Cidade de SE

Cristinápolis/SE

Comarca, fórum e órgãos públicos

Cristinápolis tem 17.100 habitantes (Censo 2022) em 228,6 km² do extremo sul sergipano e um PIB de R$ 589,9 milhões em 2023, o maior entre as comarcas pequenas da 2ª Circunscrição. A comarca é de entrância inicial, com vara única de competência plena no fórum da Praça da Bandeira, e tem o município de Tomar do Geru vinculado como distrito judiciário. O júri é julgado na própria cidade. Fora dela ficam a Justiça Federal e a Justiça do Trabalho, ambas em Estância, o controle do inquérito, no Núcleo de Garantias de Aracaju, e a execução do regime fechado e do semiaberto, na Vara de Execuções Penais da capital. A Defensoria Pública atende dentro do fórum; o cartório eleitoral, em prédio próprio, na Rua João Ferreira Santos Reis.

UF
SE
Porte
micro
População
17.100 hab.

Para questões judiciais em Cristinápolis (SE), o juízo competente é da Comarca de Cristinápolis, é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94), o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Crimes dolosos contra a vida

Tribunal do Júri em Cristinápolis/SE

Homicídio, feminicídio, vicaricídio, infanticídio, aborto e induzimento ao suicídio, os crimes dolosos contra a vida, consumados ou tentados, não são julgados por um juiz, e sim pelo Tribunal do Júri (art. 5º, XXXVIII, da Constituição). Para um fato ocorrido em Cristinápolis/SE, o julgamento é no Júri da Comarca de Cristinápolis: a competência é do lugar do crime (art. 70 do CPP), salvo desaforamento (art. 427 do CPP). Como o Júri está organizado nesta comarca, vara que o preside, fórum, jurisdição, está descrito mais abaixo, em Órgãos e instituições e no Panorama jurídico desta página.

No Júri, quem decide são sete jurados sorteados entre moradores da comarca, que votam em sigilo e sem justificar o voto (arts. 406 a 497 do CPP). O rito tem duas fases: a instrução preliminar, que termina em pronúncia, impronúncia, absolvição sumária ou desclassificação, e o plenário, em que a prova é debatida diante dos jurados e a defesa fala por último. Por isso a defesa em plenário é ofício próprio: quesitação, prova oral, tese e réplica se decidem na sessão, e o que não chega ao plenário não conta. A Constituição assegura ao acusado a plenitude de defesa, mais do que a ampla defesa dos demais processos, e é o advogado quem a exerce.

Felipe Smargiassi (OAB/MG 155.242): atuação em plenário do Júri em Minas Gerais e, sob consulta, em outras comarcas, o advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94), inclusive em articulação com a defesa local.

O escritório atende Cristinápolis em Direito Criminal e Tribunal do Júri, que são a sua especialidade (defesa, prisão em flagrante, habeas corpus, execução penal, assistência à vítima), e também em Direito Tributário, Cível, de Família, Imobiliário, Empresarial e do Consumidor. Quem está fora do Brasil é atendido a distância, por escrito, em inglês, espanhol, italiano, francês, alemão e chinês.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado, OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional

Particularidades

História

A história de Cristinápolis começa com fuga e termina com quatro nomes. O verbete do IBGE registra que a região foi, por muito tempo, refúgio de indígenas que escapavam da escravidão e das mortes praticadas pelos primeiros colonizadores; a povoação se fixou no planalto entre os rios Urubas de Cima e Urubas de Baixo, e a aldeia atraiu os padres jesuítas em missão evangelizadora. Daí o primeiro nome: Chapada dos Índios. O segundo veio com a Lei Provincial nº 1.095, de 12 de abril de 1878, que criou o distrito de vila Cristina, homenagem à imperatriz Teresa Cristina; o município nasceu quatro anos depois, pela Lei nº 1.238, de 24 de abril de 1882, desmembrado do município de Espírito Santo, que em 1943 passaria a chamar-se Indiaroba, e com sede na antiga povoação de Chapada. O terceiro nome veio do Estado Novo: o Decreto-lei estadual nº 150, de 15 de dezembro de 1938, encurtou tudo para Cristina. O quarto e definitivo saiu do Decreto-lei estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, revogado pelo Decreto estadual nº 533, de 7 de dezembro de 1944, na reforma toponímica que varreu os nomes repetidos do país. No meio disso o município foi mãe: a Lei nº 961, de 16 de outubro de 1926, criou e anexou o distrito de Umbaúba, que só se emancipou pela Lei estadual nº 525-A, de 25 de novembro de 1953. Desde então Cristinápolis é constituída apenas do distrito sede.

