Cidade de MG

Carmo do Paranaíba

Carmo do Paranaíba tem 29.011 habitantes (Censo 2022) em 1.307,862 km² no Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, a 354 km de Belo Horizonte e a 58 km de Patos de Minas. É sede de comarca do TJMG de segunda entrância, instalada em 23 de maio de 1892, com duas varas no Fórum Doutor Barcelos — a Vara Cível e da Infância e da Juventude e a Vara Criminal — e jurisdição sobre um único município, o próprio. O Tribunal do Júri é da comarca e está na Vara Criminal, a única com competência penal. A execução da pena corre aqui, e não onde houve a condenação, porque a comarca sedia o Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo e porque o artigo 1º da Portaria Conjunta nº 344/2014 fixa a competência na comarca onde o condenado está recolhido: o titular da Vara Criminal é o Juiz Corregedor de presídios da comarca (Portaria nº 8.305/CGJ/2025). O juiz das garantias é o da Vara Criminal e de Execuções Penais de São Gotardo, em par recíproco pelo Anexo Único da Portaria Conjunta nº 1.818/PR/2026 — mas o inquérito de homicídio não vai para lá, porque os crimes dolosos contra a vida estão excluídos do instituto. Na Justiça Federal, a comarca responde à Subseção de Patos de Minas e DEIXOU de ter competência federal delegada: a ação previdenciária contra o INSS é ajuizada em Patos de Minas.

UF
MG
Porte
pequena
População
29.011 hab.

Para questões judiciais em Carmo do Paranaíba (MG), o juízo competente é da Comarca de Carmo do Paranaíba — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

Pessoa presa e a família sem informação? Veja como localizar uma pessoa presa em Minas Gerais — o passo a passo com os canais oficiais do estado.

Precisa de um advogado?

Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional

Particularidades

História

A história de Carmo do Paranaíba é uma história de nome trocado e de sede mudada. A vila nasceu em 20 de setembro de 1848, pela Lei Provincial nº 347, desmembrada de Araxá, com sede na freguesia de São Francisco das Chagas do Campo Grande — e era esse o seu nome. O verbete do IBGE relata em seguida um vaivém: suprimida por leis de 1850 e 1870, restaurada por leis de 1859 e 1873, numa sequência cujas datas o próprio verbete apresenta fora de ordem. Em 11 de julho de 1876, pela Lei Provincial nº 2.306, a sede foi transferida para o Arraial Novo do Carmo e a povoação passou a chamar-se Carmo do Paranaíba, então grafado Carmo do Paranahyba. Cidade em 4 de outubro de 1887, pela Lei Provincial nº 3.464 — data que o TJMG ainda publica entre os feriados da comarca. O foro veio quase em seguida: comarca instalada em 23 de maio de 1892, no primeiro momento da organização judiciária do estado republicano, e desde então o município é o seu próprio e único termo judiciário, coisa que o IBGE registrou nos quadros territoriais de 1936, 1938, 1944-1948, 1949-1953 e 1954-1958 e que continua verdadeira no Anexo II da LC 59/2001 de hoje. O território, sim, mudou: em 17 de dezembro de 1938, pelo Decreto-Lei estadual nº 148, o município adquiriu o distrito de Quintinos, que era de Patos; e em 31 de dezembro de 1943, pelo Decreto-Lei estadual nº 1.058, trocou pedaços de território com Rio Paranaíba e Patos de Minas, ganhando partes de Arapuá e Lagoa Formosa e perdendo partes para Arapuá e Santana dos Patos. Cento e trinta e quatro anos depois de instalada, a comarca tem a jurisdição de um município só e duas varas — sinal de que o que cresceu aqui não foi o território do foro, foi a carga dele.

Economia

A economia de Carmo do Paranaíba é café, e o número é categórico: dos R$ 444.277 mil que a lavoura do município produziu em 2023, R$ 387.463 mil — 87% — saíram de café em grão, todo ele arábica. O milho vem muito atrás, com R$ 24.998 mil, seguido de soja (R$ 19.998 mil) e feijão (R$ 4.710 mil). O PIB municipal de 2023 foi de R$ 1.195.269 mil, resultado de lavoura mecanizada em 1.307 km² de cerrado corrigido, não de indústria nem de serviço. Para a prática jurídica isso tem consequência concreta: o contrato agrário, a cédula de produto rural, a troca de insumos por safra, o penhor de colheita e o arrendamento de área de café aparecem no fórum ao lado do crime comum, e a execução de dívida rural convive com a possessória. A mesma estrutura explica a arrecadação municipal e a dependência do ciclo de preço da saca — quando o café cai, cai o crédito, e o passivo tributário e trabalhista do produtor chega ao Judiciário com atraso de uma ou duas safras.

