Cidade de PB

Itapororoca

Itapororoca tem 18.382 habitantes (Censo 2022) em 145,8 km² — a maior densidade demográfica entre os municípios paraibanos desta faixa, com 126 habitantes por quilômetro quadrado. Não tem comarca: nem a Lei de Organização Judiciária vigente, a Lei Complementar estadual nº 225/2026, nem a que ela revogou registram foro no município, que é termo judiciário da Comarca de Mamanguape, de Entrância Inicial, ao lado de Capim, Cuité de Mamanguape e Mataraca. É em Mamanguape que corre o processo, nas três Varas Mistas, e é lá que se julga o Tribunal do Júri — a centralização do Júri na capital, pela Resolução TJPB nº 01/2026, alcança só João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita. A Justiça Federal fica em João Pessoa. A execução penal em regime fechado e semiaberto é o único ponto sem resposta fechada, e a ficha explica por quê.

UF
PB
Porte
micro
População
18.382 hab.

Para questões judiciais em Itapororoca (PB), o juízo competente é da Comarca de Mamanguape — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional

Particularidades

História

A história de Itapororoca começa com um homem que voltou para pagar uma promessa. O verbete do IBGE registra que, por volta de 1800, João Batista, morador da região, foi feito prisioneiro por indígenas no Amazonas e jurou erguer uma capela ao santo de quem levava o nome se conseguisse a liberdade; solto pouco depois, construiu-a no lugar onde hoje funciona o único posto de combustível da cidade. Em torno da capela vieram os comerciantes, atraídos por terra fértil, e o povoado ganhou corpo com a chegada de duas máquinas: uma padaria instalada em 1929 por um comerciante alemão e uma bolandeira — engenho primitivo de beneficiar algodão — montada por Pedro Gervásio e seu filho. A vida administrativa veio depois da vida econômica: o decreto-lei estadual nº 520, de 31 de dezembro de 1943, criou o distrito de Itapororoca subordinado a Mamanguape, condição em que o lugar permaneceu nas divisões territoriais de 1950 e 1960. A emancipação só chegou pela lei estadual nº 2.701, de 28 de dezembro de 1961, publicada no dia seguinte, com instalação do município em 15 de fevereiro de 1962. Mamanguape deixou de ser a sede administrativa naquele ano — mas nunca deixou de ser a sede judiciária, e é isso que explica o mapa jurídico da cidade até hoje.

Economia

Ler a economia de Itapororoca pela densidade demográfica é mais revelador do que lê-la pelo PIB. São 126,07 habitantes por quilômetro quadrado, número que na Paraíba só aparece na faixa canavieira do litoral e da mata: para comparação, Picuí, com população quase idêntica, espalha sua gente por 667 km² e chega a 27 habitantes por quilômetro quadrado. Itapororoca é o oposto disso — pouco chão, muita gente, propriedade fragmentada, trabalho rural a distância curta da cidade. É território de zona da mata: cana-de-açúcar, cultivo de subsistência e uma população rural que não se dispersou porque não havia para onde se dispersar. O PIB municipal de R$ 261 milhões em 2023, medido pelo IBGE, é modesto em valor absoluto e coerente com esse desenho. Juridicamente, o arranjo gera uma pauta reconhecível: contrato agrário e parceria rural, vínculo de trabalho no corte e no transporte da cana, disputa possessória em área pequena e muito dividida, e questões previdenciárias rurais que, por serem federais, saem do município e vão parar na capital.

