Cidade de SP

Barrinha

Barrinha tem 32.092 habitantes (Censo 2022) em 146,025 km², na região imediata de Ribeirão Preto, e é um caso em que a lei e o cadastro do tribunal não dizem a mesma coisa. A Lei Complementar estadual nº 877/2000 criou aqui um Foro Distrital da Comarca de Sertãozinho, e a Lei Complementar nº 1.274/2015 elevaria todos os foros distritais a comarca — mas o TJSP não registra hoje nenhum prédio, nenhuma vara e nenhuma comarca em Barrinha, e responde que o município "está jurisdicionado à Comarca Sertãozinho - 6ª RAJ Ribeirão Preto". Sertãozinho é comarca de entrância final, com seis varas instaladas em dois prédios, e é lá que corre o Tribunal do Júri. A execução penal em regime fechado e semiaberto corre no DEECRIM da 6ª RAJ, em Ribeirão Preto, criado pela Resolução nº 620/2013 — a mesma cidade onde ficam as unidades prisionais da região.

UF
SP
Porte
pequena
População
32.092 hab.

Para questões judiciais em Barrinha (SP), o juízo competente é da Comarca de Sertãozinho — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

Antes de ser cidade, Barrinha foi um atracadouro. O povoado surgiu como pequeno porto fluvial do rio Mogi Guaçu, e as primeiras casas se ergueram em volta da estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que pertencia à Companhia Agrícola Fazenda São Martinho. Foi a crise do café que fundou a cidade em sentido literal: em 1930, a companhia decidiu lotear a área da estação, e do loteamento nasceu o povoado. Os primeiros moradores foram trabalhadores da própria fazenda, somados a imigrantes italianos, libaneses e japoneses. Dois fatores fizeram o lugar crescer depressa — a ferrovia e a argila de boa qualidade, que atraiu várias cerâmicas. A trajetória administrativa acompanhou: distrito de Sertãozinho pela Lei nº 2.626, de 14 de janeiro de 1936; município pela Lei nº 2.456, de 30 de dezembro de 1953, desmembrado de Sertãozinho; instalado em 1º de janeiro de 1960, constituído apenas do distrito sede — situação inalterada desde então. Barrinha é conhecida como "Princesa do Mogi", em referência ao rio que lhe deu o nome e a razão de existir.

Economia

A economia de Barrinha é a de um município fornecedor. O PIB de R$ 737,6 milhões em 2023 é o menor entre as cidades paulistas de população equivalente desta leva — cerca de metade do de Ibaté ou de Américo Brasiliense, que têm praticamente o mesmo número de habitantes. O que isso descreve não é pobreza, e sim função: a riqueza gerada pela cana da região é contabilizada onde estão as usinas e as sedes de empresa, sobretudo em Sertãozinho, capital sucroalcooleira e polo da indústria de equipamentos para o setor. Barrinha fornece mão de obra, terra plantada e serviços. A densidade de 219,77 habitantes por quilômetro quadrado, alta para o interior, confirma o perfil: população concentrada em área pequena, com o entorno tomado por lavoura. Da origem ficou também a cerâmica, herdeira da argila que a companhia agrícola descobriu ao lotear a estação. O reflexo jurídico é direto e explica por que a Justiça do Trabalho pesa tanto aqui: vínculo de emprego, jornada, adicional de insalubridade e acidente do trabalho concentram-se nas Varas do Trabalho de Sertãozinho, que respondem por Barrinha, Dumont, Pontal e a própria sede.

Panorama jurídico

Barrinha é a cidade em que a lei diz uma coisa e o Tribunal registra outra — e conhecer a diferença evita protocolo no lugar errado. A Lei Complementar estadual nº 877/2000 criou, no artigo 1º, inciso II, o Foro Distrital de Barrinha, na Comarca de Sertãozinho, com uma vara e em primeira entrância. A Lei Complementar nº 980/2005 o manteve na lista, agora em entrância inicial. E a Lei Complementar nº 1.274/2015, no artigo 1º, elevou "os Foros Distritais do Interior" à categoria de Comarca — de modo que, pela leitura literal, deveria existir uma Comarca de Barrinha desde setembro de 2016. Não existe. A busca de imóveis do TJSP para "Barrinha" devolve lista vazia; a relação oficial das unidades de origem do processo, que nomeia todos os foros do Estado, traz o Foro de Sertãozinho e não traz o de Barrinha; e o mapa de comarcas de 2 de outubro de 2025 não lista o município. A Lista Telefônica responde a pergunta prática: "Município Barrinha está jurisdicionado à Comarca Sertãozinho". Não se localizou o ato que instalou aquele foro distrital, nem o que o desativou — e essa lacuna fica declarada aqui em vez de ser preenchida por suposição. O que vale é o presente: a Comarca de Sertãozinho, de entrância final desde a mesma Lei Complementar nº 1.274/2015, com seis varas em dois prédios, o Tribunal do Júri nas varas criminais e a execução do regime fechado e semiaberto no DEECRIM da 6ª RAJ, criado pela Resolução nº 620/2013 do Órgão Especial — e não pela nº 628/2013, que é a de Bauru. A banca atua na comarca de Sertãozinho em defesa criminal, Tribunal do Júri e execução penal, nos limites éticos da advocacia e sem promessa de resultado.

