Cidade de RN

Extremoz

Extremoz, na Região Metropolitana de Natal, tem 61.635 habitantes (Censo 2022) e guarda dois títulos que raramente se encontram na mesma cidade: foi a primeira vila do Rio Grande do Norte, criada em 1758 sobre a aldeia jesuítica de São Miguel do Guajiru, e abriga as dunas de Genipabu, cartão-postal do turismo potiguar protegido pela APA estadual de Jenipabu. É sede de comarca própria do TJRN com duas varas e Juizado: o Júri corre na 2ª Vara, mas a execução penal dos regimes fechado e semiaberto é regionalizada na 1ª Vara Regional de Execução Penal, em Natal — e não há presídio no município.

UF
RN
Porte
média
População
61.635 hab.

Para questões judiciais em Extremoz (RN), o juízo competente é da Comarca de Extremoz — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

Extremoz é o ponto de partida da história municipal do Rio Grande do Norte. Antes da vila havia a aldeia de São Miguel do Guajiru, povoação indígena dirigida por padres jesuítas às margens da lagoa que os nativos chamavam Tijuru — comunidade que, segundo o registro do acervo do IBGE baseado em Câmara Cascudo, chegou a reunir 1.429 almas, "a mais linda igreja da Capitania e fartura de víveres e gados". Sobre essa base, em 1758, Bernardo Coelho Gama Casco fundou a Vila Nova de Extremoz, a primeira vila do então Rio Grande, executando os alvarás pombalinos de 1755 e 1758 que transformaram as aldeias missionárias em vilas civis com nomes portugueses — o desta herdou o de Estremoz, no Alentejo. A região já era frequentada havia mais de um século: os holandeses, no período do Brasil neerlandês, chegaram a projetar a divisão da lagoa em um reservatório de água doce e outro salgado, ligado ao mar pelo rio da Redinha, que então dava passagem a embarcações de fundo chato. A vila setecentista, porém, não virou município contínuo: o Extremoz moderno só ganhou autonomia pela Lei estadual nº 2.876, de 4 de abril de 1963, desmembrado de Ceará-Mirim, com instalação em 2 de fevereiro de 1964 — um município sexagenário sentado sobre a povoação mais antiga do interior potiguar.

Economia

A economia de Extremoz vive de dois motores que se olham: a metrópole e a duna. Como cidade da Região Metropolitana de Natal, colada na Zona Norte da capital, Extremoz funciona em parte como cidade-dormitório e em parte como extensão do mercado de trabalho natalense — o que aparece nos números do IBGE para 2021: PIB de R$ 570,4 milhões, com a administração pública respondendo por R$ 190,2 milhões do valor adicionado, a indústria por R$ 83,8 milhões e a agropecuária por modestos R$ 14,5 milhões. O peso dos impostos sobre produtos (R$ 60 milhões) revela um comércio e serviços ativos para o porte. O segundo motor é o turismo de Genipabu: as dunas móveis, a lagoa e os passeios que fazem do distrito um dos destinos mais fotografados do Nordeste sustentam uma cadeia de bugueiros, pousadas, barracas de praia e serviços que se estende por Pitangui e pelas praias do litoral norte do município. Esse turismo tem tradução jurídica direta: atividade econômica dentro de área de proteção ambiental estadual — a APA de Jenipabu, gerida pelo IDEMA com conselho gestor próprio —, o que faz do licenciamento, do ordenamento dos passeios e do conflito entre exploração e conservação uma pauta permanente do contencioso administrativo e ambiental local.

Panorama jurídico

O mapa judiciário de Extremoz mudou duas vezes em poucos anos, e quem tem processo na comarca precisa saber disso. Primeiro, a comarca cresceu: a antiga Vara Única foi desdobrada pela Portaria Conjunta nº 59/2021 do TJRN, que entregou à 1ª Vara a Infância e Juventude e a Violência Doméstica e à 2ª Vara o restante do acervo — incluindo o Tribunal do Júri e a matéria criminal —, com a 2ª Vara, o Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública e a Secretaria Unificada instalados em 30 de maio de 2022. Tudo funciona no Fórum Desembargador Francisco Lima, no Conjunto Estrela do Mar, homenagem ao desembargador que presidiu o TJRN no biênio 1993-1994. Depois, a execução penal saiu da cidade: pelas Resoluções de 2022 o tribunal regionalizou a matéria, e os regimes fechado e semiaberto dos condenados de Extremoz passaram à 1ª Vara Regional de Execução Penal, em Natal, que atende também Ceará-Mirim, Macaíba, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e outras comarcas do entorno. Na prática: o júri de um homicídio de Genipabu acontece em Extremoz, mas a progressão de regime do condenado se decide em Natal, enquanto ele cumpre pena em Alcaçuz ou em Parnamirim. Completam o quadro a Justiça Federal na sede de Natal (Extremoz está fora da lista da Subseção de Ceará-Mirim) e a Justiça do Trabalho no Fórum Trabalhista de Natal — três Justiças, três endereços, nenhum deles óbvio para quem só conhece o fórum da cidade.

Patrimônio

O patrimônio de Extremoz tem camadas de areia, água e pedra. A mais famosa é móvel: as dunas de Genipabu, que caminham com o vento e formam com a lagoa um dos cenários mais reproduzidos do turismo brasileiro — protegidas desde 17 de maio de 1995 pela APA estadual de Jenipabu, criada pelo Decreto nº 12.620 com 1.881 hectares entre o Rio Doce, em Extremoz, e a Redinha Nova, em Natal, para ordenar o uso de praias, mata atlântica, mangue, lagoas e dunas. A camada histórica é a da primeira vila potiguar: da aldeia de São Miguel do Guajiru e da Vila Nova de Extremoz de 1758 a cidade guarda a memória fundacional do estado, registrada por Câmara Cascudo, e a lagoa de Extremoz — a antiga Tijuru que os holandeses quiseram repartir em reservatórios — segue sendo o espelho d'água que organiza a paisagem e o abastecimento da região. Entre a duna e a lagoa, o município soma as praias de Genipabu e Pitangui, a foz do rio Ceará-Mirim na divisa norte e um litoral de falésias baixas e coqueirais que é, ele próprio, o principal ativo econômico e ambiental extremozense — razão pela qual boa parte dos conflitos jurídicos locais é, no fundo, disputa sobre como usar essa paisagem sem destruí-la.

Curiosidades

A curiosidade de Extremoz começa no próprio nome: a cidade potiguar escreve com "x" o que a matriz alentejana, Estremoz, escreve com "s" — e o município brasileiro de hoje é mais novo que a vila que o batizou em três séculos: a Vila Nova de Extremoz é de 1758, primeira do Rio Grande do Norte, mas o município atual só existe desde 1963, desmembrado de Ceará-Mirim, instalado em 2 de fevereiro de 1964. Outra curiosidade é institucional: em Extremoz, quase tudo que é público mora no mesmo endereço — no prédio da Rua Almirante Ernesto de Melo Júnior, 135, funcionam o Fórum Desembargador Francisco Lima com suas duas varas e o Juizado, o cartório da 64ª Zona Eleitoral (que atende também Maxaranguape e Rio do Fogo) e a Sala de Advocacia Walter Soares de Paula, da OAB/RN — o jurisdicionado resolve processo, título de eleitor e reunião com advogado sem sair do prédio. E há a curiosidade penal: o município que abriga um dos cartões-postais do Brasil não tem um único estabelecimento prisional — o preso de Genipabu cumpre custódia em Natal, Parnamirim, Ceará-Mirim ou Nísia Floresta, e seu processo de execução tramita numa vara regional da capital que atende onze comarcas de uma vez.

Educação e cidadania

Para o cidadão de Extremoz, o acesso à Justiça é curto no espaço e exige atenção no mapa institucional. No Fórum Desembargador Francisco Lima, no Conjunto Estrela do Mar, concentram-se as duas varas, o Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública, a Secretaria Unificada — organizada em unidades de atendimento ao público, cumprimento de urgências e apoio ao Júri — e o cartório da 64ª Zona Eleitoral, com telefone (84) 3654-5964 e e-mail ze064@tre-rn.jus.br. A Defensoria Pública atende na Avenida Coqueiros, 128, no Centro, das 8h às 14h — porta de entrada de quem não pode pagar advogado —, e mantém, para as famílias de presos, os núcleos NUAP e NUEP, que orientam sobre unidades prisionais, materiais de uso individual e andamento da execução. A Promotoria de Justiça responde pelo e-mail pmj.extremoz@mprn.mp.br. A prefeitura funciona na Rua Capitão José da Penha, das 7h às 13h, e a rede pública municipal e estadual cobre da educação infantil ao ensino médio, com o desafio típico das cidades metropolitanas: parte dos estudantes e trabalhadores cruza a divisa com Natal todos os dias. Este portal é de uma advocacia particular e não é canal oficial do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria ou da SEAP-RN.

Segurança e fronteira

Extremoz não tem presídio — e, diferentemente das comarcas que guardam a execução penal para si, também não tem mais o juízo da execução dos regimes fechado e semiaberto, regionalizado em Natal. Essa dupla ausência define a rotina de quem enfrenta um processo criminal na cidade. O preso provisório da comarca segue o fluxo metropolitano mapeado pela Defensoria potiguar: triagem na CRT de Parnamirim e, em regra, custódia no Presídio Estadual de Parnamirim, na Cadeia Pública de Natal (Av. Itapetinga, na Zona Norte — a unidade mais próxima de Extremoz) ou na Cadeia Pública de Ceará-Mirim; o condenado em regime fechado tende a Alcaçuz ou à Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, do outro lado da região metropolitana; as mulheres vão para o CDP Feminino de Parnamirim ou o Complexo Feminino João Chaves. Para a família, isso significa reaprender o mapa a cada fase: a audiência é em Extremoz, a visita pode ser em quatro municípios diferentes e o pedido de progressão se protocola na 1ª Vara Regional de Execução Penal, em Natal. No policiamento ostensivo e na investigação, a cidade se integra à malha da Grande Natal, com delegacia local da Polícia Civil e o efeito sazonal do turismo de Genipabu sobre o tipo de ocorrência.

Dados do município

Mesorregião
Leste Potiguar
Microrregião
Natal
Área (km²)
140.639
População (Censo 2022)
61.635
Densidade demográfica (hab/km²)
438.25

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Extremoz/RN

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Extremoz
Tribunal
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN)
Estrutura
Extremoz é sede de comarca própria do TJRN, hoje com DUAS varas e um Juizado. A antiga Vara Única foi desdobrada: a Portaria Conjunta nº 59/2021 reorganizou a comarca e redistribuiu o acervo — a 1ª Vara recebeu os feitos de Infância e Juventude e de Violência Doméstica, e a 2ª Vara recebeu o restante do acervo, incluindo os processos da competência do Tribunal do Júri e da execução criminal. A instalação da 2ª Vara, do Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública e da Secretaria Unificada da comarca ocorreu em 30 de maio de 2022, conforme a Portaria Conjunta nº 27/2022 registrada pela Corregedoria-Geral de Justiça.
Endereço fórum
Fórum Desembargador Francisco Lima — Rua Almirante Ernesto de Melo Júnior, 135, Conjunto Estrela do Mar, Extremoz - RN, CEP 59575-000
Jurisdição
A comarca responde pelo território do município de Extremoz. Os vizinhos têm sedes próprias — Natal, Ceará-Mirim e São Gonçalo do Amarante são comarcas distintas —, de modo que o processo estadual de quem mora em Extremoz, inclusive nas praias de Genipabu e Pitangui, corre no fórum da própria cidade.
Tribunal do juri
O Tribunal do Júri da comarca funciona na 2ª Vara de Extremoz: a Portaria Conjunta nº 59/2021 do TJRN atribuiu a essa vara todos os processos que atendem ao critério da competência do Júri, além da matéria criminal residual. A Secretaria Unificada da comarca mantém unidade específica de apoio ao Júri ("Unidade de Administração, Atendimento ao Público Externo e Apoio ao Júri").
Execução penal
A execução penal dos regimes fechado e semiaberto NÃO corre em Extremoz: o TJRN regionalizou a matéria, e a comarca integra a abrangência da 1ª Vara Regional de Execução Penal, sediada em Natal ("meio fechado e semiaberto"), ao lado de Angicos, Ceará-Mirim, João Câmara, Lajes, Macaíba, Natal, Parnamirim, São Bento do Norte, São Gonçalo do Amarante e São José de Mipibu. A estrutura foi montada pelas Resoluções de 2022 do tribunal, que transformaram varas em Varas Regionais de Execução Penal e criaram a 1ª Secretaria Regional da Execução Penal (1ª SEREX), em Natal. A matéria de execução remanescente atribuída à comarca ficou com a 2ª Vara de Extremoz, conforme a Portaria Conjunta nº 59/2021.

OAB — Subseção

Nome
OAB/RN — Sala de Advocacia Walter Soares de Paula (Fórum de Extremoz)
Endereço
Fórum Desembargador Francisco Lima, Rua Almirante Ernesto de Melo Júnior, 135, Conjunto Estrela do Mar, Extremoz - RN, CEP 59575-000
Estrutura
Não se localizou subseção da OAB/RN sediada em Extremoz. O apoio à advocacia que atua na comarca é a Sala de Advocacia Walter Soares de Paula, mantida pela Seccional dentro do próprio fórum, com funcionamento das 8h às 15h. A sede da Seccional potiguar fica em Natal.

Estabelecimentos penais

Panorama
Extremoz não possui estabelecimento penal. O material oficial da Defensoria Pública do RN mapeia as unidades da região metropolitana que recebem os presos da comarca: os provisórios vão, em regra, para o Presídio Estadual de Parnamirim (PEP), a Cadeia Pública de Natal Raimundo Nonato (CPN, Av. Itapetinga, Potengi — a mais próxima, na Zona Norte de Natal) ou a Cadeia Pública de Ceará-Mirim (CPCM, RN-309, km 4,4, distrito de Riachão); a triagem inicial é na Central de Recebimento e Triagem (CRT), em Parnamirim; os regimes fechados cumprem-se sobretudo na Penitenciária Estadual de Alcaçuz (PEA) e na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga (PERCM), ambas no distrito de Alcaçuz, em Nísia Floresta; as mulheres vão para o CDP Feminino de Parnamirim e para o Complexo Feminino João Chaves. Para a família extremozense, a consequência é dupla: a custódia se dá fora do município e o juízo da execução (regimes fechado e semiaberto) é a 1ª Vara Regional de Execução Penal, em Natal — dois endereços diferentes para acompanhar.

Ministério Público Estadual

Estadual
O Ministério Público do RN atua na comarca pelas Promotorias de Justiça de Extremoz. A relação oficial de contatos do MPRN registra a Promotoria de Justiça de Extremoz com telefone (84) 99972-4377 e e-mail pmj.extremoz@mprn.mp.br.
Telefone
E-mail

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
A Defensoria Pública do Estado do RN mantém núcleo em Extremoz, na Avenida Coqueiros, 128, Centro, CEP 59575-000, com atendimento das 8h às 14h, telefone (84) 98150-2791 e e-mail extremoz@dpe.rn.def.br. Para quem tem familiar preso, a DPE-RN mantém ainda o NUAP (assistência aos presos provisórios e famílias) e o NUEP (execução penal), com atendimento por telefone e mensagem em dias úteis.
Telefone
E-mail

Justiça Federal

Subseção
Seção Judiciária do Rio Grande do Norte (JFRN/TRF5), sede em Natal.
Jurisdição
Extremoz não é sede de vara federal e não consta da jurisdição da Subseção de Ceará-Mirim — a lista oficial do TRF5 para aquela subseção tem 18 municípios do litoral norte e do Mato Grande, sem Extremoz. As causas federais do município — previdenciárias, execuções fiscais da União e crimes federais, inclusive os que envolvem a APA estadual e bens da União na orla — tramitam nas varas da sede da Seção Judiciária, em Natal, a poucos quilômetros da cidade.

Justiça do Trabalho

Vara
Fórum Trabalhista de Natal (TRT da 21ª Região)
Endereço
Av. Capitão-Mor Gouveia, 3104, Lagoa Nova, Natal - RN, CEP 59063-901
Telefone
E-mail
Jurisdição
Extremoz não tem Vara do Trabalho nem está na jurisdição da Vara de Ceará-Mirim: pelos dados cadastrais oficiais das Varas do Trabalho da 21ª Região, o município integra a jurisdição do Fórum Trabalhista de Natal, junto com Natal, Macaíba, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Nísia Floresta e outros municípios da região.

Justiça Eleitoral

Zona
64ª Zona Eleitoral — sede Extremoz
Endereço
Rua Almirante Ernesto de Melo Júnior, 135, Extremoz - RN, CEP 59575-970
Telefone
E-mail
Atendimento
A 64ª ZE funciona no mesmo endereço do Fórum Desembargador Francisco Lima e abrange três municípios: Extremoz, Maxaranguape e Rio do Fogo.

Segurança Pública

Panorama
O policiamento em Extremoz combina a delegacia local da Polícia Civil do RN e o policiamento ostensivo da Polícia Militar, integrados à malha de segurança da Grande Natal — a cidade é contígua à Zona Norte da capital, e parte das ocorrências e dos flagrantes acaba processada em unidades metropolitanas. No verão, a população flutuante das praias de Genipabu e Pitangui muda o perfil da demanda: crimes patrimoniais contra turistas, acidentes com veículos nas dunas e conflitos de consumo sazonais. Não há estabelecimento penal no município, e o preso em flagrante segue o fluxo metropolitano de audiência de custódia e triagem da região de Natal. Para emergências, valem os telefones abaixo.

Prefeitura Municipal

Endereço
Rua Capitão José da Penha, s/n, Centro, Extremoz - RN, CEP 59575-000
Telefone
Site
extremoz.rn.gov.br
Atendimento
segunda a sexta, das 7h às 13h

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

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SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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