História
A história de Arujá começa numa devoção: em 1741, segundo a tradição, indígenas encontraram uma imagem do Senhor Bom Jesus de Arujá, episódio que mobilizou os moradores e levou à construção de uma ermida no local, semente do povoado. Em 1852 o núcleo foi elevado à condição de freguesia, e em 1938 chegou a ser anexado ao vizinho município de Santa Isabel, do qual só se libertaria décadas depois. A emancipação político-administrativa veio em 18 de fevereiro de 1959, data celebrada até hoje como marco da autonomia local, o que faz de Arujá um dos municípios mais jovens do Alto Tietê. Em 19 de abril de 1985, pela Lei Municipal 634/85, a cidade adotou oficialmente o cognome "Cidade Natureza", reconhecendo a vocação verde de um território ainda coberto por remanescentes de Mata Atlântica. O gentílico consagrado é arujaense, e a proximidade da capital moldou, ao longo do século XX, o salto de vila rural a município metropolitano de perfil industrial e logístico.