Patrimônio

O patrimônio de Barrinha é feito de barro e de trilho. A argila que sustentou as cerâmicas do município é o mesmo material que o rio Mogi Guaçu depositou ao longo de milênios, e a ferrovia que trouxe as primeiras casas era a Companhia Paulista, cuja estação pertencia a uma fazenda de café — a São Martinho. A cidade guarda, portanto, a memória de três Brasis sobrepostos: o do transporte fluvial, que lhe deu o nome de "barrinha" e o apelido de Princesa do Mogi; o ferroviário, que lhe deu a planta urbana em torno da estação; e o agroindustrial, que substituiu o café pela cana. A composição da população conta a mesma história: trabalhadores da fazenda somados a imigrantes italianos, libaneses e japoneses — combinação incomum mesmo no interior paulista, onde a presença libanesa costuma aparecer no comércio das cidades maiores, e não na formação de um núcleo operário de trinta mil habitantes.

Curiosidades

A curiosidade mais útil de Barrinha é jurídica e vale para quem procura processo: existe, nos textos legais, um Foro Distrital de Barrinha criado em 2000 e, por força de uma lei de 2015, uma comarca que dele teria resultado — mas nenhum dos três cadastros públicos do TJSP consultados registra prédio, vara ou comarca no município. É o inverso da armadilha mais comum em São Paulo, em que a lei parece silenciar sobre a criação de comarcas que existem: aqui a lei fala e o cadastro cala. A segunda curiosidade é demográfica: com 219,77 habitantes por quilômetro quadrado em 146 km², Barrinha é bem mais adensada que a média do interior, resultado de ter nascido de um loteamento urbano em 1930 e não de uma dispersão de sítios. A terceira é econômica: a cidade tem praticamente a mesma população de vizinhas cujo PIB é o dobro — o que se explica por estar ao lado de Sertãozinho, onde a riqueza da cana é contabilizada.

Educação e cidadania

Dentro de Barrinha, o mapa institucional é curto: a Prefeitura na Praça Antônio Prado, 70, no Centro; a Câmara Municipal na Rua Humberto Biancardi, 110, com o e-mail camara@barrinha.sp.leg.br; e a Delegacia de Polícia do Município na Rua Felipe Daher, 447. Não há fórum, não há Defensoria, não há subseção da OAB. Tudo isso fica em Sertãozinho — o foro nos dois prédios da Avenida Pedro Strini e do anexo do CEJUSC, a 80ª Subseção da OAB/SP na Rua Frederico Ozanan, 1112 — ou em Ribeirão Preto, onde estão a Defensoria Pública do Estado, na Rua Alice Além Saad, 1256, com agendamento obrigatório pelo 0800-773-4340, e a Justiça Federal da 2ª Subseção. Uma orientação prática: o CEJUSC de Sertãozinho, no Fórum II, resolve por acordo conflitos de família, consumo e dívida sem processo, e o Juizado Especial Cível e Criminal aceita causa de menor complexidade — dois caminhos que evitam a fila da vara. E, para quem tem parente preso, vale a informação que ninguém publica: o pedido de progressão não vai para Sertãozinho, vai para o DEECRIM da 6ª RAJ, em Ribeirão Preto, em meio digital.

