Cidade de MT

Diamantino

Diamantino é uma cidade do século XVIII no meio do agronegócio do século XXI: nasceu do ouro e do diamante em 1728, foi vila em 1820 e hoje colhe mais de 1,7 milhão de toneladas de milho por ano. É sede de comarca do TJMT — com Vara Criminal única, que responde por Júri e execução penal — e, o que é raro num município de 22 mil habitantes, sede de Subseção Judiciária Federal do TRF1 com jurisdição sobre 18 municípios.

UF
MT
Porte
pequena
População
21.941 hab.

Para questões judiciais em Diamantino (MT), o juízo competente é da Comarca de Diamantino — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista especializado em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

Diamantino é mais velha que quase tudo em Mato Grosso. Em 18 de setembro de 1728, nove anos depois de descobertas as minas de Cuiabá, a bandeira de Gabriel Antunes Maciel, capitão-mor de Sorocaba, alcançou um pequeno rio correndo num vale de pedra e cascalho e encontrou ouro e diamante em quantidade — em alguns pontos, à flor do solo. No encontro do Ribeirão do Ouro com o rio Diamantino formou-se o Arraial do Ouro, depois Arraial do Alto Paraguai, batizado assim por um engano dos sertanistas, que julgavam estar nas altas cabeceiras do rio Paraguai; o erro geográfico durou cerca de cinquenta anos e o topônimo, muito mais. Por resolução régia de 9 de agosto de 1811 o povoado virou distrito subordinado a Cuiabá; por alvará de 23 de novembro de 1820 foi elevado a vila, desmembrado da capital, com o nome de Nossa Senhora da Conceição do Alto Paraguay Diamantino. Em 1823, quando Cuiabá foi escolhida capital da província, Diamantino figurava entre as três principais cidades mato-grossenses, com comércio que rivalizava com o da capital e rota própria em direção ao Pará. A Lei estadual nº 772, de 16 de julho de 1918, elevou-a a cidade e fixou o nome atual. Do território original saíram municípios inteiros: Alto Paraguai pela Lei estadual nº 709, de 16 de dezembro de 1953, e Porto dos Gaúchos pela Lei estadual nº 1.945, de 11 de novembro de 1963 — este último, por sua vez, deu origem a Novo Horizonte do Norte e Tabaporã. Boa parte do norte de Mato Grosso foi, um dia, Diamantino.

Economia

O município que viveu de garimpo hoje vive de grão, e em escala que espanta quem olha só o tamanho da população. Pelo Produto Interno Bruto municipal do IBGE, Diamantino somou R$ 5,75 bilhões em 2021, com valor adicionado bruto de R$ 5,46 bilhões — e 73,37% desse valor veio da agropecuária, uma das proporções mais concentradas do país. Para efeito de comparação, a administração pública, defesa, educação e saúde públicas responderam por R$ 180,5 milhões, cerca de um trigésimo do que produz a lavoura. A Produção Agrícola Municipal de 2023 explica de onde vem esse número: 1.723.284 toneladas de milho, 1.675.562 toneladas de soja, 274.737 toneladas de algodão herbáceo em caroço, 110.240 toneladas de cana-de-açúcar, além de sorgo, feijão, girassol e arroz. Não é agricultura familiar espalhada: é lavoura empresarial em propriedades de milhares de hectares, com máquina financiada, armazém, contrato de barter e transporte pesado. As consequências jurídicas seguem o mesmo desenho. Cédula de produto rural, penhor agrícola, arrendamento, distrato de compra e venda de safra, recuperação judicial de produtor, autuação ambiental e conflito possessório em área rural aparecem numa densidade que nenhuma cidade de 22 mil habitantes teria se dependesse apenas do comércio local. E porque a riqueza é rural e o território é imenso, quase todo ato processual relevante envolve deslocamento.

Panorama jurídico

Quem responde a processo em Diamantino responde perante uma comarca instalada em 19 de outubro de 1948, criada onze anos antes pela Lei nº 67, de 4 de março de 1937, e que abrange, além do próprio município, Alto Paraguai e o distrito de Capão Verde. A classificação vigente é a de entrância única, por força da Lei Complementar Estadual nº 774, de 19 de setembro de 2023, que reclassificou todas as comarcas mato-grossenses e absorveu as entrâncias inicial, intermediária e final da LC 730/2022 — comunicações institucionais mais recentes ainda a descrevem como intermediária. A estrutura é enxuta: 1ª Vara Cível, 2ª Vara Cível (que concentra Juizado Especial Cível e Criminal e infância e juventude) e a Vara Criminal, a antiga 2ª Vara; a 3ª Vara Cível consta como suspensa. Isso significa que um único juízo criminal responde por tudo o que interessa à defesa: feitos criminais em geral, violência doméstica e familiar, cartas precatórias criminais, corregedoria dos estabelecimentos prisionais e regularização de mandados de prisão vindos de outras comarcas. Não há vara privativa do Júri nem de execução penal — o plenário e os incidentes de progressão, remição e livramento correm na mesma Vara Criminal, cujo acervo era de 682 processos no levantamento dos 77 anos da comarca, em outubro de 2025, dentro de um total de 7.055 feitos. Há três desdobramentos práticos. O primeiro é a pauta: com um juízo criminal só, a agenda do Júri disputa espaço com audiências de instrução e custódia. O segundo é a competência deslocada — pela Resolução nº 14/2023/OE, os processos por organização criminosa (Lei nº 12.850/2013) praticados nas comarcas do Polo V, encabeçado por Diamantino e que inclui Arenápolis, Nortelândia, Nova Mutum, Nobres, Rosário Oeste e São José do Rio Claro, vão para a vara especializada em Cuiabá; imputação de facção, portanto, muda de cidade. O terceiro é a custódia: com Cadeia Pública instalada no próprio município, sob a Sesp-MT, o preso da comarca tende a permanecer na cidade, o que torna viável o contato com o defensor antes da audiência e mantém a família próxima do processo.

Patrimônio

O centro velho de Diamantino guarda o que quase nenhuma cidade mato-grossense guarda: arquitetura do ciclo das bandeiras. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição teve a paróquia criada pela resolução régia de 9 de agosto de 1811 e foi construída entre 1818 e 1820, em taipa socada — paredes grossas de terra socada entre tábuas — com telhado de duas águas e telha de barro, técnica que denunciava os limites materiais do sertão colonial e que, por isso mesmo, virou documento. A fachada se abre para uma pequena praça e organiza a paisagem urbana até hoje. Ao lado, a cerca de vinte metros e em terreno mais alto, a Casa Canônica foi erguida entre 1932 e 1933 para abrigar a administração da prelazia que o papa Pio XI criara em 29 de março de 1929, confiada aos padres jesuítas — origem da atual Diocese de Diamantino. O conjunto formado pela Igreja Matriz e pela Casa Canônica é bem tombado pelo Estado de Mato Grosso, pela Portaria nº 013/2003, de 9 de setembro de 2003, da Secretaria de Estado de Cultura. É um patrimônio de terra crua e memória religiosa, sobrevivente de um arraial de mineração que virou vila antes de Mato Grosso ser o que é. Em 1920, o arcebispo Dom Francisco de Aquino Corrêa chamou a cidade de "Sentinela do Norte de Mato Grosso" — a expressão pegou e ainda descreve bem o papel histórico do lugar.

Curiosidades

Três curiosidades explicam Diamantino melhor que qualquer estatística. A primeira é um erro de mapa: o nome Alto Paraguai, que a cidade carregou por mais de um século em documento oficial, veio da convicção dos bandeirantes de que estavam nas cabeceiras do rio Paraguai — engano que levou cerca de cinquenta anos para ser corrigido e que sobreviveu no nome do município vizinho, emancipado em 1953. A segunda é jurídica e nacional: o ministro Gilmar Ferreira Mendes, do Supremo Tribunal Federal, é natural de Diamantino, e esteve na cidade em 8 de outubro de 2007, então vice-presidente da Corte, para a inauguração do novo prédio do fórum — uma comarca do interior mato-grossense inaugurada com a presença de um ministro nascido a poucas quadras dali. A terceira é geográfica e muito prática: Deciolândia, distrito do próprio município, fica a 140 quilômetros da zona urbana, distância que o TRE-MT registrou ao informatizar o posto eleitoral local. Cento e quarenta quilômetros dentro do mesmo município significa que mandado, intimação e perícia podem consumir um dia inteiro sem sair da comarca — e que a expressão "comparecer ao fórum" tem, para parte dos moradores, um custo real que não aparece nos autos.

Educação e cidadania

Para um município de 22 mil habitantes, Diamantino tem uma concentração institucional fora do comum, e é bom que o morador saiba disso antes de procurar ajuda longe. Estão instalados na cidade a comarca do TJMT, a Subseção Judiciária Federal do TRF1 com Vara Única e Juizado Especial Federal adjunto, a Vara do Trabalho do TRT da 23ª Região, a 7ª Zona Eleitoral, as Promotorias de Justiça do MPMT, a 4ª Subseção da OAB/MT e um núcleo da Defensoria Pública estadual, na Avenida Desembargador Joaquim Pereira Ferreira Mendes, nº 845-C, no Centro, com atendimento de segunda a sexta, das 12h às 18h. Quem não pode constituir advogado começa por ali; onde houver conflito de interesses entre corréus ou impedimento do núcleo, o juízo nomeia defensor dativo, na forma do art. 263 do Código de Processo Penal, com honorários arbitrados pelo próprio juízo. A vantagem é concreta: o aposentado que discute benefício previdenciário não precisa viajar a Cuiabá, porque o Juizado Especial Federal funciona na cidade; o trabalhador rural ajuíza reclamação na Vara do Trabalho local; o eleitor de Deciolândia é atendido no posto do distrito. A desvantagem também é concreta: sendo poucos juízos para muita gente e muito território — inclusive de outros nove municípios que dependem da subseção da OAB e de dezoito que dependem da Justiça Federal daqui —, a pauta é disputada, e prazo perdido raramente se recupera com pedido de urgência.

Dados do município

Mesorregião
Norte Mato-grossense
Microrregião
Parecis
Área (km²)
8263.397
População (Censo 2022)
21.941
Densidade demográfica (hab/km²)
2.66

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Diamantino/MT

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Diamantino — TJMT
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT)
Sede
Diamantino
Criacao
Lei nº 67, de 4 de março de 1937
Instalacao
19 de outubro de 1948
Abrangencia
Municípios de Diamantino e Alto Paraguai, além do distrito de Capão Verde
Entrancia
Entrância única. A Lei Complementar Estadual nº 774, de 19 de setembro de 2023, alterou a Lei nº 4.964/1985 (Código de Organização e Divisão Judiciárias de Mato Grosso) e reclassificou como entrância única todas as comarcas de primeiro grau, absorvendo as entrâncias inicial, intermediária e final criadas pela LC 730/2022. Comunicações institucionais posteriores ainda descrevem Diamantino como comarca de entrância intermediária — a classificação vigente é a única.
Forum
Fórum da Comarca de Diamantino, Avenida Irmão Miguel Abib, s/nº, Jardim Eldorado. O prédio foi inaugurado em 8 de outubro de 2007, com 1.189 m² construídos em terreno de 4 mil m² e projeto dimensionado para seis varas, substituindo a sede erguida em 1959 e ampliada em 1973.
Estrutura
A comarca opera com três varas ativas e uma suspensa, segundo o quadro de competências da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso: a 1ª Vara Cível (feitos cíveis em geral e, privativamente, família, sucessões e Fazenda Pública municipal, estadual e federal); a 2ª Vara Cível, antiga 5ª Vara (privativamente Juizado Especial Cível e Criminal, Juizado da Fazenda Pública e infância e juventude); e a Vara Criminal, antiga 2ª Vara. A 3ª Vara Cível consta como vara suspensa.
Vara Criminal
Vara Criminal (antiga 2ª Vara) — competência fixada pela Resolução nº 13/2018-TP: processar e julgar os feitos criminais em geral e os decorrentes de violência doméstica e familiar contra a mulher (Lei nº 11.340/2006); cumprir cartas precatórias, rogatórias e de ordem criminais; exercer a corregedoria dos estabelecimentos prisionais; e regularizar mandados de prisão oriundos de outras comarcas. Como não há vara especializada, é também nesse juízo que correm o Tribunal do Júri e a execução penal da comarca.
Polo Regional
No desenho de polos do TJMT, Diamantino é cabeça do Polo V — Região Centro-Oeste, que reúne as comarcas de Arenápolis, Nortelândia, Nova Mutum, Nobres, Rosário Oeste e São José do Rio Claro. Por força da Resolução nº 14/2023/OE, as ações por infrações da Lei nº 12.850/2013 (organização criminosa) praticadas nas comarcas desse polo são processadas e julgadas pela Vara Especializada Contra o Crime Organizado, os Crimes Contra a Ordem Tributária e Econômica e os Crimes Contra a Administração Pública, em Cuiabá.
Canais de atendimento
canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br
Telefone Geral Forum
Consultar em canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br, onde o TJMT mantém telefone, e-mail e endereço atualizados de cada comarca. Esta ficha não publica número de fórum sem fonte oficial vigente.
Acervo Referencia
Processos Ativos
7055
Por Vara
1ª Vara Cível 5.168; Juizado Especial 1.081; Vara Criminal 682; 2ª Vara Cível 124
Diretoria Do Foro Referencia
Nome
Juiz André Luciano Costa Gahyva
Cargo
Diretor do foro (referência de outubro/2025)

OAB — Subseção

Nome
4ª Subseção — Diamantino, OAB/MT
Endereço
Avenida Miguel Abib, s/nº, Fórum, Centro, Diamantino - MT
Jurisdição
Alto Paraguai, Arenápolis, Nobres, Nortelândia, Nova Marilândia, Nova Maringá, Rosário Oeste, Santo Afonso e São José do Rio Claro — nove municípios além da própria sede, área bem mais ampla que a da comarca.

Serviços federais na fronteira

Panorama
Diamantino é um caso incomum entre municípios de vinte mil habitantes: tem Justiça Federal instalada na própria cidade. A Vara Única da Subseção Judiciária, com Juizado Especial Federal adjunto, resolve na cidade o que em quase todo o interior mato-grossense exige viagem à capital — ações previdenciárias, benefícios assistenciais, questões tributárias federais e crimes de competência federal de 18 municípios.

Estabelecimentos penais

Nome
Cadeia Pública de Diamantino
Tipo
Masculina
Endereço
Rua Padre Paulino, s/nº, Bairro da Ponte, Diamantino - MT, 78400-000
Telefone
E-mail

Ministério Público Estadual

Estadual
Promotorias de Justiça de Diamantino, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, na Avenida Miguel Abib, s/nº, Centro, junto ao complexo do Fórum.

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
Há núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso instalado em Diamantino, na Avenida Desembargador Joaquim Pereira Ferreira Mendes, nº 845-C, Centro, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h.
E-mail

Justiça Federal

Subsecao
Subseção Judiciária de Diamantino — Seção Judiciária de Mato Grosso (SJMT/TRF1), com Vara Única e Juizado Especial Federal adjunto
Endereço
Rua Rui Barbosa, 405, São Benedito, Diamantino - MT, 78400-000
Telefone
E-mail
Base Normativa
Resolução nº 600-17, de 28/06/2005, do TRF da 1ª Região, com alterações pelas Portarias PRESI/CENAG 433/2010 e 421/2011 e pela Portaria PRESI 03/2017
Jurisdição
A subseção responde por 18 municípios: Alto Paraguai, Arenápolis, Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Denise, Diamantino, Itanhangá, Nobres, Nortelândia, Nova Marilândia, Nova Maringá, Nova Mutum, Nova Olímpia, Rosário Oeste, Santa Rita do Trivelato, Santo Afonso, São José do Rio Claro e Tapurah.

Justiça do Trabalho

Vara
Vara do Trabalho de Diamantino — TRT da 23ª Região
Endereço
Avenida Irmão Miguel Abib, Quadra 25, nº 941, Jardim Eldorado, Diamantino - MT
Telefone
E-mail
Criacao
Lei nº 8.432, de 11 de junho de 1992; instalada em 25 de outubro de 1993
Jurisdição
Alto Paraguai, Arenápolis, Diamantino, Nobres, Nortelândia, Nova Marilândia, Rosário Oeste e Santo Afonso.

Justiça Eleitoral

Zona
7ª Zona Eleitoral, com sede em Diamantino
Abrangencia
Diamantino e Alto Paraguai
Cartorio
Travessa Antônia E. Paes da Costa, nº 43, Centro, Diamantino - MT

Segurança Pública

Policia Civil
Diamantino integra a área da Delegacia Regional de Nova Mutum (RISP 14) da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, que abrange Nova Mutum, Alto Paraguai, Arenápolis, Nortelândia, Nova Marilândia, Nova Maringá, Diamantino, Lucas do Rio Verde, São José do Rio Claro, Santa Rita do Trivelato, Tapurah e Santo Afonso.

Prefeitura Municipal

Endereço
Rua Desembargador Joaquim Pereira Ferreira Mendes, 2287, Jardim Eldorado, Diamantino - MT
Telefone
Site
www.diamantino.mt.gov.br
Atendimento
Das 7h às 11h e das 13h às 17h

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia Civil
197
Defesa Civil
199
Central Mulher
180
Cvv
188
Direitos Humanos
100
Policia Federal
194
Disque Denuncia
181
Ouvidoria M P
127

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

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