Cidade de MG

Astolfo Dutra

Astolfo Dutra é uma cidade de 14.138 habitantes da Zona da Mata mineira, às margens do Rio Pomba, sem fórum próprio: o Guia Judiciário do TJMG responde que a localidade "pertence à Comarca de Cataguases", cujo fórum fica a 24 km, na Praça Dr. Augusto Cunha Neto, bairro Granjaria. O homicídio praticado aqui vai a Júri no plenário da Comarca de Cataguases, presidido pela Vara Criminal (cgs1crim@tjmg.jus.br); o preso da comarca fica no Presídio de Cataguases, e a execução corre na mesma Vara Criminal enquanto ele estiver lá. O juiz das garantias é o da Vara Criminal de Muriaé; a ação contra o INSS vai à Justiça Federal em Muriaé; a reclamação trabalhista, à Vara do Trabalho de Cataguases. A cidade tem delegacia de Polícia Civil, hospital, pronto-socorro de 24 horas e três cartórios de registro civil, um em cada distrito: a sede, Santana do Campestre e Sobral Pinto.

UF
MG
Porte
micro
População
14.138 hab.

Para questões judiciais em Astolfo Dutra (MG), o juízo competente é da Comarca de Cataguases — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Crimes dolosos contra a vida

Tribunal do Júri em Astolfo Dutra/MG

Homicídio, feminicídio, infanticídio, aborto e induzimento ao suicídio — os crimes dolosos contra a vida, consumados ou tentados — não são julgados por um juiz, e sim pelo Tribunal do Júri (art. 5º, XXXVIII, da Constituição). Para um fato ocorrido em Astolfo Dutra/MG, o julgamento é no Júri da Comarca de Cataguases: a competência é do lugar do crime (art. 70 do CPP), salvo desaforamento (art. 427 do CPP). Como o Júri está organizado nesta comarca — vara que o preside, fórum, jurisdição — está descrito mais abaixo, em Órgãos e instituições e no Panorama jurídico desta página.

No Júri, quem decide são sete jurados sorteados entre moradores da comarca, que votam em sigilo e sem justificar o voto (arts. 406 a 497 do CPP). O rito tem duas fases: a instrução preliminar, que termina em pronúncia, impronúncia, absolvição sumária ou desclassificação, e o plenário, em que a prova é debatida diante dos jurados e a defesa fala por último. Por isso a defesa em plenário é ofício próprio: quesitação, prova oral, tese e réplica se decidem na sessão, e o que não chega ao plenário não conta. A Constituição assegura ao acusado a plenitude de defesa — mais do que a ampla defesa dos demais processos — e é o advogado quem a exerce.

Felipe Smargiassi (OAB/MG 155.242) atua em plenário do Júri em Minas Gerais — a partir de Guaxupé, no Sul de Minas, em qualquer comarca do estado. Minas tem uma tradição própria de plenário, a chamada escola mineira do Júri; é nessa tradição que o escritório trabalha.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

A história de Astolfo Dutra é a história de um porto de rio que trocou de município três vezes antes de virar cidade. O verbete do IBGE conta que, por volta de 1770, desbravadores paulistas e portugueses chegaram às margens do Rio Pomba atraídos pelo ouro, pela terra fértil e pela caça e pesca, e que entre os primeiros moradores estavam Ângelo Gomes Moreira, João Marques da Costa e Afonso de Lemos, que doaram terras para o patrimônio e construíram a Capela de Santo Antônio em 1816. A Prefeitura guarda o documento dessa doação, datado de Barbacena, 30 de janeiro de 1816, que fala do "Patrimônio de Santo Antônio do Porto Alegre de Ubá, freguesia do Pomba, comarca de Barbacena". A região, antes disso, era território dos índios Puri. O lugar pertenceu primeiro à Vila do Pomba, hoje Rio Pomba; a página municipal de história registra uma sequência de leis provinciais que o passaram para São João Nepomuceno em 1841, o devolveram ao Pomba em 1848, o suprimiram como distrito em 1850, o restauraram em 1855 e mudaram várias vezes a sede da freguesia entre o Porto e o arraial do Espírito Santo, hoje Guarani. O verbete do IBGE registra a criação do distrito de Porto de Santo Antônio pela lei provincial nº 2.035, de 1º de dezembro de 1873, subordinado ao Pomba. A virada veio com a lei provincial nº 3.589, de 28 de agosto de 1888, que transferiu o distrito para o município de Cataguases. A Prefeitura conta que a mudança foi pedida pelos próprios moradores, numa representação assinada por 111 pessoas, com um argumento de geografia que hoje soa atual: estavam a apenas 23 quilômetros de Cataguases por estrada de ferro, com dois trens diários, e a 80 quilômetros da cidade do Pomba, numa viagem de três dias ida e volta. A ferrovia chegou de fato: a estação da Estrada de Ferro Leopoldina foi inaugurada em 1897, e o prédio da antiga estação é hoje bem inventariado pelo município. Seguiram-se a rede de água, a luz elétrica em 1904, o telefone em 1915, o primeiro grupo escolar em 1919 e a ponte de cimento armado sobre o Pomba em 1925. Em 1923 a Lei nº 843 criou no município de Cataguases um distrito chamado Astolfo Dutra, com sede no povoado de Dona Eusébia; em 17 de dezembro de 1938, o Decreto-Lei nº 148 elevou o Porto de Santo Antônio a município, desmembrado de Cataguases, com o nome de Astolfo Dutra, e fez do antigo distrito homônimo o distrito de Dona Eusébia. O município foi instalado em 1º de janeiro de 1939, e o seu primeiro prefeito, nomeado interventor, foi Olyntho Almada, que dá nome ao hospital da cidade. A Lei estadual nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962, redesenhou o território: criou os distritos de Santana do Campestre e Sobral Pinto, anexados a Astolfo Dutra, e emancipou Dona Eusébia, instalada como município em 1º de março de 1963. Desde a divisão territorial de 1979 o município tem os mesmos três distritos, e a API de Localidades do IBGE confirma hoje os três: Astolfo Dutra, Santana do Campestre e Sobral Pinto.

