Tangará da Serra
População (Censo 2022)
29.403

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Empresa ou produtor rural em Barra do Bugres

Autuação fiscal, ICMS e execução fiscal

A economia de Barra do Bugres tem indústria — atividade que gera obrigação acessória, crédito acumulado, substituição tributária e, quando o Fisco entende diferente, auto de infração e execução fiscal. A defesa começa no prazo do processo administrativo, antes da inscrição em dívida ativa.

A frente tributária é do Dr. Edelcio Smargiassi — OAB/MG 154.574, Auditor Fiscal Aposentado · Doutor em Direito (UMSA).

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Órgãos e instituições — Barra do Bugres/MT

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Barra do Bugres — TJMT
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT)
Sede
Barra do Bugres
Codigo Comarca Tjmt
610
Abrangencia
Pelo Quadro 01 da Lei Complementar estadual nº 774, de 19 de setembro de 2023 (item 10), a comarca é formada por Barra do Bugres (sede), com os distritos de Assari, Tapirapuã e Lavouras, e pelo município de Porto Estrela. O mesmo quadro relaciona, no item 48, uma Comarca de Nova Olímpia com Nova Olímpia e Denise — mas essa comarca, criada pela Lei Complementar estadual nº 166/2004, nunca foi instalada: não figura no quadro de Competências das Varas da Corregedoria-Geral da Justiça atualizado em 07/04/2026, e o próprio Tribunal de Justiça, em julho de 2025, descreveu a atuação da Comarca de Barra do Bugres como abrangendo também Nova Olímpia e Porto Estrela. Na prática, portanto, os processos de Nova Olímpia e de Denise correm neste fórum enquanto a instalação não ocorrer.
Estrutura
Três varas e um Juizado Especial Cível e Criminal. Pela tabela de competências da Corregedoria-Geral da Justiça (atualizada em 07/04/2026): a 1ª Vara processa os feitos cíveis em geral, em distribuição alternada com a 2ª, e privativamente as cartas precatórias cíveis; a 2ª Vara processa os feitos cíveis em geral e, privativamente, infância e juventude; a 3ª Vara processa os feitos criminais em geral, cumpre as cartas precatórias criminais, exerce a corregedoria dos estabelecimentos penais e julga privativamente os processos da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha).
Juri
Não há vara privativa do Júri na comarca: as sessões plenárias são conduzidas pela 3ª Vara, competente para os feitos criminais em geral. Em 2026 a comarca recebeu o programa Mais Júri do TJMT, com dez sessões concentradas entre fevereiro e março.
Execucao Penal
A comarca não tem vara privativa de execução penal; a matéria acompanha a competência criminal geral da 3ª Vara, que também exerce a corregedoria dos estabelecimentos penais locais.
Canais de atendimento
canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br
Site Tjmt
www.tjmt.jus.br
Pagina Comarca
corregedoria.tjmt.jus.br/pagina/145
Criacao
Base Legal
Lei estadual nº 2.402, de 11 de março de 1965
Instalacao
24 de julho de 1966
Entrancia
Classificacao Atual
Entrância única
Base Legal Atual
Lei Complementar Estadual nº 774, de 19 de setembro de 2023
Historico
A LC 730, de 1º de abril de 2022, havia classificado as comarcas de Mato Grosso em inicial, intermediária e final; a LC 774/2023 unificou todas em entrância única. Textos anteriores ainda descrevem Barra do Bugres como comarca de segunda entrância — a classificação vigente é a única.
Forum
Nome
Fórum Cível e Criminal de Barra do Bugres
Endereço
Avenida Hitler Sansão, nº 1129, Centro, Barra do Bugres - MT, CEP 78390-000
Telefone
Direcao Do Foro Referencia
Nome
Juíza Amanda Pereira Leite Dias
Cargo
Diretora do foro e titular da vara criminal, desde 3 de junho de 2024
Acervo Referencia
Processos Ativos
cerca de 11.277
Servidores Efetivos
28
Audiencias Criminais
832 em 19 meses
Processos Criminais Sentenciados
940