Economia

Cristinápolis é um caso de descompasso entre tamanho e produto. São 17.100 habitantes em 228,6 km², número modesto até para o padrão sergipano, e um Produto Interno Bruto de R$ 589,9 milhões em 2023, segundo o IBGE, o que dá cerca de R$ 34 mil por habitante, marca alta para um município do interior sergipano desse porte. A cidade está na microrregião de Boquim, faixa de citricultura e lavoura do sul sergipano, e na região geográfica imediata de Estância, polo industrial e de serviços do litoral sul; é para Estância que a economia local se orienta e é lá que ficam a vara federal e a vara do trabalho competentes. O extremo sul do Estado, onde o município se encaixa, é área de trânsito entre Sergipe e a Bahia, com o que isso implica de fluxo de carga, deslocamento pendular de trabalhadores e conflito de terra em faixa de divisa histórica. A pauta jurídica segue esse desenho: contrato agrário, posse e domínio de terra, relação de trabalho rural e no comércio, questão previdenciária do trabalhador do campo e sucessão de famílias com imóveis espalhados por dois estados. A administração pública e o comércio de rua completam o quadro de ocupação urbana, com a feira e as sessões da Câmara, às terças e quintas, marcando o ritmo da praça central.

Panorama jurídico

Cristinápolis é a única das comarcas vizinhas cujo cadastro oficial da Defensoria Pública carrega um erro de rótulo: a entrada do distrito judiciário vinculado aparece intitulada "Pinhão (Distrito de Cristinápolis)", quando Pinhão é, na verdade, distrito da Comarca de Frei Paulo. O distrito de Cristinápolis é Tomar do Geru, e é para lá que apontam a lei e a Lista de E-mails do TJSE. Feita essa ressalva, a comarca é de entrância inicial e tem vara única de competência plena: no mesmo juízo correm o inventário, a ação de família, o crime comum, a infância e juventude, os registros públicos com a fiscalização das serventias extrajudiciais e a violência doméstica e familiar contra a mulher, sem as preferências de distribuição que o Anexo III reserva às comarcas de duas varas. O primeiro ponto de atenção é o alcance territorial: a comarca abrange dois municípios, Cristinápolis e Tomar do Geru, este como distrito judiciário com secretaria própria, quem tem causa em Tomar do Geru litiga aqui. O segundo é a diferença entre comarca e zona eleitoral: a 30ª Zona, sediada nesta cidade, alcança também Itabaianinha, que é comarca própria; tomar a zona eleitoral por medida de competência leva ao protocolo errado. O terceiro é penal: embora o júri seja julgado aqui, a fase de investigação é controlada pelo Núcleo de Garantias, em Aracaju, desde 21 de agosto de 2025, e a execução do regime fechado e do semiaberto é da Vara de Execuções Penais, também na capital, ficando ao juízo local, pelo item 13-B do Anexo III e pelo critério da residência do sentenciado, o regime aberto, a multa, as restritivas de direito, o sursis, a medida de segurança ambulatorial e a fiscalização do acordo de não persecução penal. A banca atua na comarca em defesa criminal, Tribunal do Júri e execução penal, nos limites éticos da advocacia e sem promessa de resultado.

