História
A origem de Sumaré está ligada à expansão ferroviária do interior paulista no final do século XIX. Em 1875, com a construção da estrada de ferro que ligava Campinas a Rio Claro, foi erguida a Estação de Rebouças, batizada em homenagem ao engenheiro Antônio Pereira Rebouças Filho. Em torno do ponto ferroviário formou-se um povoado que ganhou impulso com o escoamento da produção agrícola da região, então marcada pela cultura cafeeira. A pequena capela edificada em 26 de julho de 1868 costuma ser tomada como marco fundacional do núcleo que se consolidaria ao redor dos trilhos.
O povoado, conhecido como Rebouças, foi elevado a distrito de Campinas em 1909. Em 1945, a localidade passou a adotar o nome Sumaré, inspirado em uma orquídea, providência que evitava a duplicidade com outro município homônimo no Paraná. A emancipação político-administrativa em relação a Campinas ocorreu em 1953, quando Sumaré tornou-se município autônomo. A partir daí, a cidade integrou-se de forma crescente ao eixo metropolitano de Campinas, acompanhando o processo de industrialização e urbanização acelerada que caracterizou a região nas décadas seguintes.