Segurança e fronteira

A resposta policial em Barrinha tem uma característica que o cadastro oficial registra e que muda o cálculo de quem precisa de socorro: a Delegacia de Polícia do Município, na Rua Felipe Daher, 447, no Parque Mogi, funciona em regime de sobreaviso fora do expediente. Na prática, ocorrência noturna e de fim de semana costuma seguir para Sertãozinho, sede da Delegacia Seccional a que Barrinha se subordina, onde ficam a delegacia de investigações gerais, a de entorpecentes e a Delegacia de Defesa da Mulher, na Avenida Affonso Trigo, 1534. O município não tem unidade prisional — e Sertãozinho também não. As unidades da região estão em Ribeirão Preto: a Penitenciária com ala de progressão, o Centro de Detenção Provisória "ASP Nayan Xavier Ribeiro" e a Penitenciária Feminina. Daí decorre um arranjo que, por acaso, favorece a família de Barrinha: visita e execução penal ficam na mesma cidade, porque a Unidade Regional do DEECRIM da 6ª RAJ também é em Ribeirão Preto. Só o processo de conhecimento é que fica em Sertãozinho — e a coincidência se desfaz assim que o preso é transferido para presídio de outra região.

Dados do município

Mesorregião
Ribeirão Preto
Microrregião
Ribeirão Preto
Área (km²)
146.025
População (Censo 2022)
32.092
Densidade demográfica (hab/km²)
219.77

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Empresa ou produtor rural em Barrinha

Autuação fiscal, ICMS e execução fiscal

A economia de Barrinha tem indústria e agroindústria — atividade que gera obrigação acessória, crédito acumulado, substituição tributária e, quando o Fisco entende diferente, auto de infração e execução fiscal. A defesa começa no prazo do processo administrativo, antes da inscrição em dívida ativa.

A frente tributária da banca é dupla: Felipe Smargiassi (planejamento e defesa fiscal — o canal direto abaixo) e Dr. Edelcio Smargiassi — OAB/MG 154.574, Auditor Fiscal Aposentado · Doutor em Direito (UMSA).

Atendimento remoto em todo o Brasil · honorários em contrato escrito

Órgãos e instituições — Barrinha/SP

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Sertãozinho
Situação município
Barrinha é o caso mais delicado desta leva, e vale explicar por quê. A Lei Complementar estadual nº 877, de 29 de agosto de 2000, artigo 1º, inciso II, criou o Foro Distrital de Barrinha, "para o Município do mesmo nome, na Comarca de Sertãozinho", classificado em primeira entrância e com uma vara. A Lei Complementar estadual nº 980, de 21 de dezembro de 2005, artigo 4º, inciso XVIII, manteve "Barrinha (Foro Distrital)" em entrância inicial. E a Lei Complementar estadual nº 1.274, de 17 de setembro de 2015, artigo 1º, elevou em bloco todos os foros distritais do interior à categoria de comarca. Pela leitura da lei, portanto, existiria hoje uma Comarca de Barrinha. Não existe. Três fontes do próprio TJSP, consultadas em 4 de setembro de 2026, dizem o contrário: a consulta de imóveis não devolve nenhum prédio do Tribunal no município ("listaVazia"); a relação oficial das unidades de origem do processo não registra "Foro de Barrinha"; e o mapa de comarcas e RAJs de 2 de outubro de 2025 não traz Barrinha entre as comarcas. A consulta por município na Lista Telefônica responde, sem ambiguidade: "Município Barrinha está jurisdicionado à Comarca Sertãozinho - 6ª RAJ Ribeirão Preto". É esse o dado operacional: o processo de Barrinha corre em Sertãozinho.
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP)
Entrância
entrância final (Comarca de Sertãozinho)
Circunscrição judiciária
41ª Circunscrição Judiciária — sede em Ribeirão Preto
Região administrativa judiciária
6ª RAJ — Ribeirão Preto
Entrância histórico
Sertãozinho era comarca de entrância intermediária pelo artigo 3º, inciso LIX, da Lei Complementar estadual nº 980/2005. Foi elevada a entrância final pelo artigo 3º, inciso XI, da Lei Complementar estadual nº 1.274/2015 — o mesmo diploma que converteu os foros distritais em comarcas —, e é como entrância final que o TJSP a registra hoje.
Estrutura
A Comarca de Sertãozinho tem 6 varas instaladas, distribuídas em dois prédios. No Fórum Sertãozinho I, na Avenida Pedro Strini, 71, Jardim América, funcionam a 1ª, a 2ª e a 3ª Vara Cível (telefones 3521-1604, 3521-1601 e 3521-1596), a 1ª Vara Criminal (3521-1597) com o Ofício Criminal, a Vara do Juizado Especial Cível e Criminal (3521-1592), a Central de Atendimento (3521-1564), a Seção de Distribuição Judicial (3521-1556) e o Setor das Execuções Fiscais. No Fórum Sertãozinho II — CEJUSC/SEF ficam a 2ª Vara Criminal, o CEJUSC (3521-1254) e o Setor das Execuções Fiscais (3521-1256).
Endereço foro
Fórum Sertãozinho I — Avenida Pedro Strini, 71, Jardim América, Sertãozinho - SP, CEP 14160-260
Telefone foro
Email foro
Tribunal juri
O crime doloso contra a vida praticado em Barrinha é julgado em Sertãozinho. A relação de setores dos dois prédios do foro registra duas varas criminais — a 1ª, no Fórum I, e a 2ª, no Fórum II — e não registra vara privativa do Tribunal do Júri, o que indica competência acumulada pelas varas criminais. A ficha não atribui o Júri a uma delas porque o quadro vigente de distribuição não foi localizado.
Execução penal
A execução da pena em regime fechado e semiaberto não corre em Sertãozinho: tramita, em meio exclusivamente digital, na Unidade Regional do DEECRIM da 6ª RAJ, com sede em Ribeirão Preto, criada pela Resolução nº 620/2013 do Órgão Especial do TJSP — a norma desta região administrativa judiciária, e não a Resolução nº 628/2013, que é a da 3ª RAJ (Bauru). Contato oficial: (16) 3238-6874, deecrimribeiraopreto@tjsp.jus.br. Ficam na vara com competência para execução criminal da comarca o acervo físico remanescente e o meio aberto — regime aberto, penas restritivas de direitos, sursis, livramento condicional e medida de segurança de tratamento ambulatorial. A internação em medida de segurança, de todo o Estado, é da 5ª Vara das Execuções Criminais da Capital.
Vinculação deecrim
A competência do DEECRIM segue a unidade prisional, e não a comarca da condenação: o artigo 1º, § 4º, da Lei Complementar estadual nº 1.208/2013 manda o Órgão Especial vincular cada presídio a uma unidade regional. Mudar o preso de presídio pode mudar o juiz que decide a pena. Além disso, o arranjo tem prazo: na ADI 5070 o STF declarou nulo o § 3º do mesmo artigo, com efeitos após 24 meses contados de 19/11/2024 — aproximadamente 19 de novembro de 2026.
Fase investigativa
Inquéritos, autos de prisão em flagrante e medidas cautelares novos da base territorial da 6ª RAJ tramitam na Vara Regional das Garantias da 6ª RAJ, em Ribeirão Preto, criada pela Resolução nº 939/2024 do Órgão Especial. Depois da denúncia, o processo volta à comarca de Sertãozinho.

OAB — Subseção

Nome
80ª Subseção da OAB/SP — Sertãozinho
Endereço
Rua Frederico Ozanan, 1112, Sertãozinho - SP, CEP 14160-640
Telefone
E-mail
Site
www.oabsp.org.br/subsecao/sertaozinho
Estrutura
Barrinha não é sede de subseção da OAB/SP — a relação oficial de 257 subseções não traz o município. A subseção da cidade-sede da comarca é a 80ª, de Sertãozinho, com diretoria para o triênio 2025-2027.

Serviços federais na fronteira

Justica federal
Subseção Judiciária de Ribeirão Preto (2ª Subseção, TRF3), com varas federais e Juizado Especial Federal.
Justica trabalho
Varas do Trabalho de Sertãozinho (TRT-15), no Fórum Trabalhista de Sertãozinho.
INSS
Atendimento por agendamento pelo telefone 135 ou pelo portal e aplicativo Meu INSS.

Estabelecimentos penais

Panorama
Não há unidade prisional em Barrinha nem em Sertãozinho. A relação oficial da Secretaria da Administração Penitenciária, gerada em 3 de agosto de 2026 com 180 unidades no Estado, registra o Complexo Penal de Ribeirão Preto — Penitenciária com Ala de Progressão Penitenciária, telefone (16) 3617-0123, e Centro de Detenção Provisória "ASP Nayan Xavier Ribeiro", telefone (16) 3617-1278 — além da Penitenciária Feminina de Ribeirão Preto, telefone (16) 3919-7005. Todas estão vinculadas à Unidade Regional do DEECRIM da 6ª RAJ, também em Ribeirão Preto, segundo a planilha da Corregedoria de Execução do TJSP. Aqui há uma coincidência que não é regra: para quem vem de Barrinha, a cidade da visita e a cidade da decisão sobre a pena são a mesma — Ribeirão Preto —, embora o processo de conhecimento corra em Sertãozinho. É um arranjo mais simples do que o da maioria das comarcas paulistas, e vale lembrar que ele se desfaz se o preso for transferido para presídio de outra RAJ.

