História
Jarinu tem dois fundadores em disputa e três nomes na certidão. A tradição popular atribui o povoado a José Inácio da Silveira; a segunda corrente, ao Capitão Lourenço Franco da Rocha — nomeado capitão do bairro em 1786 — e sua mulher, Rita de Cássia de Morais, que em 7 de janeiro de 1807 desmembraram a própria fazenda para doar a gleba da Capela de Nossa Senhora do Carmo de Campo Largo. A capela virou Curato em 12 de outubro de 1830 e Freguesia em 5 de fevereiro de 1842, subordinada a Atibaia — mas não sempre: em 1844 a freguesia passou a pertencer a Jundiaí, e em 1846 voltou a Atibaia, oscilação que o mapa institucional de hoje parece repetir. Em 1895, a Câmara de Atibaia barrou a primeira tentativa de emancipação, "por não ter sido reclamada pelo povo do Distrito". O nome Jarinu, de origem tupi, veio pela Lei estadual nº 1.257, de 29 de setembro de 1911. A emancipação só se consumou pela Lei nº 233, de 24 de dezembro de 1948, que desmembrou o município de Atibaia; o IBGE registra a instalação em 19 de abril de 1949, e a prefeitura celebra 17 de abril de 1949 como data da emancipação político-administrativa, no governo do prefeito Guilherme Zanoni.