História
Filadélfia é uma cidade-mãe que ficou menor que as filhas. Distrito criado pelas leis municipais nºs 55, de 1917, e 42, de 1924, quando o território pertencia a Boa Vista do Tocantins — hoje Tocantinópolis —, o povoado nasceu de uma rota fluvial que ligava o sul de Goiás ao norte do país, e ganhou importância quando ali se instalou, em 1919, um posto fiscal de arrecadação conhecido como Porto das Paulas. O nome vem do primeiro fazendeiro do lugar, Filadélfio Antônio de Noronha. A Lei estadual nº 154, de 8 de outubro de 1948, elevou-o a município, desmembrando-o de Tocantinópolis, com instalação em 1º de janeiro de 1949 e dois distritos: Filadélfia e Iviti, este rebatizado Palmeirante em 1953. No mesmo ano, a lei municipal nº 86, de 30 de setembro de 1953, criou dentro de Filadélfia um novo distrito com terras desmembradas de Palmeirante — chamava-se Araguaína. Cinco anos depois, pela Lei estadual nº 2.125, de 14 de novembro de 1958, Araguaína desmembrou-se e virou município; em 1980 foi a vez de Nova Olinda, pela Lei estadual nº 8.847; em 1991, a de Palmeirante, pela Lei estadual nº 251. Desde então Filadélfia é um município de distrito único, e Araguaína, o distrito de 1953, é a segunda maior cidade do Tocantins.