História
São Miguel do Oeste nasceu de um contrato de colonização, não de uma fazenda. Em 1940 a firma Barth, Benetti & Cia. Ltda. começou a assentar famílias vindas do Rio Grande do Sul — descendentes de italianos e alemães das colônias velhas — para derrubar e serrar a mata do vale do Peperi, e a primeira a se fixar foi a de Francisco Ferasso. A igreja dedicada a São Miguel Arcanjo, de 1943, deu nome ao povoado, que a Lei municipal n. 25-A, de 21 de dezembro de 1949, transformou em distrito com terras desmembradas de Dionísio Cerqueira, Itapiranga e Mondaí, subordinado a Chapecó. A emancipação veio pela Lei estadual n. 133, de 30 de dezembro de 1953, com instalação em 15 de fevereiro de 1954. O município já foi muito maior: Anchieta, Guaraciaba, Paraíso, Romelândia, Bandeirante, Barra Bonita e outros saíram do seu território entre 1956 e 1995 — e vários deles voltaram para dentro do seu mapa institucional, como municípios da comarca, da subseção da OAB e da jurisdição federal sediadas na cidade que os gerou.