História
Antes de ser cidade, Limoeiro foi missão. O território era uma sesmaria com um aldeamento indígena, dirigido em 1711 pelos padres Manuel dos Santos e João Duarte do Sacramento, da Congregação do Oratório; entre 1730 e 1740 o missionário encarregado da catequese reformou a igrejinha de palha e fez de Nossa Senhora da Apresentação a padroeira da paróquia. A promoção administrativa veio em etapas longas: distrito por Carta Régia de 16 de junho de 1786; vila por Alvará de 27 de julho de 1811 e Provisão de 15 de fevereiro de 1812, desmembrada de Olinda e da antiga vila de Iguaraçu, instalada em 23 de maio de 1812; cidade pela Lei provincial nº 1.560, de 30 de maio de 1881. Depois vieram as perdas: em 20 de dezembro de 1963, a Lei estadual nº 4.981 desmembrou Passira e Bengalas e a Lei estadual nº 4.986 desmembrou Cumaru e Ameixas, reduzindo o município aos dois distritos que ainda tem, Limoeiro e Urucuba. Perdeu território e manteve a posição: Cumaru e Passira viraram comarcas próprias, mas dentro da circunscrição que Limoeiro encabeça.