Cidade de MT

Vila Bela da Santíssima Trindade

Vila Bela da Santíssima Trindade foi a primeira capital de Mato Grosso, fundada em 1752 no vale do Guaporé, na fronteira com a Bolívia. Hoje tem 16.774 habitantes em 13.421 km², rebanho bovino de mais de 1,1 milhão de cabeças e comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Cultural Palmares. É sede de comarca do TJMT — criada em 1988 e instalada em 2003 —, com Vara Única de competência geral: o mesmo juízo responde por Júri, execução penal e violência doméstica. Não há presídio no município: a custódia se dá no CDP de Pontes e Lacerda.

UF
MT
Porte
micro
População
16.774 hab.

Para questões judiciais em Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), o juízo competente é da Comarca de Vila Bela da Santíssima Trindade — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista especializado em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

Poucas cidades brasileiras nasceram tão deliberadamente quanto Vila Bela. Em 19 de março de 1752, Antônio Rolim de Moura Tavares, primeiro governador e capitão-general da Capitania de Mato Grosso, instalou a vila às margens do Guaporé cumprindo ordem régia: era preciso um centro de governo fincado na fronteira, num tempo em que a linha entre os domínios português e espanhol ainda se desenhava a golpes de ocupação efetiva. O nome veio antes da cidade — Vila Bela da Santíssima Trindade — e a função também. Por décadas ali despacharam os capitães-generais, e dali saíram as ordens que sustentaram a presença lusa no extremo oeste. O declínio veio pelo mesmo motivo que a criou: distância, febres, ausência de rotas comerciais. Cuiabá, entroncamento de caminhos e centro de negócios, foi absorvendo a administração — a partir de 1820 o governo passou a se dividir entre as duas praças e, em 1835, a capital se mudou de vez. Rebaixada, a antiga sede passou a ser chamada apenas de "cidade de Mato Grosso", como se tivesse perdido o direito ao próprio nome. Foi preciso quase um século e meio para recuperá-lo: a Lei Estadual nº 4.014, de 29 de novembro de 1978, restabeleceu a denominação de Vila Bela da Santíssima Trindade, segundo o registro histórico da Câmara Municipal. Curiosamente, foi da mata fechada e escura daquele vale — o "mato grosso" que impressionou os irmãos Paes de Barros — que saiu o nome do estado inteiro.

Economia

O número que melhor descreve a economia de Vila Bela não é o de habitantes, é o de bois: o rebanho bovino do município somava 1.134.427 cabeças na Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE de 2023, para 16.774 pessoas recenseadas em 2022 — cerca de 68 cabeças por morador, uma das maiores proporções do país. É pecuária extensiva ocupando 13.421 km² de território, com fazendas que chegam a ficar a horas de estrada da sede. O Produto Interno Bruto municipal foi de R$ 639,0 milhões em 2021, dos quais R$ 381,4 milhões vieram do valor adicionado da agropecuária: quase três quintos de tudo que se produz na cidade sai do campo. O restante se reparte entre a administração pública — empregador de peso em município pequeno e distante — o comércio da sede e um turismo ainda incipiente, ancorado no Parque Estadual Serra Ricardo Franco e nas cachoeiras da região, cujo plano de manejo foi discutido em audiência pública com a Sema-MT. Para o direito, a composição gera um repertório previsível e persistente: contratos de arrendamento e parceria pecuária, disputas possessórias e demarcatórias em área rural, autuações ambientais, acidentes de trabalho no manejo do gado e conflitos fundiários que já motivaram operação policial no município.

Panorama jurídico

Vila Bela da Santíssima Trindade é sede de comarca própria do TJMT, criada pela Lei nº 5.371, de 1º de novembro de 1988, mas instalada apenas em 22 de dezembro de 2003 — quinze anos de distância entre a lei e a chegada efetiva do juiz, o que diz muito sobre o isolamento histórico do vale do Guaporé. É uma comarca atípica no mapa de Mato Grosso: o Quadro 01 do Anexo I da Lei 4.964/85, na redação da Lei Complementar Estadual nº 774/2023, não lhe atribui nenhum município vizinho — ela responde só por Vila Bela e pelo distrito de Aguapeí. Pela mesma LC 774/2023 a comarca integra a Entrância Única, Grupo 3, ainda que documentos anteriores a descrevam como de entrância inicial. A estrutura é uma Vara Única de competência geral, cível e criminal, com Juizado Especial, segundo o quadro de Competências das Varas da Corregedoria-Geral da Justiça atualizado em 02/06/2023: o mesmo juízo instrui o inquérito, pronuncia, preside o plenário do Tribunal do Júri, decide progressão e livramento na execução penal, aplica a Lei Maria da Penha e ainda julga família e infância. O TJMT informava, em dezembro de 2025, um magistrado, nove servidores efetivos e cerca de 33 colaboradores para todo esse acervo. O ponto que mais pesa na prática, porém, é outro: não existe unidade prisional no município. Quem é preso aqui responde ao processo custodiado no Centro de Detenção Provisória de Pontes e Lacerda, da Sejus-MT. Isso significa réu em uma cidade e juiz em outra, escolta a agendar para cada ato presencial, entrevista prévia que depende de deslocamento e família que precisa viajar para visitar. Em execução penal, é lá que se buscam atestado de pena e informações de conduta carcerária, enquanto os incidentes seguem sendo decididos pela Vara Única daqui. Fora da Justiça estadual, o município se descola: crime federal e matéria previdenciária vão para a Subseção Judiciária de Cáceres; reclamação trabalhista, para a Vara do Trabalho de Pontes e Lacerda; a advocacia se apoia na 15ª Subseção da OAB/MT, também em Pontes e Lacerda.

