História
Ourolândia nasceu como distrito de Ouro Branco, no território de Jacobina, herdeiro do imaginário do ouro que bandeirantes vieram buscar no Piemonte da Chapada Diamantina ainda no século XVII. O povoado do sertão do rio Salitre cresceu à sombra da cidade-mãe até que, no ciclo emancipacionista baiano do fim dos anos 1980, alcançou autonomia: pela lei de 13 de junho de 1989, Ouro Branco desmembrou-se de Jacobina e virou município. Como já existia outra Ouro Branco na Bahia, escolheu-se o nome Ourolândia, que ao mesmo tempo evoca o metal precioso do passado e projeta a nova terra. A elite local e a mobilização popular disputaram o desenho da emancipação, tema que rendeu até pesquisa acadêmica sobre a passagem de Ouro Branco a Ourolândia. Padroeira do município é Nossa Senhora do Carmo, cujo calendário festivo organiza a vida da cidade.