Cidade de SP

Guarujá

Guarujá é a "Pérola do Atlântico" e um município integralmente insular: seus 287.634 habitantes (Censo 2022) ocupam 142,9 km² da Ilha de Santo Amaro, na Baixada Santista, a 62,8 km da capital, divididos em dois distritos — Guarujá, sede, voltado para o oceano, e Vicente de Carvalho, voltado para o canal e para a retroárea do Porto de Santos. É sede de comarca de ENTRÂNCIA FINAL do TJSP, na Circunscrição Judiciária de Santos e na 7ª Região Administrativa Judiciária, com DEZ varas instaladas espalhadas por CINCO imóveis do foro: quatro Varas Cíveis e três Varas Criminais no Fórum Guarujá I, na Enseada; a Vara da Fazenda Pública no Fórum Guarujá II, em Santa Rosa; a 1ª e a 2ª Vara da Família e Sucessões, o Juizado Especial Cível e Criminal e um CEJUSC no Fórum Guarujá III, no Centro; e um segundo CEJUSC em prédio próprio, o Fórum Guarujá IV, dentro do campus da UNAERP. Não há vara privativa do Júri, de execução criminal, de infância ou de violência doméstica: a competência é acumulada pelas varas da comarca. A fase de investigação não corre na ilha — vai à Vara Regional das Garantias da 7ª RAJ, em Santos, criada pela Resolução n.º 939/2024 do Órgão Especial do TJSP —, e o regime fechado e o semiaberto são executados pela Unidade Regional do DEECRIM da 7ª RAJ, também em Santos, porque Guarujá não tem unidade prisional própria: quem é preso na ilha vai para o Complexo Penal de São Vicente, Praia Grande, Mongaguá ou Registro. A cidade tem TRÊS Varas do Trabalho (TRT-2, por nome próprio na Lei federal n.º 7.520/1986), duas zonas eleitorais, a 73ª Subseção da OAB/SP, Promotoria de Justiça no prédio do foro, unidade da Defensoria Pública com sala no fórum e quatro serventias extrajudiciais — uma delas, o registro civil de Vicente de Carvalho, acumulada com notas. A jurisdição federal é a Subseção de Santos (4ª Subseção, TRF3). Na segurança: 21º BPM/I com três companhias, 3º Batalhão de Polícia Ambiental sediado no município, duas delegacias distritais, Delegacia de Defesa da Mulher, Instituto de Criminalística e IML na própria ilha. Trinta e nove bairros em quatro regiões administrativas, sessenta e um núcleos de ocupação irregular e uma população flutuante de verão completam o quadro de uma cidade que litiga muito — e em que quase toda instância superior fica do outro lado da água.

UF
SP
Porte
média-grande
População
287.634 hab.

Para questões judiciais em Guarujá (SP), o juízo competente é da Comarca de Guarujá — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Crimes dolosos contra a vida

Tribunal do Júri em Guarujá/SP

Homicídio, feminicídio, infanticídio, aborto e induzimento ao suicídio — os crimes dolosos contra a vida, consumados ou tentados — não são julgados por um juiz, e sim pelo Tribunal do Júri (art. 5º, XXXVIII, da Constituição). Para um fato ocorrido em Guarujá/SP, o julgamento é no Júri da Comarca de Guarujá: a competência é do lugar do crime (art. 70 do CPP), salvo desaforamento (art. 427 do CPP). Como o Júri está organizado nesta comarca — vara que o preside, fórum, jurisdição — está descrito mais abaixo, em Órgãos e instituições e no Panorama jurídico desta página.

No Júri, quem decide são sete jurados sorteados entre moradores da comarca, que votam em sigilo e sem justificar o voto (arts. 406 a 497 do CPP). O rito tem duas fases: a instrução preliminar, que termina em pronúncia, impronúncia, absolvição sumária ou desclassificação, e o plenário, em que a prova é debatida diante dos jurados e a defesa fala por último. Por isso a defesa em plenário é ofício próprio: quesitação, prova oral, tese e réplica se decidem na sessão, e o que não chega ao plenário não conta. A Constituição assegura ao acusado a plenitude de defesa — mais do que a ampla defesa dos demais processos — e é o advogado quem a exerce.

Felipe Smargiassi (OAB/MG 155.242): atuação em plenário do Júri em Minas Gerais e, sob consulta, em outras comarcas — o advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94), inclusive em articulação com a defesa local.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

A história de Guarujá começa com uma data que o IBGE registra e a cidade comemora: 22 de janeiro de 1502, quando a armada portuguesa de André Gonçalves e Américo Vespúcio tocou a parte ocidental da Ilha de Santo Amaro, na praia hoje chamada Santa Cruz dos Navegantes. Foi um dos primeiríssimos desembarques europeus no que viria a ser o Brasil — e não deu em nada por três séculos. O verbete histórico do IBGE é direto sobre o motivo: topografia difícil, hostilidade indígena e áreas pantanosas mantiveram a ilha "por mais de 300 anos abandonada", com extração de óleo de baleia, pesca e poucos engenhos de açúcar como única economia.

O que a ilha tinha de valor não era a terra: era a barra. Quem controlava a entrada do estuário controlava o acesso a Santos e, por Santos, ao planalto e às minas. Daí a Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, cuja construção começa em 1584, na ponta oeste da ilha — obra concebida no reinado de Filipe II, durante a União Ibérica, para proteger o porto de corsário francês e inglês. A fortaleza ficou operacional até 1908 e é hoje, por reconhecimento federal, Patrimônio Histórico Nacional: está inscrita no Livro do Tombo Histórico do IPHAN desde 23 de abril de 1964, no processo 441-T-50. Há mais fortificação na ilha do que a fortaleza principal — o Fortim da Praia do Góes, na mesma Barra Grande, é citado pelo próprio diagnóstico municipal como ponto de referência do bairro.

A ocupação civil moderna nasce de uma decisão comercial, não de um povoado que cresceu. Por decreto imperial de 1832 o lugarejo passou à condição de vila; em 1893 foi promovido a Vila Balneária de Guarujá — e, para inaugurar a vocação, encomendaram-se dos Estados Unidos, conforme o IBGE registra, um hotel, uma igreja, um cassino e quarenta e seis chalés residenciais desmontáveis, além de rede de água, esgoto e luz elétrica. Guarujá foi, literalmente, um balneário importado em peças e montado na areia. O hotel e o cassino fizeram da ilha destino da elite paulistana da Primeira República, e a balsa para Santos organizou o ritual do veraneio.

A emancipação é mais recente e mais lenta do que se imagina. O distrito de Guarujá foi criado pela lei estadual de 26 de outubro de 1922 — o IBGE anota a divergência de numeração entre a Lei estadual n.º 1.871 e a n.º 1.817 na própria fonte —, subordinado ao município de Santos. A elevação à categoria de município veio pelo Decreto-lei n.º 6.501, de 19 de junho de 1934, com desmembramento de Santos e sede no antigo distrito; mas a INSTALAÇÃO do município só se deu em 1º de janeiro de 1939. Guarujá tem, portanto, duas datas de nascimento administrativo, e a diferença de quatro anos e meio entre a criação e a instalação é o tipo de detalhe que decide contagem de prazo em pesquisa dominial antiga e em certidão de imóvel de origem.

O segundo distrito é obra do pós-guerra e do porto. Vicente de Carvalho foi criado pela Lei estadual n.º 2.456, de 30 de dezembro de 1953, e anexado a Guarujá — e desde a divisão territorial de 1º de julho de 1960 o município é constituído dos dois distritos, situação que permanece até hoje. Nomeado em homenagem ao poeta e magistrado santista, o distrito cresceu colado à retroárea portuária e virou o lado onde a cidade efetivamente mora: hoje concentra os bairros de maior população fixa do município, como Itapema, Pae Cará, Boa Esperança e Vila Áurea, cada um com mais moradores permanentes do que Pitangueiras e Enseada somadas em seus moradores fixos.

A segunda metade do século XX transformou o balneário em cidade grande e desigual. O acesso rodoviário pela Cônego Domênico Rangoni, aberto nos anos 1970 para aliviar as balsas, trouxe caminhão, indústria naval e retroporto; o boom do apartamento de praia encheu a orla de torres; e a migração de trabalhadores para o porto e para a construção civil povoou os morros e as áreas de mangue, produzindo os sessenta e um núcleos de ocupação irregular que a Secretaria de Planejamento hoje cataloga. O resultado é a cidade que chega ao fórum: uma orla de veraneio com 83% dos imóveis fechados fora da temporada e um continente adensado onde vive a maioria dos 287.634 guarujaenses do Censo 2022.

Economia

A economia de Guarujá tem dois motores que quase não se cruzam, e cada um deles gera um tipo próprio de litígio. O PIB per capita municipal era de R$ 40.107,77 em 2023, pelo IBGE — número alto para a Baixada e que esconde, como quase toda média em cidade insular de veraneio, uma distância enorme entre os dois lados da ilha.

O primeiro motor é o turismo de estância balneária. Guarujá vive de verão: hotelaria, locação de temporada, gastronomia, quiosque, comércio de rua e serviços de praia. O diagnóstico oficial da Prefeitura mede a dimensão disso em domicílios — 15.417 unidades em Pitangueiras para 6.689 moradores fixos, 15.057 na Enseada para 12.906 fixos, 4.491 na Península para 2.422, 4.433 no Tombo para 2.625, com taxa de domicílio desocupado entre 73% e 83% nesses bairros. Isso é patrimônio imobiliário de terceiro guardado o ano inteiro, e produz uma carteira jurídica específica: contrato de locação por temporada e plataforma de aluguel, condomínio de praia e sua convenção, cobrança de taxa e rateio de obra, furto e dano em imóvel fechado, IPTU de área de orla, ação de despejo de fim de temporada e responsabilidade civil de hotel e de quiosque. É também o motor da população flutuante — a cidade multiplica de tamanho em janeiro e nos feriados, e com ela multiplicam o trânsito, o consumo e a ocorrência policial.

O segundo motor é o porto. Vicente de Carvalho e Conceiçãozinha abrigam terminais, retroárea e logística do complexo do Porto de Santos, o maior da América Latina, e a Região Administrativa IV do Plano Diretor tem um bairro chamado, sem metáfora, RETROPORTO. O Plano Diretor reconhece no zoneamento a Zona Industrial, Naval e Pesqueira — ZINP —, presente em bairros como Marinas e Vila Lygia. Daí vem a outra carteira: contrato de transporte e armazenagem, avaria de carga, trabalho portuário avulso e OGMO, acidente de trabalho em terminal e em estaleiro, crime aduaneiro — contrabando, descaminho, tráfico internacional por contêiner —, infração ambiental por lançamento e por supressão de vegetação. Não por acaso a cidade tem três Varas do Trabalho e um batalhão de Polícia Ambiental sediado no município.

Há um terceiro eixo, menor em PIB e enorme em identidade: a pesca artesanal e as comunidades caiçaras. Barra Grande abriga a comunidade tradicional da Praia do Góes, e o diagnóstico municipal a descreve como núcleo de ocupação irregular de origem caiçara, em área predominantemente de proteção ambiental, sem saneamento, sem pavimentação e sem coleta de lixo registrada, com equipamentos de saúde e educação a 1,2 km. Guararu e Prainha Branca repetem o padrão. Comunidade tradicional em área de Mata Atlântica com ocupação irregular é uma das matérias jurídicas mais delicadas do litoral paulista: junta direito ambiental, regularização fundiária, direito de comunidade tradicional e, com frequência, ação penal por crime ambiental contra quem simplesmente mora ali.

A construção civil fecha o quadro. O Plano Diretor de 2013 e sua alteração de 2014 dividem a ilha em zonas que vão da Zona Especial de Interesse Turístico — ZEIT — e da Zona Especial de Interesse do Patrimônio — ZEIPAT — à Zona Mista de Guarujá e à zona industrial-naval, e é dessa gramática que saem o alvará, o embargo, o auto de infração de posturas e a ação civil pública de uso do solo. O município tem porta administrativa própria para cada etapa disso: Cadastro Técnico, Fiscalização de Obras e Posturas, SEURB e SEHAB. Quem litiga contra a Prefeitura em matéria urbanística em Guarujá litiga, na prática, contra a Lei Complementar n.º 156/2013.

Panorama jurídico

A primeira coisa a saber sobre a estrutura judicial de Guarujá é que ela está espalhada. A comarca é de entrância final, o patamar mais alto da organização judiciária paulista desde a Lei Complementar estadual n.º 980/2005, e tem DEZ varas instaladas — mas distribuídas em CINCO imóveis, em quatro bairros diferentes. O Fórum Guarujá I, na Rua Sílvio Daige, 280, Enseada, concentra sete varas: 1ª a 4ª Vara Cível e 1ª a 3ª Vara Criminal, cada uma com ofício e endereço eletrônico próprios. O Fórum Guarujá II, na Rua Azuil Loureiro, 691/693, Santa Rosa, tem a Vara da Fazenda Pública e o Serviço Anexo das Fazendas. O Fórum Guarujá III, na Rua Mário Ribeiro, 261, Centro, tem a 1ª e a 2ª Vara da Família e Sucessões, a Vara do Juizado Especial Cível e Criminal com ofícios separados de JEC e JECrim, um CEJUSC e o Setor Técnico de assistentes sociais e psicólogos. O Fórum Guarujá IV, na Avenida Dom Pedro I, 3.300, Enseada, é CEJUSC em prédio próprio, dentro do campus da UNAERP. E o Fórum Guarujá V, na Avenida Ademar de Barros, 2.198/2.210, Jardim dos Pássaros, aparece na lista de imóveis do Tribunal sem vara e sem setor judicial informado. Errar de prédio, em Guarujá, custa a manhã.

A segunda coisa é o que a comarca NÃO tem, e aqui a ficha antiga desta casa errava. Guarujá não tem vara privativa do Tribunal do Júri, não tem vara de Execuções Criminais, não tem vara da Infância e Juventude e não tem juizado de violência doméstica. A relação oficial de setores do TJSP, lida em 24/09/2026 para os cinco imóveis, lista apenas as três Varas Criminais — enquanto a mesma fonte, em Santos, nomeia a Vara do Júri e Execuções Criminais e a Vara da Infância e da Juventude e do Idoso. Em Guarujá, essas competências são acumuladas pelas varas existentes, sem mudar-lhes o nome. Isso tem consequência prática: o Júri é exercido pelas varas criminais da própria comarca, porque em São Paulo o crime doloso contra a vida não se regionaliza; e quem precisa saber qual vara recebeu determinado feito consulta o Ofício de Distribuição Judicial, em (13) 3346-4805, em vez de deduzir pelo nome.

A terceira é o desenho regional, que em São Paulo governa a fase mais sensível do processo penal e não se lê no mapa. Guarujá integra a Circunscrição Judiciária de Santos — o que define o Colégio Recursal dos Juizados Especiais — e a 7ª Região Administrativa Judiciária, também com sede em Santos — o que define duas coisas que mudam a vida do réu. A primeira é a Vara Regional das Garantias da 7ª RAJ, criada pela Resolução n.º 939/2024 do Órgão Especial do TJSP com fundamento na Lei federal n.º 13.964/2019 e na decisão do STF na ADI 6.298: é ela que recebe o auto de prisão em flagrante e o inquérito, faz a audiência de custódia, decide cautelares e conduz o procedimento até a denúncia — em Santos, no Fórum Santos I, presencialmente ou por videoconferência. Oferecida a denúncia, o processo volta à vara criminal de Guarujá, inclusive nos crimes de competência do Júri. A implantação estadual desse modelo foi concluída em 4 de dezembro de 2025. A segunda é a Unidade Regional do DEECRIM da 7ª RAJ, que executa as penas em regime fechado e semiaberto dos presos da região.

A quarta é a execução penal, e aqui o desenho paulista costuma confundir quem chega de fora. A página oficial de Execuções Criminais do TJSP registra que a competência para execução existe em todas as comarcas do Estado, respondendo pelo acervo físico remanescente e pelas execuções digitais em MEIO ABERTO — regime aberto, livramento condicional, penas restritivas de direitos, sursis e medida de segurança ambulatorial. Fora da Capital e de poucas comarcas grandes, essa competência é acumulada por vara criminal. O fechado e o semiaberto vão para o DEECRIM regional. Em Guarujá a divisão é radical porque a cidade não tem NENHUMA unidade prisional: a relação oficial da Secretaria da Administração Penitenciária, com 180 unidades em todo o Estado, não cita o município uma única vez. O preso da ilha vai para o CDP e as penitenciárias de São Vicente, para o CDP de Praia Grande, para o CPP de Mongaguá ou para a Penitenciária de Registro. Isso significa visita em outra cidade, parlatório em outra cidade e progressão decidida em Santos.

A quinta é o volume e a natureza do que se litiga. Uma cidade com 287 mil moradores fixos, uma população flutuante que multiplica no verão, 15 mil domicílios fechados na orla, 61 núcleos de ocupação irregular, um complexo portuário na porta e três Varas do Trabalho produz um acervo denso e variado: quatro varas cíveis dão conta de consumo, locação, condomínio, acidente de trânsito e responsabilidade civil; três varas criminais, do patrimonial de temporada ao tráfico de rota portuária, passando por crime de trânsito, violência doméstica e crime doloso contra a vida que vai a plenário; a Vara da Fazenda Pública, das execuções fiscais de IPTU e taxa e das ações contra município e Estado; duas varas de família, de uma população fixa jovem e numerosa em Vicente de Carvalho.

A sexta é a rede de apoio, que em Guarujá é boa e tem endereço. A Promotoria de Justiça funciona no próprio prédio do foro cível e criminal, na Rua Sílvio Daige, 280, telefone (13) 3387-6134, pjguaruja@mpsp.mp.br, integrada à Área Regional de Santos do MPSP. A Defensoria Pública do Estado tem unidade na Avenida Adhemar de Barros, 1.327, Vila Santa Rosa, telefone (13) 2101-9000, e sala no Fórum Cível/Criminal, telefone (13) 3355-9155 — a porta do réu preso. A 73ª Subseção da OAB/SP fica na Avenida Arthur da Costa Filho, 159, Pitangueiras, telefone (13) 3343-5335. Dois CEJUSC atendem a comarca, um deles em prédio próprio. E há Setor Técnico com assistentes sociais e psicólogos no Fórum III, peça essencial em guarda, adoção, medida protetiva e avaliação de adolescente.

A sétima, para fechar, é o horário — assunto banal que faz perder prazo. O TJSP publica, para o Fórum Guarujá I, atendimento ao público das 12h30 às 19h, certidões das 11h às 19h e advogado com carteira da OAB das 9h às 19h; e, no mesmo registro, adverte que pelo Provimento CSM n.º 2.651/2022 o atendimento ao público no 1º Grau é das 13h às 17h e aos advogados das 9h às 17h. Quando os dois números divergem, quem manda é o Provimento. É nesse terreno — comarca de entrância final com cinco prédios, competências acumuladas, investigação e execução de regime fechado em outra cidade — que a banca atua em defesa criminal, Tribunal do Júri e execução penal, sem promessa de resultado e com acompanhamento em todas as fases do processo.

Patrimônio

O patrimônio de Guarujá é, antes de qualquer edifício, o território. A ilha guarda Mata Atlântica de encosta, costão rochoso, manguezal e a Serra do Guararu, e o Plano Diretor reconhece isso no zoneamento: bairros inteiros aparecem no diagnóstico municipal como "área predominantemente de proteção ambiental" — Barra Grande, com 1% de área ocupada em 2,63 km²; Marinas, com 12% em 5,61 km²; Santo Amaro, com 3% de ocupação em 17,73 km² e cinco moradores registrados; Guararu, com 3% em 23,24 km²; Vargem Grande e Saco do Funil, com ocupação zero. Quase metade do território municipal é, em termos práticos, floresta e restinga — e isso explica por que a cidade tem batalhão de Polícia Ambiental sediado nela.

O patrimônio construído é militar e é reconhecido pela União. A Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, iniciada em 1584 para defender a barra de Santos, está inscrita no Livro do Tombo Histórico do IPHAN desde 23 de abril de 1964, processo 441-T-50, e funciona como museu aberto à visitação na Rua Messias Borges, 380, Santa Cruz dos Navegantes — de terça a sábado das 9h às 17h e domingo das 9h às 15h, com visita monitorada agendada em (13) 3384-6194. A fortaleza operou até 1908 e é o marco mais antigo do município. O diagnóstico oficial da Secretaria de Planejamento registra, na ficha do bairro Barra Grande, que a Fortaleza Santo Amaro da Barra Grande é PRÉ-CANDIDATA a Patrimônio da Humanidade — informação que consta de documento da própria Prefeitura e que esta ficha reproduz como candidatura em curso, não como título obtido. No mesmo bairro fica o Fortim da Praia do Góes, e o município tem ainda o Forte dos Andradas, instalação militar escavada na rocha na ponta da ilha, sob administração do Exército e sem visitação regular publicada.

O Plano Diretor criou categoria própria para essa camada: a ZEIPAT — Zona Especial de Interesse do Patrimônio — aparece no mapa de uso do solo de Barra Grande ao lado da ZEIT, a Zona Especial de Interesse Turístico. Em outras palavras, o patrimônio histórico de Guarujá não é apenas tombado pelo IPHAN: tem zoneamento municipal específico, o que significa restrição de uso, de gabarito e de intervenção — matéria de licenciamento, de embargo e, quando alguém constrói ignorando a zona, de ação civil pública.

Há também o patrimônio imaterial da era do balneário. A Vila Balneária de 1893 chegou em caixas dos Estados Unidos: hotel, igreja, cassino e quarenta e seis chalés desmontáveis, com água, esgoto e luz elétrica de fábrica. Pouco sobrou intacto, mas o desenho da cidade turística — Pitangueiras, Astúrias, Tombo — é herança direta dessa importação. E há o patrimônio natural premiado: o diagnóstico municipal registra o bairro do Tombo como praia turística com vocação para o surf e com reconhecimento de Bandeira Azul, certificação internacional de qualidade de praia que poucos balneários brasileiros conquistaram.

Por fim, o patrimônio das comunidades tradicionais. A Praia do Góes, em Barra Grande, é comunidade caiçara descrita pela própria Prefeitura como núcleo de ocupação irregular de origem tradicional, em área de proteção ambiental, sem saneamento, sem pavimentação e sem coleta de lixo registrada; Prainha Branca, em Guararu, repete o quadro. São lugares onde patrimônio cultural, direito ambiental e regularização fundiária se cruzam — e onde a pergunta jurídica raramente é simples: proteger a mata, proteger a comunidade e punir a ocupação são três comandos que a mesma lei emite ao mesmo tempo.

Curiosidades

Guarujá tem uma curiosidade que organiza todas as outras: é um município inteiramente insular cujo principal acesso é uma balsa, e o preço dessa balsa é ato do Estado. A travessia Santos-Guarujá é serviço público operado pelo Departamento Hidroviário da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, com tarifa publicada — R$ 3,10 o pedestre, R$ 6,20 a motocicleta, R$ 12,30 o automóvel, R$ 98,60 o caminhão de três eixos — e ciclista de graça. Em novembro de 2025 o Estado leiloou as travessias litorâneas em lote único, e um consórcio privado passou a responder por vinte anos de operação, com o sistema em operação assistida ao longo de 2026 e gratuidade de pedestre anunciada para depois da transição. E está em projeto um túnel submerso ligando Santos a Guarujá, com sítio oficial do próprio Governo do Estado — que, em 24/09/2026, respondia erro 500 e por isso não tem número citado nesta ficha.

A segunda curiosidade é a assimetria interna. O bairro de Pitangueiras tem 15.417 domicílios e 6.689 moradores fixos; Pae Cará, em Vicente de Carvalho, tem 7.705 domicílios e 26.054 moradores fixos. São dois bairros da mesma cidade, a poucos quilômetros um do outro, com relações inversamente proporcionais entre casa e gente. Guarujá tem, ao mesmo tempo, o bairro paulista típico de veraneio e o bairro paulista típico de periferia adensada — e a ficha judicial dos dois chega ao mesmo fórum.

A terceira é institucional e curiosamente prática: a comarca tem CEJUSC dentro de um campus universitário. O Fórum Guarujá IV funciona nas instalações da UNAERP, na Avenida Dom Pedro I, 3.300, Enseada — e essa informação não vem de folheto da faculdade, vem do cadastro de imóveis do próprio TJSP. Poucas comarcas do Estado têm um prédio do foro registrado dentro de universidade.

A quarta é a existência do Fórum Guarujá V. Na Avenida Ademar de Barros, 2.198/2.210, Jardim dos Pássaros, o TJSP registra um quinto imóvel do foro sem nenhuma vara instalada e sem setor judicial informado. Um prédio de foro sem vara e sem setor declarado é anomalia de cadastro ou imóvel em preparação — e a ficha registra o que a fonte diz, sem inventar o que ele abriga.

A quinta é toponímica e engana muita gente de fora: o distrito de Vicente de Carvalho, de Guarujá, não tem relação com o bairro homônimo do Rio de Janeiro nem com o município de São Vicente, que é comarca distinta do outro lado do estuário. O autocomplete de imóveis do TJSP para "Vicente" devolve os seis prédios do foro de SÃO VICENTE — e é assim que se ajuíza no lugar errado.

A sexta é a data. A ilha foi tocada por europeus em 22 de janeiro de 1502, na praia hoje chamada Santa Cruz dos Navegantes, e ficou praticamente vazia por três séculos. A cidade que hoje recebe milhões de visitantes por temporada passou trezentos anos sendo considerada intransitável por causa do mangue, do relevo e da resistência indígena. Guarujá é, nesse sentido, o oposto da narrativa comum do litoral paulista: não foi descoberta tarde — foi descoberta cedo e abandonada por muito tempo.

Educação e cidadania

Educação e cidadania em Guarujá são serviços dobrados por distrito, e essa é a chave para entender o acesso na ilha. Os equipamentos que mais importam para quem precisa de direito existem em duas versões, uma de cada lado: dois Conselhos Tutelares — o de Guarujá na Rua Benjamin Constant, 413, Centro, telefone (13) 3355-3198, e o de Vicente de Carvalho na Rua Oscar Sampaio, 66, Jardim Santense, telefone (13) 3386-1624 —, quatro CRAS, CREAS na Rua Buenos Aires, 465, Vila Maia, Centro POP no Jardim Boa Esperança, CATI no Centro e Centro da Cidadania na Avenida Presidente Castelo Branco, 530, Jardim Cunhambebe. Três unidades do Bom Prato — Vila Áurea, Jardim Praiano e Santo Antônio — completam a rede de assistência alimentar estadual no município.

Na educação, a rede estadual da ilha não tem Diretoria de Ensino própria: responde à Diretoria de Ensino da Região de Santos, o que significa que o ato administrativo de matrícula, de remoção e de apuração disciplinar de escola estadual de Guarujá se decide do outro lado do canal. O ensino técnico público está na Etec Alberto Santos Dumont, na Rua Dr. Carlos Nehring, 165, Jardim Helena Maria, com nove cursos técnicos que espelham a economia local — de Guia de Turismo a Logística e Transações Imobiliárias. O ensino superior é, quase todo, do outro lado da travessia: a UNAERP tem campus na Enseada (endereço confirmado pelo cadastro do TJSP, porque é lá que funciona o Fórum Guarujá IV), e a referência regional pública fica em Santos. A imprensa regional noticiou para 2027 a primeira faculdade pública presencial da cidade, uma Fatec com quarenta vagas em Análise e Desenvolvimento de Sistemas — informação que esta ficha registra como notícia, não como equipamento instalado.

A cidadania tem endereço e número em Guarujá, e vale conhecê-los antes de precisar. A Ouvidoria municipal atende em 0800-773-7000 e 162, com Portal da Transparência e e-SIC — é ela que produz protocolo de reclamação contra ato de agente público. O PROCON atende em (13) 3355-1232 e (13) 3383-2177, por agendamento, e a reclamação registrada ali vale como prova no Juizado Especial Cível do Fórum Guarujá III. A Defensoria Pública do Estado tem unidade na Vila Santa Rosa, telefone (13) 2101-9000, com atendimento por agendamento nas áreas cível, de família, da infância e criminal, e sala no fórum para o réu preso; em matéria federal — inclusive previdenciária contra o INSS — quem atende é a Defensoria Pública da União, com base regional em Santos. O Instituto da Mulher — Casa Rosa, na Rua Quinto Bertoldi, 5, Vila Maia, é o equipamento municipal de acolhimento da mulher em situação de violência, articulado com a Delegacia de Defesa da Mulher.

Duas zonas eleitorais organizam o eleitorado — a 212ª para a sede e a 310ª para Vicente de Carvalho — e o atendimento presencial do eleitor em São Paulo pode hoje ser feito em qualquer cartório eleitoral do Estado, embora a sede da zona siga sendo a do domicílio. O Poupatempo, na Avenida Santos Dumont, 1.586, Paecará, é a porta de RG, CNH e atestado de antecedentes, e fica em Vicente de Carvalho — ou seja, o morador da orla atravessa a cidade para tirar documento, e o morador do continente atravessa a cidade para ir ao fórum. Conhecer essa geometria antes de precisar dela é, em Guarujá, metade do acesso à Justiça.

Segurança e fronteira

Guarujá tem mais estrutura policial do que se esperaria de uma cidade de 287 mil habitantes, e a razão está no mapa: uma orla que quadruplica de gente no verão e um eixo portuário e retroportuário colado ao maior porto da América Latina.

A Polícia Militar tem batalhão próprio — o 21º BPM/I, na Rua José Avelino de Oliveira, 171, Praia do Tombo, telefones (13) 3354-2813 e (13) 3354-2814 — e o divide em três companhias com recorte geográfico claro: a 1ª no Centro, na Rua Mário Ribeiro, 971, a mesma rua do Fórum Guarujá III; a 2ª em Vicente de Carvalho, na Rua Santa Isabel, 100, Monteiro da Cruz; e a 5ª na Enseada, na Rua Júlio Prestes de Albuquerque, 369. Além disso, e isso é raro, o município é SEDE do 3º Batalhão de Polícia Ambiental, na Praça Getúlio Vargas, 56, Jardim Guaiúba, e da 1ª Companhia de Polícia Ambiental, na Avenida Manoel da Cruz Michael, 387, Santa Rosa. Numa ilha de Mata Atlântica, costão, manguezal e Serra do Guararu, com 61 núcleos de ocupação irregular em área de proteção, a autuação ambiental não é evento excepcional: é rotina, e vira ação penal com frequência.

A Polícia Civil responde à Delegacia Seccional de Santos, no DEINTER-6, e tem duas delegacias distritais na ilha. A sede — 7º Distrito Policial, Avenida Puglisi, 656, Centro, telefone (13) 3386-6742 — é a porta do plantão e recebe o flagrante da cidade. O 1º Distrito Policial, na Rua Álvaro Nunes da Silva, 53, Jardim Conceiçãozinha, atende o lado continental, a área de maior circulação de carga e de mão de obra. A Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher funciona nos fundos do prédio da delegacia sede, telefone (13) 3355-4468, e fora do horário de expediente o atendimento da mulher em situação de violência é feito na própria sede, na frente do mesmo endereço — detalhe operacional que decide se a vítima é atendida ou mandada embora à noite. A Central 180 opera 24 horas.

A perícia está na cidade, e isso importa para a defesa. O Instituto de Criminalística fica no Jardim Conceiçãozinha, telefone (13) 3384-2710, e faz laudo de local, exame de veículo, perícia de arma e de droga apreendida. O Instituto Médico Legal está na Avenida Lydio Martins Corrêa, 829, Vila Zilda, telefone (13) 3386-2979: é ele que produz o exame de corpo de delito nas lesões e na violência doméstica e a necropsia nos crimes que vão a plenário. Ter IML na comarca encurta o prazo do laudo e permite acompanhar a perícia sem sair da ilha — vantagem que comarcas vizinhas do litoral não têm.

O Corpo de Bombeiros tem duas frentes: o 17º Grupamento de Bombeiros — Guarda-Vidas, na Rua Sargento Vagner Lemella, 145, Vila Funchal, e o Posto de Bombeiros 8 — Resgate e Incêndios, na Rua Capitão Alberto Mendes Junior, 225, Jardim Boa Esperança. Em cidade com mais de vinte praias, salvamento aquático é atividade diária, e o boletim de atendimento do guarda-vidas às vezes é a única prova documental de um afogamento que virou inquérito. A Guarda Municipal atende na Rua Dr. Carlos Neringh, 405, telefone (13) 3344-1440, pelo número 153, e a Prefeitura mantém uma Força Tarefa acionada pelo mesmo 153. A Defesa Civil fica na Avenida Adhemar de Barros, 517, Santo Antônio, telefone (13) 3355-4976, emergência 199 — e numa ilha com morro ocupado, Plano Municipal de Redução de Riscos de Deslizamentos de 2016 e Plano de Macrodrenagem de 2012, chuva forte é matéria de Defesa Civil e, não raro, de responsabilidade civil do município.

O ponto cego, para quem pensa em segurança só como polícia, é o que acontece DEPOIS da prisão. Não há unidade prisional em Guarujá. A audiência de custódia é da Vara Regional das Garantias em Santos. A execução de regime fechado e semiaberto é do DEECRIM da 7ª RAJ, em Santos. O preso vai para São Vicente, Praia Grande, Mongaguá ou Registro. Entre a prisão na ilha e a primeira audiência há uma travessia de balsa ou trinta quilômetros de rodovia — e é nessa distância que a defesa se ganha ou se perde nas primeiras 24 horas.

Panorama institucional

Guarujá não se entende sem o seu mapa, e o mapa é oficial. O município tem TRINTA E NOVE bairros distribuídos em QUATRO Regiões Administrativas, pelo mapa de abairramento vigente da Lei Complementar n.º 156/2013 — o Plano Diretor —, e é a Secretaria de Planejamento da própria Prefeitura que publica esse desenho, bairro por bairro, no diagnóstico "Bairro a Bairro" atualizado em novembro de 2023. As Regiões I e III formam o distrito sede, do lado do oceano; as Regiões II e IV formam o distrito de Vicente de Carvalho, do lado do canal e do porto.

A Região Administrativa I reúne Barra Grande, Santa Cruz, Marinas, Guaiúba, Tombo, Las Palmas, Santa Rosa, Vila Lygia, Astúrias, Santa Maria, Helena Maria, Pitangueiras, Santo Antônio e Cachoeira. A Região III reúne Enseada, Cidade Atlântica, Virgínia, Pedreira, Mar e Céu, Península, Pernambuco, Acapulco, Perequê, Santo Amaro e Guararu. A Região II, em Vicente de Carvalho, reúne Itapema, Parque Estuário, Jardim Progresso, Pae Cará, Vila Áurea, Porto de Guarujá, Boa Esperança, Conceiçãozinha e Bocaina. E a Região IV reúne Retroporto, Vargem Grande, Morrinhos, Vila Zilda e Saco do Funil.

Os números do diagnóstico desmentem, com dados da própria Prefeitura, a ideia de que Guarujá é uma cidade de veranistas. Pitangueiras, o bairro-cartão-postal, tem 6.689 moradores fixos e 15.417 domicílios, 83% deles desocupados fora da temporada; a Enseada tem 12.906 moradores fixos e 15.057 domicílios, 73% desocupados; a Península, 2.422 moradores e 4.491 domicílios, 83% desocupados; o Tombo, 2.625 moradores e 4.433 domicílios, 78% desocupados. Do outro lado da ilha, o retrato se inverte: Itapema tem 26.070 moradores fixos e 7% de domicílios desocupados; Pae Cará, 26.054 moradores e ocupação de 100% da área; Boa Esperança, 20.753 moradores em 1,89 km² com 98% de área ocupada; Vila Áurea, 14.340 moradores em 1,03 km², também com 100% de área ocupada. Cachoeira, na sede, tem 14.324 moradores; Santo Antônio, 13.665; Porto de Guarujá, 12.012; Mar e Céu, 11.070; Santa Rosa, 11.966; Vila Lygia, 10.835. O Guarujá que mora é, majoritariamente, o Guarujá do continente e dos morros — e é dele que vem a maior parte da demanda criminal, previdenciária e de família da comarca.

O mesmo diagnóstico registra o dado que mais aparece em processo: Guarujá tem SESSENTA E UM núcleos de ocupação irregular, presentes em praticamente todas as regiões e em bairros de todos os perfis — da Praia do Góes, comunidade tradicional caiçara em Barra Grande, ao Morro do Outeiro nas Marinas, ao Núcleo Gino Fabris em Las Palmas, ao Complexo Prainha I em Itapema e II no Porto do Guarujá, à Favela do Caixão no Parque Estuário, à Vila do Padre e Nova República em Paecará, ao Chaparral e à Viela Transmissão na Vila Áurea, ao Cidade de Deus na Vila Zilda, ao Chico Mendes no Perequê, ao Morro do Bio na Península. Isso é regularização fundiária, usucapião, ação possessória, Zona Especial de Interesse Social, indenização por remoção, responsabilidade civil por deslizamento e, do outro lado, é o mapa das áreas de risco que a Defesa Civil monitora em toda chuva forte. A Prefeitura tem Plano Municipal de Redução de Riscos de Deslizamentos desde 2016 e Plano de Macrodrenagem de 2012, aprovado em 2018 — dois documentos que aparecem com frequência em perícia de responsabilidade civil do município.

A qual porta cada pedaço da cidade responde é pergunta prática, e em Guarujá a resposta muda de lado da ilha. No policiamento, a 1ª Companhia do 21º BPM/I cobre o Centro, a 2ª Companhia cobre Vicente de Carvalho e a 5ª Companhia cobre a Enseada. Na Polícia Civil, a delegacia sede — 7º Distrito Policial, na Avenida Puglisi, 656, Centro — recebe o flagrante e o plantão de toda a ilha, e o 1º Distrito Policial, no Jardim Conceiçãozinha, atende a área portuária e retroportuária. No registro civil, o morador da sede vai à Rua Buenos Aires, 380, e o de Vicente de Carvalho tem cartório próprio na Rua Aristides Rodrigues de Castro, 273, que acumula notas. No eleitoral, a sede é 212ª Zona e Vicente de Carvalho é 310ª Zona. Na proteção da criança, há Conselho Tutelar em cada distrito. Mas no JUDICIÁRIO não há divisão: não existe Foro Distrital em Vicente de Carvalho, e quem mora lá atravessa a cidade — para o Centro, para a Enseada ou para Santa Rosa — conforme a matéria do processo.

Chegar a Guarujá é, em si, um capítulo. Por terra, o acesso é a Rodovia Cônego Domênico Rangoni (SP-055), a antiga Piaçaguera-Guarujá, que liga a ilha a Cubatão e ao sistema Anchieta-Imigrantes e é a rota obrigatória de caminhão e de quem vem da capital sem pegar balsa; para o litoral norte, a ligação é a rodovia Guarujá-Bertioga. Por água, a travessia Santos-Guarujá é serviço público estadual operado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística por meio do Departamento Hidroviário, com tarifa de R$ 3,10 para pedestre, R$ 6,20 para motocicleta, R$ 12,30 para automóvel e van, R$ 24,70 para veículo com reboque, R$ 43,30 para ônibus e caminhão de dois eixos e R$ 98,60 para três eixos, gratuidade para ciclista e sistema de embarque agendado — a "Hora Marcada" — para veículos. O terminal de balsas responde em (13) 3348-4414 e (13) 3348-4415, e o terminal rodoviário urbano em (13) 3386-2325. Em novembro de 2025 o Estado leiloou a concessão das travessias litorâneas em lote único, arrematada por consórcio privado para vinte anos de operação, e o sistema seguia em operação assistida em 2026, com a gratuidade de pedestre anunciada para depois da transição. Está em projeto, ainda, o túnel submerso entre Santos e Guarujá, com sítio oficial do Governo do Estado — que respondeu erro 500 a leitura em 24/09/2026 e por isso não tem número afirmado nesta ficha.

Para quem tem audiência, a consequência é concreta e vale escrever: a Vara Regional das Garantias da 7ª RAJ fica em Santos, no Fórum Santos I, e a audiência de custódia do preso em flagrante em Guarujá é conduzida por ela, presencialmente na sede e por videoconferência nas comarcas da região. Entre a ilha e Santos há uma balsa ou trinta quilômetros de rodovia. Quem marca compromisso na Baixada sem contar a travessia perde a hora — e, em matéria criminal, perder a hora tem preço.

