História
A história de Pedralva começa nas terras dos índios puris e na corrida pelas minas do rio Verde: em 1737, o Ouvidor de São João del-Rei organizou expedição para enquadrar a região na organização fiscal da Coroa, e a primeira missa documentada no lugar foi celebrada em 13 de dezembro de 1768. O povoado chamou-se Palmital, depois Arraial da Capituba e, com a freguesia criada em 1832, São Sebastião da Capituba. O coronel Joaquim Machado de Abreu, fazendeiro nascido em Taubaté e agraciado como Cavaleiro da Ordem de Cristo, doou o patrimônio da freguesia. Em 1880 o distrito virou São Sebastião da Pedra Branca e, pela lei provincial 3.275, de 30 de outubro de 1884, foi elevado a município — desmembrado de Cristina e instalado em 1887. Em 1909, o congresso geográfico de Belo Horizonte tentou rebatizá-lo de "Bela Vista", nome que a população nunca adotou; a solução veio em 31 de dezembro de 1943, com o Decreto-lei estadual 1.058: Pedralva, a "pedra alva". Pelo caminho, o município cedeu território duas vezes: Maria da Fé emancipou-se em 1911 e São José do Alegre em 1953 — este último, hoje, é o seu par na comarca.