Patrimônio

O patrimônio de Cristinápolis é sobretudo imaterial e toponímico, e cabe numa caminhada pela praça central. A Praça da Bandeira concentra as três instituições que a cidade construiu: o fórum, no número 245, a Câmara Municipal, no 149, e a circulação diária do comércio, três funções públicas encostadas num mesmo largo, arranjo típico das vilas do sul sergipano formadas no século XIX. A segunda praça importante leva o nome do doutor Leonardo Leite e reúne os equipamentos de proteção social, o CRAM Marilene Trindade dos Santos e o CREAS, além da Coordenadoria das Mulheres. O patrimônio de nomes é o mais eloquente: uma cidade do agreste sergipano que ainda carrega, no próprio topônimo, a imperatriz do Segundo Reinado; um fórum eleitoral batizado com o nome do coronel Lourival Alves da Costa Filho; ruas que homenageiam intendentes e famílias locais, como a Rua Intendente Adrião Cardoso de Araújo, onde funciona a delegacia, e a Rua Joaquim Amâncio Filho, onde funciona a Prefeitura. E há o patrimônio ambiental implícito na formação: os rios Urubas de Cima e Urubas de Baixo, entre os quais o povoado se fixou, continuam desenhando o planalto onde a cidade se assenta.

Curiosidades

Cristinápolis tem três histórias de parentesco que quase ninguém liga entre si. A primeira: a cidade é filha de Indiaroba. Quando o município foi criado, em 1882, o desmembramento se deu do município de Espírito Santo, que só em 1943 receberia o nome de Indiaroba. Hoje as duas são comarcas de entrância inicial da mesma 2ª Circunscrição Judiciária, vizinhas e do mesmo tamanho, e quase nada no papel lembra que uma nasceu da outra. A segunda: Cristinápolis é mãe de Umbaúba. O distrito de Umbaúba foi criado dentro do município em 1926 e só se emancipou em 1953; hoje Umbaúba também é comarca de entrância inicial e sede da 35ª Zona Eleitoral, que atende Indiaroba, de modo que a filha de Cristinápolis atende eleitoralmente a mãe de Cristinápolis. A terceira é de nomenclatura: o município mudou de nome quatro vezes em sessenta e cinco anos, Chapada dos Índios, vila Cristina, Cristina e Cristinápolis, e a mudança de 1943 veio no mesmo decreto-lei estadual que rebatizou Espírito Santo como Indiaroba e Cristina como Cristinápolis, depois revogado e substituído em 1944. Duas cidades irmãs receberam nome novo no mesmo ato.

Educação e cidadania

O mapa dos direitos em Cristinápolis é curto e quase todo cabe na Praça da Bandeira. O fórum fica no número 245, pelo telefone (79) 3542-1248, e é ali também que funciona a unidade da Defensoria Pública do Estado, das 8h às 14h, pelos telefones (79) 3542-1248 e (79) 98106-7272, caminho de quem não pode constituir advogado sem prejuízo do sustento, inclusive em matéria criminal. A Câmara Municipal fica na mesma praça, no número 149, com atendimento das 7h às 13h e sessões ordinárias às terças e quintas, às 9h. A Prefeitura atende na Rua Joaquim Amâncio Filho, 107, das 7h às 16h. O registro de ocorrência começa na Delegacia de Polícia Civil, na Rua Intendente Adrião Cardoso de Araújo, s/nº, no Centro, pelo (79) 3542-1265. O atendimento especializado à mulher tem porta municipal na Praça Dr. Leonardo Leite, o CRAM Marilene Trindade dos Santos, no número 81, e o CREAS, no 186, além da Central de Atendimento à Mulher pelo 180 e do disque-denúncia pelo 181. O cartório eleitoral é o único serviço que não fica na praça central: a 30ª Zona atende no Fórum Cel. Lourival Alves da Costa Filho, na Rua João Ferreira Santos Reis, 117, das 8h às 13h, ou pelo 148. E há o que não existe na cidade: não há vara federal, Vara do Trabalho, unidade prisional nem subseção da OAB. Causa previdenciária e reclamação trabalhista correm em Estância; execução de regime fechado e semiaberto, na Vara de Execuções Penais de Aracaju.

Dados do município

Mesorregião
Leste Sergipano
Microrregião
Boquim
Região intermediária (IBGE)
Aracaju
Área (km²)
228.556
População (Censo 2022)
17.100
Densidade demográfica (hab/km²)
74.82

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Empresa ou produtor rural em Cristinápolis

Autuação fiscal, ICMS e execução fiscal

A economia de Cristinápolis tem indústria, atividade que gera obrigação acessória, crédito acumulado, substituição tributária e, quando o Fisco entende diferente, auto de infração e execução fiscal. A defesa começa no prazo do processo administrativo, antes da inscrição em dívida ativa.

A frente tributária da banca é dupla: Felipe Smargiassi (planejamento e defesa fiscal, o canal direto abaixo) e Dr. Edelcio Smargiassi, OAB/MG 154.574, Doutor em Direito (UMSA).

Atendimento remoto em todo o Brasil · honorários em contrato escrito

Órgãos e instituições, Cristinápolis/SE

Justiça Estadual, Comarca

Nome
Comarca de Cristinápolis
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE)
Entrância
entrância inicial
Circunscrição judiciária
2ª Circunscrição Judiciária, com as comarcas de Arauá, Boquim, Cristinápolis, Estância, Indiaroba, Itabaianinha, Poço Verde, Riachão do Dantas, Tobias Barreto e Umbaúba (Anexo I do Código de Organização Judiciária).
Classificação
Sergipe tem apenas dois degraus de entrância. O Anexo II do Código de Organização Judiciária, Lei Complementar estadual nº 88, de 30 de outubro de 2003, com a redação da Lei Complementar estadual nº 433, de 8 de maio de 2025, arrola Cristinápolis no item 9 da relação de entrância inicial, com o distrito judiciário de Tomar do Geru vinculado. A Lista de E-mails do próprio TJSE identifica a comarca com a letra "I": lei e portal coincidem, o que não acontece em todas as comarcas sergipanas.
Estrutura
Vara única, com competência plena. O Anexo II não desdobra a comarca em varas numeradas, de modo que o mesmo juízo responde pelo cível, pelo criminal, pela infância e juventude, pelos registros públicos com a fiscalização das serventias extrajudiciais e pelas causas de violência doméstica e familiar contra a mulher. As preferências de distribuição que os itens 22.3 e 23.3 do Anexo III fixam para comarcas de duas varas não se aplicam aqui, porque não há segunda vara entre a qual repartir a matéria.
Distrito judiciário
Tomar do Geru é distrito judiciário da comarca, com secretaria judicial e endereço eletrônico próprios no TJSE (tomardogeru@tjse.jus.br). Isso significa que o município vizinho não tem comarca própria: os processos de Tomar do Geru são da vara única de Cristinápolis.
Tribunal do juri
O júri é julgado em Cristinápolis. A regionalização sergipana do Tribunal do Júri alcança apenas Aracaju, Barra dos Coqueiros e Nossa Senhora do Socorro, cujos crimes dolosos contra a vida são processados pelas 1ª e 2ª Varas Regionais do Júri, na capital. Fora desses três municípios vale a regra geral, e o plenário se instala na vara única da comarca, com o mesmo juízo que conduziu a instrução, inclusive para os crimes ocorridos em Tomar do Geru.
Juiz de garantias
A fase de investigação não corre perante o juízo que vai julgar. A Lei Complementar estadual nº 433, de 8 de maio de 2025, transformou a 4ª Vara Criminal de Aracaju no Núcleo de Garantias, com competência de juiz das garantias para todo o Estado de Sergipe, instalado em 21 de agosto de 2025 no Fórum Gumersindo Bessa, na capital. Flagrante, prisão preventiva e quebras de sigilo de um caso de Cristinápolis são apreciados em Aracaju, a mais de cem quilômetros; recebida a denúncia, a competência retorna à vara local.
Execução penal
A execução da pena se parte em duas. O item 13 do Anexo III atribui à Vara de Execuções Penais, a 7ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju, a execução de todas as penas privativas de liberdade cumpridas em regime fechado e semiaberto no Estado, além da medida de segurança de internação: progressão, remição, livramento condicional e falta grave de quem foi condenado aqui são decididos na capital. Fica com a vara de Cristinápolis, pelo item 13-B e definida pela residência do sentenciado, a execução do regime aberto, da pena de multa, das penas restritivas de direito e do sursis, a medida de segurança de tratamento ambulatorial e a fiscalização do acordo de não persecução penal.
Foro
Fórum de Cristinápolis
Endereço
Praça da Bandeira, nº 245, Centro, Cristinápolis - SE, CEP 49270-000
Telefone
Jurisdição
A comarca abrange os municípios de Cristinápolis e de Tomar do Geru, este último na condição de distrito judiciário. Não se confunda com a zona eleitoral: a 30ª Zona, sediada na mesma cidade, alcança também Itabaianinha, que é comarca própria de entrância inicial e cujos processos comuns não tramitam aqui.
Ato vigente
Lei Complementar estadual nº 88, de 30 de outubro de 2003 (Código de Organização Judiciária do Estado de Sergipe). A redação vigente dos Anexos I, II e III é a da Lei Complementar estadual nº 433, de 8 de maio de 2025 (D.O.E. de 09/05/2025).
Emails
Emails

OAB, Subseção

Situação
A página oficial de localização e telefones da OAB/SE traz os contatos da Seccional, em Aracaju, e registra unidades do interior apenas em Estância, Itabaiana, Lagarto e São Cristóvão. Não há subseção nem sala da Ordem em Cristinápolis; a unidade mais próxima é a de Estância, na mesma região geográfica imediata e sede da vara federal e da vara do trabalho competentes.
Seccional
OAB/SE, Seccional de Sergipe, em Aracaju; atendimento geral e protocolo (79) 3301-9100
Site
oabsergipe.org.br/localizacao-e-telefones

Serviços federais na fronteira

Justica federal
Sem vara federal no município; jurisdição da 7ª Vara Federal, em Estância (Seção Judiciária de Sergipe, TRF5).
Justica trabalho
Vara do Trabalho de Estância (TRT-20), Praça Coronel Gonçalo Prado, s/n, Santa Cruz, estancia@trt20.jus.br.
INSS
Atendimento por agendamento pelo telefone 135 ou pelo portal e aplicativo Meu INSS.

Estabelecimentos penais

Panorama
Não há unidade prisional em Cristinápolis. A relação oficial mantida pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do TJSE arrola nove estabelecimentos em todo o Estado, distribuídos por sete municípios, Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão, Areia Branca, Estância, Nossa Senhora da Glória e Tobias Barreto, porque Nossa Senhora do Socorro e Areia Branca têm duas unidades cada. Da 2ª Circunscrição Judiciária fazem parte duas delas: a Cadeia Pública de Estância, na BR-101, KM 147, Distrito Dizilena, telefones (79) 3530-3550 e (79) 3530-3551, e o Presídio Regional Juiz Manoel Barbosa de Souza (PREMABAS), em Tobias Barreto. Quem é preso na comarca tende a ser recolhido a uma delas, mas a unidade exata deve ser confirmada no SEEU ou no BNMP antes de qualquer providência.
Competência
Sem estabelecimento no município, não há encargo de inspeção para a vara de Cristinápolis: o item 13-F do Anexo III atribui a inspeção e a correição nominalmente, unidade por unidade, Região Metropolitana à Vara de Execuções Penais, Estância à sua vara criminal, Areia Branca à 2ª Vara de Laranjeiras, Tobias Barreto ao juízo diretor do fórum e Nossa Senhora da Glória às duas varas locais, alternadamente. A execução do regime fechado e do semiaberto, por sua vez, é da Vara de Execuções Penais, em Aracaju, qualquer que seja a unidade.
Órgão gestor
Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa do Consumidor (SEJUC), por meio do Departamento do Sistema Prisional (DESIPE), na Rua José Zuckman, bairro América, Aracaju, telefones (79) 3225-2017 e (79) 3225-6021.

Ministério Público Estadual

Estadual
A comarca é atendida pela Promotoria de Justiça de Cristinápolis, do Ministério Público de Sergipe, na Praça da Bandeira, nº 245, mesmo endereço do fórum.
Endereço
Praça da Bandeira, nº 245, Centro, Cristinápolis - SE, CEP 49270-000
Telefone
E-mail
Canal geral
Ouvidoria do MPSE: ouvidoria@mpse.mp.br, (79) 3209-2400, de segunda a sexta-feira, das 7h às 14h

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
A Defensoria Pública do Estado de Sergipe mantém unidade em Cristinápolis, no mesmo endereço do fórum, Praça da Bandeira, nº 245, Centro, das 8h às 14h, pelos telefones (79) 3542-1248 e (79) 98106-7272. O serviço destina-se a quem não pode constituir advogado sem prejuízo do próprio sustento e alcança a matéria criminal.
Abrangência
O cadastro oficial remete ao mesmo balcão o atendimento do distrito judiciário vinculado à comarca, com o mesmo endereço e os mesmos telefones.
Observação execução
Como a execução do regime fechado e do semiaberto tramita na Vara de Execuções Penais, em Aracaju, os incidentes de progressão e livramento nem sempre se resolvem no balcão local. Nas causas federais, que de Cristinápolis correm na 7ª Vara Federal de Estância, a assistência gratuita cabe à Defensoria Pública da União.

Justiça Federal

Vara
7ª Vara Federal, com sede em Estância, Seção Judiciária de Sergipe, TRF da 5ª Região
Jurisdição
Não há vara federal em Cristinápolis. Pelo quadro de jurisdição da Justiça Federal em Sergipe, atualizado conforme a Resolução do Pleno do TRF da 5ª Região nº 06, de 30 de abril de 2026, o município integra a jurisdição da 7ª Vara Federal, em Estância, ao lado de Arauá, Estância, Indiaroba, Itabaianinha, Itaporanga d'Ajuda, Santa Luzia do Itanhy, Tomar do Geru e Umbaúba.
Observação competência
A comarca inteira está na mesma vara federal: Cristinápolis e o distrito judiciário de Tomar do Geru aparecem juntos na relação da 7ª Vara. É uma coincidência conveniente e nem sempre presente em Sergipe, há comarcas cujos distritos respondem a varas federais diferentes da sede. Benefício previdenciário, FGTS, tributo federal e crime de competência da União correm em Estância.

Justiça do Trabalho

Nome
Vara do Trabalho de Estância
Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (TRT-20), com sede em Aracaju
Endereço
Praça Coronel Gonçalo Prado, s/n, Bairro Santa Cruz, Estância - SE, CEP 49200-000
Telefone
E-mail
Atendimento
de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 14h30
Abrangência
Arauá, Cristinápolis, Estância, Indiaroba, Itabaianinha, Santa Luzia do Itanhy, Tomar do Geru e Umbaúba.
Marco histórico
A vara foi criada pela Lei federal nº 7.729, de 16 de janeiro de 1989, e instalada em 13 de março do mesmo ano. Sua jurisdição é a mais compacta do interior sergipano, oito municípios, todos do extremo sul do Estado, e coincide quase exatamente com a 2ª Circunscrição Judiciária estadual, com a diferença de que a comarca de Cristinápolis e a de Umbaúba entram inteiras, com seus distritos.

Justiça Eleitoral

Zona
30ª Zona Eleitoral, Cristinápolis
Endereço
Fórum Cel. Lourival Alves da Costa Filho, em Cristinápolis, Rua João Ferreira Santos Reis, 117, Centro, Cristinápolis - SE, CEP 49270-000
Telefone
E-mail
Atendimento
das 8h às 13h
Central atendimento eleitor
148
Abrangência
Cristinápolis, Itabaianinha e Tomar do Geru
Estrutura
O cartório eleitoral não funciona no fórum estadual da Praça da Bandeira: o TRE-SE mantém prédio próprio, com nome próprio, na Rua João Ferreira Santos Reis. São dois endereços distintos na mesma cidade, e confundi-los custa uma caminhada.

Polícia Civil

Unidade
Delegacia de Polícia Civil de Cristinápolis
Endereço
Rua Intendente Adrião Cardoso de Araújo, s/nº, Centro, Cristinápolis - SE, CEP 49270-000
Telefone
E-mail
Competência
A relação oficial da Polícia Civil de Sergipe registra em Cristinápolis uma delegacia de município e encabeça a entrada com a expressão "Cristinápolis / DAGV", sem publicar unidade separada com endereço ou telefone próprios. Tomar do Geru, distrito judiciário da comarca, tem delegacia própria, na Praça do Mercado, s/nº, Centro, pelo telefone (79) 3545-1008. O atendimento especializado à mulher tem porta municipal: o CRAM Marilene Trindade dos Santos, na Praça Dr. Leonardo Leite, 81, e o CREAS, na mesma praça, nº 186.

Prefeitura Municipal

Nome
Prefeitura Municipal de Cristinápolis
Endereço
Rua Joaquim Amâncio Filho, 107, Centro, Cristinápolis - SE, CEP 49270-000
Telefone
E-mail
Atendimento
de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h
Site
cristinapolis.se.gov.br

Câmara Municipal

Nome
Câmara Municipal de Cristinápolis
Endereço
Praça da Bandeira, 149, Centro, Cristinápolis - SE, CEP 49270-000
Telefone
E-mail
Atendimento
de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h; sessões ordinárias às terças e quintas-feiras, às 9h
Site
camaracristinapolis.se.gov.br

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Pontos de atenção

Cruzamentos e comparações a partir de dados públicos

A comarca é filha de Indiaroba e mãe de Umbaúba, as três hoje lado a lado

Cristinápolis foi desmembrada em 1882 do município de Espírito Santo, que em 1943 passou a chamar-se Indiaroba; e criou dentro de si, em 1926, o distrito de Umbaúba, que só se emancipou em 1953. Hoje as três são comarcas de entrância inicial da 2ª Circunscrição Judiciária, com populações semelhantes e vara única cada uma. A genealogia sobrevive num detalhe eleitoral: a 35ª Zona Eleitoral, sediada em Umbaúba, atende Indiaroba e Santa Luzia do Itanhy, ou seja, a mais nova das três presta serviço eleitoral à mais antiga, enquanto Cristinápolis, que está no meio dessa linhagem, tem zona própria e atende Itabaianinha.

A zona eleitoral engloba uma comarca inteira que não é esta

A 30ª Zona Eleitoral, sediada em Cristinápolis, abrange Cristinápolis, Itabaianinha e Tomar do Geru. Dois desses municípios formam a comarca de Cristinápolis, a sede e o distrito judiciário, mas Itabaianinha é comarca própria de entrância inicial, com fórum, vara e promotoria próprios, cujos processos comuns não tramitam aqui. Quem usa a zona eleitoral como referência de competência erra em um caso de três, e o erro é caro porque Itabaianinha é o município mais populoso dos três.

Quatro nomes em sessenta e cinco anos, dois deles no mesmo decreto

O município se chamou Chapada dos Índios enquanto era povoado, vila Cristina a partir de 1878, Cristina pelo Decreto-lei estadual nº 150, de 15 de dezembro de 1938, e Cristinápolis pelo Decreto-lei estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, ato que foi revogado pelo Decreto estadual nº 533, de 7 de dezembro de 1944, e cuja denominação prevaleceu mesmo assim. O mesmo decreto-lei de 1943, com a mesma revogação de 1944, rebatizou o município de Espírito Santo como Indiaroba e o de Cristina como Cristinápolis: a cidade-mãe e a cidade-filha mudaram de nome no mesmo ato. Para pesquisa documental anterior a 1944, a consequência é prática, registro civil, escritura e processo antigos podem estar arquivados sob "Cristina", "vila Cristina" ou "Espírito Santo".

Violência contra a mulher, Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional, CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta, não precisa de prefixo.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado, OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional