Cidade de PA

Igarapé-Açu

Igarapé-Açu tem 35.797 habitantes (Censo 2022) em apenas 786 km² da Zona Bragantina, no nordeste paraense — densidade de 45,54 habitantes por quilômetro quadrado, herança da colonização dirigida e da antiga Estrada de Ferro de Bragança. É comarca instalada de segunda entrância, com Vara Única que acumula cível, criminal e Tribunal do Júri e responde também pelo Termo Judiciário de Magalhães Barata, na 4ª Região Judiciária do TJPA, sediada em Castanhal. Não há presídio no município: quem é condenado aqui cumpre pena na Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal, e é o juízo criminal daquela comarca que decide progressão, remição e livramento. Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Vara Agrária e subseção da OAB também ficam em Castanhal. A Defensoria Pública tem unidade na Avenida Barão do Rio Branco.

UF
PA
Porte
pequena
População
35.797 hab.

Para questões judiciais em Igarapé-Açu (PA), o juízo competente é da Comarca de Igarapé-Açu — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

Igarapé-Açu foi projeto antes de ser cidade. A demarcação do núcleo colonial Jambu-Açu começou em 1895, a cargo de um engenheiro designado pelo Estado, e a colonização contou inicialmente com colonos espanhóis. O crescimento era lento até que os trilhos chegaram: assentada a Estrada de Ferro de Bragança em 1901, cortando o território de oeste a leste pela parte central, a colônia ganhou ritmo, e as obras da ferrovia atraíram famílias vindas das cercanias de Santarém Novo e Porto Seguro, somadas à migração nordestina fugida das secas. A origem administrativa é curiosa: o Congresso Legislativo do Estado precisava extinguir o decadente município de Santarém Novo sem transferir seu território aos vizinhos, e resolveu criar um município novo. Assim, o distrito criado pela Lei Estadual nº 902, de 5 de novembro de 1903, virou município pela Lei Estadual nº 985, de 26 de outubro de 1906, com o território do extinto Santarém Novo, instalando-se em 15 de dezembro de 1907. Entre 1931 e 1938 o município mudou de nome para João Pessoa; em 1943 perdeu Nova Timboteua, Peixe Boi e Timboteua, e desde então é constituído de dois distritos, Igarapé-Açu e Caripi, o antigo São Luís.

Economia

A economia igarapé-açuense é a de uma zona agrícola antiga que se especializou. Em 2024, o IBGE registrou 90 mil toneladas de dendê em cacho — volume que faz do município um polo da palma no nordeste paraense —, acompanhadas de 15.950 toneladas de mandioca, 6.721 de açaí, 3.720 de pimenta-do-reino, 3 mil de maracujá, 1.800 de coco-da-baía e 1.760 de melancia; o rebanho bovino era de 21.888 cabeças. O PIB de R$ 599 milhões em 2023 se distribui por essa policultura, pelo comércio da sede e pelos serviços que a proximidade de Castanhal, a menos de cinquenta quilômetros, ao mesmo tempo alimenta e limita. É um perfil que gera pauta jurídica própria: contrato de integração e de fornecimento na cadeia do dendê, arrendamento de pequena gleba, crédito rural do agricultor familiar, questões previdenciárias de segurado especial e vínculo de emprego rural sazonal — este último julgado na Vara do Trabalho de Castanhal, que responde por catorze municípios da região.

