História
A história de Santa Rita do Trivelato começa com um contrato de compra de terras: em 1977, a Colonizadora Trivelato adquiriu a área onde hoje está o município para implantar um projeto agropecuário, inicialmente voltado à lavoura de arroz, e atraiu agricultores do Sul do Brasil — o mesmo movimento que, na década seguinte, formaria Nova Mutum e os demais municípios do médio-norte. Por duas décadas o povoado cresceu como zona rural de Diamantino e depois de Nova Mutum, até que a emancipação veio pela Lei Estadual nº 7.234, de 28 de dezembro de 1999, com instalação em 1º de janeiro de 2001. O batismo tem uma curiosidade documentada pelo IBGE: o lugar se chamava apenas Santa Rita, a comunidade queria "Santa Rita do Teles Pires", em referência ao rio da região, mas a forma foi rejeitada legalmente — e o topônimo proposto por Petrônio Sobrinho em outubro de 1999 acabou consagrando a razão social da empresa colonizadora. O resultado é um dos municípios mais jovens de Mato Grosso: nasceu já no século XXI, filho direto de Nova Mutum, que por sua vez saíra de Diamantino onze anos antes — três gerações municipais em pouco mais de uma década.