Panorama jurídico

Para quem precisa entender onde o seu caso é decidido, Carmo do Paranaíba tem uma particularidade que vale nomear: as três perguntas mais comuns têm três respostas em três cidades diferentes. Onde se julga o crime: aqui, na Vara Criminal, inclusive o crime doloso contra a vida, porque o Tribunal do Júri é órgão da comarca pelo artigo 9º, § 3º, da LC 59/2001 e não pode descer nem subir de nível. Onde se decide a investigação: em São Gotardo, a 63 km, porque o Anexo Único da Portaria Conjunta nº 1.818/PR/2026 põe a Vara Criminal de Carmo do Paranaíba e a Vara Criminal e de Execuções Penais de São Gotardo em par recíproco de juiz das garantias — prisão em flagrante, audiência de custódia, cautelares e quebra de sigilo passam por lá, com o cartório permanecendo aqui. Onde se pede o benefício previdenciário: em Patos de Minas, a 58 km, porque a comarca deixou de ter competência federal delegada pelo Anexo III da Resolução Conjunta PRESI/COGER nº 3/2026 do TRF6, na redação da Portaria Presi nº 170/2026. E há uma quarta resposta, que é a mais importante para quem tem parente preso: a execução da pena é daqui, sempre que o condenado estiver recolhido no Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, ainda que a condenação tenha vindo de outra comarca — e deixa de ser daqui no dia em que ele for transferido, sem que ninguém avise a família. O artigo 3º da Portaria Conjunta nº 344/2014 manda o juízo declinar da competência e remeter os autos "imediata e diretamente" a cada transferência. Acompanhar essa remessa é trabalho, não formalidade: é nela que prazos de progressão e de livramento se perdem.

Curiosidades

Três coincidências que não são coincidência. A primeira: o complexo penitenciário não leva o nome da cidade, leva o da padroeira — Nossa Senhora do Carmo, a mesma devoção de que veio o topônimo, segundo o IBGE, e cujo dia, 16 de julho, o TJMG publica entre os feriados da comarca. A segunda: a praça do fórum se chama São Francisco, e São Francisco das Chagas do Campo Grande era o nome da freguesia que sediou a vila de 1848 até 1876 — o nome que o município perdeu ficou no endereço do Judiciário. A terceira é de leitura de fonte: a vara que executa a pena nesta comarca, a única do Alto Paranaíba com complexo penitenciário, chama-se apenas "Vara Criminal", enquanto a vara par de São Gotardo, comarca sem nenhuma unidade prisional, se chama "Vara Criminal e de Execuções Penais". Quem escolhesse a vara pelo nome erraria as duas.

Educação e cidadania

Quem mora em Carmo do Paranaíba resolve boa parte da vida civil na própria cidade e uma parte específica fora dela, e vale saber qual é qual. Dentro: o registro civil de nascimento, casamento e óbito, no Registro Civil das Pessoas Naturais da Rua Frei Gabriel; a escritura e a procuração, nos dois tabelionatos de notas; o registro de imóvel e o protesto de título, cada um na sua serventia; a conciliação pré-processual, no CEJUSC do fórum, instalado em 2016; e a causa de pequeno valor, pelos Juizados Especiais Cíveis, eletrônicos na comarca desde 2019. Quem mora em Quintinos tem registro civil com atribuição notarial no próprio distrito, a 36 km do fórum. Fora: a reclamação trabalhista, em Patos de Minas; a ação previdenciária contra o INSS, também em Patos de Minas, desde que a comarca deixou de ter competência federal delegada; e, na fase de investigação criminal, as decisões do juiz das garantias, em São Gotardo. Para o atendimento da Defensoria Pública não há sede local, e a unidade de Patos de Minas não lista Carmo do Paranaíba entre os municípios que contempla — quem precisa de defensor deve procurar a Direção do Foro da comarca, que centraliza a informação administrativa do fórum.

Segurança e fronteira

Uma cidade de 29 mil habitantes que sedia o único complexo penitenciário da sua região de segurança pública vive uma equação particular. O Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo é a primeira unidade listada na 10ª Região Integrada de Segurança Pública, que reúne mais cinco unidades — em Coromandel, Monte Carmelo, Patos de Minas, Patrocínio e Presidente Olegário — e cobre um pedaço grande do Alto Paranaíba. Isso significa população carcerária vinda de fora, visita de família que viaja, e um volume de incidentes de execução concentrado numa vara só. A relação oficial do Depen-MG não publica capacidade nem regime das unidades, e o portal do órgão está fora do ar durante a vedação eleitoral de 2026, de modo que esta ficha não estima lotação. O que se pode dizer com fonte é institucional e relevante: a fiscalização da unidade cabe ao Juiz Corregedor de presídios da comarca, função que a Portaria nº 8.305/CGJ/2025 atribui ao titular da Vara Criminal, e que o artigo 10, § 3º, da LC 59/2001 liga à fiscalização de todas as unidades prisionais existentes na comarca. Há parlatório da OAB/MG no endereço da unidade, com atendimento por agendamento — o canal formal do advogado ao preso, e mais uma prova do endereço.

