Cidade de SP

São José do Rio Pardo

São José do Rio Pardo tem 52.205 habitantes (Censo 2022) em 419 km² do nordeste paulista e é a cidade onde Euclides da Cunha reconstruiu a ponte metálica sobre o rio Pardo e escreveu parte de Os Sertões. É comarca desde 8 de dezembro de 1892, quando se separou de Casa Branca, e segue em entrância inicial pela Lei Complementar estadual nº 980/2005, embora seja o segundo município mais populoso da 43ª Circunscrição Judiciária. Executivo, Legislativo e Judiciário ocupam os números 1, 2 e 3 da mesma praça. Não há unidade prisional nem foro federal: a execução em regime fechado e semiaberto corre, em meio digital, no DEECRIM da 6ª RAJ, em Ribeirão Preto; a investigação passa, desde maio de 2025, pela Vara Regional das Garantias da mesma região; e as causas federais ficam em São João da Boa Vista.

UF
SP
Porte
média
População
52.205 hab.

Para questões judiciais em São José do Rio Pardo (SP), o juízo competente é da Comarca de São José do Rio Pardo — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município e os telefones de emergência. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

A cidade nasceu de uma pousada. Em 1870, o coronel Antônio Marçal Nogueira de Barros reuniu fazendeiros para levantar um pouso no caminho entre Caconde e Casa Branca, junto ao rio Pardo, e no mesmo ano ergueu-se ali uma capela sob a invocação de São José. O povoado formado à volta dela virou objeto de disputa administrativa que hoje soa cômica e então valia imposto: criado distrito em 16 de abril de 1874 sob Casa Branca, transferido para Caconde em 8 de maio de 1877, devolvido a Casa Branca em 14 de abril de 1880. A emancipação veio pela Lei provincial nº 49, de 20 de março de 1885 — o registro do IBGE data a instalação da vila em 8 de maio de 1885, e o histórico da Prefeitura a coloca em 8 de maio do ano seguinte, divergência que esta ficha registra em vez de resolver por conta própria. O episódio que projetou o lugar veio em 11 de agosto de 1889: republicanos prenderam o subdelegado de polícia e o chefe liberal, tomaram o edifício da Casa de Câmara e Cadeia e hastearam bandeira revolucionária — três meses antes do 15 de novembro. A tropa vinda da capital retomou a cidade no dia seguinte, mas o gesto rendeu, pelo Decreto nº 179 de 29 de maio de 1891, a elevação a cidade com nome novo: Rio Pardo, apelidada Cidade Livre do Rio Pardo. Durou oito dias, até o Decreto nº 207, de 6 de junho. No ano seguinte veio a autonomia judiciária.

Economia

O produto interno bruto municipal foi de R$ 2,88 bilhões em 2023, segundo o IBGE, e responde por 13,56% de toda a microrregião geográfica de São João da Boa Vista — participação alta para quem não é a sede dela. A base se formou com o café: o Ramal Férreo do Rio Pardo, criado por lavradores locais e inaugurado em 1887 para escoar a safra, foi transferido no ano seguinte à Companhia Mogiana e puxou comércio, casas bancárias, oficinas e pequenas fábricas montadas pelos imigrantes italianos, austríacos, japoneses e portugueses que substituíram o trabalho escravo nos cafezais. Do café restou a agroindústria; da imigração, o parque de pequena manufatura. A densidade de 124 habitantes por quilômetro quadrado em 419 km² desenha um município mais urbano e adensado que a média das vizinhas, e isso muda a pauta jurídica: pesam menos os conflitos fundiários e mais os contratos de fornecimento agroindustrial, as relações de consumo, os vínculos e acidentes levados à Vara do Trabalho da Rua Coronel Marçal e a litigiosidade urbana típica de cidade média.