Dados do município

Gentílico
guarujaense
Mesorregião
Metropolitana de São Paulo
Microrregião
Santos
Região intermediária (IBGE)
São Paulo
Área (km²)
142.9
População (Censo 2022)
287.634
Densidade demográfica (hab/km²)
1.986,50 hab/km² (IBGE, Censo 2022, agregado 4714, variável 614)
PIB per capita
R$ 40.107,77 (IBGE, 2023)

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Órgãos e instituições — Guarujá/SP

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Guarujá
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP)
Entrância
entrância final
Circunscrição judiciária
Circunscrição Judiciária de Santos
Região administrativa judiciária
7ª Região Administrativa Judiciária (RAJ) — Santos
Distância da capital
62,80 km (dado publicado pelo próprio TJSP na ficha dos imóveis do foro)
Instalação
A comarca de Guarujá está instalada e é de porte: a Lista Telefônica oficial do TJSP, consultada em 24/09/2026, devolve a frase "Município Guarujá da Comarca Guarujá - 7ª RAJ Santos" e registra, no campo "Número de Varas Instaladas" de cada imóvel do foro, um total de dez varas instaladas — sete no Fórum Guarujá I (cível e criminal), uma no Fórum Guarujá II (Fazenda Pública) e duas no Fórum Guarujá III (família). A entrância é a FINAL, o patamar mais alto da estrutura judiciária paulista desde a Lei Complementar estadual n.º 980, de 21/12/2005, que substituiu a antiga classificação por primeira, segunda e especial entrância pelo trio inicial, intermediária e final. Em São Paulo a lei cria a vara e o Tribunal a instala: por isso o número que vale é o do campo "Varas Instaladas" do TJSP, e não o de qualquer lei de criação.
Classificação
Guarujá é entrância final por população e volume de feitos, e integra a Circunscrição Judiciária de Santos dentro da 7ª RAJ, também com sede em Santos. A distinção importa na prática: a Circunscrição Judiciária define, entre outras coisas, o Colégio Recursal que julga os recursos dos Juizados Especiais; a RAJ define duas coisas que mudam a vida do réu criminal — a Vara Regional das Garantias competente para a fase de investigação e a Unidade Regional do DEECRIM competente para a execução de pena em regime fechado e semiaberto. Em São Paulo nenhuma das duas se deduz do mapa, e no caso de Guarujá as duas apontam para Santos.
Estrutura
O foro de Guarujá está distribuído em CINCO imóveis, e é essa dispersão, mais do que o número de varas, que costuma confundir quem chega de fora. O Fórum Guarujá I — Cível/Criminal, na Rua Sílvio Daige, 280, Enseada, CEP 11440-550, telefone (13) 3346-4829, reúne sete varas instaladas: 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Vara Cível e 1ª, 2ª e 3ª Vara Criminal, cada uma com o seu ofício judicial. O Fórum Guarujá II, na Rua Azuil Loureiro, 691/693, Santa Rosa, CEP 11430-110, telefone (13) 3325-1253, abriga a Vara da Fazenda Pública e o Serviço Anexo das Fazendas. O Fórum Guarujá III, na Rua Mário Ribeiro, 261, Centro, CEP 11410-191, telefone (13) 2102-1404, concentra a 1ª e a 2ª Vara da Família e Sucessões, a Vara do Juizado Especial Cível e Criminal (com ofícios separados de JEC e de JECrim), um CEJUSC e o Setor Técnico de assistentes sociais e psicólogos. O Fórum Guarujá IV, na Avenida Dom Pedro I, 3.300, Enseada, nas instalações da UNAERP, CEP 11440-003, não tem vara instalada: é sede de CEJUSC. E o Fórum Guarujá V, na Avenida Ademar de Barros, 2.198/2.210, Jardim dos Pássaros, CEP 11430-003, aparece na lista de imóveis do TJSP sem vara e sem setor judicial informado. O e-mail administrativo do foro é guarujaadm@tjsp.jus.br e o do Ofício de Distribuição Judicial é guaruja@tjsp.jus.br.
Varas civeis
Quatro varas cíveis, todas no Fórum Guarujá I, com telefone geral (13) 3346-4829 e ofício próprio: 1ª Vara Cível — 1º Ofício Cível, (13) 3346-4809, guaruja1cv@tjsp.jus.br; 2ª Vara Cível — 2º Ofício Cível, (13) 3346-4811, guaruja2cv@tjsp.jus.br; 3ª Vara Cível — 3º Ofício Cível, (13) 3346-4813, guaruja3vc@tjsp.jus.br; 4ª Vara Cível — 4º Ofício Cível, (13) 3346-4815, guaruja4cv@tjsp.jus.br. O endereço eletrônico do 3º Ofício vem grafado com a sigla "3vc" na fonte oficial, fora do padrão "cv" das outras três — está reproduzido aqui como o TJSP publica.
Varas criminais
Três varas criminais, também no Fórum Guarujá I, telefone geral (13) 3346-4829, cada uma com o seu ofício: 1ª Vara Criminal — 1º Ofício Criminal, (13) 3346-4818, guaruja1cr@tjsp.jus.br; 2ª Vara Criminal — 2º Ofício Criminal, (13) 3346-4823, guaruja2cr@tjsp.jus.br; 3ª Vara Criminal — 3º Ofício Criminal, (13) 3346-4825, guaruja3cr@tjsp.jus.br. É nessas três varas que tramitam as ações penais da comarca depois do oferecimento da denúncia, incluindo os processos de crime doloso contra a vida até o plenário do Júri.
Tribunal do juri
Guarujá NÃO tem vara privativa do Tribunal do Júri. A relação de setores do TJSP para os cinco imóveis do foro, consultada em 24/09/2026, lista apenas 1ª, 2ª e 3ª Vara Criminal, sem nenhum setor chamado "Vara do Júri" nem "Ofício do Júri" — ao contrário do que a mesma fonte mostra em Santos, onde existem, nominalmente, a Vara do Júri e Execuções Criminais e o Ofício do Júri e Execuções Criminais, no Fórum Santos I. Em São Paulo o Júri é competência da comarca e não se regionaliza: a Vara Regional das Garantias cessa com a denúncia e o crime doloso contra a vida volta à comarca para pronúncia, instrução e plenário. Em Guarujá, portanto, o Júri é exercido pelas varas criminais da própria comarca, por competência acumulada, e não por uma vara com esse nome. A ficha não afirma qual das três varas criminais recebe o plenário porque a fonte oficial não distribui essa competência por nome — quem precisa saber consulta o Ofício de Distribuição Judicial, (13) 3346-4805, guaruja@tjsp.jus.br.
Execução penal na comarca
Também não existe, em Guarujá, vara ou ofício com o nome "Execuções Criminais" na relação de setores do TJSP. Isso não é uma lacuna: é o desenho paulista. A página oficial de Execuções Criminais do TJSP registra que as varas com competência para execução criminal estão instaladas em todas as comarcas do Estado e respondem pelo acervo físico ainda existente e pelas execuções digitais em MEIO ABERTO — regime aberto, livramento condicional, penas restritivas de direitos, sursis e medida de segurança de tratamento ambulatorial. Fora da Capital e de umas poucas comarcas grandes, essa competência é acumulada por uma vara criminal, sem mudar-lhe o nome. O regime fechado e o semiaberto não ficam na comarca: vão para a Unidade Regional do DEECRIM da 7ª RAJ, em Santos (ver estabelecimentosPenais).
Juizo das garantias
A fase de investigação criminal de Guarujá não corre no foro local. Pela Resolução n.º 939/2024 do Órgão Especial do TJSP, publicada no DJE de 19/09/2024 — editada com fundamento na Lei federal n.º 13.964/2019 e na decisão do STF na ADI 6.298 —, São Paulo criou treze Varas Regionais das Garantias, uma por RAJ e mais de uma na 1ª e na 4ª. A da 7ª RAJ tem sede em Santos: a Lista Telefônica do TJSP registra, no Fórum Santos I, a "Vara Regional das Garantias 7ª RAJ" e o "Ofício da Vara Regional de Garantias - 7ª RAJ", salas 413/415/417, telefone (13) 3346-5768, e-mail vrg@tjsp.jus.br. Essa vara recebe os novos procedimentos investigatórios, inquéritos e autos de prisão em flagrante de toda a base territorial da RAJ, faz a audiência de custódia, decide medidas cautelares e processa até o oferecimento da denúncia — presencialmente na sede, em Santos, e por videoconferência nas demais comarcas da região, Guarujá incluída. Oferecida a denúncia, o processo volta à vara criminal de Guarujá, inclusive nos crimes de competência do Júri. A implantação estadual foi concluída em 04/12/2025.
Vara da fazenda pública
Vara da Fazenda Pública instalada em imóvel próprio — Fórum Guarujá II, Rua Azuil Loureiro, 691/693, Santa Rosa, CEP 11430-110, telefone (13) 3325-1253. O Serviço Anexo das Fazendas funciona no balcão do 1º andar, telefones (13) 3325-1252 e (13) 3325-1255, e-mail guarujafaz@tjsp.jus.br. É a porta das execuções fiscais e das ações contra o município e o Estado, matéria pesada numa cidade de IPTU de orla e de contencioso tributário portuário.
Varas de familia
1ª e 2ª Vara da Família e Sucessões, no Fórum Guarujá III, Rua Mário Ribeiro, 261, Centro, CEP 11410-191. O 1º Ofício de Família e Sucessões atende em (13) 2102-1406 e (13) 2102-1407, e-mail guaruja1fam@tjsp.jus.br; o 2º Ofício, em (13) 2102-1414 e (13) 2102-1416, e-mail guaruja2fam@tjsp.jus.br. No registro de setores do TJSP a 2ª Vara aparece vinculada ao e-mail guaruja1fam@tjsp.jus.br, provavelmente por reaproveitamento de cadastro: quem peticiona ou requer certidão deve confirmar o endereço no balcão.
Juizados especiais
A Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da comarca funciona no Fórum Guarujá III, com e-mail guarujajec@tjsp.jus.br, e tem dois ofícios separados: o Ofício do Juizado Especial Cível — JEC, telefones (13) 2102-1409 e (13) 2102-1410, e o Ofício do Juizado Especial Criminal — JECrim, telefones (13) 2102-1419 e (13) 2102-1418. O JECrim é a porta dos crimes de menor potencial ofensivo e das transações penais da cidade; o JEC, das causas de pequeno valor, com recurso para o Colégio Recursal da Circunscrição Judiciária de Santos.
Infância e juventude
A relação de setores do TJSP não registra, em Guarujá, vara ou ofício privativo da Infância e Juventude — ao contrário de Santos, onde a fonte lista nominalmente a Vara da Infância e da Juventude e do Idoso e o respectivo ofício, telefone (13) 3346-5794, e-mail santosinf@tjsp.jus.br. Em Guarujá a matéria é competência acumulada de vara do foro local; a ficha não nomeia qual porque a fonte oficial não o faz. No plano administrativo, o município mantém dois Conselhos Tutelares, um por distrito (ver cidadania).
Violência domestica
Não há, em Guarujá, vara ou juizado privativo de violência doméstica e familiar contra a mulher na relação de setores do TJSP — a competência da Lei Maria da Penha é exercida pelas varas criminais da comarca. A rede de proteção local, porém, é robusta e tem endereço: a Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, o Instituto da Mulher — Casa Rosa, a Secretaria de Políticas para as Mulheres e a Central de Atendimento à Mulher 180 (ver seguranca, saude e cidadania).
Cejusc
Dois CEJUSC — Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania — atendem a comarca: um no Fórum Guarujá III, telefone (13) 2102-1434, e outro em imóvel próprio, o Fórum Guarujá IV, na Avenida Dom Pedro I, 3.300, Enseada, junto à UNAERP, telefone (13) 3398-1201. É raro uma comarca desse porte ter CEJUSC em prédio dedicado; em Guarujá tem, e ele fica na Enseada, não no Centro.
Setores de apoio
Ofício de Distribuição Judicial, (13) 3346-4805, guaruja@tjsp.jus.br; Diretoria de Serviço de Administração Geral, (13) 3346-4802, guarujaadm@tjsp.jus.br; Protocolo e Seção de Administração Geral do Fórum I, (13) 3346-4803; Seção de Expediente, Finanças e Arquivo, (13) 3346-4802; Seção Administrativa de Distribuição de Mandados, no Fórum III, (13) 2102-1413, guarujasadm@tjsp.jus.br; Seção de Administração Geral — Pessoal e Corregedoria, (13) 2102-1401; Setor Técnico — Assistentes Sociais e Psicólogos, (13) 2102-1421 e (13) 2102-1423.
Horários
O TJSP publica, para o Fórum Guarujá I, atendimento ao público das 12h30 às 19h, certidões das 11h às 19h e advogado com carteira da OAB das 9h às 19h; e adverte, no mesmo registro, que pelo Provimento CSM n.º 2.651/22 o horário de atendimento ao público no 1º Grau e no Colégio Recursal é das 13h às 17h e aos advogados das 9h às 17h. Quando os dois números divergem, quem manda é o Provimento.
Jurisdição
A comarca de Guarujá abrange o território do município, os dois distritos incluídos — Guarujá, sede, e Vicente de Carvalho. Não há Foro Distrital instalado em Vicente de Carvalho: a Lista Telefônica do TJSP, consultada em 24/09/2026, lista cinco imóveis do foro e nenhum deles é foro distrital; o autocomplete de imóveis para "Vicente" devolve apenas os seis prédios do foro de São Vicente, município vizinho e comarca distinta. Quem mora em Vicente de Carvalho e tem processo em Guarujá atravessa a cidade para o Centro, para a Enseada ou para Santa Rosa, conforme a matéria.
Contrariou
Três afirmações que esta ficha tinha no ar não se sustentaram na fonte oficial. Primeira: a ficha dizia que a comarca tem "Vara do Júri e das Execuções Criminais" própria — o TJSP não registra nenhum setor com esse nome em Guarujá. Segunda: a ficha dizia que existe um "Foro Distrital de Vicente de Carvalho" onde funcionaria o Juizado Especial Cível e Criminal — não existe foro distrital em Guarujá, e o JEC/JECrim funciona no Fórum Guarujá III, na Rua Mário Ribeiro, no CENTRO. Terceira: o telefone do fórum publicado pela ficha, (13) 3386-2950, não consta de nenhum dos cinco registros de imóvel do TJSP; o telefone oficial do Fórum Guarujá I é (13) 3346-4829.

OAB — Subseção

Nome
73ª Subseção da OAB/SP — Guarujá
Endereço
Avenida Arthur da Costa Filho, 159, Pitangueiras, Guarujá - SP, CEP 11410-080
Telefone
E-mail
Site
www.oabguaruja.org.br
Estrutura
Guarujá é sede da 73ª Subseção da OAB/SP, com Diretoria própria (Presidência, Vice-Presidência, Secretaria-Geral e Tesouraria) para o triênio 2025-2027. A subseção é a estrutura de apoio da advocacia que atua nos cinco prédios do foro, e o canal por onde passam prerrogativas, advocacia dativa e atendimento ao inscrito. A Central de Relacionamento com a Advocacia da Seccional atende em (11) 3291-3777.
Contrariou
O endereço e os telefones que esta ficha publicava — Rua Buenos Aires, 800, CEP 11410-010, telefones (13) 3355-6260 e (13) 3355-6278 — NÃO são os que a OAB/SP publica hoje na página oficial da 73ª Subseção. A fonte oficial, lida em 24/09/2026, dá Avenida Arthur da Costa Filho, 159, Pitangueiras, CEP 11410-080, e um único telefone, (13) 3343-5335. A menção a uma "Casa do Advogado" na Rua Ubaldo Sório, 56, que a ficha antiga também trazia, não aparece na página oficial e foi retirada por falta de fonte viva.

Serviços federais na fronteira

Receita federal
O atendimento da Receita Federal para Guarujá é vinculado à Delegacia da Receita Federal do Brasil em Santos (DRF Santos), na 8ª Região Fiscal, que abrange São Paulo. O contencioso aduaneiro e a fiscalização de carga do complexo portuário passam por essa delegacia.
Policia federal
Guarujá está na circunscrição da Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo (SR/PF-SP), com atuação forte no controle portuário do complexo de Santos — inspeção de contêiner, repressão ao tráfico internacional de drogas por via marítima, crimes contra a ordem tributária no comércio exterior e emissão de passaporte.
Previdência
O atendimento do INSS é feito pelos canais remotos — Central 135 e aplicativo Meu INSS — e pela rede de Agências da Previdência Social da Gerência Executiva que cobre a Baixada Santista. Em paralelo, e sem se confundir com o INSS, o município mantém regime próprio de previdência dos servidores: a Guarujá Previdência, na Avenida Adhemar de Barros, 230, Santo Antônio, CEP 11430-000, com atendimento de segunda a sexta das 9h às 17h. A distinção é importante na prática: servidor municipal estatutário de Guarujá pede aposentadoria na Guarujá Previdência, não no INSS, e o litígio correspondente é de competência da Justiça ESTADUAL, não da Justiça Federal.
Ressalva INSS
Esta ficha afirmava a existência de uma "Agência da Previdência Social (APS) do INSS em Guarujá". Em 24/09/2026 não foi possível confirmar, em fonte oficial do gov.br, uma APS instalada no município: o que a busca no domínio gov.br devolveu foi o acordo de cooperação técnica do INSS com a Prefeitura e o endereço da Guarujá Previdência, que é o regime próprio municipal — coisa diferente. A afirmação foi reescrita para não alegar unidade que não se provou, e a pendência está registrada em _pendencias com a URL consultada.

Estabelecimentos penais

Panorama
Guarujá NÃO tem unidade prisional. A relação oficial completa da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo (SAP), gerada em 03/08/2026 e lida em 24/09/2026, traz 180 unidades prisionais organizadas em 36 complexos penais, 97 penitenciárias, 42 CDPs, 16 CPPs, 21 centros de ressocialização, 1 centro de readaptação e 3 hospitais de custódia — e o nome Guarujá não aparece uma única vez. Quem é preso na ilha é levado para as unidades da Baixada, todas fora do município.
Onde vai o preso da comarca
A rede que recebe preso da Baixada Santista é o Complexo Penal de São Vicente e as unidades vizinhas. A planilha oficial da DEEX — Corregedoria de Execução do TJSP, que vincula cada unidade prisional ao juízo competente, agrupa exatamente SETE estabelecimentos no bloco da 7ª RAJ: Centro de Detenção Provisória "ASP Charles Demitre Teixeira" de Praia Grande, telefone (13) 3496-1135; Centro de Progressão Penitenciária "Dr. Rubens Aleixo Sendin" de Mongaguá, telefone (13) 3506-7010, cppmongagua@sap.sp.gov.br; Centro de Detenção Provisória "Luis Cesar Lacerda" de São Vicente, telefone (13) 3576-9896; Penitenciária I "Dr. Geraldo de Andrade Vieira" de São Vicente, com Anexo de Detenção Provisória, telefone (13) 3406-2764, p1sv@sp.gov.br; Penitenciária II de São Vicente, telefone (13) 3565-3609; Centro de Progressão Penitenciária de São Vicente, telefone (13) 3565-7800, cppsv@sp.gov.br; e Penitenciária de Registro, telefone (13) 3828-2250. Na relação da SAP, as unidades de São Vicente aparecem com os sufixos que a própria fonte usa: a Penitenciária I com APP — Ala de Progressão Penitenciária, destinada a preso do semiaberto — e PC — Prisão Civil, para dívida de pensão alimentícia; a Penitenciária II com APP; o CDP "Luis Cesar Lacerda" com APP; e o CPP de São Vicente com PC.
Quem decide a execução
Em São Paulo a execução penal segue a UNIDADE PRISIONAL, não a comarca da condenação nem o regime. O art. 1º, § 4º, da Lei Complementar estadual n.º 1.208, de 23 de julho de 2013, manda o Órgão Especial do TJSP vincular as unidades prisionais do Estado às Varas competentes e, depois de instaladas, às Unidades Regionais do DEECRIM — o Departamento Estadual de Execuções Criminais criado pela mesma lei. Os sete estabelecimentos acima estão vinculados à Unidade Regional do DEECRIM da 7ª RAJ, com sede em Santos, telefone publicado pela Corregedoria (13) 3023-1611, e-mail deecrimsantos@tjsp.jus.br, e todos marcados na planilha como "100% DIGITAL". No prédio do Fórum Santos I, a Lista Telefônica do TJSP localiza o DEECRIM na sala 12 do térreo, telefone (13) 3346-5772, mesmo e-mail. A UR da 7ª RAJ foi criada pela Resolução n.º 630/2013 do Órgão Especial (DJE de 13/12/2013) e instalada em 30/11/2015 — a última das dez do Estado.
Dois trilhos
A Tabela de Competência da Corregedoria de Execução do TJSP separa dois trilhos, e é a resposta prática para a família que pergunta "quem decide a progressão do meu parente". Condenado preso em regime FECHADO ou SEMIABERTO, sem execução anterior ou com execução no sistema SAJ, vai para a Unidade Regional do DEECRIM — no caso de Guarujá, a da 7ª RAJ, em Santos. Quem já tinha execução antiga no sistema SIVEC continua na vara de execução do local de prisão: o § 8º do art. 1º da LC 1.208/2013 manda os processos em curso permanecerem na vara em que tramitam até a conclusão, e é por isso que, em 2026, ainda saem decisões de progressão de varas do interior sem que isso desminta o desenho. No MEIO ABERTO — regime aberto, livramento condicional, penas restritivas de direitos, sursis — e na prisão domiciliar de qualquer regime, quando não há execução anterior, a competência é da vara com competência de execução criminal do LOCAL DE RESIDÊNCIA (ou do local da infração, se o endereço for desconhecido). A frase "o regime aberto volta para a vara da condenação" é errada: volta para onde a pessoa mora.
Medida de seguranca
Medida de segurança de INTERNAÇÃO de todo o Estado de São Paulo corre na 5ª Vara das Execuções Criminais da Capital — é o que dizem, de forma independente, a Tabela de Competência do TJSP e a planilha da DEEX, que manda os três hospitais de custódia para a "5ª VEC": o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico I "Professor André Teixeira Lima" de Franco da Rocha (masculino e feminino), telefone (11) 4819-6089 e PABX (11) 4449-5533; o HCTP II de Franco da Rocha, telefone (11) 4449-4955; e o HCTP "Dr. Arnaldo Amado Ferreira" de Taubaté, com anexo, telefone (12) 3634-6338. Tratamento AMBULATORIAL, por outro lado, fica na vara com competência de execução criminal da comarca — em Guarujá, articulado com a rede municipal de CAPS (ver saude).
Prisao provisória
Preso provisório não está em execução penal: fica sob o juízo do processo. Na fase de investigação, a competência é da Vara Regional das Garantias da 7ª RAJ, em Santos, que faz a audiência de custódia e decide sobre cautelares; oferecida a denúncia, do juízo criminal de Guarujá. O DEECRIM só entra com a guia de recolhimento definitiva. Prisão provisória, diz expressamente a tabela do TJSP, não fixa competência de execução.
O que muda em2026
Há uma data a acompanhar. O registro oficial da LC 1.208/2013 na Assembleia Legislativa de São Paulo consigna que, na ADI n.º 5070, o Supremo Tribunal Federal julgou a ação parcialmente procedente e declarou a nulidade, com redução de texto, do art. 1º, § 3º, da lei — o dispositivo que permitia ao Conselho Superior da Magistratura designar os juízes do DEECRIM —, com efeitos após o transcurso de 24 meses contados de 19/11/2024, isto é, por volta de 19/11/2026. A estrutura das Unidades Regionais (§ 1º) e a vinculação de presídios (§ 4º) não foram atingidas: o que tem de mudar é a forma de prover os juízes. Esta ficha descreve o JUÍZO, nunca o provimento do cargo, e deve ser revisitada no fim de 2026.
Parlatório e visitas
O parlatório da OAB e o dia de visita não são publicados por unidade na relação da SAP nem na planilha da DEEX, e por isso não aparecem aqui — o advogado combina o atendimento com a direção da unidade pelos telefones acima, e a família confirma o dia de visita com a própria unidade. A Corregedoria do TJSP mantém ainda uma planilha separada com os e-mails de agendamento de audiência virtual por unidade prisional, útil quando o preso está fora da Baixada.
Contrariou
A ficha anterior afirmava que "a execução penal dos condenados do município tramita perante a Vara do Júri e das Execuções Criminais da comarca". Duas coisas erradas na mesma frase: não existe vara com esse nome em Guarujá, e a execução do fechado e do semiaberto não tramita na comarca — tramita na Unidade Regional do DEECRIM da 7ª RAJ, em Santos, por vinculação da unidade prisional. O que ficava certo na ficha antiga é que Guarujá não tem unidade prisional própria, e isso está confirmado na relação de 180 unidades da SAP.

Ministério Público Estadual

Estadual
Promotoria de Justiça de Guarujá — Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), instalada no próprio prédio do foro cível e criminal, na Rua Sílvio Daige, 280, bairro registrado pela fonte do MP como Jardim Tejereba, CEP 11440-900, telefone (13) 3387-6134, e-mail pjguaruja@mpsp.mp.br. A promotoria integra a Área Regional de Santos do MPSP e reúne cargos de promotor de justiça com atribuição criminal, do júri, cível, de família, da infância e juventude e da cidadania junto às varas da comarca.
Federal
Nas matérias de competência da Justiça Federal, a atribuição é do Ministério Público Federal, pela Procuradoria da República no Município de Santos, que acompanha a 4ª Subseção Judiciária.
Ressalva
A distribuição nominal de cargos entre as promotorias de Guarujá — quantos promotores criminais, qual deles atua no Júri, qual na execução e qual na violência doméstica — não foi confirmada: o portal mpsp.mp.br responde 403 a leitura automatizada, e a régua da casa proíbe transformar 403 em afirmação. O endereço, o telefone e o e-mail acima vêm de registro oficial do próprio MPSP.

Defensoria Pública Estadual

Unidade
Defensoria Pública do Estado de São Paulo — Unidade de Guarujá (Regional Santos)
Endereço
Avenida Adhemar de Barros, 1.327, Vila Santa Rosa, Guarujá - SP, CEP 11430-003
Telefone
Sala no fórum
Além da unidade funcional, a DPESP mantém sala no Fórum Cível/Criminal de Guarujá — Rua Sílvio Daige, 280, bairro registrado pela Defensoria como Jardim Tejereba, CEP 11440-550, telefone (13) 3355-9155. É a porta do réu preso e do assistido que já está com processo em andamento.
Atendimento
A Defensoria Pública do Estado de São Paulo atende em Guarujá nas áreas cível, de família, da infância e criminal, aos que não podem pagar advogado, e os atendimentos — iniciais ou de acompanhamento — ocorrem mediante agendamento prévio. Em causas de competência da Justiça Federal, incluídas as previdenciárias contra o INSS, o atendimento gratuito cabe à Defensoria Pública da União, com base regional em Santos.
Regional santos
A unidade de Guarujá integra a Regional Santos da DPESP, que reúne ainda a unidade de Santos (Rua João Pessoa, 241, Centro, CEP 11013-203, telefone (13) 2102-2450) e sua sala no Fórum Central de Santos (Praça Patriarca José Bonifácio, s/nº, 1º andar, sala 123, telefone (13) 3234-6950), a unidade de São Vicente (Rua Jacob Emmerich, 944, Centro, telefone (13) 2102-3900) e sua sala no Fórum (Rua Jacob Emmerich, 1.367, salas 05 e 33, Parque Bitaru, telefone (13) 3467-5712), a unidade de Praia Grande (Rua Apolônio Dias da Silva, 51, Vila Mirim, telefone (13) 2102-1100) e sua sala no Fórum (Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, 9.101, sala 25, telefone (13) 3494-8125), e a unidade de Itanhaém (Avenida Pedro de Toledo, 196, Centro). Saber o desenho regional importa quando o assistido é transferido de presídio ou muda de cidade dentro da Baixada.
Contrariou
Esta ficha registrava a unidade de Guarujá no "Jardim Helena Maria". O cadastro oficial de endereços e telefones da DPESP, filtrado pela Regional Santos e lido em 24/09/2026, dá bairro VILA SANTA ROSA e CEP 11430-003 para a Avenida Adhemar de Barros, 1.327. O número da rua confere; o bairro, não. Corrigido pela fonte, com o telefone que a ficha antiga não tinha.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de Santos — 4ª Subseção Judiciária de São Paulo, Justiça Federal de 1º grau vinculada ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3)
Jurisdição
A jurisdição federal de Guarujá é exercida pela Subseção Judiciária de Santos, cuja competência abrange nove municípios: Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente. O Juizado Especial Federal Cível de Santos, vinculado à mesma subseção, atende os moradores de Guarujá nas causas de menor valor contra a União, o INSS e as autarquias federais — a porta ordinária do benefício previdenciário negado.
Contexto
Numa ilha colada ao maior porto da América Latina, a competência federal tem peso próprio: o controle aduaneiro, o crime de descaminho e contrabando, o tráfico internacional pelo canal e pelos terminais, a fiscalização ambiental de área de Mata Atlântica e de costão e as ações previdenciárias de uma população trabalhadora portuária convivem na mesma subseção. Para o réu de Guarujá, a distância prática é a travessia até o Centro de Santos.
Ressalva
A relação vara por vara da Subseção de Santos — quantas varas federais estão instaladas, quais são criminais e quais previdenciárias, com endereço e telefone de cada uma — NÃO entrou nesta ficha porque o portal do TRF3 não respondeu a nenhuma tentativa de leitura em 24/09/2026 (tempo esgotado em www.trf3.jus.br, tanto na página da 4ª Subseção quanto na carta de serviços). A régua da casa é clara: 403 ou tempo esgotado não é ausência do dado, e também não autoriza preencher de memória. O que está afirmado acima é a jurisdição por município, confirmada em fonte do próprio TRF3.

Justiça do Trabalho

Nome
Fórum Trabalhista de Guarujá — 1ª, 2ª e 3ª Vara do Trabalho de Guarujá
Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), com sede em São Paulo
Endereço
Rua Montenegro, 273, Centro, Guarujá - SP, CEP 11410-040
Estrutura
Guarujá tem TRÊS Varas do Trabalho, não uma: o cadastro oficial de telefones e endereços do TRT-2, consultado em 24/09/2026, lista o Fórum Trabalhista de Guarujá na Rua Montenegro, 273, Centro, CEP 11410-040, com a 1ª Vara do Trabalho em (13) 2102-1222, a 2ª Vara do Trabalho em (13) 2102-1224 e a 3ª Vara do Trabalho em (13) 2102-1226, mais Unidade de Apoio Operacional — Posto de Serviço em (13) 2102-1227 e Seção de Polícia Judicial em (13) 2102-1228. Três varas é o tamanho de um polo trabalhista de verdade, e é o que se espera de um território que reúne hotelaria sazonal, construção civil, pesca e o trabalho portuário e retroportuário do complexo de Santos.
Por que trt2
Guarujá é TRT-2 por nome próprio, escrito em lei federal. O artigo 1º, § 1º, da Lei federal n.º 7.520, de 15 de julho de 1986, que alterou o art. 647 da CLT, delimitou a 2ª Região de forma negativa e nominal: ela passou a abranger apenas o município da capital e uma lista de quarenta municípios, na qual Guarujá está expressamente citado, ao lado de Santos, Cubatão, São Vicente e Praia Grande. O § 2º manda todo o resto do Estado para a 15ª Região, com sede em Campinas. A consequência prática que a parte sente é o destino do recurso: de Guarujá o recurso ordinário sobe para São Paulo, não para Campinas.
A baixada e dividida
A divisa de 1986 corta a Baixada Santista em dois. Santos, Guarujá, Cubatão, São Vicente e Praia Grande são TRT-2; Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Itariri e Pedro de Toledo não constam da lista e são TRT-15, com Vara do Trabalho em Itanhaém. E há um caso que desmente o silogismo fácil: Bertioga, desmembrada de Santos em 1991, não aparece na lei de 1986 e mesmo assim é TRT-2, jurisdicionada justamente às Varas do Trabalho de Guarujá. Município novo não se resolve pela lista; resolve-se pela página de jurisdição do tribunal.
Contrariou
Esta ficha afirmava que Guarujá "conta com Vara do Trabalho própria", no singular, e a identificava como "1ª Vara do Trabalho de Guarujá". O cadastro oficial do TRT-2 lista TRÊS varas do trabalho no mesmo Fórum Trabalhista, com telefones distintos. A ficha antiga também não trazia o endereço do fórum trabalhista, que é a Rua Montenegro, 273, no Centro.

Justiça Eleitoral

Nome
Cartórios Eleitorais de Guarujá
Tribunal
Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP)
Estrutura
O município tem DUAS zonas eleitorais, uma por distrito, o que é coerente com os dois núcleos urbanos da ilha: a 212ª Zona Eleitoral atende Guarujá sede e a 310ª Zona Eleitoral atende Vicente de Carvalho. O atendimento presencial do eleitor em São Paulo pode hoje ser feito em qualquer cartório eleitoral do Estado, mas a sede da zona permanece sendo a do domicílio eleitoral.
Central atendimento eleitor
148
Ressalva
O endereço publicado para a 212ª Zona Eleitoral — Avenida Antônio Miguel dos Santos, 100, Santa Rosa — é o MESMO que o Detran-SP publica para a unidade de trânsito de Guarujá (CEP 11431-050). Pode ser um prédio de serviços públicos compartilhado, hipótese plausível, ou um dos dois cadastros pode estar desatualizado. A ficha registra os dois como as fontes os publicam e não escolhe entre eles sem conferência no local.
Zonas
· 212ª Zona Eleitoral (Guarujá) · Endereço
Avenida Antônio Miguel dos Santos, 100, Vila Santa Rosa, Guarujá - SP
· 310ª Zona Eleitoral (Vicente de Carvalho) · Endereço
Avenida Santos Dumont, 689, Sítio Paecará, Guarujá - SP

Segurança Pública

Panorama
A segurança pública de Guarujá está montada em dois eixos que espelham os dois distritos, e é uma das razões pelas quais a cidade tem mais unidades policiais do que se esperaria do seu tamanho: a orla, que quadruplica de população no verão, e o eixo portuário de Vicente de Carvalho e Conceiçãozinha, colado à retroárea do Porto de Santos. Guarujá tem batalhão de Polícia Militar próprio, três companhias territoriais, um batalhão de Polícia Ambiental com sede no município, duas delegacias de polícia distritais, delegacia da mulher, Instituto de Criminalística, Instituto Médico Legal, grupamento e posto de bombeiros e Guarda Municipal.
Guarda municipal
Guarda Municipal de Guarujá — Rua Dr. Carlos Neringh, 405, telefone (13) 3344-1440, com base administrativa também registrada em (13) 3344-1400 na relação de telefones das secretarias, e atendimento pelo número 153. A Prefeitura mantém ainda a chamada Força Tarefa, acionada pelo mesmo 153.
Defesa civil
Defesa Civil municipal — Avenida Adhemar de Barros, 517, Santo Antônio, telefone (13) 3355-4976; emergência 199. Em cidade de morro e encosta ocupada, chuva forte é matéria de Defesa Civil e, não raro, de responsabilidade civil do município.
Policia militar
Batalhao
21º Batalhão de Polícia Militar do Interior (21º BPM/I)
Endereço batalhao
Rua José Avelino de Oliveira, 171, Praia do Tombo, Guarujá - SP
Telefones batalhao
Companhias
Três companhias territoriais dividem o policiamento da ilha, e o recorte é geográfico: a 1ª Companhia cobre o Centro, na Rua Mário Ribeiro, 971, telefone (13) 3355-5026 — a mesma rua do Fórum Guarujá III; a 2ª Companhia cobre Vicente de Carvalho, na Rua Santa Isabel, 100, Monteiro da Cruz, telefone (13) 3352-2029; e a 5ª Companhia cobre a Praia da Enseada, na Rua Júlio Prestes de Albuquerque, 369, telefones (13) 3392-1862 e (13) 3392-3666.
Policia ambiental
Guarujá é sede do 3º Batalhão de Polícia Ambiental, na Praça Getúlio Vargas, 56, Jardim Guaiúba, telefones (13) 3354-2800 e (13) 3354-2928, e da 1ª Companhia de Polícia Ambiental, na Avenida Manoel da Cruz Michael, 387, Santa Rosa, telefones (13) 3358-4669 e (13) 3358-4411. Não é detalhe decorativo: numa ilha de Mata Atlântica, costão, manguezal e Serra do Guararu, o auto de infração ambiental e o crime ambiental têm porta local e fiscalização permanente — inclusive sobre pesca, supressão de vegetação e ocupação de área de preservação.
Emergência
190
Policia civil
Circunscrição
As delegacias de Guarujá integram a circunscrição da Delegacia Seccional de Polícia de Santos, no DEINTER-6, que responde pela Baixada Santista e pelo Vale do Ribeira.
Delegacia sede
Delegacia de Polícia do Município do Guarujá — 7º Distrito Policial — Avenida Puglisi, 656, Centro, telefone (13) 3386-6742. É a delegacia sede e a porta de plantão: é para cá que vai o flagrante lavrado na cidade, e é aqui que a Delegacia de Defesa da Mulher é atendida à noite, nos fins de semana e nos feriados.
Delegacia distrital
Delegacia de Polícia — 1º Distrito Policial — Rua Álvaro Nunes da Silva, 53, Jardim Conceiçãozinha, telefone (13) 3387-2149. Conceiçãozinha fica no lado continental da ilha, na área portuária e retroportuária: a delegacia atende justamente o setor de maior circulação de carga e de mão de obra do município.
Delegacia da mulher
Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher (DDM) de Guarujá — Avenida Puglisi, 656, fundos, Centro, telefone (13) 3355-4468. Funciona nos fundos do prédio da delegacia sede; fora do horário de expediente, o atendimento da mulher em situação de violência é feito na própria delegacia sede, na frente do mesmo endereço. A Central de Atendimento à Mulher 180 opera 24 horas.
Instituto de criminalistica
Instituto de Criminalística — Rua Álvaro Nunes Carvalho, 53, Jardim Conceiçãozinha, telefone (13) 3384-2710. É a unidade da perícia criminal que atende a ilha: laudo de local, exame de veículo, perícia de arma e de droga apreendida.
Instituto medico legal
Instituto Médico Legal de Guarujá — Avenida Lydio Martins Corrêa, 829, Vila Zilda, telefone (13) 3386-2979. O IML local é peça central em duas frentes da defesa criminal: o exame de corpo de delito em crime de lesão e de violência doméstica, e a necropsia nos crimes contra a vida que vão a Júri.
Ressalva endereços
As duas unidades da Polícia Civil no Jardim Conceiçãozinha aparecem na fonte municipal no número 53 de logradouros de nome quase idêntico — "Rua Álvaro Nunes da Silva" para o 1º Distrito Policial e "Rua Álvaro Nunes Carvalho" para o Instituto de Criminalística. É plausível que sejam o mesmo endereço ou o mesmo conjunto de prédios com o nome grafado de duas maneiras, mas a ficha reproduz o que a fonte publica e não unifica sem conferência. Uma fonte secundária consultada em 24/09/2026 dava a DDM na Rua Washington, 227, Vila Maia; prevalece aqui o endereço publicado pela Prefeitura, que é a fonte oficial mais próxima do serviço.
Emergência
197
Corpo bombeiros
Grupamento
17º Grupamento de Bombeiros — Guarda-Vidas — Rua Sargento Vagner Lemella, 145, Vila Funchal, telefones (13) 3358-2700, (13) 3358-2701 e (13) 3358-2702. Numa cidade de vinte e tantas praias, o serviço de salvamento aquático é atividade de rotina, não excepcional.
Posto
Posto de Bombeiros 8 — Resgate e Incêndios — Rua Capitão Alberto Mendes Junior, 225, Jardim Boa Esperança, telefones (13) 3355-1294 e (13) 3355-4144.
Emergência
193

DETRAN

Unidade
Unidade do Detran-SP em Guarujá
Endereço
Avenida Antônio Miguel dos Santos, 100, Santa Rosa, Guarujá - SP, CEP 11431-050
Atendimento
Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Forma de pagamento
A unidade aceita pagamento de taxas em cartão de débito das bandeiras Visa, Mastercard e Elo.
Poupatempo
O Poupatempo Guarujá funciona na Avenida Santos Dumont, 1.586, Paecará, no distrito de Vicente de Carvalho, de segunda a sexta das 9h às 17h e sábado das 9h às 13h — é a porta de RG, CNH, atestado de antecedentes e boa parte dos serviços estaduais.
Contexto
Trânsito é matéria criminal em cidade de orla: a Avenida Presidente Castelo Branco e a Avenida Adhemar de Barros concentram o fluxo, o verão multiplica o número de veículos, e os crimes de trânsito — embriaguez ao volante, homicídio culposo na direção, fuga do local — entram pelo plantão da delegacia sede e correm nas varas criminais da comarca.

Prefeitura Municipal

Nome
Prefeitura Municipal de Guarujá
Endereço
Paço Municipal Moacir dos Santos Filho — Avenida Santos Dumont, 800, Santo Antônio, Guarujá - SP, CEP 11432-502
Telefone
Atendimento
Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Site
www.guaruja.sp.gov.br
Ouvidoria
Estrutura
O Paço Moacir dos Santos Filho fica na Avenida Santos Dumont, 800, Santo Antônio, telefone geral (13) 3308-7000, com atendimento ao público de segunda a sexta das 8h às 18h — horário mais largo do que o do foro, o que importa para quem precisa juntar documento municipal no mesmo dia da petição. A Prefeitura publica uma relação de telefones por secretaria e diretoria que funciona, na prática, como índice de portas administrativas: Gabinete (13) 3308-7570, Secretaria de Governo — SEGOV (13) 3308-7480, Controladoria (13) 3308-7100, Administração — ADM (13) 3308-7870, Secretaria de Finanças — SEFIN (13) 3308-7610, Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Portuário — SEDECON (13) 3308-5310, Secretaria de Habitação — SEHAB (13) 3308-6900, Secretaria de Infraestrutura — SEINFRA (13) 3308-7970, Secretaria de Meio Ambiente — SEMAM (13) 3308-7885, Secretaria de Operações Urbanas — SEURB (13) 3344-3310 e (13) 3383-2818, Secretaria de Planejamento — SEPLAN (13) 3308-7290, Secretaria de Turismo — SETUR (13) 3344-4600 e (13) 3387-1270, Secretaria de Esporte e Lazer — SEDEL (13) 3308-7770, Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social — SEDEAS (13) 3308-7780, Secretaria de Saúde — SESAU (13) 3308-7790, Secretaria de Comunicação — SECOM (13) 3308-7430 e Cultura (13) 3384-3027.
Portas que o advogado usa
Cinco números dessa relação resolvem a maior parte do trabalho de quem litiga contra ou a favor do município. Dívida Ativa — (13) 3344-4200 — é onde se confere a inscrição que virou execução fiscal na Vara da Fazenda Pública do Fórum Guarujá II. O REFIS — (13) 3344-4207 e (13) 3355-2299 — é o programa de regularização que muitas vezes torna a defesa na execução desnecessária. O setor de IPTU — (13) 3308-7655 — responde pelo lançamento que, numa cidade de orla com milhares de imóveis de veraneio, é a matéria tributária mais litigada do município. SEFIN/CEACON — (13) 3344-4500 — é o Conselho de Contribuintes, isto é, o contencioso administrativo tributário municipal, instância que precede o Judiciário. E o Cadastro Técnico — (13) 3308-7955 — com a Fiscalização de Obras e Posturas — (13) 3308-6843 — é quem produz o documento que instrui usucapião, regularização e defesa de auto de infração de obra.
Transito e transporte
Trânsito municipal atende em (13) 3344-4450 e Transporte em (13) 3384-5888; a Garagem Municipal, em (13) 3344-3320. O terminal rodoviário urbano de Guarujá responde em (13) 3386-2325 e o terminal de balsas, em (13) 3348-4414 e (13) 3348-4415. Autuação de trânsito municipal se defende na Junta Administrativa de Recursos de Infrações do município antes de qualquer medida judicial.
Servidor e previdência
A estrutura de pessoal tem porta própria: Medicina do Trabalho (13) 3347-1020 e Casa de Apoio ao Servidor (13) 3347-1021. O regime próprio de previdência é a Guarujá Previdência, na Avenida Adhemar de Barros, 230, Santo Antônio (ver servicosFederais) — e a distinção entre RPPS municipal e INSS decide a competência: servidor estatutário litiga na Justiça Estadual, não na Federal.
Estância balnearia
Guarujá é estância balneária, e isso não é apelido de folheto: a condição de estância é reconhecida por lei estadual e tem efeito fiscal e administrativo — participação no rateio de recursos de turismo, regras próprias de sinalização e de uso da orla. O IBGE registra que o povoado foi promovido a Vila Balneária em 1893, quando se encomendaram dos Estados Unidos um hotel, uma igreja, um cassino e 46 chalés residenciais desmontáveis, além de água, esgoto e luz elétrica — a cidade nasceu, literalmente, como produto turístico importado.

Câmara Municipal

Nome
Câmara Municipal de Guarujá
Endereço
Avenida Leomil, 291, Pitangueiras, Guarujá - SP, CEP 11410-901
Telefone
E-mail
Site
www.camaraguaruja.sp.gov.br
Atendimento
Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Sessoes
As sessões ordinárias ocorrem às terças-feiras, a partir das 15h, no plenário da Avenida Leomil, 291, Pitangueiras — a poucos metros da sede da 73ª Subseção da OAB/SP, na Avenida Arthur da Costa Filho, 159, no mesmo bairro.
Composição
A Câmara de Guarujá tem DEZENOVE vereadores na legislatura iniciada em 1º de janeiro de 2025. O número foi contado no próprio portal da Casa em 24/09/2026: a página de Vereadores traz dezenove fichas individuais — dezenove blocos "card-vereador" e dezenove links de detalhe —, e as fotografias oficiais carregadas no site são datadas de janeiro e fevereiro de 2025, compatíveis com a posse da legislatura 2025-2028. A contagem por leitura de texto da mesma página é enganosa (um resumo automático devolveu dezoito e outro devolveu vinte, porque conta também o item de menu e o link de partidos); o que vale é a estrutura do documento.
Aumento de cadeiras
Dezenove não é o número histórico da Casa. A imprensa regional da Baixada noticiou, entre 2023 e 2024, a aprovação de emenda à Lei Orgânica do Município elevando o número de cadeiras a partir da legislatura de 2025 — e as versões divergem entre dezenove e vinte e uma, porque tramitou também proposta de subir de dezessete para vinte e uma. O limite constitucional para o porte de Guarujá é vinte e uma: o art. 29, IV, alínea "g", da Constituição Federal fixa o máximo de vinte e um vereadores para municípios de mais de 160 mil e até 300 mil habitantes, e o município pode ficar abaixo do teto por escolha da sua Lei Orgânica. A ficha afirma apenas o que contou na fonte oficial — dezenove hoje — e registra a divergência da imprensa em _pendencias, sem transformar notícia em número de lei.
História do número
Há um precedente que explica por que o tamanho da Câmara de Guarujá muda tanto. Em 2005, a Casa foi reduzida a QUATORZE vereadores, e a própria Câmara registra a razão em sua página de notícias institucionais: a decisão do Supremo Tribunal Federal que obrigou os municípios a observar proporcionalidade entre população e número de cadeiras — o julgamento do caso de Mira Estrela, que levou à Emenda Constitucional n.º 58/2009 e à tabela de tetos hoje vigente. De quatorze em 2005 a dezenove em 2025, o Legislativo guarujaense é um retrato em miniatura de duas décadas de jurisprudência e emenda constitucional sobre composição de câmaras.
Leis que importam
Duas leis municipais aparecem em quase todo processo cível e administrativo da cidade e são obra desta Câmara: a Lei Complementar n.º 156/2013, que instituiu o Plano Diretor e o mapa de abairramento vigente, alterada pela Lei Complementar n.º 176/2014, e o Código Tributário municipal, base do IPTU de orla. Quem discute zoneamento, regularização fundiária, uso de calçada e recuo de construção em Guarujá discute, no fundo, a LC 156/2013.

PROCON

Nome
PROCON Guarujá — Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do município
Atendimento
O atendimento presencial é por agendamento. A relação oficial de telefones das secretarias e diretorias da Prefeitura, lida em 24/09/2026, publica o PROCON sob os números (13) 3355-1232 e (13) 3383-2177; páginas anteriores da mesma Prefeitura já divulgaram (13) 3358-2530 e (13) 3387-3171 para marcação de horário, e a ficha registra os quatro porque nenhuma das duas páginas se declara posterior à outra.
Contexto
Em cidade de turismo sazonal, o Procon é a porta mais usada antes do Judiciário: locação de temporada que não corresponde ao anunciado, pacote de hospedagem, cobrança de estacionamento e de serviço em quiosque de praia, atraso de obra em empreendimento de segunda residência, cancelamento de reserva. É também o primeiro lugar onde se produz prova escrita — a reclamação fundamentada registrada (RFR) do Procon vale como documento em juízo. Esgotada a via administrativa, a causa de pequeno valor vai ao Juizado Especial Cível, que em Guarujá funciona no Fórum Guarujá III, na Rua Mário Ribeiro, 261, Centro.
Articulação estadual
O PROCON municipal integra o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e atua em articulação com a Fundação Procon do Estado de São Paulo, que mantém atendimento regional na Baixada Santista e canais remotos estaduais. Reclamações contra concessionária de energia, de água e de telefonia — Elektro, Sabesp e operadoras, cujos telefones a própria Prefeitura publica em "Telefones Úteis" — têm ainda a via da agência reguladora federal, que não se confunde com o Procon.
Telefones
Telefones

Cartórios

Panorama
A comarca de Guarujá tem QUATRO serventias extrajudiciais, e a lista oficial mostra logo o desenho de dois núcleos: o distrito de Vicente de Carvalho tem registro civil e tabelionato de notas próprios, separados dos da sede. Só existe UM tabelionato de protesto no município, acumulado com notas, e apenas UM registro de imóveis para os quase 288 mil habitantes e para todo o mercado de segunda residência da orla — o que explica a fila de quem compra apartamento de praia no verão.
Registro civil sede
Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais e de Interdições e Tutelas da Sede da Comarca de Guarujá — CNS 116061 — Rua Buenos Aires, 380, Vila Maia, CEP 11410-010 — telefone (13) 3386-1792 — atendimento@cartorioguaruja.com.br. É onde se registram nascimento, casamento e óbito do lado insular e onde se averbam interdições e tutelas de toda a comarca.
Registro civil vicente de carvalho
Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabelião de Notas do Distrito de Vicente de Carvalho da Comarca de Guarujá — CNS 123190 — Rua Aristides Rodrigues de Castro, 273, CEP 11473-075 — telefone (13) 3343-3499 — vicentedecarvalho@arpensp.org.br. Acumula registro civil e notas: o morador de Vicente de Carvalho não precisa atravessar a cidade para reconhecer firma, lavrar procuração ou tirar certidão de nascimento.
Registro de imoveis
Oficial de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de Guarujá — CNS 120469 — Rua Buenos Aires, 611, 2º andar, CEP 11410-010 — telefone (13) 3343-4230 — financeiro@registroguaruja.com.br. Serventia única, e acumulada: além da matrícula de imóvel, responde pelo Registro de Títulos e Documentos e pelo Registro Civil de Pessoas Jurídicas — o cartório onde se registram associações, fundações e sociedades simples da cidade.
Tabelionato de notas e protesto
1º Tabelião de Notas e de Protesto de Letras e Títulos da Comarca de Guarujá — CNS 111781 — Rua Santo Amaro, 492, CEP 11410-070 — telefone (13) 3308-3300 — cartorio@1tabgja.com.br. Único protesto do município: é por aqui que passam o protesto de duplicata, a intimação do devedor e o cancelamento após o pagamento.
Como se chega a essa lista
A relação vem do Portal do Extrajudicial do próprio TJSP, que expõe o serviço público de consulta de endereços das serventias por comarca. A Comarca de Guarujá tem o código 6354 no cadastro do Tribunal, e a consulta devolve, para cada serventia, o nome oficial completo, o CNS — Código Nacional da Serventia —, endereço com CEP, telefone e e-mail. Os nomes dos titulares, que a mesma fonte publica, não entram nesta ficha por decisão editorial da casa: ficha de cidade não nomeia autoridade viva.

Saúde Pública

Panorama
A rede pública de saúde de Guarujá tem seis UBS, quinze USAFA (Unidades de Saúde da Família), uma UPA, três pronto-socorros, quatro CAPS, três farmácias do cidadão, laboratório municipal e uma rede especializada com ambulatórios de referência — e a lista, lida de ponta a ponta, é também o melhor mapa de bairros que a cidade publica. Para a defesa criminal, três endereços interessam de imediato: o IML, os CAPS e os pronto-socorros que lavram o boletim de atendimento médico.
Hospitais
Hospital Santo Amaro — particular, convênios e SUS com encaminhamento — Rua Quinto Bertoldi, 40, Vila Maia, telefone (13) 3389-1515; o mesmo mantenedor, a Associação Santamarense de Beneficência do Guarujá, opera serviço de oftalmologia na Rua Raul Ricardo de Barros, 57, Pitangueiras. Hospital Ana Costa — particular e convênios — Avenida Santos Dumont, 3.651, Jardim Conceiçãozinha, telefone (13) 3386-8787. Centro Médico Hospital Don Domenico (Associação Hospitalar Cônego Domenico Ragoni) — Rua Montenegro, 169, Pitangueiras, telefone (13) 3355-1600.
Urgência e emergência
UPA Enseada — Rua Luiz Rodrigues Pedro, 267, Cidade Atlântica, telefones (13) 3351-3661, (13) 3351-3629 e (13) 3383-6495. Pronto-Socorro de Vicente de Carvalho — Rua São João, 111, Pae Cará, telefones (13) 3342-5458, (13) 3342-6176 e (13) 3341-1997, 24 horas. Pronto-Socorro Perequê — Estrada Perequê-Bertioga, km 8, telefone (13) 3353-6717, o posto da orla norte, a caminho de Bertioga. Pronto-Socorro Prof. Dr. Matheus Santamaria — PAM Rodoviária — Avenida Santos Dumont, 995, Santo Antônio. Emergência SAMU 192.
Saude mental
Quatro CAPS, o que é estrutura relevante quando se discute medida de segurança de tratamento ambulatorial, dependência química e capacidade de culpabilidade: CAPS AD — Álcool e Drogas, Rua Josefa Hermínia Caldas, 470, Jardim Progresso, telefone (13) 3308-6529; CAPS II, Rua Buenos Aires, 194, Vila Maia, telefone (13) 3308-6548; CAPS III, Avenida Adriano Dias dos Santos, 692, Jardim Boa Esperança, telefones (13) 3308-6525 e (13) 3355-8445, com internação 24 horas; CAPS Infantojuvenil, Rua Dr. Carlos Nering, 640, Jardim Helena Maria, telefones (13) 3308-6515 e (13) 3355-8954. A Residência Terapêutica funciona na Rua Piauí, 30, Jardim Cunhambebe, telefone (13) 3308-6533, em regime de internação de segunda a domingo, e a Casa Ser / Reavivas, na Rua João Anselmo da Rocha, 364, Jardim Boa Esperança, telefone (13) 3308-6503.
Atenção primária
Seis UBS — Morrinhos (Praça do Comércio, s/nº, telefones (13) 3355-1123 e (13) 3384-2429), Pae Cará (Avenida São João, 155, telefone (13) 3352-1305), Pernambuco (Rua dos Bambus, 69, Balneário Praia de Pernambuco, telefones (13) 3353-2529 e (13) 3353-2329), Prainha (Rua 1º de Maio, 141, Pae Cará, Vicente de Carvalho, telefone (13) 3342-2090), Vila Alice (Rua Rio Grande do Sul, s/nº, telefones (13) 3341-5954 e (13) 3342-5256) e Vila Baiana (Rua Vereador Orlando Falcão, 172, telefones (13) 3351-9976 e (13) 3355-2812). E quinze USAFA — Cidade Atlântica (Avenida Atlântica, 1.070, Enseada, (13) 3351-1597), Jardim Boa Esperança (Avenida Adriano Dias dos Santos, 533, (13) 3387-1351), Jardim Brasil (Rua Poeta Alberto de Oliveira, s/nº, (13) 3359-4685), Jardim Conceiçãozinha (Avenida Bento Pedro da Costa, s/nº, (13) 3386-1083), Jardim dos Pássaros (Rua Rouxinol, 25, (13) 3358-4433), Jardim Las Palmas (Rua José Alves de Oliveira, s/nº, (13) 3354-7101), Jardim Progresso (Rua Josefa Hermínia Caldas, 470, (13) 3341-7232), Perequê (Rua Tapera, 56, Balneário Perequê, (13) 3353-2082), Santa Cruz dos Navegantes (Rua Antônio Pinto Rodrigues, s/nº, (13) 3354-2802), Sítio Conceiçãozinha (Rua Santo Antônio, 117, (13) 3387-1520), Vila Áurea (Rua Francisco de Castro, s/nº, (13) 3341-2708), Vila Edna (Avenida Brasil, s/nº, (13) 3355-4917), Vila Rã (Rua Maria Geralda Valadão, 1.114, (13) 3392-5915) e Vila Zilda (Rua Paulo Agostinho Silva, s/nº, (13) 3387-1401), além da Unidade de Saúde Santa Rosa (Rua Manoel da Cruz Michael, 387, (13) 3358-2564).
Rede especializada
Ambulatório de Referência em Especialidades Vila Júlia — ARE Vila Júlia, Rua Marivaldo Fernandes, s/nº, telefone (13) 3308-6514; Centro de Especialidades de Vicente de Carvalho, Rua Guilherme Guinle, 42, Pae Cará, telefone (13) 3308-6538; Centro de Especialidades Odontológicas — CEO, Rua Marivaldo Fernandes, 73, Jardim Tejereba; Centro de Reabilitação de Guarujá, Avenida Adhemar de Barros, 210, 3º andar, Santo Antônio, telefone (13) 3308-6500; Centro de Reabilitação de Vicente de Carvalho — CERVC, Avenida São João, 155, Pae Cará, telefone (13) 3308-6537; Centro de Referência em Otorrino, Oftalmo e Fonoaudiologia — CROOF, Avenida Leomil, 518, Centro, telefones (13) 3308-6551 e (13) 3384-2404; Ambulatório de Feridas Complexas e Pé Diabético e Ambulatório de Dores Crônicas, Rua Luiz Rodrigues Pedro, 267, Cidade Atlântica; Ambulatório TRANSforma, Rua Guilherme Guinle, 42, piso superior, Pae Cará, telefone (13) 3308-6538; Unidade de Especialidade em Diabetes e Obesidade Infantojuvenil — Docinhos, Avenida Manoel da Cruz Michael, 333, Jardim São Manoel, telefone (13) 3308-6506; Serviço de Internação e Atendimento Domiciliar — SIAD, Rua Buenos Aires, 226, Vila Maia, telefones (13) 3341-6608 e (13) 3384-3219; Transporte Sanitário — Tratamento Fora do Domicílio (TFD), Rua Montenegro, 494, Vila Maia, telefones (13) 3341-6815 e (13) 3342-6367; Laboratório Municipal e Unidade Complexa William Rocha, Rua Hélio Ferreira, 369, Jardim Boa Esperança, telefone (13) 3308-6524; Centro de Testagem, Aconselhamento, Prevenção e Treinamento — CTAPT, no mesmo endereço.
Saude da mulher
Instituto da Mulher — Casa Rosa — Rua Quinto Bertoldi, 5, Vila Maia, telefones (13) 3355-3263 e (13) 3355-1935, atendimento de segunda a sexta das 7h às 17h. É o equipamento municipal de referência no acolhimento da mulher, e trabalha em rede com a Delegacia de Defesa da Mulher e com a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Farmacia e vigilância
Três Farmácias do Cidadão — Farmacêutico Oswaldo Cáfaro, em Vicente de Carvalho (Avenida São João, 155, Pae Cará, telefone (13) 3308-6536), Jayro Graciola (Rua Rouxinol, 25, Jardim dos Pássaros, telefone (13) 3308-6544) e Vila Júlia (Rua Marivaldo Fernandes, 275, telefone (13) 3308-6517), todas de segunda a sexta das 8h às 17h. A Vigilância em Saúde, a Vigilância Epidemiológica e a Vigilância Sanitária funcionam na Avenida Leomil, 518, Centro, telefones (13) 3341-5019, (13) 3355-7340 e (13) 3355-1929; o setor de Dengue, no mesmo endereço, telefones (13) 3341-6569 e (13) 3341-8226; a Unidade de Vigilância em Zoonoses, na Avenida Adriano Dias dos Santos, 303, Jardim Boa Esperança, telefone (13) 3355-6306; o Serviço Antirrábico Humano e Tuberculose, na Rua Rio Grande do Sul, s/nº, Vila Alice, telefone (13) 3342-8060; e o Bem-Estar Animal, na Rua Profª Maria Lídia Rego Lima, 301, Jardim Conceiçãozinha, telefone (13) 3387-7197.

Educação Pública

Rede estadual
As escolas estaduais de Guarujá são coordenadas pela Diretoria de Ensino da Região de Santos, da Secretaria de Estado da Educação — Guarujá não tem Diretoria de Ensino própria, o que significa que o ato administrativo de matrícula, remoção e apuração disciplinar de escola estadual da ilha se decide em Santos. Entre as unidades estaduais no município aparecem, em listagens de escolas da região, a E.E. Prof. Arthur de Campos Gonçalves, a E.E. Dona Coralina Ribeiro dos Santos Caldeira, a E.E. Prof. Diniz Martins, a E.E. Prefeito Domingos de Souza, a E.E. Marechal do Ar Eduardo Gomes e a E.E. Prof. Emídio José Pinheiro.
Ressalva rede estadual
A relação completa e oficial das escolas estaduais de Guarujá, com endereço e telefone de cada uma, NÃO entrou nesta ficha: o sítio da Diretoria de Ensino da Região de Santos (desantos.educacao.sp.gov.br) redireciona para www.educacao.sp.gov.br/uresantos, que respondeu 403 a leitura automatizada em 24/09/2026. A régua da casa é a de sempre: 403 não é ausência do dado, e também não autoriza preencher de memória. Os nomes de unidade acima vêm de listagem regional secundária e estão registrados como indicação, não como relação fechada.
Rede municipal
A rede municipal atende creche e ensino fundamental nos dois distritos, e o diagnóstico oficial "Bairro a Bairro" da Secretaria de Planejamento mede, bairro por bairro, a distância entre o morador e a escola ou creche mais próxima — em Barra Grande, por exemplo, os equipamentos de saúde e educação mais próximos ficam no bairro Santa Cruz, a cerca de 1,2 km; em Vila Zilda, a creche fica a cerca de 200 metros. Esse dado é matéria jurídica quando se discute vaga em creche, transporte escolar e o dever do município de ofertar ensino fundamental próximo da residência.
Conselho tutelar e escola
A articulação entre escola e Conselho Tutelar é rotina em duas frentes que chegam ao advogado: a evasão e a apuração de ato infracional praticado na escola. Guarujá tem dois Conselhos Tutelares, um por distrito (ver cidadania), e não tem vara privativa da Infância e Juventude (ver comarca) — a matéria é competência acumulada de vara do foro local.

Educação Superior Pública

Ensino tecnico estadual
O ensino técnico público do Estado está na cidade pela Etec Alberto Santos Dumont, do Centro Paula Souza, na Rua Dr. Carlos Nehring, 165, Jardim Helena Maria, CEP 11431-090, telefones (13) 3382-5677 e (13) 3382-4173, com endereços eletrônicos institucionais por serviço — e152dir@cps.sp.gov.br (direção), e152adm@cps.sp.gov.br (administrativo e financeiro) e e152acad@cps.sp.gov.br (acadêmico). A unidade oferece cursos técnicos de Administração, Comércio, Desenvolvimento de Sistemas, Gastronomia, Guia de Turismo, Informática, Logística, Secretariado e Transações Imobiliárias — grade que é, ela mesma, um retrato da economia da ilha: turismo, porto e mercado imobiliário de praia.
Ensino superior
Guarujá tem campus da Universidade de Ribeirão Preto — UNAERP na Avenida Dom Pedro I, 3.300, Enseada, e esse endereço aparece em fonte judicial, não só publicitária: o TJSP registra o Fórum Guarujá IV, sede de CEJUSC, justamente "nas instalações da UNAERP", CEP 11440-003. É um arranjo pouco comum no Estado — um centro judiciário de solução de conflitos funcionando dentro de um campus universitário — e costuma ser o lugar onde o estudante de direito da cidade encosta no atendimento real.
Fatec em implantação
A imprensa regional da Baixada noticiou, em 2026, parceria do município com o Centro Paula Souza para instalar a primeira faculdade pública presencial de Guarujá — uma Fatec com início previsto para o primeiro semestre de 2027, quarenta vagas iniciais no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, funcionando provisoriamente no Centro de Formação Profissional Camp Guarujá, na Rua Afonso Nunes, 345, Jardim Boa Esperança. A informação NÃO foi confirmada em fonte do próprio Centro Paula Souza nem em ato oficial em 24/09/2026 e entra aqui identificada como notícia de imprensa, não como equipamento instalado.
Ensino superior na região
Para graduação e pós-graduação a referência regional é a travessia: a Universidade Federal de São Paulo tem campus Baixada Santista em Santos, e a Universidade Católica de Santos e demais instituições privadas da região ficam a poucos quilômetros — a menos de uma travessia de balsa do Centro de Guarujá. A rotina do estudante guarujaense que cruza o canal todos os dias é a mesma do trabalhador portuário e do jurisdicionado que vai à Vara Regional das Garantias: em Guarujá, quase toda estrutura de nível superior fica do outro lado da água.

Cidadania

Panorama
A rede de proteção social e de cidadania de Guarujá é dobrada por distrito onde importa: dois Conselhos Tutelares, quatro CRAS, CREAS, Centro POP, três restaurantes populares Bom Prato e um Centro da Cidadania em Vicente de Carvalho. Para quem faz defesa criminal, o CREAS e os Conselhos Tutelares são interlocutores frequentes — medida protetiva, adolescente em conflito com a lei, encaminhamento de vítima.
Conselhos tutelares
Conselho Tutelar de Guarujá — Rua Benjamin Constant, 413, Centro, CEP 11410-040, telefone (13) 3355-3198. Conselho Tutelar de Vicente de Carvalho — Rua Oscar Sampaio, 66, Jardim Santense, Vicente de Carvalho, CEP 11450-370, telefone (13) 3386-1624. O atendimento divulgado é de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Creas
CREAS — Centro de Referência Especializado de Assistência Social — Rua Buenos Aires, 465, Vila Maia, CEP 11410-040, telefones (13) 3355-7918 e (13) 3355-4381. É a porta do atendimento especializado a vítimas de violência, negligência e violação de direitos, e o serviço que acompanha medida socioeducativa em meio aberto.
Cras
Quatro CRAS — Centro de Referência de Assistência Social: CRAS Enseada, telefone (13) 3392-1148; CRAS Santa Rosa, Rua Azuil Loureiro, 1.020, Santa Rosa, CEP 11430-111, telefone (13) 3358-2011; CRAS Morrinhos, Rua Manoel Vicente de Brito, s/nº, Morrinhos III, CEP 11495-007; CRAS Vicente de Carvalho, Avenida Cunhambebe, 380, Vila Alice, CEP 11470-100, telefone (13) 3342-7603.
Ressalva cras
Duas páginas oficiais da mesma Prefeitura divergem sobre o CRAS Enseada e o CRAS Morrinhos. A página "CRAS" dá o CRAS Enseada na Rua Des. Plínio de Carvalho Pinto, 19, Balneário Cidade Atlântica, e o CRAS Morrinhos no telefone (13) 3368-1018; a tabela da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, na página "Relação de Telefones das Secretarias e Diretorias", dá o CRAS Enseada na Rua Dr. Fernando Nascimento, 640, Cidade Atlântica, CEP 11440-440, e o CRAS Morrinhos no telefone (13) 3383-6715. A ficha registra a divergência em vez de escolher, porque as duas fontes são da própria Prefeitura e nenhuma delas é posterior à outra de forma verificável.
Outros equipamentos
Centro POP — Rua Orlando Silva, s/nº, Jardim Boa Esperança, CEP 11471-100, telefone (13) 3384-2756. Acolhimento Municipal José Calherani — Rua Manoel Otero Rodrigues, 389, Jardim Boa Esperança, CEP 11471-120, telefone (13) 3355-7923. CATI — Rua Benjamin Constant, 388, Centro, CEP 11410-270, telefone (13) 3384-1156. C.A.I — Avenida Adhemar de Barros, 656, Santo Antônio, CEP 11430-000, telefone (13) 3382-4444. Centro da Cidadania — Avenida Presidente Castelo Branco, 530, Jardim Cunhambebe, telefone (13) 3341-3431.
Conselhos
Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) — Avenida Manoel da Cruz Michael, 333, Santa Rosa, CEP 11430-090, telefone (13) 3386-6806. A Secretaria Executiva dos Conselhos CMAS, CMDI e CONSEA funciona na Rua Cavalheiro Nami Jafet, 273, Pitangueiras, telefone (13) 3383-2181.
Restaurantes populares
Três unidades do programa estadual Bom Prato: "Bom Prato" Vila Áurea, Avenida Áurea Gonzales de Conde, 47, Vila Áurea, Vicente de Carvalho, CEP 11454-540, telefone (13) 3341-2835; "Tibério Birolini", Rua Colômbia, 1.125, Jardim Praiano, CEP 11440-360, telefone (13) 3351-9896; e Santo Antônio, Alameda das Violetas, 330, Jardim Primavera, CEP 11432-270, telefone (13) 2191-1291.
Procon
PROCON Guarujá — vinculado à estrutura municipal, telefones (13) 3355-1232 e (13) 3383-2177, com atendimento presencial por agendamento; a Prefeitura já divulgou também os números (13) 3358-2530 e (13) 3387-3171 para marcação. É a porta administrativa do consumidor antes do Juizado Especial Cível, que fica no Fórum Guarujá III.

Emergências

Pm
190
Samu
192
Bombeiros
193
Policia civil
197
Defesa civil
199
Guarda municipal
153
Forca tarefa
153
Central mulher
180
Disque denuncia
181
Direitos humanos
100
Cvv
188
INSS
135
Eleitor
148
DPU
129
Ouvidoria municipal
Pronto socorro24h
Vicente de Carvalho (13) 3341-1997, Rodoviária (13) 3355-9151 e Enseada (13) 3351-3361

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

Emergências e apoio

Telefones gratuitos válidos em todo o Brasil. Discagem direta — não precisa de prefixo.

Utilidade pública

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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