Dados do município

Gentílico
carmense
Mesorregião
Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba
Microrregião
Patos de Minas
Área (km²)
1307.862
População (Censo 2022)
29.011
Densidade demográfica (hab/km²)
22.18

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Impostos e dívidas com o Estado de Minas Gerais

IPVA atrasado, ITCD de herança ou doação, ICMS, taxas, dívida ativa na AGE-MG e protesto de CDA valem para Carmo do Paranaíba como para qualquer cidade mineira — os guias mostram o caminho oficial e quando cabe defesa.

Órgãos e instituições — Carmo do Paranaíba/MG

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Carmo do Paranaíba
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG)
Entrância
segunda entrância
Instalação
O Guia Judiciário do TJMG registra a instalação da comarca em 23 de maio de 1892 — quatro anos e meio depois de a povoação ser elevada a cidade pela Lei Provincial nº 3.464, de 4 de outubro de 1887, data que ainda hoje figura entre os feriados municipais que o Tribunal publica. Não há, no verbete do IBGE, notícia de supressão ou restauração da comarca: as supressões que ele relata (Leis Provinciais nº 472, de 1850, e nº 1.639, de 1870) alcançaram a vila, não o foro. O verbete confirma o funcionamento do juízo pelo ângulo da divisão territorial: nos quadros de 1936, 1937 e 1938 o município "compreende o único têrmo judiciário da comarca de Carmo do Paranaíba", e assim segue nos quinquênios de 1944-1948, 1949-1953 e 1954-1958. Comarca instalada e em funcionamento, hoje com duas varas.
Classificação
Segunda entrância, e a classificação fecha por três fontes independentes. O Guia Judiciário publica "Entrância: Segunda" no cabeçalho da comarca; o Anexo I, item I.2.II, da Lei Complementar estadual nº 59/2001 traz Carmo do Paranaíba no número 21, com dois cargos de Juiz de Direito (JSE-62 a JSE-63); e a relação de CEJUSCs do próprio Tribunal, de 16 de dezembro de 2019, também registra a comarca como de segunda entrância. O critério é aritmético, pelo artigo 8º da LC 59/2001: uma vara instalada é primeira entrância; cinco ou mais varas somadas a 130 mil habitantes é entrância especial; o resto é segunda. Aqui o "resto" é exato — duas varas e 29.011 habitantes. Observe-se que o Anexo I conta CARGOS previstos, não varas instaladas; a contagem de varas desta ficha sai do Guia.
Estrutura
Duas varas no Fórum Doutor Barcelos, e a divisão é limpa em vez de mista: a Vara Cível e da Infância e da Juventude (cmi1secretaria@tjmg.jus.br) e a Vara Criminal (cmi1criminal@tjmg.jus.br). Ao contrário do desenho que predomina no interior mineiro, nenhuma das duas acumula cível e crime — todo o criminal da comarca está numa vara só. No mesmo prédio funcionam a Administração do Fórum e a Direção do Foro (cmiadm@tjmg.jus.br), a Sala da Administração, a Distribuição de Feitos, a Contadoria/Tesouraria (cmicontadoria@tjmg.jus.br) com sala própria e o CEJUSC (cejusc.cmi@tjmg.jus.br), instalado em 29 de junho de 2016 pela Portaria Conjunta nº 520/2016 e pela Portaria nº 3.364/2016. A lista de órgãos termina aí: consultada a página 2 do Guia, ela volta sem nenhum bloco, o que prova que os oito blocos da página 1 são todos — e explica por que não há aqui Sala do Ministério Público nem Cartório Eleitoral, que o Guia lista nas comarcas maiores. O Guia não registra Juizado Especial autônomo e põe a comarca no Grupo Jurisdicional JESP de Patos de Minas.
Endereço
Fórum Doutor Barcelos — Praça São Francisco, s/nº, Centro, Carmo do Paranaíba - MG, CEP 38840-000
Telefone
Jurisdição
Um município, e só um. O item 71 do Anexo II da LC 59/2001 dá a comarca de Carmo do Paranaíba composta exclusivamente pelo município de Carmo do Paranaíba, e a consulta de municípios e distritos integrantes do Guia Judiciário devolve a mesma coisa: a sede, a 354 km da capital, e o distrito de Quintinos, a 36 km do fórum. Não há comarca-termo, não há município vizinho respondendo aqui — situação incomum numa comarca de duas varas, e antiga: o verbete do IBGE já registrava, nos quadros territoriais de 1936 a 1958, que o município constituía o "único têrmo judiciário" da comarca. Cuidado com os homônimos, que são outras comarcas e outras jurisdições: Carmo do Cajuru, Carmo da Mata, Carmo de Minas e Carmo do Rio Claro têm cada uma o seu item próprio no Anexo II, e Rio Paranaíba, apesar do nome quase igual, é comarca autônoma a 48 km daqui.
Juizado especial
