História
A história de Consolação começa com uma sesmaria: em 1813, o português Francisco Borges de Castro, natural do arcebispado de Braga, recebeu do governo luso terras de mata fechada que hoje correspondem a todo o município e a partes de Cachoeira de Minas, Estiva, Conceição dos Ouros e Paraisópolis. A devoção veio antes mesmo da posse: depois de 1750, moradores da Fazenda do Capivari requereram provisão para uma capela de Santana, erguida em terras doadas pelo casal Antônio Rabelo e Maria Ribeiro Maia. Em 1832, o povoado conseguiu a elevação a curato — o Curato de Nossa Senhora da Consolação do Capivari, que deu à cidade a padroeira e, um século depois, o nome. O distrito chamou-se Capivari, foi rebatizado Tapari pela Lei estadual 843, de 7 de setembro de 1923, e recebeu o nome de Consolação em 31 de dezembro de 1943, quando pertencia ao município de Paraisópolis. A emancipação veio pela Lei estadual 2.764, de 30 de dezembro de 1962, com instalação do município em 1º de março de 1963.