História
A história de Aroeiras começa com uma única casa de farinha, de propriedade de Antônio Gonçalves, para onde os produtores de mandioca da redondeza levavam a raiz para processar. Em 1881, João de Souza ergueu uma latada rústica, coberta de palha de coco-catolé, que passou a abrigar feirantes e viajantes da Feira de Catolé dos Sousas — nome que a povoação carregou antes de se tornar Aroeiras. A feira cresceu, atraiu moradores fixos e formou o núcleo populacional que a Lei municipal nº 12, de 25 de outubro de 1905, elevou a distrito, subordinado a Umbuzeiro. A emancipação política veio pela Lei estadual nº 980, de 2 de dezembro de 1953, desmembrando o município de Umbuzeiro e instalando-o em 28 de dezembro do mesmo ano. Em 1965, o próprio Aroeiras criou o distrito de Gado Bravo, que seguiria o mesmo caminho de emancipação trinta anos depois: pela Lei estadual nº 5.924, de 1994, Gado Bravo virou município independente, deixando Aroeiras com distrito único desde 1997 — o mesmo Gado Bravo que hoje reaparece na lista de termos judiciários da comarca de Umbuzeiro, ao lado do próprio Aroeiras.