OAB — Subseção

Nome
10ª Subseção da OAB-MT — Tangará da Serra (abrange a Comarca de Barra do Bugres)
Sala De Apoio
Barra do Bugres não tem subseção própria, mas conta com Sala da OAB nas dependências do Fórum Cível e Criminal, na Avenida Hitler Sansão, 1129, Centro.
Sede Subsecao
Avenida Brasil, nº 1600 E, Jardim Europa, Tangará da Serra - MT, CEP 78300-202

Serviços federais na fronteira

Panorama
Barra do Bugres não concentra unidades federais. A referência judiciária federal é a Subseção de Diamantino, e a Justiça do Trabalho responde de Tangará da Serra. Serviços de Receita Federal e INSS devem ser buscados pelos canais oficiais (gov.br e telefone 135), com atendimento presencial nas unidades regionais.

Estabelecimentos penais

Nome
Cadeia Pública de Barra do Bugres
Tipo
Masculina
Administracao
Secretaria de Estado de Justiça de Mato Grosso (Sejus-MT)
Regional
Superintendência Penitenciária Regional Oeste
Telefone
E-mail

Ministério Público Estadual

Estadual
Promotoria de Justiça de Barra do Bugres (MPMT), na Avenida Brasil, 299, Centro. A sede atual, com cerca de 235 m², foi inaugurada em 5 de setembro de 2012. A promotoria atende Barra do Bugres, Denise, Nova Olímpia e Porto Estrela, além dos distritos de Assari, Lavouras, Tapirapuã, Currupira e Nova Fernandópolis.

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
Há núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso em Barra do Bugres. O plantão da unidade é organizado em rodízio regional junto com Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, com escala de defensores publicada pela própria DPE-MT.

Justiça Federal

Subsecao
Subseção Judiciária de Diamantino (TRF1 / Seção Judiciária de Mato Grosso)
Jurisdição
Barra do Bugres não tem vara federal própria. Pela tabela de jurisdição das varas federais do TRF1, o município integra a Subseção Judiciária de Diamantino, ao lado de Alto Paraguai, Arenápolis, Campo Novo do Parecis, Denise, Nobres, Nortelândia, Nova Mutum, Nova Olímpia, Rosário Oeste, São José do Rio Claro e Tapurah, entre outros. Ações previdenciárias, execuções fiscais federais, crimes federais e as causas que envolvam disputa sobre direitos indígenas correm ali.
Contato Oficial
01vara.dio.mt@trf1.jus.br — telefone (65) 3336-6800

Justiça do Trabalho

Vara
Vara do Trabalho de Tangará da Serra (TRT da 23ª Região)
Jurisdição
O município não possui Vara do Trabalho instalada. As reclamações trabalhistas de Barra do Bugres — inclusive as da safra da cana e da indústria sucroenergética — são processadas na Vara do Trabalho de Tangará da Serra, uma das 29 unidades do interior do TRT da 23ª Região.

Justiça Eleitoral

Zona
13ª Zona Eleitoral — Barra do Bugres (TRE-MT)
Endereço
Avenida São Benedito, 800, Bairro São Francisco, Barra do Bugres - MT, CEP 78390-000
Contato
zona13@tre-mt.jus.br

Segurança Pública

Panorama
O município tem unidade prisional própria, masculina, sob a Superintendência Penitenciária Regional Oeste da Sejus-MT — a mesma regional que reúne 24 unidades no oeste e norte do estado, entre elas as cadeias públicas de Cáceres e Arenápolis, que recebem custodiadas mulheres. A corregedoria dos estabelecimentos penais da comarca cabe à 3ª Vara, por força da Resolução nº 13/2014-TP do TJMT.

Prefeitura Municipal

Endereço
Praça Ângelo Masson, 1000, Centro, Barra do Bugres - MT, CEP 78390-000
Telefone
Site
barradobugres.mt.gov.br

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia Civil
197
Defesa Civil
199
Central Mulher
180
Disque Denuncia
181
Cvv
188
Direitos Humanos
100
Ouvidoria M P
127

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

Utilidade pública

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Atendimento SMARGIASSI

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