Patrimônio

O que sobrou da capital colonial está tombado. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional inscreveu, em 1988, as ruínas da Igreja Matriz da Santíssima Trindade e o Palácio dos Capitães Generais, os dois monumentos federais de Vila Bela e um dos poucos conjuntos setecentistas preservados no extremo oeste brasileiro. A Matriz começou a ser erguida em 1793 e nunca foi concluída: restaram paredes de adobe com mais de um metro de espessura e cerca de seis metros de altura, hoje ruína a céu aberto no meio da cidade. O Palácio, remanescente da arquitetura luso-brasileira do século XVIII erguido em taipa de pilão, foi restaurado em meados dos anos 1980 pela antiga Fundação Nacional Pró-Memória, atual Iphan. Mas o patrimônio mais vivo de Vila Bela não é de pedra: é a herança africana. O município foi ocupado, desde o período colonial, por famílias de origem africana que ali permaneceram após a decadência da capital, e a Fundação Cultural Palmares certifica no território comunidades remanescentes de quilombo — entre elas Bela Cor; Boqueirão, Vale do Rio Alegre e Vale do Rio Guaporé; Campo dos Poli; e Galeão. É desse tronco que vêm as danças do Congo e do Chorado e as festas de São Benedito, reunidas no ciclo que a população chama de Festança e que o Iphan inventariou pelo Inventário Nacional de Referências Culturais. Some-se a isso o Parque Estadual Serra Ricardo Franco, com suas cachoeiras e o paredão que marca a fronteira, e se tem um município em que patrimônio natural, material e imaterial se sobrepõem no mesmo território.

Curiosidades

Vila Bela guarda uma inversão histórica curiosa: o município deu nome ao estado e depois perdeu o próprio nome. Foi da mata densa do vale do Guaporé — o "mato grosso" que impressionou os primeiros bandeirantes a chegar ali — que saiu a designação da capitania, da província e, por fim, do estado inteiro. Rebaixada em 1835, quando a capital foi para Cuiabá, a antiga sede passou a ser chamada simplesmente de "cidade de Mato Grosso", como se fosse apenas um ponto no mapa, e só em 1978 uma lei estadual devolveu-lhe a denominação de batismo. Outra curiosidade é aritmética: com 1,13 milhão de bois para menos de 17 mil habitantes, há aqui cerca de 68 cabeças de gado por pessoa — a cidade é, proporcionalmente, uma das mais pecuárias do Brasil. E há a curiosidade jurídica, que interessa a quem litiga: entre as 79 comarcas de Mato Grosso, a maioria reúne dois, três ou mais municípios; a de Vila Bela é das raras que responde por um só. A explicação está na geografia — o município tem 13.421 km², é maior que muitos estados brasileiros em área e está separado dos vizinhos por serras e pelo próprio vale, de modo que agrupá-lo a outra sede seria inviável na prática.

Educação e cidadania

Num município de fronteira, com território imenso e população dispersa, o acesso à Justiça depende de saber quais portas existem — e onde ficam. Em Vila Bela, três delas estão na própria cidade. A primeira é a Vara Única do fórum, que concentra tudo, do registro civil ao plenário do Júri, e cuja pauta define o tempo de qualquer pedido. A segunda é a Defensoria Pública de Mato Grosso: o Núcleo de Pontes e Lacerda e Vila Bela mantém defensor designado para o município, presença que não é regra em comarca deste porte e que resulta de uma disputa antiga — em 2006, ação civil pública da Promotoria local obteve liminar determinando ao Estado a lotação de defensor na cidade, sob multa diária. Fora do expediente, vale a escala de plantão da DPE-MT que reúne Pontes e Lacerda, Comodoro, Sapezal e Vila Bela, com defensor de sobreaviso identificado semana a semana — é o canal para flagrante e audiência de custódia em fim de semana e feriado. A terceira é o posto eleitoral, ligado à 25ª Zona Eleitoral, com cartório em Pontes e Lacerda. Para o que não se resolve aqui, o mapa é conhecido: Justiça Federal em Cáceres, Justiça do Trabalho e OAB em Pontes e Lacerda. E quando não houver Defensoria disponível para o caso, o juízo nomeia defensor dativo, na forma do art. 263 do Código de Processo Penal, com honorários arbitrados pelo próprio juízo.

Segurança e fronteira

Vila Bela é município de faixa de fronteira. O vale do Guaporé faz o contato com a Bolívia e, na prática forense, isso muda o perfil dos casos: tráfico com trânsito internacional, receptação de veículos e investigações que atravessam mais de uma delegacia aparecem com frequência desproporcional ao tamanho da população. A Delegacia de Polícia Judiciária Civil local integra a estrutura regional sediada em Pontes e Lacerda, e as operações mais recentes na cidade foram conduzidas em conjunto pelas duas unidades — inclusive uma voltada a conflito agrário violento no interior do município. Para a defesa, três consequências se impõem desde o primeiro dia. A primeira é de localização: o inquérito pode estar tramitando fora da sede, e descobrir onde o procedimento efetivamente corre costuma ser o primeiro trabalho técnico do caso. A segunda é de competência: nem tudo que começa como crime comum permanece na Justiça estadual — havendo transnacionalidade, o caso migra para a Subseção Judiciária de Cáceres. A terceira é a custódia: como o município não tem cadeia, o preso é levado ao CDP de Pontes e Lacerda, e o contato do advogado com o cliente, assim como a visita da família, passa a depender de estrada.

Dados do município

Mesorregião
Sudoeste Mato-grossense
Microrregião
Alto Guaporé
Área (km²)
13421
População (Censo 2022)
16.774
Densidade demográfica (hab/km²)
1.25

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Vila Bela da Santíssima Trindade/MT

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Vila Bela da Santíssima Trindade — TJMT
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT)
Sede
Vila Bela da Santíssima Trindade
Site Tjmt
www.tjmt.jus.br
Pagina Comarca
corregedoria.tjmt.jus.br/pagina/193
Canais de atendimento
canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br
Telefone Geral Forum
Esta ficha não publica número de fórum: os telefones, e-mails e endereços vigentes de cada comarca ficam centralizados em canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br, mantido pelo próprio TJMT.
Abrangencia
Diferentemente da maioria das comarcas de Mato Grosso, esta não reúne vários municípios: o Quadro 01 do Anexo I da Lei 4.964/85, na redação da LC 774/2023, arrola na Comarca de Vila Bela da Santíssima Trindade apenas o próprio município, com o distrito de Aguapeí. Em suas comunicações o TJMT também menciona a localidade de Santa Clara de Monte Cristo.
Criacao
Base Legal
Lei nº 5.371, de 1º de novembro de 1988
Instalacao
22 de dezembro de 2003
Entrancia
Classificacao Atual
Entrância Única — Grupo 3
Base Legal Atual
Lei Complementar Estadual nº 774, de 19 de setembro de 2023
Historico
Até 2023 a comarca era classificada como de entrância inicial, na esteira da LC 730/2022. A LC 774/2023 reescreveu os Quadros 01 e 02 do Anexo I da Lei 4.964/85 e unificou as entrâncias, subdividindo-as em Grupos 1, 2 e 3; Vila Bela ficou no Grupo 3. Comunicações institucionais posteriores ainda repetem "entrância inicial" — a classificação vigente é a entrância única.
Estrutura
Varas
Vara Única com competência geral — cível e criminal — e Juizado Especial. É o mesmo juízo que preside o Tribunal do Júri, responde pela execução penal, pela violência doméstica, pela infância e pelas ações de família do município.
Quadro De Pessoal
Um magistrado, nove servidores efetivos e cerca de 33 colaboradores entre assessores, profissionais credenciados, estagiários e apoio — referência de dezembro de 2025 divulgada pelo próprio TJMT.

OAB — Subseção

Nome
15ª Subseção da OAB/MT — Pontes e Lacerda
Endereço
Avenida Paraná, 2623, em frente ao Fórum, Jardim São José, Pontes e Lacerda - MT
Telefone
Site
ponteselacerda.oabmt.org.br
Jurisdição
A 15ª Subseção responde por Conquista d'Oeste, Figueirópolis d'Oeste, Jauru, Vale de São Domingos e Vila Bela da Santíssima Trindade. Vila Bela não tem subseção própria.

