Cidade de MT

Campinápolis

Campinápolis fica no leste de Mato Grosso, a cerca de 513 km de Cuiabá, e é um dos poucos municípios brasileiros de maioria indígena: o Censo 2022 contou 8.451 indígenas entre 15.347 habitantes. É sede de comarca própria do TJMT, com Vara Única de competência geral — o mesmo juízo faz Júri e execução penal — e não tem unidade prisional, de modo que a custódia ocorre fora do município.

UF
MT
Porte
micro
População
15.347 hab.

Para questões judiciais em Campinápolis (MT), o juízo competente é da Comarca de Campinápolis — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista especializado em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

A história de Campinápolis é mais antiga do que a do município. O território faz parte da área tradicionalmente ocupada pelo povo Xavante, que se autodenomina A'uwe Uptabi — "gente verdadeira" —, do tronco linguístico macro-jê, instalado no leste mato-grossense muito antes de a divisão política chegar até aqui. A camada administrativa veio em duas etapas e ambas passam por Nova Xavantina: primeiro a Lei Estadual nº 4.353, de 1º de outubro de 1981, criou o distrito de Campinápolis, subordinado àquele município; depois a Lei Estadual nº 4.994, de 13 de maio de 1986, elevou o distrito à condição de município, desmembrado de Nova Xavantina, com instalação em 31 de dezembro do mesmo ano. O nome não é local: segundo o histórico do IBGE, homenageia as famílias vindas de Campinas, em Goiânia, e de Anápolis, ambas em Goiás — gente que subiu para o leste de Mato Grosso na esteira das frentes de colonização das décadas de 1970 e 1980. Em 2005 o município passou a ter dois distritos, Campinápolis e São José do Couto, configuração que permanece. Assim, num território de ocupação indígena antiga, sobrepôs-se em pouco mais de vinte anos uma malha municipal inteira — distrito, município, sede, distrito interno e, em 2004, comarca judiciária própria.

Economia

Campinápolis tem 5.978,985 km² e 2,57 habitantes por quilômetro quadrado: é território grande e gente pouca, e a economia acompanha essa proporção. O boi domina — a Pesquisa da Pecuária Municipal de 2023 registrou 259.185 cabeças de bovinos, cerca de dezessete animais para cada morador. A lavoura existe, mas em escala menor que a dos vizinhos do corredor da BR-158: 50 mil hectares de soja (195 mil toneladas) e 20 mil hectares de milho (122,4 mil toneladas) em 2023, contra as centenas de milhares de hectares plantados em Água Boa e Nova Xavantina. Ao lado disso aparecem culturas que quase sumiram do resto do leste mato-grossense: 320 hectares de mandioca, que renderam 5.440 toneladas, 220 hectares de seringueira, com 231 toneladas de látex coagulado, e 60 hectares de banana. O Produto Interno Bruto municipal foi de R$ 614,9 milhões em 2023 — a fração de um vizinho como Canarana ou Água Boa. Para o direito, essa composição produz um conjunto próprio de litígio: contratos de arrendamento e parceria pecuária, disputa possessória em área rural distante da sede, questões de divisa e de licenciamento ambiental, além do fato estrutural de que parte expressiva do território municipal está em terra indígena regularizada, bem da União, fora do mercado fundiário e sujeita a regime jurídico próprio.