A consulta de Juizados Especiais do Guia Judiciário para Carmo do Paranaíba responde que "sua consulta não retornou nenhum resultado", e o cabeçalho da comarca informa Grupo Jurisdicional JESP de Patos de Minas. A ficha registra o que a fonte diz e não infere a quem cabe cada causa de pequeno valor: a página de implantações do PJe registra que as classes dos Juizados Especiais Cíveis passaram a tramitar eletronicamente na comarca em 15 de julho de 2019, pelo Aviso Conjunto nº 6/CGJ/2019, o que indica processamento local das causas cíveis de menor complexidade.
Tribunal juri
O Tribunal do Júri é órgão da própria comarca, pelo artigo 9º, § 3º, da LC 59/2001, e o artigo 3º, § 1º, proíbe que essa competência desça ao nível de distrito judiciário — nem o Júri nem a execução penal descem abaixo da comarca. Aqui a resposta é mais firme do que na média das comarcas mineiras de duas varas, e por um motivo de estrutura: só uma das duas varas tem competência criminal. O homicídio ocorrido na sede, no distrito de Quintinos ou na estrada é julgado por Conselho de Sentença reunido no Fórum Doutor Barcelos, pela Vara Criminal — não em Patos de Minas, que é a cabeça do município em praticamente todos os outros recortes, nem em São Gotardo, com quem a comarca faz par no rodízio das garantias. A Vara Criminal não traz "Tribunal do Júri" no nome oficial, e nenhuma resolução do Órgão Especial fixando nominalmente essa competência foi localizada; o que se afirma é o que a lei fixa e o que a estrutura da comarca torna necessário.
Execução penal
Carmo do Paranaíba tem unidade prisional, e em Minas Gerais isso muda tudo. O artigo 1º da Portaria Conjunta nº 344/2014 do TJMG manda a guia de recolhimento, provisória ou definitiva, ao juízo de execução da comarca onde o condenado estiver recolhido; o parágrafo único manda a do condenado solto à comarca do endereço residencial. Como o Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo (CPNSC) fica na Avenida Santa Cruz, 2.150, Bairro Santa Cruz, aqui, quem está preso nele — tenha sido condenado nesta comarca, em Patos de Minas, em Uberlândia ou em Belo Horizonte — tem progressão, remição, livramento condicional, unificação de penas e falta grave decididos em Carmo do Paranaíba. O juízo é a Vara Criminal, e isso não é dedução de nome: a Portaria nº 8.305/CGJ/2025, em vigor com efeitos retroativos a 7 de janeiro de 2025, designa o titular da Vara Criminal da comarca para o exercício das funções de Juiz Corregedor de presídios da comarca — a atribuição que o artigo 10, § 3º, da LC 59/2001, na redação da LC nº 174/2024, liga à fiscalização de todas as unidades prisionais existentes na comarca. Antes dela, a Portaria nº 7.362/CGJ/2022 já reconduzira "o titular da Vara Criminal" à mesma função, e a Portaria nº 8.008/CGJ/2024 a atribuiu em caráter interino. O processo de execução tramita no SEEU, do CNJ, cuja implantação na comarca foi concluída em 21 de novembro de 2017. O inverso pesa igual, e é o que a família precisa ouvir: o preso transferido do CPNSC para o Presídio Sargento Jorge, em Coromandel, para o Presídio Sebastião Satiro, em Patos de Minas, ou para a Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio, leva a execução consigo — o artigo 3º da mesma portaria obriga o juízo a declinar da competência e a remeter os autos "imediata e diretamente" a cada transferência, ficando apenas os incidentes já instruídos e pendentes de decisão sobre benefícios, integridade física ou saúde, faltas disciplinares e soma ou unificação de penas, com prazo de trinta dias para a remessa (artigo 4º). Provisório e definitivo correm no mesmo juízo, e a guia provisória sai logo após a sentença ou o acórdão, sem esperar o trânsito em julgado (artigo 2º). Regime aberto, penas restritivas de direitos, sursis e livramento de quem mora na comarca ficam na Vara Criminal daqui.
Ressalva
O nome oficial da vara que executa a pena omite a execução. O Guia Judiciário e o Anexo Único da Portaria Conjunta nº 1.818/PR/2026 chamam a unidade, os dois, apenas de "Vara Criminal" — enquanto a vara par de São Gotardo, comarca da mesma 5ª Região e sem unidade prisional, se chama "Vara Criminal e de Execuções Penais". A assimetria é da fonte, não desta ficha: a comarca que tem o complexo penitenciário é a que não traz a execução no nome da vara. O que resolve a competência não é o nome, e sim o artigo 1º da PC 344/2014 somado à designação do titular da Vara Criminal como Juiz Corregedor de presídios (Portaria nº 8.305/CGJ/2025). Note-se também que os prefixos de e-mail das duas varas — cmi1secretaria@ e cmi1criminal@ — carregam um "1" que não corresponde a nenhuma numeração oficial: nenhuma das varas é "1ª". É resíduo da época da vara única.
