História
Ponte Nova nasceu filha de Mariana e terminou mãe de meia dúzia de municípios. O povoado se formou em torno da capela erguida em 1770 em terreno da Fazenda do Vau-Açu, ao lado da travessia de madeira construída sobre o rio Piranga oito anos antes; a paróquia veio em 1832, por lei da Regência Trina. Em 11 de julho de 1857 a povoação virou vila, desmembrada de Mariana, instalada em 26 de abril de 1863; em 1866 já era cidade. Depois disso, começou a se desfazer em partes: em 1923 perdeu Jequeri e as Grotas; em 1938, Barra Longa; em 1948, Santa Cruz do Escalvado; em 1962, num só golpe, Amparo do Serra, Piedade de Ponte Nova, Rio Doce e Urucânia; em 1995, Oratórios. Sobraram os distritos de Rosário do Pontal e Vau-Açu. O que fecha o círculo é jurídico: quase todos os que se emanciparam voltaram pela porta do Judiciário — Barra Longa, Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado, Amparo da Serra e Oratórios integram a comarca; Jequeri e Piedade de Ponte Nova, a subseção federal e a Vara do Trabalho.