Panorama jurídico

Mato Grosso tem 142 municípios e um número bem menor de comarcas instaladas, e Campinápolis está entre os que têm juízo próprio. A Comarca de Campinápolis foi criada pela Lei Complementar Estadual nº 166, de 13 de abril de 2004, e figura como comarca nº 14 no Quadro 01 do Anexo I da Lei Complementar Estadual nº 774/2023: abrange exclusivamente o próprio município, com o distrito judiciário de São José do Couto, sem nenhum município agregado. A classificação vigente é a de entrância única, Grupo 3, também por força da LC 774/2023, que unificou as entrâncias de primeira instância — textos anteriores ainda a chamam de entrância inicial. Pelo quadro de competências da Corregedoria-Geral da Justiça do TJMT, atualizado em 2 de junho de 2023, a comarca funciona em Vara Única com competência geral, cível e criminal, e Juizado Especial: o mesmo juízo preside o Tribunal do Júri, decide a execução penal, julga violência doméstica, infância e família. Na prática isso significa que a pauta de um único magistrado organiza a vida forense inteira da cidade — e que a sessão do Júri disputa agenda com audiência de instrução e com incidente de progressão. Sobre a competência em matéria indígena, é preciso ser exato, porque a confusão é comum e cara. A Constituição atribui aos juízes federais o julgamento da "disputa sobre direitos indígenas" (art. 109, XI), mas a Súmula 140 do Superior Tribunal de Justiça firmou que compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar crime em que o indígena figure como autor ou vítima. O deslocamento para a Justiça Federal — aqui, a Subseção Judiciária de Barra do Garças, que abrange Campinápolis — se dá quando o crime atinge direitos coletivos da comunidade indígena, sua cultura ou sua terra, e não pela simples condição pessoal do réu ou da vítima. Um homicídio entre moradores de uma aldeia de Parabubure, em regra, corre na Vara Única de Campinápolis; uma invasão da terra indígena, com lesão ao patrimônio coletivo do grupo, tende à Justiça Federal. Duas normas incidem diretamente sobre o processo penal com pessoa indígena e devem ser invocadas desde o primeiro ato: a Resolução nº 287, de 25 de junho de 2019, do Conselho Nacional de Justiça, que trata dos procedimentos relativos a pessoas indígenas acusadas, rés, condenadas ou privadas de liberdade — autodeclaração como critério de reconhecimento, intérprete em todas as fases, possibilidade de perícia antropológica e excepcionalidade do encarceramento; e o art. 56 da Lei nº 6.001/1973, pelo qual, no caso de condenação de indígena, "a pena deverá ser atenuada", devendo as penas de reclusão e detenção ser cumpridas, se possível, em regime especial de semiliberdade, no local de funcionamento do órgão federal de assistência mais próximo da habitação do condenado. O art. 57 da mesma lei ainda tolera sanções aplicadas pelos próprios grupos, desde que não cruéis nem infamantes.

Patrimônio

O patrimônio de Campinápolis é território indígena e cerrado. Duas terras Xavante alcançam o município e ambas estão, segundo a tabela oficial da Funai, na fase de regularizada, na modalidade de área tradicionalmente ocupada: a Terra Indígena Parabubure, compartilhada com Nova Xavantina e Água Boa, e a Terra Indígena Chão Preto, inteiramente dentro de Campinápolis. As duas estão sob a Coordenação Regional Xavante da Funai. Nelas vivem aldeias que o Distrito Sanitário Especial Indígena Xavante identifica pelo nome — Campinas, Aldeiona, São Pedro, Chão Preto, Estrela, Sucuri, Santa Benedita, São José, Palmeiras, Santa Cruz, entre outras —, algumas delas também locais de votação. Aldeiona, a mais distante, está a cerca de 90 quilômetros da sede do município. Vale desfazer aqui um engano recorrente: a Terra Indígena Marãiwatsédé, que ficou conhecida nacionalmente pela desintrusão, também é Xavante, mas a Funai a localiza em São Félix do Araguaia, Bom Jesus do Araguaia e Alto Boa Vista — não em Campinápolis. Fora das terras indígenas, o patrimônio do município é o cerrado de chapada do leste mato-grossense e a malha rural que se estende pelos quase seis mil quilômetros quadrados até São José do Couto, o segundo distrito, criado depois da emancipação.

Curiosidades

O dado mais surpreendente de Campinápolis é demográfico e vem do próprio IBGE: no Censo 2022, 8.451 dos 15.347 moradores se declararam indígenas — cerca de 55% da população. Campinápolis é, portanto, um dos poucos municípios brasileiros em que a população indígena é maioria, e não minoria, o que muda a natureza de praticamente toda política pública local. Há uma segunda curiosidade, e é eleitoral. Segundo o TRE-MT, em março de 2026 o município ocupava a 132ª colocação entre os 142 de Mato Grosso no ranking de coleta biométrica, com 76,63% dos 11.347 eleitores aptos. Mas o déficit não está onde o senso comum supõe: o chefe do cartório da 26ª Zona Eleitoral registrou que a biometria entre os eleitores indígenas chegava a 80%, enquanto entre os eleitores não indígenas da zona urbana ficava em 72% — a aldeia mais em dia com a Justiça Eleitoral do que a cidade. Nas aldeias-sede, o eleitorado é numeroso: Campinas somava 949 eleitores indígenas, Aldeiona 944 e São Pedro 549. E há a curiosidade do nome, que é goiano: Campinápolis nasceu da soma de Campinas com Anápolis, dois lugares de Goiás, e não de nenhuma referência geográfica mato-grossense.

Educação e cidadania

Num município de maioria indígena, o acesso à Justiça e aos serviços públicos se organiza de forma diferente. A saúde indígena é federal: Campinápolis é sede de um dos seis polos base do Distrito Sanitário Especial Indígena Xavante, cuja sede administrativa fica em Barra do Garças — e é o maior deles, com 10.028 indígenas atendidos, considerando Campinápolis e Santo Antônio do Leste, o equivalente a 39,54% de toda a população do distrito sanitário. Na cidade funciona uma Casa de Apoio à Saúde Indígena, aberta no processo de distritalização que fechou a antiga unidade de Nova Xavantina. Na Justiça, o município tem fórum próprio, com Vara Única e Juizado Especial, e Promotoria de Justiça da comarca, que coordena a Ação Social Conjunta levando serviços públicos às aldeias — foi nesse programa que a Justiça Eleitoral fez, em março de 2026, alistamento, transferência e coleta biométrica dentro de Campinas, Aldeiona e São Pedro. O que não existe na cidade é núcleo da Defensoria Pública do Estado: na escala de plantão da DPE-MT, Campinápolis aparece agrupado com Água Boa, Canarana, Nova Xavantina e Novo São Joaquim, com atendimento antes das 12h e depois das 18h nos dias úteis e 24 horas em fins de semana e feriados. Fora do plantão, quem não pode constituir advogado depende de defensor dativo nomeado pelo juízo, na forma do art. 263 do Código de Processo Penal. Também não há subseção própria da OAB/MT: a advocacia se apoia na 12ª Subseção de Nova Xavantina, que atende Campinápolis e Novo São Joaquim e funciona no prédio do fórum daquela cidade. Reclamação trabalhista vai para a Vara do Trabalho de Água Boa; causa federal, para a Subseção Judiciária de Barra do Garças.

Segurança e fronteira

Campinápolis não tem estabelecimento penal. Verificadas em 2 de agosto de 2026, nem a relação de unidades penais da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) nem a relação de cadeias públicas da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) registram unidade no município — e a ficha não inventa uma. A consequência é concreta: preso o morador de Campinápolis, a custódia passa a se dar fora do território municipal, nas unidades da Superintendência Penitenciária Regional Leste da Sejus, cujas instalações mais próximas são a Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, na BR-158, km 544, em Água Boa, a Cadeia Pública masculina de Barra do Garças, na Rua Goiás, 794, e a Cadeia Pública feminina de Nova Xavantina, na Avenida Rio Negro, 195. Para a família, isso significa viagem para cada visita, num município em que a aldeia mais distante já está a cerca de 90 quilômetros da própria sede urbana. Para a defesa, significa que a entrevista com o custodiado costuma exigir deslocamento a outra cidade, enquanto o processo e a execução penal continuam na Vara Única de Campinápolis — juízo e preso em municípios diferentes. Em processo envolvendo pessoa indígena, o dado ganha peso adicional: a Resolução CNJ nº 287/2019 orienta a excepcionalidade do encarceramento e a preferência por respostas que respeitem as tradições da comunidade, e o Estatuto do Índio prevê, sempre que possível, o cumprimento em regime especial de semiliberdade perto da habitação do condenado — o oposto do que a geografia prisional da região impõe por padrão.

Dados do município

Mesorregião
Nordeste Mato-grossense
Microrregião
Canarana
Área (km²)
5978.985
População (Censo 2022)
15.347
Densidade demográfica (hab/km²)
2.57

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Campinápolis/MT

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Campinápolis — TJMT
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT)
Sede
Campinápolis
Criacao
Lei Complementar Estadual nº 166/2004, de 13/04/2004
Abrangencia
Somente o município de Campinápolis, com o distrito judiciário de São José do Couto — não há município agregado. É a comarca nº 14 do Quadro 01 do Anexo I da LC 774/2023.
Estrutura
Vara Única, com competência geral (cível e criminal) e Juizado Especial. O mesmo juízo responde por Tribunal do Júri, execução penal, infância, família e feitos cíveis.
Canais de atendimento
canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br
Telefone Geral Forum
Esta ficha não publica número de fórum sem fonte oficial vigente. Telefone, e-mail e endereço atualizados da comarca estão centralizados em canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br.
Entrancia
Classificacao Atual
Entrância única — Grupo 3
Base Legal Atual
Lei Complementar Estadual nº 774, de 19/09/2023
Historico
Pela LC 730/2022 a comarca era classificada como de entrância inicial; a LC 774/2023 unificou as entrâncias de primeira instância em entrância única, subdividida em Grupos 1, 2 e 3. Documentos anteriores ainda a descrevem como inicial.

OAB — Subseção

Nome
12ª Subseção de Nova Xavantina — OAB/MT
Abrangencia
Campinápolis e Novo São Joaquim
Endereço
Rua Presidente João Goulart, nº 278, Jardim Alvorada, Edifício do Fórum, Nova Xavantina - MT, CEP 78690-000
Telefone
Estrutura
Campinápolis não tem subseção própria da OAB/MT: a advocacia local se apoia na 12ª Subseção, sediada no prédio do fórum de Nova Xavantina.

Estabelecimentos penais

Panorama
Campinápolis não possui estabelecimento penal: o município não aparece nem na relação de unidades penais da Sejus-MT nem na relação de cadeias públicas da Sesp-MT, verificadas em 02/08/2026. A custódia se dá fora do território municipal, nas unidades da Superintendência Penitenciária Regional Leste da Sejus-MT — as mais próximas são a Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa (Rodovia BR-158, km 544), a Cadeia Pública de Barra do Garças (masculina, Rua Goiás, 794, Centro) e a Cadeia Pública de Nova Xavantina (feminina, Av. Rio Negro, 195, Centro). A ficha não afirma para qual delas cada preso do município é encaminhado, porque essa destinação depende de decisão do juízo e da Sejus e não consta de fonte pública.

Ministério Público Estadual

Estadual
Há Promotoria de Justiça da Comarca de Campinápolis, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, com atendimento por telefone e WhatsApp no (66) 99282-0146. O endereço consta da página de contatos do MPMT.
Atuacao Registrada
A Promotoria coordena a Ação Social Conjunta nas aldeias Xavante do município, iniciativa que em 2026 chegou à 2ª edição e reuniu MPMT, Justiça Eleitoral e Prefeitura para levar serviços públicos às comunidades.

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
Não há núcleo da Defensoria Pública do Estado instalado em Campinápolis. Na escala de plantão da DPE-MT, o município aparece na região que reúne Água Boa, Canarana, Nova Xavantina, Campinápolis e Novo São Joaquim. O plantão funciona antes das 12h e depois das 18h de segunda a sexta e 24 horas em fins de semana e feriados.
Defensor Dativo
Onde a Defensoria não alcança, o juízo nomeia defensor dativo, na forma do art. 263 do Código de Processo Penal, com honorários arbitrados pelo próprio juízo.

Justiça Federal

Subsecao
Subseção Judiciária de Barra do Garças (SJMT / TRF da 1ª Região)
Jurisdição
Campinápolis integra a jurisdição da Subseção de Barra do Garças, que reúne 31 municípios do leste e nordeste de Mato Grosso, entre eles Água Boa, Canarana, Nova Xavantina, Querência, São Félix do Araguaia e Vila Rica.

Justiça do Trabalho

Vara
Vara do Trabalho de Água Boa (TRT da 23ª Região)
Jurisdição
As reclamações trabalhistas de Campinápolis tramitam na Vara do Trabalho de Água Boa, que abrange ainda Água Boa, Canarana, Cocalinho, Nova Nazaré, Querência, Ribeirão Cascalheira e São José do Xingu.

Justiça Eleitoral

Zona
26ª Zona Eleitoral, com sede em Nova Xavantina
Jurisdição
O cartório da 26ª ZE atende os eleitores de Campinápolis. Em março de 2026 a Justiça Eleitoral levou atendimento itinerante e coleta biométrica às aldeias Campinas, Aldeiona e São Pedro, na Terra Indígena Parabubure, por determinação da juíza eleitoral e Edital nº 10/2026.
Eleitorado
11.347 pessoas aptas a votar, das quais 8.695 com biometria coletada (76,63%) — o 132º índice entre os 142 municípios de Mato Grosso, conforme o TRE-MT em março de 2026.
E-mail

Prefeitura Municipal

Endereço
Avenida Benônio José Lourenço, 2170, Setor União, Campinápolis - MT, CEP 78630-000
Telefone
E-mail
Site
www.campinapolis.mt.gov.br
Atendimento
Segunda a sexta, das 12h às 18h

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia Civil
197
Defesa Civil
199
Central Mulher
180
Cvv
188
Direitos Humanos
100
Policia Federal
194
Disque Denuncia
181
Ouvidoria M P
127

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

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