Juiz das garantias
No interior mineiro o juiz das garantias não é vara nova: é rodízio entre juízes de comarcas diferentes, em vigor desde 25 de agosto de 2025 pela Resolução do Órgão Especial nº 1.109/2025, alterada pela nº 1.155/2026. A tabela vigente é o Anexo Único da Portaria Conjunta nº 1.818/PR/2026 (DJe de 15/6/2026, publicação em 16/6/2026), que reescreveu o Anexo I da Portaria Conjunta nº 1.709/PR/2025, e nela Carmo do Paranaíba e São Gotardo formam par recíproco na 5ª Região, com as duas direções escritas em linhas separadas: o juiz da Vara Criminal e de Execuções Penais de São Gotardo funciona como juiz das garantias da Vara Criminal de Carmo do Paranaíba, e o juiz da Vara Criminal de Carmo do Paranaíba funciona como juiz das garantias da Vara Criminal e de Execuções Penais de São Gotardo. Como a comarca tem uma única vara criminal, não há aqui o rodízio interno que existe nas comarcas de duas varas criminais. Na prática: o inquérito, a prisão em flagrante, a audiência de custódia, as cautelares, a quebra de sigilo e a produção antecipada de prova do caso carmense são decididos por um juiz que despacha em São Gotardo, a 63 km — mas o cartório continua sendo o da Vara Criminal daqui (artigo 7º, § 1º, da Resolução), e a competência do juiz das garantias cessa com o oferecimento da denúncia (artigo 2º, parágrafo único). Para o impedimento do plantonista há uma segunda camada, e ela não é recíproca: Carmo do Paranaíba integra a Microrregião LXIV do Anexo II da PC 1.709/2025, com Campos Altos, Ibiá, Rio Paranaíba, São Gotardo e Tiros, e o artigo 6º, § 3º, IV, da portaria monta uma cadeia de três — o juiz das garantias da Microrregião IV funciona como o da XXXIV, o da XXXIV como o da LXIV e o da LXIV como o da IV. A direção importa e inverte o palpite: quem cobre o plantão desta microrregião vem da XXXIV (Patos de Minas, Presidente Olegário e Vazante), enquanto o plantonista de Carmo do Paranaíba e vizinhas cobre a IV (Coromandel, Estrela do Sul, Monte Carmelo, Nova Ponte e Patrocínio). O impedimento, pelos §§ 1º e 2º do mesmo artigo, é o caso em que o plantonista recebe auto de prisão em flagrante de competência da sua própria unidade — e então remete o feito ao substituto designado para a microrregião, que faz a audiência de custódia e os demais atos decisórios. O artigo 3º da Resolução nº 1.109/2025 exclui do juiz das garantias os crimes dolosos contra a vida, a violência doméstica, as infrações de menor potencial ofensivo e os crimes militares: o inquérito de homicídio de Carmo do Paranaíba NÃO vai a São Gotardo, fica com o juízo do Júri daqui. E o instituto não alcança ação penal cuja denúncia tenha sido recebida até 24 de agosto de 2025 (PC 1.709, artigo 3º, por força das ADIs 6298, 6299, 6300 e 6305 do STF).
Substituição de comarca vaga
Estando vaga a comarca, a ordem oficial de substituição publicada pelo TJMG é Rio Paranaíba (1º, 48 km), Tiros (2º, 54 km), São Gotardo (3º, 64 km), Patos de Minas (4º, 58 km) e Vazante (5º, 164 km). Na direção contrária, Carmo do Paranaíba é a 1ª substituta de Rio Paranaíba (48 km), a 2ª de Patos de Minas (62 km) e a 3ª de São Gotardo (63 km), de Tiros (54 km) e de Vazante (167 km). As duas tabelas do Guia não são espelho uma da outra: divergem nas distâncias do mesmo par (São Gotardo sai 64 km numa e 63 km na outra; Patos de Minas, 58 e 62 km; Vazante, 164 e 167 km), a ordem não é por distância — Patos de Minas é 4ª estando mais perto que o 3º — e a segunda tabela repete o ordinal "3º" três vezes. A ficha registra as duas listas como a fonte as publica e não as reconcilia. Nada disso se confunde com o par do juiz das garantias: ali o par é São Gotardo, aqui o primeiro substituto é Rio Paranaíba, e uma coisa não se deduz da outra.
Sistema processual
A página de implantações do PJe do TJMG para Carmo do Paranaíba descreve a comarca como "Vara Única" e dá três datas: 15 de outubro de 2018 para as classes cíveis e as cartas precatórias e de ordem cíveis (Aviso nº 42/CGJ/2018), 15 de julho de 2019 para os Juizados Especiais Cíveis e suas Turmas Recursais (Aviso Conjunto nº 6/CGJ/2019) e 15 de maio de 2020 para as classes da Lei nº 8.069/90 (Aviso Conjunto nº 30/CGJ/2020). Hoje o Guia lista duas varas, e a página do PJe não foi atualizada para o desdobramento. Note também que nenhuma classe criminal aparece na lista: a ficha registra a divergência e não afirma em que sistema tramitam os feitos criminais da comarca, porque Minas é mosaico de PJe, legado SISCOM, SEEU na execução penal e eProc implantado por lotes de unidades.

OAB — Subseção

Nome
Subseção da OAB/MG de Carmo do Paranaíba
E-mail
Estrutura
A relação oficial de setores, unidades e subseções da OAB/MG atribui à subseção de Carmo do Paranaíba dois espaços, e o segundo é o mais útil para a defesa criminal. A sala no Fórum fica na Praça São Francisco, s/n, Centro — o mesmo endereço do Fórum Doutor Barcelos no Guia Judiciário —, telefone (34) 3851-2817, aberta das 7h às 9h e das 12h às 18h. O parlatório está na Avenida Santa Cruz, nº 2.150, Bairro Santa Cruz, com atendimento conforme demanda de agendamentos: é o endereço do Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, e a coincidência exata entre o endereço que a OAB publica e o que a relação do Depen-MG publica funciona como segunda fonte oficial e independente da localização da unidade prisional.
Ressalva
O documento é de 18 de fevereiro de 2021 e publica, na linha da sala do Fórum, um e-mail de provedor comercial, que não é reproduzido aqui; o e-mail institucional da subseção, na linha do parlatório, é o que a ficha adota. O número ordinal da subseção não consta do documento e não é afirmado. Ao contrário do que ocorre em outras comarcas mineiras, o endereço da sala do Fórum coincide com o do Guia Judiciário, sem divergência a registrar.

Serviços federais na fronteira

Justica federal
Subseção Judiciária de Patos de Minas (SJMG/TRF6) — não há vara federal em Carmo do Paranaíba, e a comarca deixou de ter competência federal delegada.
Justica trabalho
Vara do Trabalho de Patos de Minas (TRT-3) — vt.patosdeminas@trt3.jus.br, (34) 98430-9969.
INSS
Atendimento por agendamento pelo telefone 135 ou pelo Meu INSS.

Estabelecimentos penais

Panorama
Carmo do Paranaíba sedia o Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo (CPNSC), na Avenida Santa Cruz, nº 2.150, Bairro Santa Cruz, telefones (34) 3851-3844 e 9987-9802, fax (34) 3851-3836. Na relação do Depen-MG/Sejusp, organizada por Região Integrada de Segurança Pública, a unidade é a PRIMEIRA listada na 10ª RISP, seguida do Presídio Sargento Jorge, em Coromandel, do Presídio de Monte Carmelo, do Presídio Sebastião Satiro, em Patos de Minas, da Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio, e do Presídio Presidente Olegário — seis unidades em toda a região. É a única da 10ª RISP designada "Complexo Penitenciário": as outras cinco são presídio ou penitenciária. A relação não publica capacidade, regime nem lotação, e o e-mail da unidade está protegido por script antisspam na página, de modo que a ficha não o reproduz. A consequência jurídica está no bloco da comarca: o preso do CPNSC executa a pena em Carmo do Paranaíba, na Vara Criminal, e o preso daqui removido para Patos de Minas, Patrocínio, Coromandel, Monte Carmelo ou Presidente Olegário leva a execução consigo.
Contexto
Cuidado com o nome, que engana em dois sentidos. Ele não cita a cidade — cita a padroeira —, e a palavra "Carmo" aparece em quatro comarcas mineiras distintas (Carmo do Cajuru, Carmo da Mata, Carmo de Minas e Carmo do Rio Claro), nenhuma delas com relação com esta unidade. Na direção oposta, o nome quase idêntico do município vizinho já produziu confusão: a ficha de Rio Paranaíba precisou registrar expressamente que não há nenhuma unidade prisional com endereço naquele município e que a unidade cujo endereço traz a palavra "Paranaíba" fica aqui. Quem decide a questão é o ENDEREÇO, não o nome, e aqui o endereço fecha por duas fontes oficiais independentes: a relação do Depen-MG e a relação de parlatórios da OAB/MG apontam a mesma Avenida Santa Cruz, 2.150, em Carmo do Paranaíba. Registre-se ainda que "penitenciária" e "presídio" são distinção de regime na Lei de Execução Penal (artigo 87), não de tamanho, e que a relação agrupa unidades por RISP, não municípios: a RISP de um município não se lê diretamente dessa lista.

Defensoria Pública Estadual

Contexto
A relação oficial de unidades da Defensoria Pública de Minas Gerais traz 129 endereços e nenhum em Carmo do Paranaíba; o endereço de unidade no padrão do próprio site devolve HTTP 404 para a cidade. A unidade mais próxima, Patos de Minas (Sede), na Avenida Padre Almir Neves de Medeiros, 1.249, 3º andar, Sobradinho, telefone (34) 3823-4127, publica como "municípios contemplados" apenas Lagoa Formosa, Patos de Minas, São Gonçalo do Abaeté e Varjão de Minas — Carmo do Paranaíba não está na lista. Nenhuma outra unidade da relação contempla a comarca.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de Patos de Minas — Seção Judiciária de Minas Gerais (SJMG), Tribunal Regional Federal da 6ª Região
Jurisdição
Carmo do Paranaíba não é sede de subseção federal e não responde a Uberlândia nem a Uberaba, que são as varas federais do Triângulo: a tabela de jurisdições da SJMG, atualizada em 27 de maio de 2026 conforme o Anexo II da Resolução Conjunta Presi/COGER nº 3, de 31 de março de 2026, põe o município na Subseção de Patos de Minas, ao lado de Abadia dos Dourados, Arapuá, Coromandel, Cruzeiro da Fortaleza, Guimarânia, Lagamar, Lagoa Formosa, Matutina, Patrocínio, Presidente Olegário, Rio Paranaíba, São Gonçalo do Abaeté, São Gotardo, Serra do Salitre, Tiros e Varjão de Minas, com Lagoa Grande entrando como novidade nesta revisão. FGTS, tributo federal, crime de competência da União e improbidade do carmense correm em Patos de Minas, a 58 km. É uma das poucas coincidências de recorte desta cidade: a mesma Patos de Minas que é a subseção federal é também a microrregião, a região imediata, a região intermediária e a Vara do Trabalho.
Competência delegada
A comarca PERDEU a competência federal delegada, e isso muda a porta da ação previdenciária. O Anexo III da Resolução Conjunta PRESI/COGER nº 3/2026 do TRF6, na redação da Portaria Presi nº 170, de 19 de agosto de 2026, traz Carmo do Paranaíba na coluna das comarcas que DEIXARAM de possuir a delegação, na linha da Subseção Judiciária de Patos de Minas, ao lado de Patos de Minas, Patrocínio e Presidente Olegário; na mesma linha CONSERVAM a delegada Coromandel, Rio Paranaíba, São Gotardo e Tiros. O critério é o do art. 15, III e § 2º, da Lei nº 5.010/1966, na redação da Lei nº 13.876/2019, regulamentado pelas Resoluções CJF nº 603/2019 e nº 705/2021: conserva a delegação só a comarca cuja sede fique a mais de 70 km da sede da vara federal mais próxima, medidos por deslocamento real, de centro urbano a centro urbano, sem que o domicílio do autor interfira. O resultado é coerente com a própria régua de distâncias do TJMG, que põe Patos de Minas a 58 km de Carmo do Paranaíba, dentro do raio, enquanto Rio Paranaíba, que conserva, sai a 101 km da sede da subseção. Em termos práticos: a ação previdenciária ou assistencial contra o INSS — aposentadoria, auxílio por incapacidade, salário-maternidade rural, BPC/LOAS — do morador de Carmo do Paranaíba não se ajuíza no Fórum Doutor Barcelos, e sim na Subseção Judiciária de Patos de Minas, com recurso para o TRF6.
Ressalva
O acervo já formado não se move de uma vez, e a regra tem dois degraus de prova diferentes. O que está provado é o artigo 4º da Resolução CJF nº 603/2019: as ações previdenciárias ajuizadas na Justiça estadual antes de 2020 permanecem no juízo estadual até o trânsito em julgado. Quanto à preservação do acervo na cessação provocada pela instalação de Unidade Avançada de Atendimento do TRF6, a regra é atribuída ao artigo 13, § 2º, da Resolução Conjunta PRESI/COGER nº 3/2026, cujo texto integral não está publicado no portal do TRF6 — a ficha cita a atribuição como atribuição, sem afirmar o conteúdo do dispositivo. Quem tem processo previdenciário antigo em curso no fórum daqui deve confirmar em secretaria em que juízo ele está.
Contexto
Na tabela da SJMG o asterisco marca os municípios atendidos pelos Oficiais de Justiça da subseção, e Carmo do Paranaíba está COM asterisco — ou seja, a citação e a intimação em processo federal são cumpridas por oficial da subseção, e não por Correios com aviso de recebimento ou carta precatória à comarca estadual, que é o regime das localidades sem asterisco. O asterisco varia dentro da mesma linha: Rio Paranaíba e Arapuá, da mesma subseção, estão sem ele. Atenção à leitura: no PDF da Portaria Presi nº 170 o asterisco tem outro significado, o da nota da Decisão PRESI nº 241/2026, que suspendeu a eficácia da Resolução Conjunta quanto a Poço Fundo e Carandaí — comarcas de outras subseções, sem efeito aqui.

Justiça do Trabalho

Nome
Vara do Trabalho de Patos de Minas — Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região
E-mail
Telefone
Abrangência
Arapuá, Carmo do Paranaíba, Lagamar, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Matutina, Patos de Minas, Presidente Olegário, Rio Paranaíba, Santa Rosa da Serra, São Gonçalo do Abaeté, São Gotardo, Tiros e Varjão de Minas
Contexto
A reclamação trabalhista do carmense é ajuizada em Patos de Minas, em vara criada pela Lei federal nº 7.729, de 16 de janeiro de 1989 — a mesma lei que criou as varas de Paracatu e de Patrocínio. Aqui a Justiça do Trabalho coincide com a Justiça Federal, o que não é regra em Minas: o TRT-3 não segue a divisão de comarcas e já partiu comarca entre três foros do trabalho. A relação de atermação virtual do TRT-3 publica telefone e e-mail da unidade para o trabalhador que quer reduzir a termo a reclamação sem advogado.

Segurança Pública

Panorama
Município de 1.307,862 km² e 29.011 habitantes, com sede a 354 km da capital, um distrito a 36 km e o único complexo penitenciário da 10ª RISP dentro da cidade. A pauta criminal da comarca reúne, num único juízo, três cargas que em comarcas maiores estão repartidas: o crime comum do município, o Tribunal do Júri e a execução penal de todos os que estão recolhidos no CPNSC, condenados onde for. A existência de parlatório da OAB no endereço da unidade prisional é indício de que a visita do advogado ao preso é rotina, com agendamento. Na zona rural extensa, de lavoura de café e grãos, somam-se conflitos possessórios e de vizinhança à pauta cível.
Atendimento mulher
A Central de Atendimento à Mulher, o 180, funciona 24 horas. Os processos de violência doméstica correm na Vara Criminal da comarca e ficam fora do juiz das garantias por força do artigo 3º da Resolução do Órgão Especial nº 1.109/2025 — ou seja, a medida protetiva de urgência de Carmo do Paranaíba não vai a São Gotardo: é decidida aqui, inclusive na fase de investigação.

Prefeitura Municipal

Nome
Prefeitura Municipal de Carmo do Paranaíba
Endereço
Praça Misael Luiz de Carvalho, nº 84, Centro, Carmo do Paranaíba - MG, CEP 38840-000
Telefone
Site
carmodoparanaiba.mg.gov.br/contato
Ressalva
O endereço e o telefone acima vêm da página de contato do portal oficial, que é estável e nomeia a cidade. A ficha aponta para essa página, e não para a capa do domínio, por um motivo medido: em 20 de setembro de 2026, numa leitura da capa, o domínio oficial devolveu HTTP 200 com o portal COMPLETO da Prefeitura Municipal de Corinto — título, endereço, CNPJ, telefones de DDD 38 e e-mails de outro município, sem uma única menção a Carmo do Paranaíba. Em releituras seguintes a capa voltou correta. É falha intermitente de publicação, não erro de digitação, e quem ler a capa uma vez só pode publicar o endereço de outra cidade.

Câmara Municipal

Nome
Câmara Municipal de Carmo do Paranaíba
Endereço
Rua Prefeito Ismael Furtado, 335, Carmo do Paranaíba - MG, CEP 38840-022
Telefone
Site
www.carmodoparanaiba.mg.leg.br
Ressalva
O portal publica dois telefones fixos, (34) 3851-2150 e (34) 3850-0030, dois celulares institucionais e o CNPJ 21.244.801/0001-72; o DDD e a faixa de CEP conferem com o município. O e-mail divulgado é de provedor comercial e não é reproduzido. Aqui também houve leitura anômala: em 20 de setembro de 2026 o domínio sem "www" devolveu, uma vez, a página inicial completa da Câmara Municipal de Rio Pardo de Minas, com o endereço, o CNPJ e o telefone daquele município, e nenhuma menção a Carmo do Paranaíba. Vinte e quatro leituras seguintes voltaram corretas nos dois domínios.

Cartórios

Estrutura
O Guia Judiciário lista cinco serviços notariais e de registro na comarca, quatro na sede e um no distrito. Na sede: o Registro Civil das Pessoas Naturais, na Rua Frei Gabriel, 144, Centro, CEP 38840-000, telefone (34) 3851-3144; o Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil das Pessoas Jurídicas, na Rua Capitão Francisco Antônio, 335, Centro, telefone (34) 3851-2112; o 1º Tabelionato de Notas, na Rua Manoel Eugênio, 46, Centro, telefone (34) 3851-0324; e o 2º Tabelionato de Notas e Protesto de Títulos, na Rua Governador Valadares, 699, Centro, telefone (34) 3851-2661. Em Quintinos funciona o Registro Civil com Atribuição Notarial, na Rua Aprigio Pinto, 15, Centro, CEP 38845-000, telefone (34) 3851-9206 — é ele que atende o distrito a 36 km do fórum. O protesto de títulos da comarca está no 2º Tabelionato, e não em serventia separada.

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

Precisa de um advogado?

Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional