História
A história de Dianópolis é uma das mais longas do Tocantins e começa duas vezes: primeiro como aldeamento indígena Acroá, por volta de 1750, numa região que os colonizadores chamavam "Minas das Tapuias" pela riqueza de ouro no subsolo; depois como arraial de garimpo, batizado "São José do Duro" — "Duro" sendo a forma popular abreviada de "D'ouro". A Lei Provincial nº 3, de 14 de outubro de 1854, criou formalmente o distrito, e a Lei Provincial nº 723, de 26 de agosto de 1884, elevou-o a vila. Em 2 de março de 1938, o Decreto-Lei nº 311 transformou a vila em cidade, e ainda naquele ano, pelos Decretos-Leis estaduais nº 557 e nº 808, o topônimo colonial deu lugar a "Dianópolis" — em homenagem a quatro mulheres da sociedade local, todas apelidadas de Diana: Custodiana Leal Rodrigues, Custodiana Nepomuceno Wolney Araújo, Custodiana Wolney Póvoa e Custodiana Costa Aires. O nome novo, "cidade das Dianas", vigora desde 1939 e é hoje o apelido turístico da cidade — "Terra das Dianas".