Cidade de MT

Gaúcha do Norte

Gaúcha do Norte é um município de 8.642 habitantes espalhados por 16.908 km² no leste de Mato Grosso, nascido da Gleba Gaúcha loteada por uma colonizadora de Cascavel (PR) e povoado, em parte, por famílias desapropriadas por Itaipu. Quase três em cada dez moradores se declaram indígenas — o norte do território alcança o Alto Xingu. Não é sede de comarca: os processos correm na Comarca de Paranatinga, a 200 km, onde ficam as duas varas, o Júri, a execução e a cadeia.

UF
MT
Porte
micro
População
8.642 hab.

Para questões judiciais em Gaúcha do Norte (MT), o juízo competente é da Comarca de Paranatinga — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Particularidades

História

A história de Gaúcha do Norte começa numa loja de departamentos. Em Cascavel, no oeste do Paraná, os donos de uma rede chamada Casa Gaúcha diversificaram os negócios e criaram a Imobiliária Gaúcha, que comprou uma vasta área de terras em Mato Grosso — batizada, por extensão da marca, de Gleba Gaúcha. A Colonizadora Gaúcha intensificou a venda de lotes urbanos e rurais em 1979, e a primeira leva de compradores não foi de aventureiros: eram famílias desapropriadas pela construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu, que perderam a terra no Paraná e recomeçaram a centenas de quilômetros dali. Depois vieram agricultores do oeste paranaense, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O povoado virou distrito de Paranatinga pela Lei Estadual nº 4.406, de 30 de novembro de 1981; catorze anos mais tarde, a Lei Estadual nº 6.686, de 17 de novembro de 1995, elevou-o a município, com instalação em 1º de janeiro de 1997. O gentílico registrado pelo IBGE é gauchense-do-norte — e a rigor descreve mal seus habitantes, porque a maioria dos colonos veio do Paraná e de Santa Catarina, e a população mais antiga do território, a indígena, estava ali muito antes de qualquer gleba ser vendida.

Economia

A produção agrícola de Gaúcha do Norte é grande de um jeito difícil de conciliar com oito mil habitantes: 678.600 toneladas de soja em grão e 610.000 toneladas de milho colhidas em 2023, mais 8.400 toneladas de algodão herbáceo em caroço, 3.000 toneladas de feijão e um rebanho bovino de 206.381 cabeças — cerca de 24 animais para cada morador. A lavoura ocupa a metade sul do município, ligada por estradas de terra aos corredores que descem para Primavera do Leste e Rondonópolis. Essa composição gera um perfil de demanda jurídica que não combina com o tamanho da população: contratos de compra e venda de safra e de barter, arrendamento rural, cédulas de produto rural, penhor e alienação fiduciária de máquinas, disputas possessórias, autuações ambientais e conflitos fundiários. O Sindicato Rural local é institucionalmente forte — a ponto de ter cedido as salas onde funciona o posto avançado do Judiciário. O que quase nunca fica na cidade é o litígio: a reclamação trabalhista vai para a Vara do Trabalho de Primavera do Leste, o processo cível ou criminal para o fórum de Paranatinga e a causa federal para Cuiabá. A administração pública municipal segue como o maior empregador formal urbano.