Panorama jurídico

A comarca de Igarapé-Açu tem uma característica que contraria o palpite: é de segunda entrância. A intuição sugere primeira, porque o município tem menos de trinta e seis mil habitantes e uma só vara — mas a ata da 17ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno do TJPA, de 11 de maio de 2022, arrola o titular da Vara Única entre os juízes de segunda entrância inscritos em promoção para a terceira, na Capital. Entrância, no Código Judiciário paraense, resulta de extensão, eleitorado, receita tributária e movimento forense, não do tamanho da cidade. A vara acumula tudo: cível, família, infância, crime e Tribunal do Júri, e ainda responde pelo Termo Judiciário de Magalhães Barata, município litorâneo cujos processos tramitam aqui. Fora da comarca ficam a investigação criminal, controlada desde agosto de 2025 pelas Varas de Juiz das Garantias das Comarcas do Interior, e a execução penal, que corre no juízo criminal de Castanhal por força do artigo 2º da Resolução nº 016/2007-TJE-GP, já que não há unidade prisional no território. A boa notícia é a geografia: Castanhal concentra a subseção federal, a Vara do Trabalho, a Vara Agrária, a subseção da OAB e a unidade prisional a menos de uma hora de estrada — situação rara no Pará, onde o normal é cada matéria ir para uma cidade diferente. A banca atua na comarca em defesa criminal, Tribunal do Júri e execução penal, nos limites éticos da advocacia e sem promessa de resultado.

Patrimônio

O patrimônio de Igarapé-Açu está enterrado sob a paisagem: são os trilhos. A Estrada de Ferro de Bragança, assentada aqui em 1901 e desativada décadas depois, organizou o território de oeste a leste e deixou como herança o traçado das vilas, a densidade demográfica atípica para a Amazônia e a própria existência do município — foi ela que transformou uma colônia lenta em núcleo de povoamento. A segunda camada é agrícola e vem do mesmo período: a colonização dirigida do fim do século XIX, com colonos espanhóis, e a chegada posterior das famílias nordestinas que deram à Zona Bragantina o perfil de pequena propriedade e policultura que ela mantém. A terceira é toponímica: o município já se chamou João Pessoa, entre 1931 e 1938, e guarda em Caripi, seu segundo distrito, o nome antigo de São Luís.

Curiosidades

A curiosidade fundadora de Igarapé-Açu é jurídica e administrativa: o município existe porque outro deixou de existir. O Congresso Legislativo do Pará precisava extinguir Santarém Novo, em decadência, mas não podia anexar seu território aos vizinhos sem agravar a situação da zona — e criou, em 1906, um município inteiramente novo com aquelas terras mais uma parte da Capital. A segunda curiosidade é o nome que não pegou: entre 1931 e 1938, por decreto estadual, a cidade chamou-se João Pessoa, e só voltou a ser Igarapé-Açu quando outro decreto desfez a mudança. A terceira interessa a quem consulta ficha de cidade: apesar de ter uma única vara e menos de trinta e seis mil habitantes, a comarca é de segunda entrância, e não de primeira — classificação que o Código Judiciário calcula por eleitorado, receita e movimento forense, e não por população.

Educação e cidadania

Há uma avenida em Igarapé-Açu que resolve quase tudo. Na Barão do Rio Branco estão a Prefeitura, no número 3913, a Câmara Municipal, no 4042, com atendimento das 7h30 às 13h, e a unidade da Defensoria Pública do Estado, que atende quem não tem condições de contratar advogado e responde também pelo Termo Judiciário de Magalhães Barata. A Vara Única funciona das 8h às 14h e conta com Balcão Virtual, agendamento on-line e o WhatsApp (91) 99338-2960, todos publicados pelo próprio TJPA. O que não está na cidade está em Castanhal, a menos de cinquenta quilômetros: a Subseção Judiciária Federal, a Vara do Trabalho, a Vara Agrária, a subseção da OAB/PA, a Defensoria regional com plantão próprio e a unidade prisional onde corre a execução da pena. Para o morador da Zona Bragantina, isso significa um único destino de viagem para praticamente todas as matérias que não se resolvem no Fórum local — vantagem que poucos municípios paraenses têm.