Panorama jurídico

Quem procura a Justiça em São José do Rio Pardo precisa saber, antes de tudo, que a cidade pertence a cinco mapas regionais diferentes e que nenhum coincide com o outro. Para o IBGE, está na mesorregião e na região intermediária de Campinas, e divide com Mococa o nome da região imediata. Para o Tribunal de Justiça, é comarca da 43ª Circunscrição Judiciária, cuja sede é Casa Branca, dentro da 6ª RAJ, cuja sede é Ribeirão Preto. Para a Justiça Federal, integra a 27ª Subseção, em São João da Boa Vista. Para a Justiça do Trabalho, é sede de vara própria da 15ª Região, com recurso em Campinas. E, para a Polícia Civil, está no DEINTER 9 — Piracicaba, sob a Seccional de Casa Branca. Dentro da comarca há uma segunda surpresa: com 52.205 habitantes, segunda maior população da própria Circunscrição, ela continua em entrância inicial pelo artigo 4º, inciso CCXVII, da Lei Complementar estadual nº 980/2005 — a Resolução nº 306/07 do Tribunal, que elevou vinte comarcas, alcançou Mococa e não alcançou aqui. Em matéria penal, dois deslocamentos concentram o que importa: a investigação passa, desde 8 de maio de 2025, pela Vara Regional das Garantias da 6ª RAJ, e a execução em regime fechado e semiaberto tramita, digital, no DEECRIM da mesma região — voltando ao ofício local apenas o meio aberto e o controle das condições de quem reside no município. Vale ainda a advertência sobre o lugar do crime: a competência penal se firma onde o delito se consumou, e este município, embora esteja no caminho histórico do sul de Minas, não faz divisa com Minas Gerais — o limite estadual passa a alguns quilômetros, já em território vizinho, e é essa linha, não a distância percebida, que decide se o processo é paulista ou mineiro. A banca atua na comarca em defesa criminal, Tribunal do Júri e execução penal, nos limites éticos da advocacia.

Patrimônio

O patrimônio protegido de São José do Rio Pardo gira em torno de um erro de engenharia. A antiga ponte metálica sobre o rio Pardo, que abria a ligação com Mococa, Caconde e o sul de Minas, teve construção autorizada pela Lei nº 53, de 4 de agosto de 1892, e obras iniciadas em 1896; para fiscalizá-las a Superintendência de Obras designou o engenheiro Euclides da Cunha. A ponte, de cem metros por 6,60 de largura, foi inaugurada em 19 de dezembro de 1897 e desabou em janeiro seguinte, por rachadura em um dos pilares. Foi então que Euclides se ofereceu para reconstruí-la, ficou na cidade e concluiu a obra em 1901 — e foi nesse intervalo, entre o desastre e o conserto, que escreveu parte de Os Sertões. Restaram quatro bens tombados pelo Condephaat, cada um com processo próprio: a Ponte Metálica, hoje Ponte Metálica Euclides da Cunha (processo SC 20897/79, Resolução SC nº 11 de 9 de maio de 1986, inscrição nº 252 no Livro do Tombo Histórico); a Casa Euclidiana, sobrado da Rua Marechal Floriano Peixoto, 105, onde ele viveu e que hoje guarda museu e sala de conferências (processo 00325/73, resolução de 4 de dezembro de 1973, inscrição nº 73); a cabana de zinco e sarrafos do canteiro de obras — o "ranchinho" onde escrevia, sob redoma de vidro no Recanto Euclidiano, na Avenida Euclides da Cunha (processo 00363/73); e a Antiga Casa de Câmara e Cadeia com o antigo Fórum, na Praça Capitão Vicente Dias, tombados juntos em 2018 (processo 72141/14, Resolução 14 de 26 de fevereiro de 2018, inscrição nº 475). Esse último conjunto é o mais jurídico de todos: dois prédios lado a lado, de 1886 e 1892, que mostram a passagem do modelo luso-imperial — câmara e cadeia no mesmo edifício — para o fórum republicano erguido a partir de projeto-tipo do arquiteto Victor Dubugras. O efeito prático do tombamento é concreto: obra, reforma, restauro, demolição, instalação de anúncio ou de antena, no bem e na área envoltória, dependem de autorização prévia do Condephaat.