Panorama jurídico

Quem responde a processo em Gaúcha do Norte não responde em casa. O município não é sede de comarca: pelo Quadro 01 da Lei Complementar Estadual nº 774, de 19 de setembro de 2023, integra a Comarca de Paranatinga, e o quadro de competências da Corregedoria-Geral da Justiça atualizado em 7 de abril de 2026 confirma que Paranatinga é comarca efetivamente instalada — não é um daqueles casos, frequentes em Mato Grosso, de comarca criada por lei e nunca implantada. São cerca de 200 quilômetros até o fórum, distância registrada tanto pelo TJMT quanto pelo TRE-MT. Lá funcionam duas varas e o Juizado Especial: ambas julgam cível e criminal em geral, mas privativamente cabe à 1ª Vara a Infância e Juventude, a presidência do Tribunal do Júri a partir da fase do art. 416 do Código de Processo Penal e a Lei Maria da Penha, e à 2ª Vara as execuções penais e a Corregedoria dos Estabelecimentos Penais. Não há vara privativa do Júri: a sessão de julgamento entra na pauta de um juízo que faz tudo. A classificação vigente é a de entrância única, pela mesma LC 774/2023, que unificou as entrâncias da LC 730/2022 — em que Paranatinga era intermediária. Três consequências práticas organizam o trabalho aqui. A primeira é a custódia: não há cadeia pública no município, e o preso da comarca fica na Cadeia Pública de Paranatinga, da Sejus-MT, a 200 km — o que afasta a família da visita e torna a entrevista prévia do defensor um ato que exige viagem ou videoconferência. A segunda é a dispersão de ramos: o processo do trabalho corre em Primavera do Leste e a causa federal em Cuiabá, não em Barra do Garças, apesar de o IBGE situar o município na região de Água Boa. A terceira é a matéria indígena: com 28,43% da população declarada indígena no Censo 2022, as demandas sobre direitos indígenas caem na Justiça Federal pelo art. 109, XI, da Constituição. Do lado favorável, desde junho de 2023 o município tem posto avançado do Judiciário, em salas do Sindicato Rural, com acesso remoto ao cartório e à secretaria da comarca; e o registro civil e as notas são feitos no próprio Tabelionato de Gaúcha do Norte, correicionado pela Diretoria do Foro de Paranatinga.

Patrimônio

O patrimônio de Gaúcha do Norte é o Alto Xingu. O norte do território, sem asfalto e sem cidade, é área de aldeias cujos nomes aparecem nos atos oficiais da Justiça Eleitoral e da Defensoria: Curisevo, Utawana, Mehinako, São Jorge, Aweti, Pallushayo, Saidão, Naruvoto, Sabiá, Niarazul, Mirassol, Amanhecer, Nekupai e Kaupüna. Ali vivem povos Mehinako, Kalapalo, Aweti, Kuikuro, Kamayurá, Nafukwá, Yawalapiti e Waura — o mosaico xinguano que ocupa a região desde muito antes do primeiro lote vendido pela Colonizadora Gaúcha, e cujo território é parte do Parque Indígena do Xingu, a primeira terra indígena homologada pelo governo federal. A geografia acompanha: o município fica na transição entre o cerrado do planalto, ao sul, onde está a lavoura, e a floresta de contato, ao norte, na bacia formadora do rio Xingu. É um patrimônio que não se visita como monumento e que aparece na vida jurídica em exigências concretas: intérprete em audiência, art. 231 da Constituição, competência federal quando o direito indígena é o objeto da causa e mutirões que levam cartório e defensoria até a aldeia, porque a aldeia não tem como vir até a cidade.

Curiosidades

Gaúcha do Norte tem um nome que engana duas vezes. Não homenageia gaúchos que fundaram a cidade, e sim a marca de uma loja de departamentos de Cascavel, no Paraná — a Casa Gaúcha, que virou Imobiliária Gaúcha, que virou Gleba Gaúcha, que virou município. E o "do Norte" descreve o norte de Mato Grosso, não o norte do Rio Grande do Sul. A segunda curiosidade é demográfica: quase três em cada dez moradores se declararam indígenas no Censo 2022, num município cuja outra metade da história é a colonização sulista — os nomes das comunidades rurais guardam as duas coisas, com uma Nova Aliança e um Botuverá, este último topônimo catarinense. A terceira é institucional: Gaúcha do Norte foi distrito de Paranatinga entre 1981 e 1995 e, depois de emancipada, continuou ligada à cidade-mãe pela comarca, que julga os processos das duas — comarca instalada em setembro de 1996, poucos meses antes de o próprio município ser instalado, em 1º de janeiro de 1997. E a quarta: quando o TJMT começou a levar postos avançados de atendimento a municípios sem fórum, Gaúcha do Norte foi o terceiro do estado a receber um, depois de Planalto da Serra e Nova Brasilândia.

Educação e cidadania

Num município cuja sede fica a 200 quilômetros do fórum e cujas aldeias ficam a horas de estrada da sede, o acesso à cidadania depende de serviço que se desloca. Gaúcha do Norte tem posto eleitoral próprio, na Avenida Marechal Cândido Rondon, 364 L, no Centro, aberto de segunda a sexta das 7h30 às 17h desde a ampliação de horário determinada pela 57ª Zona Eleitoral, cujo cartório fica em Paranatinga. O posto foi informatizado em agosto de 2023 e, de lá para cá, o eleitorado — 6.576 pessoas aptas em setembro de 2025 e 6.715 em abril de 2026 — foi alcançado por unidade móvel da Justiça Eleitoral e por mutirões nas comunidades rurais de Nova Aliança e Botuverá. Nas aldeias, o instrumento é o programa "Defensoria Até Você", da Defensoria Pública estadual, que em abril de 2026 atendeu catorze comunidades indígenas em parceria com o TRE-MT e que em edições anteriores realizou exames de DNA para reconhecimento de paternidade e retificação de registro civil no próprio território — serviços que, de outro modo, exigiriam viagem a Cuiabá. Some-se o posto avançado do Judiciário e o Tabelionato de Notas e Registro Civil instalado na cidade. Para quem não pode contratar advogado e não encontra defensor público disponível, resta o defensor dativo nomeado pelo juízo, na forma do art. 263 do Código de Processo Penal.

Segurança e fronteira

A Delegacia de Polícia de Gaúcha do Norte funciona na Avenida Brasil, 1.098, no Centro, e integra a Regional de Primavera do Leste (RISP 11) da Polícia Judiciária Civil, ao lado de Primavera do Leste, Campo Verde, Paranatinga, Poxoréu e Santo Antônio do Leste. Ter delegacia na cidade importa: o registro da ocorrência, a lavratura do flagrante e as primeiras diligências acontecem no município, e não a 200 quilômetros. O que não acontece aqui é a custódia. Como Gaúcha do Norte não figura na relação de unidades penais da Sejus-MT nem na de cadeias públicas da Sesp-MT, o preso segue para a Cadeia Pública de Paranatinga, unidade masculina da Superintendência Penitenciária Regional Leste. Na prática, isso separa três coisas que deveriam andar juntas: o inquérito, em Gaúcha do Norte; o processo e a execução penal, no fórum de Paranatinga; e a pessoa presa, na cadeia da mesma cidade do fórum, longe da família. Para a defesa, a consequência é operacional antes de ser jurídica: localizar em qual das duas cidades está cada peça é o primeiro trabalho do caso, e os requisitos subjetivos dos benefícios da Lei de Execução Penal — assistência da família, visita, trabalho — ficam mais difíceis de demonstrar quando a viagem custa um dia inteiro. As delegacias especializadas da região e a central de flagrantes estão em Primavera do Leste, o que também desloca procedimentos de violência doméstica.

Dados do município

Mesorregião
Norte Mato-grossense
Microrregião
Paranatinga
Área (km²)
16908.375
População (Censo 2022)
8.642
Densidade demográfica (hab/km²)
0.51

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Gaúcha do Norte/MT

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Paranatinga — TJMT (município de Gaúcha do Norte)
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT)
Sede
Paranatinga
Situacao Do Municipio
Gaúcha do Norte não é sede de comarca. O Quadro 01 da Lei Complementar Estadual nº 774, de 19/09/2023, arrola o município como abrangido pela Comarca de Paranatinga, e o quadro "Competências das Varas" da Corregedoria-Geral da Justiça, atualizado em 07/04/2026, confirma que Paranatinga é uma das comarcas efetivamente instaladas — não é caso de comarca criada por lei e nunca implantada. Todos os processos do município correm em Paranatinga, comarca criada pela Lei nº 5.162/1967 e instalada em 06/09/1996, poucos meses antes de o município ser instalado, em 01/01/1997.
Distancia
Cerca de 200 km separam Gaúcha do Norte da sede do fórum, em Paranatinga — distância registrada tanto pelo TJMT, ao instalar o posto avançado no município, quanto pelo TRE-MT, ao descrever a sede do cartório da 57ª Zona Eleitoral.
Abrangencia
Paranatinga (sede) e Gaúcha do Norte, além das localidades de Santiago do Norte, Salto da Alegria e Nova Aliança, conforme a descrição oficial do TJMT — Nova Aliança é uma das comunidades rurais de Gaúcha do Norte atendidas em mutirões do cartório eleitoral.
Estrutura
Duas varas e o Juizado Especial Cível e Criminal. Pelo quadro de competências da Corregedoria, ambas julgam os feitos cíveis e criminais em geral; privativamente, a 1ª Vara responde pela Infância e Juventude, pela presidência do Tribunal do Júri a partir da fase do art. 416 do CPP e pela Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), e a 2ª Vara pelas execuções penais e pela Corregedoria dos Estabelecimentos Penais. Não existe vara privativa do Júri.
Entrancia
Entrância única. A Lei Complementar Estadual nº 774/2023 unificou a classificação das comarcas mato-grossenses, antes divididas em inicial, intermediária e final pela LC 730/2022 — quadro em que Paranatinga figurava como entrância intermediária. No mesmo Quadro 01, Paranatinga é distrito judiciário sede do Grupo 2.
Posto Avancado
Desde junho de 2023 o município conta com Posto Avançado de Atendimento (PAAD, depois renomeado Ponto de Inclusão Digital), em duas salas cedidas pelo Sindicato Rural, em parceria com a Prefeitura. Funciona como extensão do fórum de Paranatinga: dá acesso ao cartório e à secretaria da comarca por meio remoto, sem a viagem de 200 km. Foi o terceiro posto do gênero em Mato Grosso, depois de Planalto da Serra e Nova Brasilândia.
Serventia Extrajudicial
O município tem Tabelionato de Notas e Registro Civil das Pessoas Naturais próprio — o Cartório de Paz e Notas de Gaúcha do Norte —, vinculado à Comarca de Paranatinga e submetido à correição do juízo local, conforme termo de autocorreição lavrado pela Diretoria do Foro de Paranatinga em 26/06/2024.
Telefone Geral Forum
Esta ficha não publica telefone de fórum sem fonte oficial vigente. Telefone, e-mail e endereço atualizados de cada comarca ficam em canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br.
Canais de atendimento
canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br
Pagina Comarca
corregedoria.tjmt.jus.br/pagina/169

OAB — Subseção

Nome
29ª Subseção da OAB/MT — Paranatinga (jurisdição sobre Gaúcha do Norte)
Endereço
Avenida 15 de Novembro, 118, sala anexa ao Fórum, Centro, Paranatinga - MT
Estrutura
Gaúcha do Norte não tem subseção própria da OAB/MT. A advocacia que atua no município apoia-se na 29ª Subseção, com sede em sala anexa ao prédio do fórum de Paranatinga, que declara Gaúcha do Norte na sua abrangência.

Serviços federais na fronteira

Panorama
O município não tem unidades federais próprias. Serviços do INSS podem ser resolvidos pelo Meu INSS ou pelo telefone 135 e os da Receita Federal pelos canais digitais do gov.br; o atendimento presencial de maior porte e a Justiça Federal concentram-se em Cuiabá. A Funai mantém coordenação técnica local na região do Xingu.

Estabelecimentos penais

Panorama
Gaúcha do Norte não possui estabelecimento penal: não aparece nem na relação de unidades penais da Sejus-MT nem na de cadeias públicas da Sesp-MT. A unidade da comarca é a Cadeia Pública de Paranatinga, masculina, da Superintendência Penitenciária Regional Leste da Sejus-MT, na Avenida Mato Grosso, 800, Centro — a cerca de 200 km. É lá que se dá a custódia dos presos do município e correm os incidentes de execução penal, privativos da 2ª Vara, que também exerce a Corregedoria dos Estabelecimentos Penais.

Ministério Público Estadual

Estadual
Não há promotoria instalada em Gaúcha do Norte. A atribuição ministerial é exercida pelas Promotorias de Justiça da Comarca de Paranatinga, que têm sede própria no município vizinho, inaugurada em 15/06/2008. Composição e contatos atualizados no portal do MPMT.

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
A DPE-MT não mantém unidade instalada em Gaúcha do Norte: o atendimento é prestado pela estrutura da Comarca de Paranatinga, que integra escala de plantão regional com Primavera do Leste, Campo Verde e Chapada dos Guimarães. Esta ficha não publica endereço ou telefone de núcleo sem fonte oficial vigente — consulte defensoria.mt.def.br.
Acoes No Municipio
A DPE-MT realiza no município edições indígenas do programa "Defensoria Até Você". Entre 22 e 27 de abril de 2026, em parceria com o TRE-MT, o mutirão atendeu catorze comunidades do Xingu no Centro de Convivência (Rua Santa Catarina, s/n, Vila Nova). Em edições anteriores houve exame de DNA e retificação de registro civil nas aldeias.

Justiça Federal

Jurisdição
Gaúcha do Norte não tem subseção judiciária federal. Pela relação de jurisdição das varas federais do TRF1, o município é atendido pela sede da Seção Judiciária de Mato Grosso, em Cuiabá — e não pela Subseção de Barra do Garças, que responde por Água Boa e pelos demais municípios da mesma região do IBGE.

Justiça do Trabalho

Vara
Vara do Trabalho de Primavera do Leste (TRT da 23ª Região)
Endereço
Avenida Porto Alegre, 2320, Bairro Primavera II, Primavera do Leste - MT
Contato
vtprimavera@trt23.jus.br
Jurisdição
As reclamações trabalhistas do município correm na Vara do Trabalho de Primavera do Leste, com jurisdição sobre Primavera do Leste, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu e Santo Antônio do Leste.

Justiça Eleitoral

Zona
57ª Zona Eleitoral, com cartório sediado em Paranatinga, a cerca de 200 km
Posto Eleitoral
Avenida Marechal Cândido Rondon, 364 L, Centro, Gaúcha do Norte - MT
Atendimento
Segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h, no posto eleitoral do município
Eleitorado
6.576 eleitores aptos em setembro de 2025 (85,78% na área urbana) e 6.715 em abril de 2026, segundo o TRE-MT. O posto do município foi informatizado em agosto de 2023, quando começou a coleta biométrica local.

Segurança Pública

Panorama
Delegacia da PJC-MT na sede e policiamento ostensivo da Polícia Militar, que mantém núcleo na cidade; não há unidade prisional — o preso em flagrante é apresentado localmente e a custódia se dá em Paranatinga.

Polícia Civil

Nome
Delegacia de Polícia de Gaúcha do Norte — PJC-MT
Endereço
Avenida Brasil, 1.098, Centro, Gaúcha do Norte - MT
Telefone
Celular
(66) 99208-0128
E-mail
Organizacao Regional
Integra a Regional de Primavera do Leste (RISP 11) da PJC-MT, com Primavera do Leste, Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu e Santo Antônio do Leste. As especializadas e a central de flagrantes ficam em Primavera.

Câmara Municipal

Endereço
Avenida Brasil, Centro Político Administrativo, Gaúcha do Norte - MT, CEP 78875-000
Telefone
Atendimento
Segunda a sexta-feira, das 7h às 13h
Site
gauchadonorte.mt.leg.br

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia Civil
197
Defesa Civil
199
Central Mulher
180
Disque Denuncia
181
Direitos Humanos
100
Cvv
188
Ouvidoria M P
127

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

Utilidade pública

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