Panorama jurídico

Em matéria judiciária, Itapororoca é um município de endereço emprestado — e é importante dizer que sempre foi. Há três situações diferentes por trás de uma cidade sem foro: a comarca que a lei criou e nunca instalou, a comarca que existiu e foi desinstalada, e o município que nunca teve comarca alguma. Itapororoca é o terceiro caso, e isso foi verificado nas duas leis: no Anexo I da Lei Complementar estadual nº 225/2026 não há linha de cargo de juiz para o município, e a nota de rodapé que enumera as comarcas desinstaladas do Estado cita apenas Aroeiras, Caiçara e Lucena; na Lei Complementar nº 96/2010, revogada, o município já constava como termo judiciário de Mamanguape. O processo, portanto, corre no Fórum Desembargador Miguel Levino de Oliveira Ramos, em Mamanguape, entre a 1ª, a 2ª e a 3ª Varas Mistas, e o Tribunal do Júri é julgado ali mesmo, porque a Resolução TJPB nº 01/2026, que levou o Júri para as Varas Metropolitanas da capital, tem alcance nominal e fechado — João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita — e Mamanguape não está nele. Resta a execução penal, e é o ponto em que esta ficha se recusa a inventar uma resposta. A Resolução TJPB nº 06/2026 regionalizou a execução do regime fechado e do semiaberto em três varas, distribuindo comarcas por circunscrição e não por nome de município. Ela cita seis circunscrições, que eram as da lei de 2010; nesse desenho, Mamanguape estava na Primeira, o que levaria Itapororoca à 1ª Vara Regional de Execuções Penais, em João Pessoa. Cinco meses depois, a LC 225/2026 reduziu as circunscrições a cinco e transferiu Mamanguape para a 5ª, sede Guarabira — e a 5ª, na letra da resolução, pertence à 3ª Regional, em Sousa, a mais de trezentos quilômetros. Não se localizou ato do tribunal reconciliando as duas normas. A leitura mais sólida é a primeira, porque a resolução se reporta expressamente à lei de organização judiciária vigente quando foi editada; mas quem tem processo em curso deve conferir o juízo no andamento antes de peticionar. A banca atua na comarca em defesa criminal, Tribunal do Júri e execução penal, nos limites éticos da advocacia e sem promessa de resultado.

Patrimônio

O patrimônio de Itapororoca é de origem devocional e de escala pequena. A cidade nasceu ao redor da capela erguida em pagamento de promessa a São João Batista, e o próprio verbete do IBGE guarda o detalhe que resume a passagem do tempo no lugar: onde estava a capela fundadora está hoje o único posto de combustível da cidade. O nome, tupi, descreve o barulho da pedra ou da água batendo na laje — toponímia de quem batizou o lugar pelo som do terreno, não por santo nem por fundador, o que faz do topônimo e da história de fundação duas camadas independentes sobrepostas no mesmo mapa. Em torno disso está a paisagem da Mata Paraibana e do Litoral Norte: cana, sítios pequenos, o vale do rio Mamanguape a poucos quilômetros e a Área de Proteção Ambiental da Barra do Rio Mamanguape no litoral vizinho, já fora do município. É um patrimônio que se lê melhor no uso do solo do que em acervo edificado.

Curiosidades

A curiosidade mais útil de Itapororoca é um erro de fonte oficial, e vale registrá-la justamente porque uma ficha de cidade existe para não repeti-lo: o verbete do IBGE informa o gentílico do município como "itaporanguense", que é o gentílico de Itaporanga — outro município paraibano, no Vale do Piancó, a mais de trezentos quilômetros dali. A confusão entre os dois nomes é fácil de cometer e circula em texto copiado; por isso esta ficha deixa o campo vazio em vez de propagar a troca. A segunda curiosidade é estatística: entre os cinco municípios paraibanos de população equivalente pesquisados em conjunto com este, Itapororoca é o menor em área e o maior em densidade, com quatro vezes e meia mais habitantes por quilômetro quadrado que Picuí, que tem quase a mesma população. E a terceira é institucional: a reorganização judiciária de junho de 2026 mudou a circunscrição de Mamanguape da 1ª para a 5ª sem que nada mudasse na cidade — mas essa mudança de número, sozinha, é o que hoje torna incerto onde se decide a pena de quem cumpre condenação imposta ali.

Educação e cidadania

Para o morador de Itapororoca, quase todo endereço institucional fica em Mamanguape, e conhecer essa lista poupa viagem. O Fórum Desembargador Miguel Levino de Oliveira Ramos, na Rua Presidente Kennedy, é onde o processo é distribuído e julgado. Dentro do mesmo prédio funcionam a unidade da Defensoria Pública do Estado, que atende gratuitamente quem não pode contratar advogado e cuja área de atendimento inclui expressamente Itapororoca, e a Subseção do Vale do Mamanguape da OAB-PB, na Avenida Presidente Kennedy, 10. A Cadeia Pública da região também fica em Mamanguape. Já a Justiça Federal não segue a mesma lógica de proximidade: as ações previdenciárias e assistenciais, o FGTS, os tributos federais e os crimes federais correm na Subseção de João Pessoa, no Fórum Desembargador Federal Ridalvo Costa, na Rua João Teixeira de Carvalho, 480, no Pedro Gondim — e não em Guarabira, que é mais perto. Saber de antemão qual porta é a certa, e que a execução da pena em regime fechado não se resolve no balcão do fórum local, é o que evita perder prazo e dinheiro.

Segurança e fronteira

Quem é preso em Itapororoca não fica em Itapororoca: não há unidade prisional no município em nenhuma fonte oficial localizada. A referência da região é a Cadeia Pública de Mamanguape, nomeada em Boletim Interno da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária de agosto de 2025 — a mesma cidade onde ficam o Fórum, a Defensoria e a subseção da OAB. Essa concentração tem um efeito prático bom e um ruim. O bom é a distância: são cerca de vinte quilômetros, e a família que precisa visitar, protocolar pedido ou procurar a Defensoria resolve tudo no mesmo deslocamento, coisa rara no interior. O ruim é que a decisão sobre a pena em regime fechado e semiaberto não está mais em Mamanguape desde 23 de fevereiro de 2026, quando entrou em vigor a Resolução TJPB nº 06/2026 — e, no caso específico desta comarca, sequer é pacífico para qual das Varas Regionais ela foi. O que continua garantido pela própria resolução é útil saber: a fiscalização da Cadeia Pública segue com o juízo de Mamanguape, o regime aberto e o livramento condicional também, a mudança não autoriza transferir preso de unidade, e as diretorias dos fóruns têm o dever de viabilizar audiências remotas para que ninguém precise viajar de uma comarca a outra.

Dados do município

Mesorregião
Mata Paraibana
Microrregião
Litoral Norte
Área (km²)
145.806
População (Censo 2022)
18.382
Densidade demográfica (hab/km²)
126.07

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Itapororoca/PB

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Mamanguape (Itapororoca é termo judiciário)
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB)
Entrância
Entrância Inicial (classificação da Comarca de Mamanguape)
Circunscrição judiciária
5ª Circunscrição Judiciária, com sede em Guarabira, pelo Anexo II da Lei Complementar estadual nº 225, de 26 de junho de 2026. Atenção à data: até essa lei, Mamanguape integrava a 1ª Circunscrição Judiciária, com sede em João Pessoa, e essa mudança tem consequência prática que a ficha detalha no bloco de execução penal.
Base legal
A norma em vigor é a Lei Complementar estadual nº 225, de 26 de junho de 2026, publicada em 27/06/2026 e republicada por incorreção em 18/07/2026, que revogou por inteiro a Lei Complementar nº 96, de 3 de dezembro de 2010, e reescreveu a Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado. Ela manteve os dois níveis de entrância criados pela Lei Complementar estadual nº 199/2024 — Entrância Inicial e Entrância Final —, de modo que "entrância intermediária" não existe na Paraíba. Ficha que ainda cite a LC 96/2010 como direito vigente está citando norma revogada.
Situação atual
Itapororoca não tem comarca própria, e não a perdeu: nunca aparece como comarca em nenhuma das duas leis de organização judiciária lidas para esta ficha. O Anexo I da LC 225/2026, que fixa o número de cargos de juiz por comarca, não traz linha alguma para Itapororoca, e a nota de rodapé que nomeia as comarcas desinstaladas do Estado lista apenas Aroeiras, Caiçara e Lucena — Itapororoca não está entre elas. Na lei anterior, a LC 96/2010, o município já figurava como termo judiciário de Mamanguape. É, portanto, caso diferente do de comarca extinta: é município que sempre dependeu do foro da vizinha.
Onde corre o processo
Pelo Anexo II da LC 225/2026, a Comarca de Mamanguape tem sede no próprio município de Mamanguape e reúne cinco municípios: a sede e os termos judiciários de Capim, Cuité de Mamanguape, Itapororoca e Mataraca. Todo processo de quem mora em Itapororoca — cível, de família, criminal — é distribuído e julgado no Fórum de Mamanguape. A Defensoria Pública do Estado publica exatamente a mesma lista de cinco municípios como área de atendimento da sua unidade em Mamanguape, o que confirma o desenho por uma segunda fonte oficial independente da lei.
Estrutura
O Anexo III da LC 225/2026 atribui à Comarca de Mamanguape a 1ª, a 2ª e a 3ª Varas Mistas — três juízos que acumulam matéria cível e criminal. O número bate com o Anexo I da mesma lei, que fixa três cargos de juiz de Direito para a comarca. Não há, na comarca, vara especializada só em matéria criminal.
Tribunal juri
O crime doloso contra a vida praticado em Itapororoca é julgado em Mamanguape. A Resolução TJPB nº 01/2026 centralizou o Tribunal do Júri nas Varas Metropolitanas sediadas em João Pessoa, mas o alcance dessa centralização é fechado e nominal: apenas João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita. Mamanguape não está no rol, de modo que o Júri permanece na comarca, a cargo das Varas Mistas.
Execução penal
Aqui está o ponto que exige cuidado, e a ficha prefere mostrar a dúvida a escondê-la. A Resolução TJPB nº 06/2026, lida na íntegra no Diário da Justiça Eletrônico de 15 de janeiro de 2026, tornou regionalizada e exclusiva, nos regimes fechado e semiaberto, a competência para a execução penal em toda a Paraíba, e o fez atribuindo comarcas por CIRCUNSCRIÇÃO, sem lista nominal de municípios: a 1ª Vara Regional de Execuções Penais, com sede em João Pessoa, recebe a 1ª Circunscrição; a 2ª, sediada em Campina Grande, recebe a 2ª e a 6ª; a 3ª, sediada em Sousa, recebe a 3ª, a 4ª e a 5ª. A resolução entrou em vigor em 23 de fevereiro de 2026 e cita seis circunscrições — o desenho da LC 96/2010, então vigente. Naquele desenho, Mamanguape integrava a PRIMEIRA Circunscrição, o que põe Itapororoca sob a 1ª Vara Regional de Execuções Penais, em João Pessoa. Ocorre que a LC 225/2026, de junho, reduziu as circunscrições de seis para cinco e deslocou Mamanguape para a 5ª, cuja sede é Guarabira — e a 5ª, na letra da resolução, é da 3ª Regional, em Sousa. Nenhum ato posterior que reconcilie a resolução com a nova divisão foi localizado.
Execução penal conclusao
A leitura mais defensável é a primeira: a Resolução nº 06/2026 foi escrita sob a divisão de seis circunscrições e a ela se refere expressamente ao invocar a Lei de Organização e Divisão Judiciárias então em vigor, e competência não se desloca por efeito reflexo de uma lei que reorganiza o mapa sem tratar do tema. Mas a ficha não afirma o resultado como certo: NAO_CONFERIDO quanto ao juízo de execução hoje competente para o apenado de Itapororoca. Quem tiver processo em curso deve conferir o juízo no próprio andamento (SEEU) antes de peticionar — errar a Vara Regional significa perder semanas em declínio de competência.
Execução penal na comarca
Duas coisas continuam em Mamanguape em qualquer das leituras, e são as que mais pesam no dia a dia. Pelo artigo 4º da Resolução nº 06/2026, a fiscalização dos estabelecimentos prisionais, na forma do artigo 66, inciso VII, da Lei de Execução Penal, cabe ao juízo da comarca onde a unidade fica — e a Cadeia Pública de Mamanguape fica ali. O mesmo artigo mantém no juízo local a execução em regime aberto e o livramento condicional. O artigo 11 obriga as diretorias dos fóruns que perderam a competência a viabilizar audiências e atos remotos, para que ninguém precise se deslocar de uma comarca a outra; e o artigo 3º garante que a regionalização não implica transferência de presos entre unidades.
Fórum
Fórum Desembargador Miguel Levino de Oliveira Ramos — Rua Presidente Kennedy, s/n, Centro, Mamanguape - PB
Telefone fórum

OAB — Subseção

Nome
Subseção do Vale do Mamanguape (OAB-PB)
Endereço
Avenida Presidente Kennedy, 10, Fórum Miguel Levino de Oliveira, Mamanguape - PB

Estabelecimentos penais

Panorama
Não foi localizada unidade prisional em Itapororoca em fonte oficial. A unidade da região é a Cadeia Pública de Mamanguape, na sede da comarca, nomeada em Boletim Interno da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária — o que importa para a família, porque é para lá que segue, em regra, quem é preso na cidade, e é o juízo de Mamanguape que fiscaliza aquela unidade por força do artigo 4º da Resolução TJPB nº 06/2026. A ficha não publica endereço nem telefone da unidade porque não os localizou em relação oficial vigente: campo ausente é melhor que campo falso quando o leitor é a família que vai viajar para visitar.
Unidades
· Cadeia Pública de Mamanguape · Município
Mamanguape - PB
· Cadeia Pública de Mamanguape · Administração
Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (SEAP-PB)

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
O atendimento da Defensoria Pública do Estado da Paraíba a quem mora em Itapororoca é feito na unidade de Mamanguape, que funciona no Fórum Desembargador Miguel Levino de Oliveira Ramos, na Rua Presidente Kennedy, s/n, Centro. A própria Defensoria publica a lista dos municípios que essa unidade atende — Mamanguape, Capim, Cuité de Mamanguape, Itapororoca e Mataraca —, que coincide exatamente com a composição da comarca fixada em lei. O atendimento é destinado a quem não tem condições de contratar advogado e alcança a matéria criminal e a execução penal.
Defensoria pública uniao
Nas causas de competência da Justiça Federal, o atendimento gratuito cabe à Defensoria Pública da União, que acompanha a Subseção Judiciária de João Pessoa.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de João Pessoa — Justiça Federal na Paraíba, Tribunal Regional Federal da 5ª Região
Fórum
Fórum Desembargador Federal Ridalvo Costa — Rua João Teixeira de Carvalho, 480, Pedro Gondim, João Pessoa - PB
Jurisdição
Itapororoca é jurisdicionada pela Subseção de João Pessoa, e não pela de Guarabira, que é a mais próxima em quilômetros. É ali que correm as ações previdenciárias e assistenciais, as questões de FGTS e do Sistema Financeiro da Habitação, os tributos federais e os crimes de competência federal. Vale notar a coincidência: o mapa federal continua ligando Itapororoca à capital, que é exatamente onde a organização judiciária estadual a mantinha até junho de 2026.

Segurança Pública

Panorama
A arquitetura de segurança que alcança Itapororoca é, em grande medida, a de Mamanguape: é lá que ficam o Fórum, a unidade da Defensoria, a subseção da OAB e a Cadeia Pública. O município em si é pequeno em área e denso em população — 18.382 pessoas em 145,8 km² —, o que significa um tecido urbano e rural contínuo, de deslocamento curto, bem diferente das distâncias do sertão. Para quem precisa de socorro imediato, valem os números nacionais de emergência; para quem precisa de ato processual, o endereço é o Fórum da comarca.
Atendimento mulher
Não foi confirmada Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher no município. A Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180, funciona 24 horas em todo o país e recebe denúncia e orientação.

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

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Atendimento SMARGIASSI

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