Estabelecimentos penais

Panorama
Não há unidade prisional em Vila Bela da Santíssima Trindade. O município não aparece nem na relação de unidades penais da Sejus-MT nem na lista de cadeias públicas da Sesp-MT, e esta ficha não inventa cadeia local. A referência regional é o Centro de Detenção Provisória de Pontes e Lacerda, unidade masculina da Superintendência Penitenciária Regional Oeste da Sejus-MT — é para lá que se desloca o preso da comarca depois da custódia, e é de lá que partem os atestados de pena e os pedidos de escolta.
Unidade De Referencia
Nome
Centro de Detenção Provisória de Pontes e Lacerda
Tipo
Masculina
Municipio
Pontes e Lacerda - MT
Administracao
Sejus-MT — Superintendência Penitenciária Regional Oeste
Telefone
E-mail

Ministério Público Estadual

Estadual
A Promotoria de Justiça da Comarca de Vila Bela da Santíssima Trindade atua junto à Vara Única, no criminal e no cível. Além dela, o Ato nº 393/2018-PGJ instalou em Pontes e Lacerda a Promotoria de Justiça Especializada da Bacia Hidrográfica do Guaporé, que compreende as comarcas de Vila Bela da Santíssima Trindade e Pontes e Lacerda — estrutura ministerial voltada ao passivo ambiental da bacia.

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
A Defensoria Pública de Mato Grosso mantém o Núcleo de Pontes e Lacerda e Vila Bela, com defensor designado para o município — situação incomum entre comarcas do porte desta, e que resulta de uma disputa antiga: em 2006, ação civil pública proposta pela Promotoria local obteve liminar determinando ao Estado a lotação de defensor em Vila Bela, sob multa diária.
Plantao
O plantão da DPE-MT é organizado em escala regional que reúne Pontes e Lacerda, Comodoro, Sapezal e Vila Bela da Santíssima Trindade, com defensor de sobreaviso identificado semana a semana — o canal a acionar em flagrante e audiência de custódia fora do horário de expediente.

Justiça Federal

Subsecao
Subseção Judiciária de Cáceres — Seção Judiciária de Mato Grosso (TRF1)
Jurisdição
Vila Bela da Santíssima Trindade consta expressamente na relação de municípios da Subseção de Cáceres, ao lado de Araputanga, Comodoro, Conquista d'Oeste, Curvelândia, Figueirópolis d'Oeste, Glória d'Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari d'Oeste, Mirassol d'Oeste, Nova Lacerda, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Porto Estrela, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do Céu, São José dos Quatro Marcos e Vale de São Domingos. Crime federal, matéria previdenciária e execução fiscal da União tramitam em Cáceres, não no fórum estadual da cidade.

Justiça do Trabalho

Vara
Vara do Trabalho de Pontes e Lacerda — TRT da 23ª Região
Jurisdição
A vara abrange Conquista d'Oeste, Figueirópolis d'Oeste, Jauru, Nova Lacerda, Pontes e Lacerda, Vale de São Domingos e Vila Bela da Santíssima Trindade. Reclamações trabalhistas de trabalhadores rurais e de frigoríficos da região correm ali.

Justiça Eleitoral

Zona
25ª Zona Eleitoral, com cartório sediado em Pontes e Lacerda
Atendimento Local
O município é atendido por posto eleitoral, para serviços de menor complexidade (segunda via, revisão, alistamento, transferência e certidão de quitação); os atos que exigem cartório são resolvidos na 25ª Zona, em Pontes e Lacerda, ou pelos canais digitais do TRE-MT.
E-mail

Segurança Pública

Panorama
Município de faixa de fronteira, com longo contato fluvial e terrestre com a Bolívia pelo vale do Guaporé, Vila Bela convive com investigações de tráfico transnacional e de receptação de veículos que costumam envolver mais de uma delegacia e, não raro, órgãos federais — daí a importância prática de saber, no início do caso, onde o procedimento efetivamente tramita.
Policia Civil
Nome
Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Vila Bela da Santíssima Trindade
Estrutura
A delegacia local integra a estrutura regional da Polícia Judiciária Civil sediada em Pontes e Lacerda, que articula as unidades do sudoeste do estado. Operações de fronteira e de conflito agrário no município são conduzidas em conjunto pelas duas delegacias.

Prefeitura Municipal

Endereço
Av. Dr. Mário Corrêa, 452, Vila Bela da Santíssima Trindade - MT, CEP 78245-000
Telefone
Site
www.vilabeladasantissimatrindade.mt.gov.br
Horario
Segunda a sexta, das 7h às 11h e das 13h às 17h

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia Civil
197
Defesa Civil
199
Central Mulher
180
Cvv
188
Direitos Humanos
100
Policia Federal
194
Disque Denuncia
181
Ouvidoria M P
127

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

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