Defensoria Pública Estadual

Atendimento
A Defensoria Pública do Estado de São Paulo não mantém unidade em Barrinha nem em Sertãozinho — o cadastro oficial de endereços e telefones, consultado em 4 de setembro de 2026, não registra nenhuma das duas cidades. A unidade da Regional Ribeirão Preto fica em Ribeirão Preto, na Rua Alice Além Saad, 1256, Nova Ribeirânia, telefone (16) 2111-5850. O agendamento é obrigatório e pode ser feito pelo portal da Defensoria ou pelo telefone 0800-773-4340; é por esse canal que se verifica, caso a caso, como a assistência jurídica gratuita é prestada nas comarcas sem unidade instalada.
Defensoria pública uniao
Nas causas de competência da Justiça Federal, a assistência gratuita cabe à Defensoria Pública da União, que acompanha a Subseção Judiciária de Ribeirão Preto.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de Ribeirão Preto — 2ª Subseção de São Paulo, Justiça Federal da 3ª Região (TRF3)
Jurisdição
A 2ª Subseção alcança 33 municípios, entre eles Barrinha, Sertãozinho, Pontal, Dumont, Pradópolis, Guariba, Jaboticabal, Cravinhos, Serrana, Jardinópolis, Batatais e a própria Ribeirão Preto. É a Justiça Federal que julga benefício previdenciário e assistencial, FGTS, tributo federal e crime de competência da União.

Justiça do Trabalho

Nome
Varas do Trabalho de Sertãozinho (1ª e 2ª)
Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15), com sede em Campinas
Abrangência
Barrinha, Dumont, Pontal e Sertãozinho
Contexto
Quatro municípios, todos na mesma faixa canavieira, sob o Fórum Trabalhista de Sertãozinho — e é aqui que se concentra boa parte do contencioso que interessa a Barrinha, cidade de trabalhadores da cana e da indústria. O recurso sobe para Campinas: a Lei federal nº 7.520, de 15 de julho de 1986, reservou a 2ª Região à Capital e a quarenta municípios da Grande São Paulo e da Baixada Santista, e todo o restante do Estado é 15ª Região.

Segurança Pública

Atendimento mulher
Barrinha não tem Delegacia de Defesa da Mulher. A DDM da mesma Delegacia Seccional fica em Sertãozinho, na Avenida Affonso Trigo, 1534, Jardim 5 de Dezembro, telefone (16) 3945-0319, e-mail ddm.sertaozinho@policiacivil.sp.gov.br. A Central 180 atende 24 horas.

Polícia Civil

Unidade
Delegacia de Polícia do Município de Barrinha, na Rua Felipe Daher, 447, Parque Mogi, CEP 14860-000, com atendimento em regime de sobreaviso fora do horário administrativo, conforme o cadastro oficial da Polícia Civil.
Telefone
Estrutura
A delegacia local subordina-se à Delegacia Seccional de Polícia de Sertãozinho, uma das oito seccionais do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior — DEINTER 3, sediado em Ribeirão Preto. Na seccional de Sertãozinho funcionam, na Rua Antonio Seron, 342, Centro, a Delegacia de Polícia do Município de Sertãozinho (16) 3942-2272, a Delegacia de Polícia de Investigações Gerais (16) 3945-3611 e a Delegacia de Polícia de Investigações sobre Entorpecentes (16) 3491-1120; a Seção de Administração fica na Avenida Eduardo Tonielo, 200. A mesma seccional responde por Jaboticabal e Pontal.

Prefeitura Municipal

Nome
Prefeitura Municipal de Barrinha
Endereço
Praça Antônio Prado, 70, Centro, Barrinha - SP, CEP 14860-027
Telefone
Site
barrinha.sp.gov.br

Câmara Municipal

Nome
Câmara Municipal de Barrinha
Endereço
Rua Humberto Biancardi, 110, Barrinha - SP, CEP 14860-000
Telefone
E-mail
Site
www.barrinha.sp.leg.br

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Central mulher
180
Disque denuncia
181

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

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Atendimento SMARGIASSI

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