Segurança e fronteira

Para quem tem parente preso em Igarapé-Açu, a resposta é curta e, por uma vez, boa: a SEAP-PA não mantém unidade no município, e a referência é a Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal, na Avenida Raimundo Nonato de Vasconcelos, no Bairro do Cristo — mesma microrregião, mesma estrada, sem travessia de balsa nem viagem de dia inteiro. A consequência jurídica segue a regra paraense: pelo artigo 2º da Resolução nº 016/2007-TJE-GP, é o juízo criminal da comarca do centro de recuperação que decide progressão de regime, remição, saída temporária e falta grave, e pelo artigo 3º essa competência muda a cada transferência de unidade. Castanhal não tem vara especializada em execução penal — no interior do Pará só Santarém e Marabá têm —, de modo que o incidente disputa pauta com a matéria criminal comum. Vale lembrar o artigo 5º: o preso de justiça de comarca do interior só é transferido do distrito da culpa depois de julgado, salvo autorização excepcional da Corregedoria.

Dados do município

Mesorregião
Nordeste Paraense
Microrregião
Bragantina
Região intermediária (IBGE)
Castanhal
Área (km²)
785.983
População (Censo 2022)
35.797
Densidade demográfica (hab/km²)
45.54

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Igarapé-Açu/PA

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Igarapé-Açu
Código TJPA
021
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA)
Entrância
2ª entrância
Unidade judiciária
Vara Única da Comarca de Igarapé-Açu
Região judiciária
A comarca integra a 4ª Região Judiciária do TJPA, com sede em Castanhal, ao lado de Curuçá, Inhangapi, Irituia, Maracanã, Marapanim, Santa Maria do Pará, São Domingos do Capim, São Francisco do Pará e São Miguel do Guamá. É agrupamento administrativo do Tribunal, para lotação e movimentação de magistrados.
Estrutura
A comarca é instalada e funciona com uma única unidade de primeiro grau — a Vara Única de Igarapé-Açu, registrada pelo TJPA como Judicial 1º Grau, com expediente das 8h às 14h —, que acumula cível, família, infância e juventude e criminal. Não há juizado especial próprio na relação oficial de unidades judiciárias do Estado.
Jurisdição
A comarca não se limita ao município. O lotacionograma da Presidência do TJPA vincula à Vara Única de Igarapé-Açu o Termo Judiciário de Magalhães Barata, e o cadastro da Defensoria Pública do Estado confirma o arranjo ao registrar "Magalhães Barata (Termo Judiciário de Igarapé-Açu)" com atendimento no mesmo endereço da unidade igarapé-açuense. Quem mora naquele município litoral, portanto, tem o processo tramitando aqui, terra adentro.
Classificação
Igarapé-Açu é comarca de segunda entrância — e esse é o dado que a leitura intuitiva erra. O Código de Organização Judiciária do Pará, a Lei estadual nº 5.008, de 10 de dezembro de 1981, elevou à 2ª entrância dezoito comarcas no artigo 484 e Igarapé-Açu não estava entre elas; a reclassificação veio depois. A ata da 17ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno do TJPA, de 11 de maio de 2022, publicada no Diário da Justiça nº 7373/2022, arrola o titular da Vara Única da Comarca de Igarapé-Açu entre os Juízes de Direito de 2ª Entrância inscritos em processo de promoção para vara de 3ª entrância na Capital. É, portanto, uma comarca de segunda entrância com vara única — combinação incomum, que costuma indicar volume de feitos maior do que a estrutura instalada sugere.