Curiosidades

Três curiosidades desta cidade dizem alguma coisa sobre direito. A primeira é de endereço: Prefeitura, Câmara e Fórum ocupam os números 1, 2 e 3 da Praça dos Três Poderes — a praça foi construída em 1968 justamente para reuni-los, depois de décadas dividindo o quarteirão da Praça Capitão Vicente Dias, e o nome deixou de ser figura de linguagem. A segunda é de nomenclatura: entre 29 de maio e 6 de junho de 1891 o município se chamou oficialmente Rio Pardo, e ficou conhecido como Cidade Livre do Rio Pardo, em homenagem à tomada republicana de 1889 — nome corrigido por decreto oito dias depois. A terceira é de mapa: a cidade divide o nome da região geográfica imediata do IBGE com Mococa, ou seja, oficialmente nenhuma das duas é a capital da própria região — arranjo raro no estado, que ajuda a entender por que a sede da Circunscrição Judiciária acabou numa terceira cidade, Casa Branca, com metade da população daqui.

Educação e cidadania

Para quem mora aqui, o mapa útil cabe em poucas linhas. Processo criminal, júri, pedido de defensor dativo, inventário, família e execução em meio aberto ficam no Fórum da Praça dos Três Poderes, 03, onde funcionam também a Promotoria de Justiça, o Juizado Especial Cível — telefone (19) 2181-1716 — e o CEJUSC, que faz conciliação pré-processual de cível e família das 13h às 17h. Reclamação trabalhista fica na Rua Coronel Marçal, 70, na 1ª Vara do Trabalho, que atende ainda Caconde, Divinolândia, Itobi, São Sebastião da Grama e Tapiratiba. Prerrogativa profissional e convênio de assistência judiciária passam pela 14ª Subseção da OAB/SP, na Rua Campos Salles, 566. Benefício previdenciário e ação contra a União vão para São João da Boa Vista. Quem não tem condições de pagar advogado liga para o 0800 773 4340 da Defensoria e pede o dativo — sem pagar honorário, taxa ou despesa a quem for indicado. E o que não fica em endereço nenhum da cidade é a execução da pena e a fase de investigação: ambas em Ribeirão Preto, uma no DEECRIM da 6ª RAJ, outra na Vara Regional das Garantias.

Segurança e fronteira

A segurança pública desta cidade se explica melhor por subtração. Falta o presídio: nem a base de unidades da Secretaria da Administração Penitenciária paulista nem a relação do Tribunal de Justiça que amarra cada estabelecimento ao seu DEECRIM registram unidade no município — quem é preso aqui segue para Casa Branca, Mococa, Ribeirão Preto, Jardinópolis, Serra Azul ou Franca. Falta o juízo da investigação, que desde maio de 2025 é a Vara Regional das Garantias da 6ª RAJ, com quase cinquenta comarcas e cerca de três milhões de pessoas na base territorial. E falta a coincidência entre os mapas: o Decreto estadual nº 69.624/2025 coloca a Delegacia de Defesa da Mulher local sob a Seccional de Casa Branca, dentro do DEINTER 9 — Piracicaba, enquanto o processo criminal desce por Ribeirão Preto. O que a cidade tem é o meio do caminho: delegacia, delegacia da mulher, promotoria e fórum, a poucos metros uns dos outros. O começo e o fim do processo penal moram fora.

Dados do município

Mesorregião
Campinas
Microrregião
São João da Boa Vista
Área (km²)
419.684
População (Censo 2022)
52.205
Densidade demográfica (hab/km²)
124.39

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Empresa ou produtor rural em São José do Rio Pardo

Autuação fiscal, ICMS e execução fiscal

A economia de São José do Rio Pardo tem agroindústria — atividade que gera obrigação acessória, crédito acumulado, substituição tributária e, quando o Fisco entende diferente, auto de infração e execução fiscal. A defesa começa no prazo do processo administrativo, antes da inscrição em dívida ativa.

A frente tributária da banca é dupla: Felipe Smargiassi (planejamento e defesa fiscal — o canal direto abaixo) e Dr. Edelcio Smargiassi — OAB/MG 154.574, Auditor Fiscal Aposentado · Doutor em Direito (UMSA).

Atendimento remoto em todo o Brasil · honorários em contrato escrito

Órgãos e instituições — São José do Rio Pardo/SP

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de São José do Rio Pardo
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP)
Entrância
entrância inicial (Lei Complementar estadual nº 980/2005, art. 4º, inciso CCXVII)
Circunscrição judiciária
43ª Circunscrição Judiciária — sede em Casa Branca
Região administrativa judiciária
6ª RAJ — Ribeirão Preto
Criação
A comarca foi instalada em 8 de dezembro de 1892, pela Lei estadual nº 80, desmembrando-se de Casa Branca. Antes disso o foro funcionava dentro da Casa de Câmara e Cadeia, na Praça Capitão Vicente Dias, prédio que abrigava ao mesmo tempo a Câmara, a Intendência, a Coletoria, o corpo de guardas e duas celas. Em 1901 a Câmara comprou o terreno vizinho e o doou ao Estado; o prédio próprio do Fórum e Cadeia foi inaugurado em 1902. Só em 1968 os três poderes deixaram a praça antiga pela atual Praça dos Três Poderes.
Classificação
A Lei Complementar estadual nº 980/2005 classificou a comarca em entrância inicial, no artigo 4º, inciso CCXVII, e não foi localizada elevação posterior: a Resolução nº 306/07 do Tribunal, que promoveu vinte comarcas à entrância intermediária, alcançou Mococa e não alcançou este município; e a Lei Complementar estadual nº 1.274/2015 nomeia Casa Branca (43ªCJ) como sede de Circunscrição elevada a intermediária, sem citá-lo.
Estrutura
O foro funciona no Fórum da Praça dos Três Poderes, número 3, Centro, ao lado da Prefeitura, com varas judiciais de competência cumulativa, sem especialização por matéria. A 2ª Vara Judicial responde pela Infância e Juventude, segundo a relação de cartórios da matéria publicada pelo TJSP, com contato eletrônico riopardoinf@tjsp.jus.br. No mesmo prédio funcionam o Juizado Especial Cível, telefone (19) 2181-1716, e o CEJUSC — este com atuação pré-processual em cível e família, das 13h às 17h, telefone (19) 3608-5728 ramal 38, e-mail cejusc.riopardo@tjsp.jus.br.
Juizo das garantias
Desde 8 de maio de 2025 funciona a Vara Regional das Garantias da 6ª Região Administrativa Judiciária, sediada em Ribeirão Preto — a de maior abrangência entre as varas das garantias paulistas, com quase cinquenta comarcas. É esse juízo, e não o fórum local, que aprecia inquérito, auto de prisão em flagrante, medida cautelar e audiência de custódia até o oferecimento da denúncia; recebida a inicial, o procedimento é redistribuído ao juízo competente para a instrução.
Execução penal
A execução da pena privativa de liberdade em regime fechado e semiaberto não corre aqui: tramita, exclusivamente em meio digital, na Unidade Regional do Departamento Estadual de Execuções Criminais da 6ª RAJ, com sede em Ribeirão Preto, criada pela Lei Complementar estadual nº 1.208/2013 e pela Resolução nº 620/13 do Órgão Especial — a norma própria da 6ª RAJ; a 628/13, muito citada como se valesse para o Estado, é a da 3ª RAJ (Bauru). A vinculação ao DEECRIM segue a unidade prisional, não a comarca da condenação (LC 1.208/13, art. 1º, §4º): transferência de presídio para outra RAJ muda o juízo da execução. E o desenho tem prazo — na ADI 5070, o STF declarou nulo o §3º do art. 1º da LC 1.208/13, com efeitos após 24 meses contados de 19/11/2024 (~19/11/2026). Permanecem no juízo local o acervo físico remanescente e a execução em meio aberto — regime aberto, penas restritivas de direitos, sursis, livramento condicional já concedido e medida de segurança de tratamento ambulatorial. Há ainda um trilho de volta pouco divulgado: pelo manual do próprio Tribunal, quando o executado reside fora da sede do DEECRIM, a unidade regional deve pedir o controle das condições impostas ao ofício judicial que processa execuções criminais no município de residência, ou à Central de Penas e Medidas Alternativas. A internação por medida de segurança só é processada na 5ª Vara das Execuções Criminais da Capital.
Jurisdição
A 43ª Circunscrição Judiciária tem sede em Casa Branca e reúne ainda Caconde, Mococa, Santa Cruz das Palmeiras, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama e Tambaú.
Endereço
Fórum da Comarca de São José do Rio Pardo — Praça dos Três Poderes, 03, Centro, São José do Rio Pardo - SP, CEP 13720-000

OAB — Subseção

Nome
14ª Subseção da OAB/SP — São José do Rio Pardo
Endereço
Rua Campos Salles, 566, São José do Rio Pardo - SP, CEP 13720-000
Telefone
E-mail
Site
www.oabsp.org.br/subsecao/sao-jose-do-rio-pardo
Estrutura
A cidade é sede de subseção própria, com composição eleita para o triênio 2025-2027. É o canal de prerrogativas de quem advoga no Fórum da Praça dos Três Poderes e na Vara do Trabalho da Rua Coronel Marçal, e a porta de entrada do convênio de assistência judiciária entre a Defensoria Pública do Estado e a OAB/SP, do qual depende boa parte da defesa criminal gratuita na comarca.

Serviços federais na fronteira

Justica federal
Subseção Judiciária de São João da Boa Vista (27ª Subseção, TRF3), com vara federal e Juizado Especial Adjunto Cível; São José do Rio Pardo integra a jurisdição.
Justica trabalho
1ª Vara do Trabalho de São José do Rio Pardo (TRT-15), Rua Coronel Marçal, 70, Centro.
INSS
Atendimento por agendamento pelo telefone 135 ou pelo portal e aplicativo Meu INSS.

Ministério Público Estadual

Estadual
Promotoria de Justiça de São José do Rio Pardo — Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), instalada no mesmo endereço do Fórum, na Praça dos Três Poderes. Atua na área criminal e no Tribunal do Júri, no cível, na infância e juventude, na cidadania e na matéria eleitoral da zona sediada no município.
Endereço
Praça dos Três Poderes, 3, Centro, São José do Rio Pardo - SP, CEP 13720-000
E-mail

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
Não há unidade da Defensoria Pública do Estado de São Paulo instalada em São José do Rio Pardo. Quem não tem condições de contratar advogado é atendido pelo convênio entre a Defensoria e a OAB/SP — a advocacia dativa, em que o profissional conveniado é indicado e remunerado pela Defensoria, vedada qualquer cobrança de honorários, taxas ou despesas ao assistido. Orientação e agendamento pelo telefone gratuito 0800 773 4340 e pelo portal da Defensoria; em processo criminal, a nomeação de dativo é requerida ao juízo da comarca.
Defensoria pública uniao
Nas causas de competência da Justiça Federal, o atendimento gratuito cabe à Defensoria Pública da União, que acompanha a Subseção de São João da Boa Vista.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de São João da Boa Vista (27ª Subseção de São Paulo) — Justiça Federal da 3ª Região
Jurisdição
Não há foro federal no município. Ações previdenciárias e assistenciais, FGTS, tributos federais e demais causas de interesse da União tramitam na 27ª Subseção Judiciária, em São João da Boa Vista, que reúne Aguaí, Águas da Prata, Caconde, Casa Branca, Divinolândia, Espírito Santo do Pinhal, Itapira, Itobi, Mococa, Mogi Mirim, Santo Antônio do Jardim, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, Tapiratiba e Vargem Grande do Sul.
Observação competência
Um detalhe importa a quem responde a processo criminal federal: o endereço eletrônico da subseção ainda termina com a expressão "cível e criminal", mas o título da própria página já diz apenas "com Juizado Especial Adjunto Cível". A mudança veio do Provimento CJF3R nº 151, de 22 de abril de 2025, que excluiu a competência criminal da Subseção de São João da Boa Vista.

Justiça do Trabalho

Nome
1ª Vara do Trabalho de São José do Rio Pardo
Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15), com sede em Campinas
Endereço
Rua Coronel Marçal, 70, Centro, São José do Rio Pardo - SP, CEP 13720-000
Telefone
E-mail
Abrangência
Caconde, Divinolândia, Itobi, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama e Tapiratiba

Justiça Eleitoral

Central atendimento eleitor
148

Sistema Penitenciário

Panorama
São José do Rio Pardo não tem estabelecimento penal. A base de unidades prisionais da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo não registra nenhum endereço no município, e a relação do TJSP que vincula cada unidade prisional ao respectivo DEECRIM tampouco — nem penitenciária, nem centro de detenção provisória, nem centro de ressocialização ou de progressão.
Onde ficam os presos
As unidades da região estão todas vinculadas ao DEECRIM da 6ª RAJ, em Ribeirão Preto. A mais próxima é a Penitenciária "Joaquim de Sylos Cintra", de Casa Branca, com Ala de Progressão Penitenciária, na Rodovia Ary Pinto Lippelt, km 05, telefone (19) 3671-1100 — mesmo DDD, o que já diz algo sobre a distância. Vêm em seguida o Centro de Ressocialização de Mococa e, mais longe, a Penitenciária de Ribeirão Preto com ala de progressão para o semiaberto, a Penitenciária Feminina e o CDP de Ribeirão Preto, o Centro de Progressão Penitenciária de Jardinópolis e as unidades de Serra Azul e Franca.
Consequência pratica para familia
O município concentra fórum, promotoria, subseção da OAB e vara do trabalho — e nada do sistema prisional. Para a família, a visita começa com uma viagem, em geral curta, até Casa Branca ou Mococa; e o processo de execução não está no balcão do fórum da praça, porque é digital e tramita em Ribeirão Preto.

Segurança Pública

Panorama
O município reúne delegacia de polícia, Delegacia de Defesa da Mulher e a estrutura de um polo de serviços de porte médio, e não reúne nenhuma vaga prisional. Preso em flagrante aqui, o cidadão passa pela audiência de custódia da Vara Regional das Garantias da 6ª RAJ e segue para unidade de outro município; a execução da pena nasce digital em Ribeirão Preto.
Atendimento mulher
A Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher local foi reclassificada como de 2ª Classe pelo Decreto estadual nº 69.624/2025 e está subordinada à Seccional de Casa Branca. Para emergência e orientação, a Central 180 funciona 24 horas; a medida protetiva de urgência é requerida ao juízo da comarca.

Polícia Civil

Unidade
São José do Rio Pardo tem delegacia de polícia e Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher próprias.
Estrutura
Aqui está a divergência que mais atrapalha quem procura um inquérito ou o paradeiro de um preso recém-autuado: no mapa judiciário o município olha para Ribeirão Preto, na 6ª RAJ; no mapa da Polícia Civil pertence ao DEINTER 9 — Piracicaba, sob a Delegacia Seccional de Polícia de Casa Branca. O Decreto estadual nº 69.624, de 12 de junho de 2025, lista expressamente, sob a Seccional de Casa Branca, a Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher de São José do Rio Pardo, reclassificada como de 2ª Classe. Casa Branca acumula dois papéis regionais sobre este município — sede da Circunscrição Judiciária e sede da Seccional de Polícia — sem ser sede do departamento policial, que fica em Piracicaba, nem da região judiciária, em Ribeirão Preto.

Prefeitura Municipal

Nome
Prefeitura Municipal de São José do Rio Pardo
Endereço
Praça dos Três Poderes, 01, Centro, São José do Rio Pardo - SP
Telefone
Atendimento
Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
Site
saojosedoriopardo.sp.gov.br

Câmara Municipal

Nome
Câmara Municipal de São José do Rio Pardo
Endereço
Praça dos Três Poderes, 02, Centro, São José do Rio Pardo - SP, CEP 13720-031
Telefone
E-mail
Atendimento
Segunda a sexta-feira, das 7h às 18h
Site
camarasjriopardo.sp.gov.br

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional