História
Poucas cidades mineiras devem o nome a uma festa. Por volta de 1837, a fazenda de Caetano Pires Barbosa e Izabel Domingues de Siqueira ficou famosa na região pelas danças e quadrilhas que o casal promovia — e o povo a batizou de "Fazenda do Alegre". Em 1838, os fundadores doaram 200 braças de terra ao "patriarca São José" para a construção de uma capela, em escritura lavrada no cartório da freguesia de São Sebastião da Capituba, a atual Pedralva. O povoado cresceu como Arraial dos Alegres, virou distrito do município de Cristina em 10 de julho de 1876 (Lei Provincial 2.281, que também criou a paróquia) e, com a emancipação de Pedralva em 1887, passou a integrá-la. Elevado a vila em 1º de janeiro de 1939 (Decreto-lei estadual 148/1938), emancipou-se pela Lei Estadual 1.039, de 12 de dezembro de 1953, tendo Lélio Joaquim Seabra como primeiro intendente e a primeira eleição municipal em 1954.