Cidade de PB

São João do Rio do Peixe

São João do Rio do Peixe tem 17.964 habitantes (Censo 2022) em 476,2 km² do extremo oeste do sertão paraibano. É sede de comarca de Entrância Inicial do TJPB e, ao contrário das comarcas paraibanas de população equivalente, tem DUAS Varas Mistas e dois cargos de juiz — jurisdição sobre cinco municípios: a sede e os termos de Bernardino Batista, Poço de José de Moura, Santa Helena e Triunfo, três dos quais já foram distritos seus. O Tribunal do Júri é julgado na comarca. Há Cadeia Pública no município, mas a execução penal em regime fechado e semiaberto corre na 3ª Vara Regional de Execuções Penais, em Sousa, que também sedia a Justiça Federal. O município se chamou Antenor Navarro entre 1932 e 1989.

UF
PB
Porte
micro
População
17.964 hab.

Para questões judiciais em São João do Rio do Peixe (PB), o juízo competente é da Comarca de São João do Rio do Peixe — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional

Particularidades

História

A cidade nasceu de gado e mudou de nome duas vezes. No começo do século XVII, Luís Quaresma Dourado e a Casa da Torre, da Bahia, adquiriram sesmarias na ribeira do rio do Peixe; em 1691, o capitão-mor Antônio José da Cunha, vindo da Capitania de Pernambuco, estabeleceu-se às margens do rio com uma fazenda de criação que, segundo documento da época, reunia mais de mil e quinhentas cabeças. Até 1765, no ponto onde hoje está o centro urbano, havia apenas a fazenda do capitão João Dantas Rothea, morador do distrito de Piancó — cujo sobrenome sobrevive no nome da rua onde hoje funciona o Fórum. O distrito de São João do Rio do Peixe foi criado pela lei provincial nº 96, de 28 de novembro de 1863, subordinado a Sousa, e elevado a vila pela lei provincial nº 727, de 8 de outubro de 1881, desmembrado da mesma Sousa. Em 26 de maio de 1932, um decreto municipal aprovado pelo decreto estadual nº 284 trocou o topônimo por Antenor Navarro, nome que o município carregou por cinquenta e sete anos. A restituição não veio por lei ordinária nem por plebiscito: veio pelo ato das disposições constitucionais transitórias da Constituição do Estado da Paraíba, promulgada em 5 de outubro de 1989 — o município recuperou o próprio nome por norma constitucional estadual. Nesse intervalo, foi perdendo território: Uiraúna e Poço Dantas em 1953, Santa Helena e Triunfo em 1961, e Poço, que virou Poço de José Moura, em 1994.

Economia

Entre os municípios paraibanos desta faixa de população, São João do Rio do Peixe é o que mais produz: PIB de R$ 286 milhões em 2023, pelo IBGE, em 476,2 km² e com 37,72 habitantes por quilômetro quadrado. A explicação está no vale: a ribeira do rio do Peixe é terra de aluvião, historicamente destinada à criação de gado desde as sesmarias do século XVII e, mais tarde, à agricultura irrigada, o que dá ao município uma base produtiva menos dependente da chuva do que a do sertão de sequeiro. A região das Brejo das Freiras, antigo distrito do município, é conhecida pelas águas termais que brotam ali, e o próprio nome de um dos distritos históricos registra essa particularidade hidrológica. A pauta jurídica que decorre disso é reconhecível: uso da água e outorga, conflito possessório em área de vale irrigado, contratos agrários e de arrendamento, e um contencioso previdenciário rural volumoso que, por ser federal, não fica na cidade — vai para a Subseção de Sousa. Some-se a isso a competência federal que pode incidir sobre o patrimônio fossilífero, matéria em que o município tem interesse concreto.

Panorama jurídico

Há um número nesta comarca que vale a pena reter: dois. O Anexo I da Lei Complementar estadual nº 225, de 26 de junho de 2026, fixa DOIS cargos de juiz de Direito de Entrância Inicial para São João do Rio do Peixe, e o Anexo III da mesma lei atribui à comarca a 1ª e a 2ª Varas Mistas. Comarcas paraibanas de população praticamente idêntica — Picuí, Remígio, Conceição — têm um só cargo e Vara Única. Dois anexos independentes confirmam o número, o que afasta erro de leitura. A comarca é de Entrância Inicial, e não de entrância intermediária, categoria que não existe na Paraíba desde a Lei Complementar estadual nº 199/2024: só há Inicial e Final, e a Final é rol fechado de oito comarcas. A reorganização de 2026 não desinstalou esta comarca — a nota de rodapé do Anexo I limita as desinstalações a Aroeiras, Caiçara e Lucena —, apenas a transferiu da 5ª Circunscrição, sede Cajazeiras, para a 4ª, sede Sousa, quando o Estado passou de seis para cinco circunscrições. O Tribunal do Júri continua sendo julgado aqui, porque a centralização da Resolução TJPB nº 01/2026 alcança só João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita. A execução penal do regime fechado e do semiaberto, ao contrário, foi para a 3ª Vara Regional de Execuções Penais, em Sousa, pelo artigo 1º, inciso III, da Resolução TJPB nº 06/2026, em vigor desde 23 de fevereiro de 2026 — e nesse ponto a mudança de circunscrição foi inofensiva, porque tanto a 5ª antiga quanto a 4ª nova pertencem à mesma Vara Regional. A banca atua na comarca em defesa criminal, Tribunal do Júri e execução penal, nos limites éticos da advocacia e sem promessa de resultado.

Patrimônio

O patrimônio mais antigo de São João do Rio do Peixe tem cerca de cento e trinta milhões de anos e está no chão. O município integra a Bacia do Rio do Peixe, área de mais de 1.730 km² que reúne cerca de trinta localidades do alto sertão paraibano e abriga uma das maiores concentrações de icnofósseis de dinossauro da América do Sul. O Monumento Natural Vale dos Dinossauros fica na vizinha Sousa, a trinta e oito quilômetros, mas as pegadas não respeitam limite municipal: em 2024, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte identificaram, às margens da BR-405, em território de São João do Rio do Peixe, uma nova pista de pegadas que trouxe informação inédita sobre a evolução dos saurópodes, os dinossauros de pescoço e cauda longos. Icnofósseis são registros de atividade — pegadas, pistas, tocas, marcas de mordida —, e é isso que a rocha do vale guarda: não o esqueleto do animal, mas o trajeto dele. A camada histórica é bem mais recente e igualmente documentada: as sesmarias da Casa da Torre no século XVII, a fazenda de mil e quinhentas cabeças de 1691 e as águas termais de Brejo das Freiras, antigo distrito do município.

Curiosidades

O município passou cinquenta e sete anos com nome de outra pessoa. Em 26 de maio de 1932, um decreto municipal aprovado pelo decreto estadual nº 284 substituiu São João do Rio do Peixe por Antenor Navarro; a devolução do nome original só veio em 5 de outubro de 1989, e não por lei comum, mas pelo ato das disposições constitucionais transitórias da Constituição do Estado da Paraíba — é raro um município recuperar o próprio topônimo por norma constitucional. A segunda curiosidade é de mapa judiciário: três dos quatro termos judiciários da comarca — Santa Helena, Triunfo e Poço de José de Moura — foram distritos do município antes de se emanciparem, em 1961, 1961 e 1994; perderam-se como território e voltaram como jurisdicionados. A terceira é estrutural e mensurável: com população praticamente igual à de Picuí, Remígio e Conceição, esta é a única das quatro comarcas com dois cargos de juiz e duas Varas Mistas. E a quarta está sob os pés: o município é um dos endereços da Bacia do Rio do Peixe, e a descoberta de 2024, à margem da BR-405, ocorreu em território são-joanense, não no vizinho monumento natural de Sousa, que costuma levar todo o crédito.

Educação e cidadania

Em São João do Rio do Peixe, o Fórum concentra mais de uma função pública, e isso é uma vantagem real. O Fórum Doutor João B. de Albuquerque, na Rua João D. Rotéia, no Centro, abriga as duas Varas Mistas e também o atendimento da Defensoria Pública do Estado, que é gratuito para quem não pode contratar advogado e cuja área de cobertura publicada abrange, além da sede, Bernardino Batista, Poço de José de Moura, Santa Helena e Triunfo. Para os moradores desses quatro municípios, o endereço é este. A Cadeia Pública também fica na cidade. O que exige deslocamento a Sousa são duas coisas, e vale saber antes de sair: as causas federais — previdenciárias, assistenciais, FGTS, tributos federais e crimes de competência da União —, que correm na Subseção Judiciária de Sousa, no Fórum Desembargador Federal Paulo de Tarso Benevides Gadelha; e os incidentes de execução penal em regime fechado e semiaberto, decididos na 3ª Vara Regional de Execuções Penais, na mesma cidade. A subseção da OAB fica em Cajazeiras ou em Sousa, conforme a divisão que a Ordem não publica na relação consultada. Já a Vara do Trabalho competente não foi possível confirmar, e a ficha diz isso em vez de arriscar um palpite.

Segurança e fronteira

Duas Varas Mistas e uma Cadeia Pública dentro do município fazem de São João do Rio do Peixe uma comarca com estrutura acima da média para o seu tamanho. A existência da unidade prisional está confirmada em ato de pessoal da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária publicado em Boletim Interno de julho de 2025 — a ficha não publica endereço nem telefone porque não os localizou em relação oficial vigente, e mandar a família ao lugar errado custa mais caro que deixar o campo vazio. O ponto que muda a rotina da defesa e da família é a data de 23 de fevereiro de 2026: desde então, a Resolução TJPB nº 06/2026 concentrou na 3ª Vara Regional de Execuções Penais, em Sousa, tudo o que diz respeito ao cumprimento da pena em regime fechado e semiaberto — progressão, remição, unificação, falta grave, saída temporária. Ficaram nas Varas Mistas locais a fiscalização da própria cadeia, o regime aberto e o livramento condicional. E a Resolução acautelou três situações que costumam preocupar: não há transferência de preso por causa da mudança, os fóruns têm de garantir audiência e ato remotos, e quem progride ao regime aberto pode ter a execução transferida para a comarca onde mora, sem depender da concordância prévia do juízo de destino.

Dados do município

Mesorregião
Sertão Paraibano
Microrregião
Cajazeiras
Área (km²)
476.238
População (Censo 2022)
17.964
Densidade demográfica (hab/km²)
37.72

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — São João do Rio do Peixe/PB

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de São João do Rio do Peixe
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB)
Entrância
Entrância Inicial
Circunscrição judiciária
4ª Circunscrição Judiciária — sede em Sousa
Situação
Comarca instalada e em funcionamento, verificada em fonte primária. O Anexo I da Lei Complementar estadual nº 225, de 26 de junho de 2026, registra "São João do Rio do Peixe ... 02" entre as comarcas de Entrância Inicial, e a nota de rodapé da própria lei restringe as comarcas desinstaladas do Estado a Aroeiras, Caiçara e Lucena. A comarca não foi extinta nem agregada na reorganização de 2026.
Estrutura
1ª e 2ª Varas Mistas. É o detalhe que distingue esta comarca das demais de porte semelhante na Paraíba: o Anexo I da LC 225/2026 fixa DOIS cargos de juiz de Direito de Entrância Inicial para São João do Rio do Peixe, e o Anexo III atribui duas Varas Mistas — enquanto comarcas de população equivalente, como Picuí, Remígio e Conceição, têm um só cargo e Vara Única. Os dois anexos se conferem entre si. Cada Vara Mista acumula matéria cível e criminal.
Base legal
A norma vigente é a Lei Complementar estadual nº 225, de 26/06/2026, publicada em 27/06 e republicada por incorreção em 18/07/2026, que revogou por inteiro a Lei Complementar nº 96/2010 e reescreveu a Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado. Conservou os dois níveis de entrância da Lei Complementar estadual nº 199/2024 — Inicial e Final —, razão pela qual "entrância intermediária" não existe na Paraíba. A Entrância Final é rol fechado de oito comarcas: João Pessoa, a Comarca Integrada de Bayeux e Santa Rita, Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, Patos e Sousa.
Mudanca de circunscrição
Sob a lei revogada, a comarca pertencia à QUINTA Circunscrição Judiciária, sede Cajazeiras. A LC 225/2026 reduziu as circunscrições de seis para cinco, extinguiu Cajazeiras como sede de circunscrição e realocou a comarca na 4ª, sede Sousa. A mudança não alterou a estrutura nem os termos judiciários — e, como se verá, também não alterou o juízo da execução penal.
Jurisdição
Pelo Anexo II da LC 225/2026, a comarca tem sede no próprio município e reúne cinco municípios: a sede e os termos judiciários de Bernardino Batista, Poço de José de Moura, Santa Helena e Triunfo. A Defensoria Pública do Estado publica a mesma relação de cinco municípios como área de atendimento da unidade local, o que confirma o desenho por fonte oficial independente da lei. Três desses quatro termos — Santa Helena, Triunfo e Poço de José de Moura — foram distritos do próprio município antes de se emanciparem.
Tribunal juri
O Tribunal do Júri funciona na comarca. A Resolução TJPB nº 01/2026 centralizou o Júri nas Varas Metropolitanas sediadas em João Pessoa, mas com competência territorial fechada e nominal — João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita —, e São João do Rio do Peixe não integra o rol. A ficha não atribui o Júri a uma das duas Varas Mistas numeradas porque a distribuição interna de competências entre elas não foi localizada em quadro vigente publicado pelo TJPB.
Execução penal
A execução penal nos regimes fechado e semiaberto deixou a comarca em 23 de fevereiro de 2026 e corre na 3ª Vara Regional de Execuções Penais, com sede na Comarca de Sousa. O fundamento é o artigo 1º, inciso III, da Resolução TJPB nº 06/2026, lida na íntegra no Diário da Justiça Eletrônico de 15 de janeiro de 2026: a 3ª Regional — criada pela transformação da antiga 2ª Vara Mista de Sousa — abrange aquela comarca e as demais integrantes da 3ª, da 4ª e da 5ª Circunscrições. A conclusão é firme porque independe da reforma de junho: a comarca era da 5ª Circunscrição na lei vigente ao tempo da resolução e é da 4ª na lei de hoje, e as duas estão na abrangência da mesma Vara Regional. É esse juízo que decide progressão de regime, remição, unificação de penas, falta grave e saída temporária.
Execução penal na comarca
Permanecem nas Varas Mistas locais, por força do artigo 4º da mesma Resolução, a execução em regime aberto, o livramento condicional e a fiscalização da unidade prisional situada no município, na forma do artigo 66, inciso VII, da Lei de Execução Penal — o que é relevante aqui, porque há Cadeia Pública na cidade. A Resolução determina ainda que a regionalização não implica transferência de pessoas presas entre estabelecimentos (artigo 3º), que as diretorias dos fóruns que perderam a competência devem prover audiências e atos remotos (artigo 11) e que, na progressão ao regime aberto ou no livramento de condenado que não resida na sede da vara regional, o cumprimento pode ser transferido ao juízo da comarca de residência, dispensada anuência prévia do juízo de destino (artigo 5º).
Fórum
Fórum Doutor João B. de Albuquerque — Rua João D.
Telefone fórum

Estabelecimentos penais

Panorama
O município tem unidade prisional própria: a Cadeia Pública de São João do Rio do Peixe, nomeada expressamente em ato oficial da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária publicado em Boletim Interno de julho de 2025. A visita, portanto, não exige sair da cidade. A decisão sobre a pena, porém, exige — desde 23 de fevereiro de 2026, o incidente de execução em regime fechado e semiaberto é apreciado pela 3ª Vara Regional de Execuções Penais, em Sousa, e não pelas Varas Mistas que funcionam a poucos quarteirões da unidade. O que continuou com o juízo local é o que o artigo 4º da Resolução TJPB nº 06/2026 preservou: a fiscalização do estabelecimento, na forma do artigo 66, inciso VII, da Lei de Execução Penal, o regime aberto e o livramento condicional.
Unidades
· Cadeia Pública de São João do Rio do Peixe · Município
São João do Rio do Peixe - PB
· Cadeia Pública de São João do Rio do Peixe · Administração
Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (SEAP-PB)
· Cadeia Pública de São João do Rio do Peixe · Fiscalização judicial
Varas Mistas da Comarca de São João do Rio do Peixe (art. 4º da Resolução TJPB nº 06/2026)
· Cadeia Pública de São João do Rio do Peixe · Juizo da execução
3ª Vara Regional de Execuções Penais, sede na Comarca de Sousa (regimes fechado e semiaberto)

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
A Defensoria Pública do Estado da Paraíba atende no próprio Fórum Doutor João B. de Albuquerque, na Rua João D. Rotéia, s/n, Centro. A área de atendimento publicada pela instituição abrange São João do Rio do Peixe, Bernardino Batista, Poço de José de Moura, Santa Helena e Triunfo — exatamente os cinco municípios da comarca. O atendimento é para quem não tem condições de contratar advogado e alcança a matéria criminal e a execução penal, inclusive os incidentes que tramitam na Vara Regional em Sousa.
Defensoria pública uniao
Nas causas de competência da Justiça Federal, o atendimento gratuito cabe à Defensoria Pública da União, que acompanha a Subseção Judiciária de Sousa.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de Sousa — Justiça Federal na Paraíba, Tribunal Regional Federal da 5ª Região
Fórum
Fórum Desembargador Federal Paulo de Tarso Benevides Gadelha — Rua Francisco Vieira da Costa, 20, Maria Rachel, Sousa - PB
Jurisdição
O município é jurisdicionado pela Subseção de Sousa, embora sua região geográfica imediata seja a de Cajazeiras. Ali correm as ações previdenciárias e assistenciais, as questões de FGTS e do Sistema Financeiro da Habitação, os tributos federais e os crimes de competência federal. Vale registrar uma competência federal que a paisagem local pode provocar: os sítios com icnofósseis da Bacia do Rio do Peixe são patrimônio fossilífero, e a apropriação, destruição ou comercialização irregular desse material atrai interesse da União — hipótese em que a competência se desloca para a Justiça Federal, na forma do artigo 109 da Constituição, sem que todo fato ocorrido nessas áreas seja, por isso, federal.

Segurança Pública

Panorama
A comarca tem duas Varas Mistas, o dobro do que têm as comarcas paraibanas de população equivalente, e uma Cadeia Pública dentro do município. Não se localizou fonte oficial explicando a razão dos dois cargos, mas o dado é objetivo e está na lei: onde há dois juízos há maior capacidade de resposta em matéria criminal, inclusive em plantão e em audiência de custódia. A contrapartida é a de todo o sertão paraibano depois de fevereiro de 2026: a decisão sobre a pena de quem está preso aqui é tomada em Sousa.
Atendimento mulher
Não foi confirmada Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher no município. A Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180, funciona 24 horas em todo o país e recebe denúncia e orientação.

Prefeitura Municipal

Nome
Prefeitura Municipal de São João do Rio do Peixe
Site
sjrp.pb.gov.br

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

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Atendimento SMARGIASSI

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