Tribunal do juri
O Tribunal do Júri é presidido pelo juiz da Vara Única, que concentra toda a competência criminal da comarca e do termo anexo. O calendário segue o Código Judiciário paraense: pelo artigo 47, a reunião do Júri é mensal apenas em Belém e trimestral nas demais comarcas; pelo artigo 48, o sorteio dos jurados de cada reunião é feito com trinta dias de antecedência no interior, contra quinze na Capital.
Juiz das garantias
Desde 24 de agosto de 2025 a investigação criminal não é controlada pelo juízo local. A Resolução nº 9, de 13 de agosto de 2025, do Tribunal Pleno do TJPA, com a redação da Resolução nº 10, de 20 de agosto de 2025, criou a 1ª e a 2ª Vara de Juiz(a) das Garantias das Comarcas do Interior, com jurisdição sobre todos os municípios paraenses fora da Região Metropolitana de Belém — o que inclui Igarapé-Açu, apesar da proximidade com a capital. São essas varas que decidem as medidas de investigação e realizam a audiência de custódia, ressalvado o plantão; oferecida a denúncia, os autos são redistribuídos à Vara Única. A regra não alcança o Júri, a violência doméstica e familiar, os juizados especiais criminais nem as varas criminais colegiadas.
Execução penal
Não há estabelecimento penal em Igarapé-Açu, e o artigo 2º da Resolução nº 016/2007-TJE-GP do TJPA determina que, nas comarcas do interior, a execução penal corra perante o juízo criminal da comarca onde se situa o centro de recuperação em que o condenado está custodiado, qualquer que seja a pena; o artigo 3º desloca a competência a cada transferência de unidade. A referência da região é a Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal, a poucas dezenas de quilômetros, e é o juízo criminal de Castanhal que aprecia progressão de regime, remição, livramento condicional e falta grave. Pelo artigo 4º, o juízo sentenciante tem cinco dias, contados do trânsito em julgado, para remeter a documentação da execução — prazo que também corre da interposição do recurso, na execução provisória. E o artigo 5º assegura que o preso de comarca do interior só seja transferido do distrito da culpa depois de julgado. Castanhal não tem vara especializada em execução penal: as duas do interior paraense, criadas pelo artigo 6º da mesma resolução, ficam em Santarém e em Marabá.
Vara agrária
Aqui, ao contrário do que acontece com a maioria das comarcas paraenses, a vara agrária fica perto. A Resolução nº 11, de 10 de maio de 2023, do Tribunal Pleno do TJPA, lista Igarapé-Açu como item 29 da Região Agrária de Castanhal, e Magalhães Barata como item 36 da mesma região — cuja sede é a própria Castanhal, onde funciona a Vara Agrária. Conflito possessório rural e matéria minerária são julgados a menos de cinquenta quilômetros, e não do outro lado do Estado.
Atendimento remoto
O TJPA publica para a Vara Única de Igarapé-Açu o Balcão Virtual — videoconferência com a secretaria em horário de expediente —, agendamento on-line e o WhatsApp institucional (91) 99338-2960.
Emails
Comarca
tjepa021@tjpa.jus.br
Vara única
1igarapeacu@tjpa.jus.br
Unaj
021unaj@tjpa.jus.br

OAB — Subseção

Nome
Subseção da OAB/PA em Castanhal
Abrangência
Castanhal, Curuçá, Igarapé Açu, Inhangapi, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, Santa Maria do Pará, São Domingos do Capim, São Francisco do Pará, São Miguel do Guamá e Terra Alta
E-mail
Site
oabpa.org.br/subsecoes/castanhal

Serviços federais na fronteira

Justica federal
Subseção Judiciária de Castanhal (TRF1) — não há vara federal em Igarapé-Açu.
Justica trabalho
Vara do Trabalho de Castanhal (TRT-8), Av. Presidente Getúlio Vargas, 1.500.
INSS
Atendimento por agendamento pelo telefone 135 ou pelo portal e aplicativo Meu INSS.

Estabelecimentos penais

Panorama
A relação oficial de unidades penitenciárias do interior publicada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Pará não registra estabelecimento em Igarapé-Açu. A unidade de referência da região é a Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal. A vantagem, comparada à de outras comarcas paraenses, é a distância curta: visita e protocolo de incidente acontecem na mesma cidade que já concentra a Vara do Trabalho, a subseção federal, a subseção da OAB e a Vara Agrária.
Unidades de referência
· UCR Castanhal — Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal · Administração
Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Pará (SEAP-PA)
· UCR Castanhal — Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal · Endereço
Avenida Raimundo Nonato de Vasconcelos, nº 100, Bairro do Cristo, Castanhal - PA
· UCR Castanhal — Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal · Telefone
· UCR Castanhal — Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal · E-mail

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
A Defensoria Pública do Estado do Pará mantém unidade no município, na Avenida Barão do Rio Branco, s/n, Centro, CEP 68725-000 — a mesma avenida da Prefeitura e da Câmara. O cadastro oficial registra a unidade sem telefone próprio e informa que ela responde também pelo Termo Judiciário de Magalhães Barata.
Referência regional
A unidade de Castanhal, na Rua Senador Antônio Lemos, nº 946, Centro, CEP 68745-010, divulga (91) 97400-8144, (91) 97400-1660 e (91) 98121-7584 para o plantão — contatos úteis para quem acompanha execução penal no juízo criminal daquela comarca.
Defensoria pública uniao
Nas causas de competência da Justiça Federal, que correm na Subseção Judiciária de Castanhal, o atendimento gratuito cabe à Defensoria Pública da União.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de Castanhal — Seção Judiciária do Pará, Justiça Federal da 1ª Região (TRF1)
Jurisdição
As causas federais de Igarapé-Açu correm em Castanhal, cuja subseção alcança também Augusto Corrêa, Bonito, Bragança, Capanema, Curuçá, Inhangapi, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, Nova Timboteua, Peixe-Boi, Primavera, Quatipuru, Salinópolis, Santa Maria do Pará, Santarém Novo, São Domingos do Capim, São Francisco do Pará, São João da Ponta, São João de Pirabas, Terra Alta, Tracuateua e Viseu. Benefício previdenciário e assistencial, FGTS, tributo federal, crédito rural com recurso da União e crime do artigo 109 da Constituição vão para lá.
Contato
atermacao.cah@trf1.jus.br — telefones (91) 3412-2750 e (91) 3412-2776

Justiça do Trabalho

Nome
Vara do Trabalho de Castanhal
Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), com jurisdição sobre Pará e Amapá
Endereço
Avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 1.500, Cristo Redentor, Castanhal - PA, CEP 68741-000
Telefone
E-mail
Abrangência
Castanhal, Curuçá, Igarapé-Açu, Inhangapi, Irituia, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, Santa Maria do Pará, São Domingos do Capim, São Francisco do Pará, São João da Ponta, São Miguel do Guamá e Terra Alta

Segurança Pública

Panorama
Igarapé-Açu é um município compacto e povoado para os padrões amazônicos: 786 km² com quase 46 habitantes por quilômetro quadrado, dois distritos e uma malha de vilas herdada da ocupação ferroviária, ligada por estradas curtas ao eixo Castanhal–Capanema. Essa configuração produz um perfil de ocorrências mais urbano e de vizinhança do que de fronteira agrícola — conflito interpessoal, violência doméstica, patrimônio — combinado com as questões de trânsito de um município atravessado por rodovia movimentada. A ausência de unidade prisional significa que a custódia após a audiência de custódia se resolve fora do município.
Canal oficial
O registro eletrônico de ocorrência é feito pela Delegacia Virtual da Polícia Civil do Pará, mantida pela SEGUP-PA.

Prefeitura Municipal

Nome
Prefeitura Municipal de Igarapé-Açu
Endereço
Avenida Barão do Rio Branco, 3913, Centro, Igarapé-Açu - PA, CEP 68725-000
E-mail
Site
prefeituradeigarapeacu.pa.gov.br

Câmara Municipal

Nome
Câmara Municipal de Igarapé-Açu
Endereço
Avenida Barão do Rio Branco, nº 4042, Centro, Igarapé-Açu - PA
Telefone
E-mail
Horário
07h30 às 13h00, de segunda a sexta
Site
cmigarapeacu.pa.gov.br

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

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