Economia

A economia de Astolfo Dutra mudou de base três vezes em um século e hoje é urbana. A página de história da Prefeitura resume a trajetória: primeiro o café, como em quase toda a Zona da Mata; depois o fumo, que trouxe uma fase de prosperidade, armazéns de fumo em corda vendido para quase o país inteiro e até uma fábrica de cigarros de papel; e, com a decadência do fumo nas décadas de 1960 e 1970, a industrialização em pequena escala, sobretudo de confecções, ao lado de uma usina açucareira hoje extinta e de uma fábrica de massas. A mesma página cita como ramos industriais atuais massas alimentícias, confecções e vestuário, adubo e industrialização de sucos e polpas de frutas. Os números do IBGE confirmam o retrato de cidade que produz na cidade. Em 2021, último ano com o valor adicionado aberto por setor, os serviços privados responderam por R$ 96.537 mil (36,3% do valor adicionado), a indústria por R$ 74.116 mil (27,9%), a administração pública por R$ 71.204 mil (26,8%) e a agropecuária por R$ 24.132 mil (9,1%). O PIB total subiu de R$ 291.866 mil em 2021 para R$ 453.516 mil em 2023, o segundo maior da comarca, atrás apenas de Cataguases. No campo, a surpresa é a fruta. A Produção Agrícola Municipal de 2025 dá à lavoura do município R$ 12.329 mil, dos quais R$ 4.256 mil de manga (1.792 toneladas em 112 hectares), R$ 3.198 mil de tangerina, R$ 2.100 mil de abacate e R$ 1.238 mil de mandioca; o café, que abriu a história econômica do lugar, ficou em R$ 159 mil, e o fumo em R$ 144 mil. A pecuária de 2024 registra 11.245 bovinos e 3.992 mil litros de leite. Para quem litiga, esse perfil tem tradução direta: relações de emprego em pequena indústria e comércio, que vão à Vara do Trabalho de Cataguases; contratos e cobranças entre empresas locais, que vão às varas cíveis da comarca; e pequenos imóveis urbanos e rurais, registrados no único Registro de Imóveis da comarca, em Cataguases.

Panorama jurídico

Comece pelo Júri, porque é a pergunta mais grave. O crime doloso contra a vida praticado em Astolfo Dutra é julgado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Cataguases, no Fórum Doutor Afonso Henrique V. Resende, e o juiz que o preside é o da Vara Criminal, a única das quatro varas da comarca com competência criminal no nome. Os jurados são sorteados entre moradores dos cinco municípios da comarca, e o artigo 74 da LC 59/2001 manda que o Júri do interior se reúna ordinariamente a cada dois meses. Na fase de inquérito, o homicídio NÃO vai ao juiz das garantias: a Resolução nº 1.109/2025 exclui do rodízio os crimes dolosos contra a vida, de modo que o mesmo juízo acompanha a investigação e a instrução. O resto do mapa se lê em três cidades. Em Cataguases, a 24 km, ficam as quatro varas — Criminal; Família, Infância e Juventude e Precatórias; 1ª e 2ª Cíveis —, o Juizado Especial, a Turma Recursal e a Vara do Trabalho. Em Muriaé ficam o juiz das garantias do crime comum, pela Vara Criminal daquela comarca, e a Justiça Federal, porque o fórum de Cataguases perdeu a competência federal delegada. E a execução penal fica onde o preso estiver: no Presídio de Cataguases, a execução é da Vara Criminal de Cataguases, que é a vara corregedora da unidade; em outro presídio, é da comarca desse presídio. Para chegar a essa resposta sem erro, o teste é simples e verificável: pedida ao Guia Judiciário com o código da própria localidade, a consulta recusa e nomeia, na mesma frase, a comarca de Cataguases. A lei concorda: o Anexo II da LC 59/2001 põe Astolfo Dutra no item 76, o da Comarca de Cataguases, e em nenhum outro lugar.

Patrimônio

O patrimônio de Astolfo Dutra é pequeno em número e grande em curiosidade, e o município publica a lista inteira. A Listagem Completa do Patrimônio Acautelado e Protegido até 2024, do Setor Municipal de Patrimônio Cultural, informa dois tombamentos feitos diretamente por lei: a Árvore Pau Ferro, pela Lei nº 403, de 21 de julho de 1980, e a Praça Governador Valadares, pela Lei nº 1.255, de 27 de janeiro de 2015 — esta última, segundo a própria listagem, tombada pelo Legislativo sem elaboração de dossiê. Os demais bens estão sob inventário municipal: a antiga Estação Ferroviária de Astolfo Dutra, na Praça Atílio Bonfante; a Igreja Matriz de Santo Antônio de Pádua, na Praça Governador Valadares, 88; o Muro dos Escravos, no bairro São José; a Cabana Espírita Abel Gomes; o prédio da URCA; a cachoeira do Parque dos Monjolos; o Caramonãs Tênis Clube; a Escola Estadual Professor Souza Primo; a Torre da Usina; a Casa do Tozin; o prédio da Prefeitura; a Fachada dos Mentas; o Cemitério Municipal de Santo Antônio; e a Casa da Fazenda Palmeira, no km 77 da MG-285. No distrito de Sobral Pinto, a antiga Estação Ferroviária, na Praça Aldo Soldati, 19, e o Cinema de Sobral Pinto. A Prefeitura atribui a Igreja Matriz e o Caramonãs Tênis Clube ao arquiteto Flávio Almada, nascido no município, e liga essas obras à onda modernista que marcou Cataguases, a cidade vizinha que é sede da comarca. A Matriz pertence à Mitra Diocesana de Leopoldina, segundo o mesmo inventário.

Curiosidades

Três curiosidades de Astolfo Dutra valem uma visita ao arquivo. A primeira é a troca de nomes com a vizinha: por quinze anos, entre 1923 e 1938, existiu no município de Cataguases um distrito chamado Astolfo Dutra que ficava onde hoje está Dona Euzébia, ao lado de outro distrito chamado Porto de Santo Antônio, que é a atual Astolfo Dutra. O Decreto-Lei nº 148/1938 trocou as placas: o Porto virou o município de Astolfo Dutra, e o antigo distrito homônimo passou a chamar-se Dona Eusébia — grafia que uma lei de 2019 mudou para Dona Euzébia, segundo o verbete do IBGE daquele município. A segunda é o apelido: embora o gentílico oficial seja astolfo-dutrense, a cidade se chama a si mesma de portuense, herança do porto no Rio Pomba, e a festa que reúne os moradores que foram embora se chama Semana Portuense, com um Festival de Chopp no encerramento há mais de trinta anos, segundo a Prefeitura. A terceira é de palco: a Prefeitura registra como filho da terra o ator Luiz Linhares, que atuou em "Vestido de Noiva", de Nelson Rodrigues, e nos filmes "Gabriela" e "O Bandido da Luz Vermelha", e que dá nome a um centro cultural entregue à comunidade em 24 de julho de 1998. A mesma página lembra a forte presença de famílias de origem italiana, vindas para uma colônia agrícola chamada Colônia Santa Maria — nome que reaparece na Lei nº 2.764/1962, que usa o córrego "que vem da Colônia de Santa Maria" para traçar a divisa entre os distritos de Astolfo Dutra e Sobral Pinto.

Educação e cidadania

Para o morador de Astolfo Dutra, exercer um direito quase sempre começa na cidade e termina em Cataguases. Na cidade estão a Prefeitura, na Praça Governador Valadares, 77, com ouvidoria por e-mail; a Secretaria de Assistência Social, na Rua Antônio Liberato da Cunha, 159, porta de entrada do CadÚnico; o Conselho Tutelar; a Secretaria de Educação, na Rua Manoel Hipólito, 50; e três cartórios de registro civil que tiram certidão de nascimento, casamento e óbito sem viagem. Em Cataguases, a 24 km, ficam a Defensoria Pública, que atende de graça quem não pode pagar advogado, inclusive em família, sucessões e execução penal; o Juizado Especial e a sua Turma Recursal, para a causa de pequeno valor; o CEJUSC do fórum, para a tentativa de acordo antes ou durante o processo; o Registro de Imóveis e os tabelionatos de notas e de protesto; a Vara do Trabalho; e a sede da Subseção da OAB, na Rua Eduardo Del Peloso, 32. Em Muriaé, a Justiça Federal atende das 12h às 18h e publica WhatsApp para contato. A rede pública de ensino tem escola estadual antiga o bastante para estar no inventário de patrimônio do município, a Escola Estadual Professor Souza Primo, e a Prefeitura registra que o primeiro ginásio da localidade, a Companhia União Educadora, abriu em 1890 com vinte alunos e fechou em 1892 por causa de uma epidemia de febres. Um conselho prático fecha o mapa: antes de viajar a Cataguases, confirme o endereço pelo telefone — a comarca tem duas praças Governador Valadares em cidades diferentes, e o endereço certo economiza a viagem.

Segurança e fronteira

Em Astolfo Dutra a segurança tem balcão local e decisão fora. O balcão é a Delegacia de Polícia Civil da Rua Ernesto Lippi, 35, telefone (32) 3451-1407, onde se registra a ocorrência e onde corre o inquérito de fato ocorrido no município, e o pelotão da Polícia Militar, que atende pelo 190. A decisão fica em outras cidades, e a ordem em que ela acontece é a que a família precisa conhecer. Preso em flagrante por crime comum, o morador passa pela audiência de custódia decidida pelo juiz das garantias da Vara Criminal de Muriaé; se o crime for homicídio, violência doméstica ou infração de menor potencial ofensivo, a decisão fica em Cataguases. Recolhido, vai em regra para o Presídio de Cataguases, no bairro Jardins, onde a OAB mantém parlatório para a entrevista com o advogado. Condenado, a execução corre onde ele estiver preso — e é aí que mora o risco prático: uma transferência administrativa para Ubá, Leopoldina, Muriaé ou Juiz de Fora arrasta o processo junto, sem aviso à família, e o pedido de progressão passa a ser feito em outro fórum. Quem tem parente preso deve manter atualizada, com o advogado ou com a Defensoria de Cataguases, a informação de em que unidade ele está. A Defensoria atende execução penal na Avenida Melo Viana, 366, pelo telefone (32) 3422-8714.

Dados do município

Gentílico
astolfo-dutrense
Mesorregião
Zona da Mata
Microrregião
Ubá
Área (km²)
158.891
População (Censo 2022)
14.138
Densidade demográfica (hab/km²)
88.98

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Empresa ou produtor rural em Astolfo Dutra

Autuação fiscal, ICMS e execução fiscal

A economia de Astolfo Dutra tem indústria — atividade que gera obrigação acessória, crédito acumulado, substituição tributária e, quando o Fisco entende diferente, auto de infração e execução fiscal. A defesa começa no prazo do processo administrativo, antes da inscrição em dívida ativa.

A frente tributária da banca é dupla: Felipe Smargiassi (planejamento e defesa fiscal — o canal direto abaixo) e Dr. Edelcio Smargiassi — OAB/MG 154.574, Auditor Fiscal Aposentado · Doutor em Direito (UMSA).

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Impostos e dívidas com o Estado de Minas Gerais

IPVA atrasado, ITCD de herança ou doação, ICMS, taxas, dívida ativa na AGE-MG e protesto de CDA valem para Astolfo Dutra como para qualquer cidade mineira — os guias mostram o caminho oficial e quando cabe defesa.

Órgãos e instituições — Astolfo Dutra/MG

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Cataguases (comarca instalada a que Astolfo Dutra responde)
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG)
Entrância
segunda entrância (da Comarca de Cataguases, que é a que julga)
Instalação
Astolfo Dutra não é sede de comarca, e a prova vem do próprio Tribunal. Pedida ao Guia Judiciário do TJMG a consulta com o código da PRÓPRIA localidade (Astolfo Dutra é MG_46 no formulário), o sistema responde, no mesmo texto: "Desculpe, não é possível realizar a sua consulta: A Localidade Astolfo Dutra não é uma Comarca. Somente Comarcas podem realizar esta consulta" e "A Localidade Astolfo Dutra pertence à Comarca de Cataguases". A frase nomeia os dois lados, e por isso não depende de nenhuma leitura indireta. Três conferências independentes fecham o mesmo ponto. A primeira é a tabela de municípios e distritos integrantes da Comarca de Cataguases, que traz Astolfo Dutra a 24 km do fórum, com os distritos de Santana do Campestre a 33 km e Sobral Pinto a 30 km. A segunda é a lei: a Lei Complementar estadual nº 59, de 18 de janeiro de 2001, no Anexo II, item 76, relaciona a Comarca de Cataguases com cinco municípios — Cataguases, Astolfo Dutra, Dona Eusébia, Itamarati de Minas e Santana de Cataguases —, e a busca pelo nome "Astolfo Dutra" no texto atualizado da lei devolve apenas essa ocorrência; o município nunca teve comarca criada. A terceira é a Defensoria Pública de Minas Gerais, cuja unidade de Cataguases lista Astolfo Dutra entre os cinco municípios contemplados — os mesmos cinco da comarca. Some-se a prova negativa: as páginas do TJMG de implantação do PJe e de execução penal existem para cataguases (HTTP 200, título "Cataguases | Portal TJMG") e devolvem HTTP 404 para astolfo-dutra. A Comarca de Cataguases, essa sim, está instalada desde 31 de março de 1892, segundo o cabeçalho do Guia.
Classificação
A comarca é de SEGUNDA entrância, e as duas leituras oficiais concordam. O cabeçalho do Guia Judiciário diz "Entrancia: Segunda". O Anexo I da LC 59/2001, no item I.2.II — comarcas de segunda entrância —, põe Cataguases sob o número 23, com CINCO cargos de Juiz de Direito, códigos JSE-66 a JSE-70. A conta dos cargos fecha com a estrutura que o Guia publica: quatro varas mais a Unidade Jurisdicional Única do Juizado Especial dão cinco unidades. O critério legal explica por que a comarca não é especial: pelo artigo 8º da LC 59/2001, na redação do artigo 6º da LC 105/2008, é de entrância especial a comarca com cinco ou mais varas instaladas, "nelas compreendidas as dos Juizados Especiais", E população igual ou superior a cento e trinta mil habitantes; a de primeira é a de uma só vara; a de segunda é a que não cabe nas outras duas. Cataguases tem as cinco unidades, mas a soma dos seus cinco municípios é de 93.671 habitantes pelo Censo 2022 e de 95.790 pela estimativa de 2026 — abaixo do piso. Lembrete que vale para Minas inteira: o Anexo I lista CARGOS, não varas instaladas; quem diz quais varas funcionam é o Guia.
Estrutura
Não há fórum, vara, cartório judicial, juiz nem e-mail @tjmg.jus.br próprio de Astolfo Dutra. A Justiça Estadual que julga os 14.138 moradores fica a 24 km, no Fórum Doutor Afonso Henrique V. Resende, na Praça Dr. Augusto Cunha Neto, sem número, bairro Granjaria, em Cataguases, CEP 36773-006, telefone (32) 3429-8150. São QUATRO varas, e o nome de cada uma decide onde a causa entra: a VARA CRIMINAL, de e-mail cgs1crim@tjmg.jus.br, única com competência criminal no nome; a VARA DE FAMÍLIA, DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE E DE PRECATÓRIAS, de e-mail cgs1fam@tjmg.jus.br, onde correm o divórcio, os alimentos, a guarda e os procedimentos do Estatuto da Criança e do Adolescente; a 1ª VARA CÍVEL, de e-mail cgs1civ@tjmg.jus.br, ramal 33; e a 2ª VARA CÍVEL, de e-mail cgs2civ@tjmg.jus.br, ramal 34. Fora das varas, o Guia registra seis blocos de órgão e setor, todos no mesmo prédio: a ADMINISTRAÇÃO DO FÓRUM (cgsadm@tjmg.jus.br), com Direção do Foro, Sala da Administração no ramal 32 e Sala do Comissariado da Infância e da Juventude; a CENTRAL DE CONCILIAÇÃO e o CENTRO JUDICIÁRIO DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E CIDADANIA, os dois com o e-mail cejusc.cgs@tjmg.jus.br; a CENTRAL DE MANDADOS, com telefone próprio (32) 3422-3344, ramal 219, e que usa no Guia o mesmo e-mail da Contadoria; a CENTRAL DE SERVIÇO SOCIAL E PSICOLOGIA (cgspsicologia@tjmg.jus.br, ramal 38), de onde saem o estudo social e o laudo psicológico de guarda e de medida socioeducativa; e a CONTADORIA/TESOURARIA (cgscontadoria@tjmg.jus.br), que abriga a Distribuição de Feitos. A listagem cabe em uma única página do Guia — dez blocos de órgão, sem paginador, e a consulta da página 2 volta vazia —, de modo que as quatro varas são o total, e não um corte de página. Os feriados municipais registrados para a comarca em 2026 são três: 22 de maio, 4 de junho e 5 de junho. Astolfo Dutra e Cataguases são os dois DDD 32, e o telefone do fórum é ligação local para quem mora aqui.
Juizado especial
Há Juizado Especial autônomo na comarca, e ele funciona no MESMO endereço do fórum. A consulta de Juizados do Guia devolve o "Juizado Especial de Cataguases", instalado em 14 de março de 2005, com Administração (ramal 43) e Unidade Jurisdicional Única, de e-mail cgsjesp@tjmg.jus.br, na Praça Dr. Augusto Cunha Neto, s/nº, Granjaria. E há uma segunda notícia, rara para uma comarca de segunda entrância: o Grupo Jurisdicional dos Juizados Especiais da comarca é o PRÓPRIO grupo de Cataguases, instalado em 4 de agosto de 2010, com a Turma Recursal do Grupo Jurisdicional de Cataguases (e-mail cgsrecursal@tjmg.jus.br) e uma Sala da Turma Recursal Cível e Criminal no prédio do fórum. Para o morador de Astolfo Dutra isso significa que a causa de pequeno valor, a infração de menor potencial ofensivo e o recurso contra a sentença do Juizado são decididos na mesma cidade, sem deslocamento a outra comarca. O PJe cobre a matéria cível do Juizado desde 27 de maio de 2019, pelo Aviso Conjunto nº 3/CGJ/2019.
Jurisdição
A Comarca de Cataguases reúne CINCO municípios e oito distritos, e a tabela de municípios e distritos integrantes do Guia publica a distância de cada localidade ao fórum: Astolfo Dutra a 24 km, com Santana do Campestre a 33 km e Sobral Pinto a 30 km; Cataguases, a sede, com os distritos de Aracati de Minas e Cataguarino a 15 km, Glória de Cataguases a 23 km, Sereno a 11 km e Vista Alegre a 21 km; Dona Euzébia a 18 km, com o distrito de São Manuel do Guaiaçu a 21 km; Itamarati de Minas a 19 km; e Santana de Cataguases a 23 km. Dois efeitos práticos. O primeiro: Astolfo Dutra é o município MAIS DISTANTE do fórum entre os cinco, e os seus dois distritos são as duas localidades mais distantes de toda a comarca. O segundo: os três distritos de Astolfo Dutra aparecem no Guia como localidades próprias, mas respondem ao mesmo fórum — não há distrito judiciário instalado em Santana do Campestre nem em Sobral Pinto. A coluna de distância à capital do Guia não é usada aqui, porque ela é inconsistente em Minas inteira. A composição legal da comarca foi conferida no Anexo II da LC 59/2001 (item 76) e coincide com a do Guia — ao contrário de várias comarcas mineiras, aqui lei e Guia dizem a mesma coisa.
Tribunal juri
O Tribunal do Júri que julga o homicídio, o feminicídio, a tentativa de homicídio, o infanticídio, o aborto e a instigação ao suicídio praticados em Astolfo Dutra é o da Comarca de Cataguases, reunido no Fórum Doutor Afonso Henrique V. Resende, e quem o preside é o juiz da VARA CRIMINAL, e-mail cgs1crim@tjmg.jus.br: é a única das quatro varas com competência criminal no nome, e o Guia não registra vara privativa do Júri na comarca. Três regras da LC 59/2001 desenham esse Júri. O artigo 9º, § 3º, põe em cada comarca um Tribunal do Júri. O artigo 3º, § 1º, na redação da LC 174/2024, deixa fora dos distritos judiciários "as competências do Tribunal do Júri e de Execuções Penais" — o Júri nunca desce para distrito, de modo que Santana do Campestre e Sobral Pinto são julgados no mesmo plenário da sede. E o artigo 74 fixa o ritmo: fora de Belo Horizonte, o Júri funciona na sede da comarca e se reúne ordinariamente BIMESTRALMENTE. Os jurados são sorteados entre moradores dos cinco municípios da comarca, e Astolfo Dutra responde por 15,1% dessa população. A consequência que pesa na fase de investigação está no bloco do juiz das garantias: por ser crime doloso contra a vida, o inquérito de homicídio NÃO vai ao juiz das garantias de outra comarca, e fica com a mesma Vara Criminal que depois presidirá o julgamento.
Execução penal
A execução penal em Minas segue o corpo do preso, e a regra tem duas metades que valem juntas. Pelo artigo 1º da Portaria Conjunta nº 344/2014 do TJMG, a guia de recolhimento, provisória ou definitiva, tramita no juízo de execução da comarca onde o condenado ESTIVER RECOLHIDO. Pelo parágrafo único, estando solto, a execução tramita no juízo da comarca do ENDEREÇO RESIDENCIAL. Para quem mora em Astolfo Dutra as duas metades podem apontar para o mesmo lugar, porque a Comarca de Cataguases TEM unidade prisional: o Presídio de Cataguases (PRCTS), na Rua Francisco de Souza Peixoto, sem número, bairro Jardins, em Cataguases, telefone (32) 3422-4645 e fax (32) 3422-5632. O juízo que responde por essa unidade é a VARA CRIMINAL de Cataguases: a relação oficial de Juízes-Corregedores de Presídios da Corregedoria-Geral de Justiça, atualizada em 24 de janeiro de 2025, dá como vara corregedora de Cataguases a Vara Criminal, pela Portaria nº 8.024/2024, publicada em 17 de junho de 2024. Não existe no município de Astolfo Dutra nenhuma unidade prisional: a busca pelo nome na relação de unidades do Depen-MG devolve zero ocorrência, e o mesmo vale para Dona Euzébia, Itamarati de Minas e Santana de Cataguases. A execução na comarca tramita no SEEU: a página do TJMG para Cataguases registra que a preparação começou em junho de 2018 e que a semana de implantação, com capacitação e início do cadastramento dos processos, foi de 27 a 31 de agosto de 2018. O que a família precisa saber é o reverso: TRANSFERIDO o preso para outra unidade, a execução muda de comarca junto com ele. O artigo 3º da PC 344/2014 manda o juízo declinar e remeter os autos "imediata e diretamente" ao destino, e o artigo 4º dá trinta dias para os incidentes já instruídos. A pergunta certa, portanto, é sempre em que unidade a pessoa está hoje.
Juiz das garantias
Quem decide as medidas da investigação contra um morador de Astolfo Dutra, nos casos alcançados pelo rodízio, não é o juiz de Cataguases: é o juiz da VARA CRIMINAL DE MURIAÉ. O rodízio de juiz das garantias do interior mineiro vigora desde 25 de agosto de 2025 pela Resolução do Órgão Especial nº 1.109/2025, e a tabela vigente é o Anexo Único da Portaria Conjunta nº 1.818/PR/2026, que substituiu o Anexo I da Portaria Conjunta nº 1.709/2025. Na 3ª Região, a comarca de Cataguases está num CICLO DE TRÊS, e a leitura exige cuidado porque a ponta de ida não é a de volta. Pela coluna "JUIZ DAS GARANTIAS DE", a Vara Criminal de Cataguases é o juiz das garantias da Vara Criminal e da Infância e da Juventude de LEOPOLDINA; a de Leopoldina é o juiz das garantias da Vara Criminal de Muriaé; e a Vara Criminal de MURIAÉ é o juiz das garantias da Vara Criminal de Cataguases. Quem atende Cataguases, portanto, é Muriaé — e quem ler só a linha de Cataguases conclui, errado, que é Leopoldina. A Vara Criminal de Muriaé fica no Fórum Tabelião Pacheco de Medeiros, na Rua Presidente Arthur Bernardes, 123, Centro, Muriaé, CEP 36880-005, telefone (32) 3729-3100, e-mail mre1criminal@tjmg.jus.br. Na prática, a prisão em flagrante, a preventiva, a busca e apreensão, a quebra de sigilo, o arquivamento, a homologação de acordo de não persecução penal e a audiência de custódia de fato ocorrido em Astolfo Dutra são decididos em Muriaé, embora a secretaria que processa continue sendo a da Vara Criminal de Cataguases (artigo 7º, § 1º, da Resolução nº 1.109/2025); a função cessa com o oferecimento da denúncia. As exceções do artigo 3º da mesma resolução são as que mais importam aqui: ficam FORA do rodízio os crimes dolosos contra a vida, a violência doméstica, as infrações de menor potencial ofensivo e os crimes militares. O inquérito de homicídio e a medida protetiva da Lei Maria da Penha continuam em Cataguases. Denúncia recebida até 24 de agosto de 2025 não é alcançada (PC 1.709/2025, artigo 3º).
Substituição comarca vaga
Vagando o juízo de Cataguases, quem responde por Astolfo Dutra é o juiz da comarca seguinte na ordem oficial de substituição, e essa ordem começa por LEOPOLDINA. A tabela do Guia que diz quem substitui Cataguases traz: Leopoldina em 1º lugar, a 24 km; Miraí em 2º, a 30 km; Palma em 3º, a 71 km; Pirapetinga em 4º, a 117 km; e Além Paraíba em 5º, a 76 km. A tabela inversa, de quem Cataguases substitui, traz Leopoldina em 1º, a 24 km; Miraí em 1º, a 29 km; Além Paraíba em 3º, a 76 km; e Palma em 3º, a 71 km. As duas tabelas ficam registradas como publicadas, com a divergência de um quilômetro na distância a Miraí. Não confunda as duas tabelas com o rodízio de garantias: a substituta preferencial é Leopoldina, e o juiz das garantias é o de Muriaé, que não aparece em nenhuma das duas listas de substituição.

OAB — Subseção

Estrutura
A subseção da OAB/MG que cobre a comarca de Cataguases tem sede na própria cidade. A relação oficial de salas das subseções publica, sob a Subseção de CATAGUASES, cinco endereços: a SEDE na Rua Eduardo Del Peloso, 32, bairro Granjaria, telefone (32) 3422-1904, e-mail cataguases@oabmg.org.br, das 9h às 18h; a sala do FÓRUM na Praça Dr. Cunha Neto, s/nº, edifício do Fórum, Granjaria, telefone (32) 3421-1972; a sala da JUSTIÇA DO TRABALHO na Avenida Humberto Mauro, 515, Granjaria, telefone (32) 3421-1853; o PARLATÓRIO na Rua Francisco de Souza Peixoto, s/nº, Jardins, com funcionamento "de acordo com demanda de agendamentos"; e uma sala na COMARCA DE MIRAÍ.
Contexto
O parlatório é a informação que mais interessa à família de um preso: é a sala de entrevista reservada entre advogado e cliente, e o endereço dele é, letra por letra, o do Presídio de Cataguases na relação do Depen-MG — duas fontes oficiais independentes que fecham no mesmo logradouro. Registre-se que a subseção abrange também a comarca de Miraí, que não integra a comarca de Cataguases: abrangência de subseção da OAB não é jurisdição de comarca.
Ressalva
A relação de salas é de 18 de fevereiro de 2021 e não traz o número ordinal da subseção. O documento publica, para as salas do fórum e da Justiça do Trabalho, e-mails de provedores comerciais, que esta página não reproduz; o contato institucional é o da sede.

Serviços federais na fronteira

Ressalva
Os serviços do INSS começam pelo telefone 135 e pelo aplicativo Meu INSS; a agência presencial que atende o município não foi conferida em fonte oficial nesta data. A Receita Federal atende pelo portal e-CAC. A ação judicial contra o INSS é na Justiça Federal em Muriaé (ver o bloco da Justiça Federal).

Estabelecimentos penais

Panorama
Não há unidade prisional em Astolfo Dutra, e a mais próxima é a da própria comarca: o PRESÍDIO DE CATAGUASES (sigla PRCTS), na Rua Francisco de Souza Peixoto, sem número, bairro Jardins, Cataguases, telefone (32) 3422-4645, fax (32) 3422-5632. Ele integra a 4ª Região Integrada de Segurança Pública, a mesma dos presídios de Leopoldina (Rua Ribeiro Junqueira, 405, Centro, (32) 3449-7407), de Ubá (Rua Antenor Machado, 316, Centro, (32) 3532-1209), de Rio Pomba (Rua Messias Pereira Bahia, 63, São José, (32) 3571-2083), de Visconde do Rio Branco (Avenida São João Batista, 133, Centro, (32) 3551-1278), de Muriaé (Rua José de Freitas Lima, 02, Safira, (32) 3722-3942), da Penitenciária Doutor Manoel Martins Lisboa Junior, em Muriaé (Avenida Luciano Rodrigues de Paula, 600, Chácara Leblon, (32) 3728-5555), e do complexo de Juiz de Fora (Penitenciária José Edson Cavalieri, Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos Pires, CERESP e Casa do Albergado José Alencar Rogedo), entre outras unidades.
Regime
O que a regra mineira significa para a família: enquanto o preso estiver no Presídio de Cataguases, a execução corre na Vara Criminal de Cataguases, a 24 km de casa, e o advogado do processo criminal continua no mesmo fórum para pedir progressão, remição e livramento condicional. Transferido para Muriaé, Ubá, Leopoldina ou Juiz de Fora, a execução vai junto para a comarca de destino (Portaria Conjunta nº 344/2014, artigos 1º e 3º). Solto — em regime aberto, com pena restritiva de direitos ou em livramento —, ele responde na comarca da residência, que para o morador de Astolfo Dutra é de novo Cataguases.
Apac
A lista oficial de APACs em funcionamento do TJMG não tem APAC em Cataguases nem em Astolfo Dutra. As mais próximas nominadas na lista são a APAC de Muriaé, telefone (32) 3721-1691, apacmuriae@fbac.com.br, e a de Visconde do Rio Branco, telefone (32) 3551-2244, apacviscondedoriobranco@fbac.com.br. A transferência para APAC depende de decisão do juízo da execução e das regras de cada associação.
Visitas
As regras de visita (dias, horários, cadastro de visitante e itens permitidos) são fixadas pela Sejusp/Depen-MG e pela direção de cada unidade. O portal do Depen está fora do ar durante as vedações eleitorais de 2026, e a relação de unidades citada aqui é a cópia arquivada de 22 de janeiro de 2026. Antes da visita, ligue para o presídio.

Ministério Público Estadual

Ressalva
O Ministério Público que atua nos processos de Astolfo Dutra — a denúncia, o Júri, a execução penal, a infância, os interesses coletivos — é o que oficia perante a Comarca de Cataguases. O portal do MPMG não publica o endereço por promotoria em página legível por leitura direta, e o Guia Judiciário não registra sala do Ministério Público no fórum de Cataguases; por isso esta página não publica endereço nem telefone da promotoria.

Defensoria Pública Estadual

Estrutura
Quem não pode pagar advogado tem Defensoria Pública em Cataguases. A unidade CATAGUASES - SEDE da Defensoria Pública de Minas Gerais fica na Avenida Melo Viana, 366, Centro, Cataguases, telefone (32) 3422-8714, com atendimento presencial de segunda a sexta, das 8h às 17h, e lista como municípios contemplados Astolfo Dutra, Cataguases, Dona Euzébia, Itamarati de Minas e Santana de Cataguases.
Contexto
As áreas atendidas pela unidade são Criminal, Família, Direitos das Crianças e dos Adolescentes, Saúde, Cível, Sucessões, Execução Penal e Juizado Cível — ou seja, a Defensoria de Cataguases atua também na execução penal do preso recolhido no presídio da comarca. Aqui a cobertura da Defensoria coincide exatamente com a composição da comarca, mas a coincidência é fato medido, não regra: abrangência de órgão não é jurisdição de comarca.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de Muriaé
Tribunal
Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) — Justiça Federal de Primeiro Grau em Minas Gerais
Jurisdição
A ação contra o INSS, a Caixa, a União ou uma autarquia federal de quem mora em Astolfo Dutra corre na Subseção Judiciária de MURIAÉ. A Portaria Presi nº 170, de 19 de agosto de 2026, que altera os Anexos II e III da Resolução Conjunta PRESI/COGER nº 3/2026, lista Astolfo Dutra na linha Muriaé do Anexo II, ao lado de Cataguases, Dona Euzébia, Itamarati de Minas, Santana de Cataguases, Leopoldina, Miraí e outros municípios da Zona da Mata. A tabela de jurisdições do portal da Seção Judiciária, atualizada em 27 de maio de 2026, confirma a mesma linha.
Competência delegada
Não há competência federal delegada no fórum de Cataguases. O Anexo III da mesma resolução, na redação da Portaria Presi nº 170/2026, põe Cataguases na coluna das comarcas que DEIXARAM de possuir competência federal delegada, na linha Muriaé, junto com Muriaé, Carangola, Eugenópolis, Leopoldina, Miradouro, Miraí, Palma e Tombos; só Pirapetinga conserva a delegação nessa subseção. Em linguagem simples: a aposentadoria, o auxílio por incapacidade e o benefício assistencial que o INSS negou não se discutem no fórum estadual de Cataguases, e sim na Justiça Federal em Muriaé. A régua da delegação é a distância a município sede de vara federal (artigo 15, III, da Lei 5.010/1966, na redação da Lei 13.876/2019).
Estrutura
A Subseção Judiciária de Muriaé funciona na Rua Dr. Mário Inácio Carneiro, 535, bairro Coronel Izalino, Muriaé, CEP 36889-007, com VARA ÚNICA e Juizado Especial Federal adjunto. O portal do TRF6 publica os e-mails 01vara.mre@trf6.jus.br, jef.01vara.mre@trf6.jus.br e sepip.01vara.mre@trf6.jus.br, o telefone (32) 3511-0107, o WhatsApp (32) 98414-0137 e atendimento ao público e balcão virtual das 12h às 18h. O Setor de Perícias, no mesmo endereço, atende pelos telefones (32) 3511-0124 e (32) 98414-0137, das 12h às 18h, e a subseção mantém CEJUSC com o e-mail cejusc.mre@trf6.jus.br. O TRF6 informa que a Justiça Federal está presente em Muriaé desde 2011.
Oficiais de justica
Um detalhe que muda a forma de citação: na tabela de jurisdições da Seção Judiciária, Astolfo Dutra aparece SEM o asterisco que marca a "área de atuação dos Oficiais de Justiça da Subseção". Pela nota da própria tabela, nas localidades não atendidas pelos oficiais federais, as comunicações de atos processuais são feitas pelos Correios, com aviso de recebimento, ou por carta precatória dirigida à comarca estadual que as abranja — aqui, Cataguases.

Justiça do Trabalho

Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-3)
Abrangência
A reclamação trabalhista de quem trabalha em Astolfo Dutra vai à VARA DO TRABALHO DE CATAGUASES, código 052 na tabela oficial de códigos das Varas do Trabalho do TRT-3. A lista de jurisdição por Foro/Vara da atermação virtual do Tribunal põe Astolfo Dutra entre os QUINZE municípios dessa Vara: Além Paraíba, Argirita, Astolfo Dutra, Cataguases, Dona Eusébia, Estrela Dalva, Itamarati de Minas, Leopoldina, Miraí, Pirapetinga, Recreio, Santana de Cataguases, Santo Antônio do Aventureiro, São Sebastião da Vargem Alegre e Volta Grande. A Vara atende pelo e-mail vt.cataguases@trt3.jus.br e pelo telefone (32) 98449-7280.
Contexto
Repare que a Vara do Trabalho de Cataguases é maior que a comarca: ela abrange a comarca inteira e também Leopoldina, Além Paraíba e Miraí, que são comarcas próprias. Para o morador de Astolfo Dutra, porém, as três Justiças que mais usa ficam em dois endereços: Justiça Estadual e Justiça do Trabalho em Cataguases, e Justiça Federal em Muriaé. A relação de salas da OAB/MG, de 18 de fevereiro de 2021, registra uma sala de apoio da Subseção de Cataguases rotulada "JUSTIÇA DO TRABALHO", na Avenida Humberto Mauro, 515, Granjaria, Cataguases — é a indicação documental do endereço do prédio trabalhista, que o TRT-3 não publica na página de atermação.

Justiça Eleitoral

Ressalva
O acervo histórico do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais registra que as eleições municipais de 3 de outubro de 1992 em Astolfo Dutra foram apuradas pela Junta Eleitoral da 79ª Zona Eleitoral, de Cataguases, com 7.224 votos apurados. É retrato histórico, e não prova da zona vigente: a composição atual não foi conferida, porque o portal do TRE-MG recusa leitura direta.

Segurança Pública

Panorama
A segurança pública do município tem quatro peças com endereço conhecido: a Delegacia de Polícia Civil na Rua Ernesto Lippi, 35; o pelotão da Polícia Militar ligado à companhia de Cataguases; uma Guarda Civil Municipal, que tem página própria no portal da Prefeitura; e, na saúde de urgência, a base descentralizada do SAMU na Rua Páscoa Benini, 355. Para a Justiça, tudo converge em Cataguases: o inquérito vai ao fórum da Praça Dr. Augusto Cunha Neto, o preso vai ao Presídio da Rua Francisco de Souza Peixoto, e a audiência de custódia de crime comum é decidida pelo juiz das garantias de Muriaé.

Polícia Militar

Estrutura
O policiamento ostensivo de Astolfo Dutra é da Polícia Militar de Minas Gerais, pelo telefone 190. Segundo noticiou o jornal regional de Marcelo Lopes em 15 de janeiro de 2022, o destacamento da cidade foi elevado a PELOTÃO naquele mês — o 2º Pelotão, vinculado à 146ª Companhia de Polícia Militar, com sede em Cataguases, e responsável também por Dona Euzébia e Itamarati de Minas —, depois da instalação do 68º Batalhão em Leopoldina.
Ressalva
A informação vem de imprensa regional de 2022, e não de ato ou página da PMMG; a estrutura atual não foi conferida em fonte oficial.

Polícia Civil

Estrutura
Astolfo Dutra tem delegacia própria. A consulta de unidades da Polícia Civil de Minas Gerais devolve a DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL - ASTOLFO DUTRA, na Rua Ernesto Lippi, 35, Centro, CEP 36780-000, telefone (32) 3451-1407, e-mail inspetoria@astolfodutra.pcivil.mg.gov.br. É ali que se registra ocorrência, se pede cópia de boletim e se acompanha inquérito de fato ocorrido no município.
Regional
Na sede da comarca, a mesma consulta devolve a DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL - CATAGUASES, na Rua Antero Ribeiro, 180, bairro Popular, CEP 36774-560, telefone (32) 3421-1129, com expediente de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 14h às 18h30. O inquérito concluído em Astolfo Dutra é remetido ao fórum de Cataguases.

Corpo de Bombeiros

Estrutura
Em emergência de incêndio, resgate ou salvamento, o número é 193. A mesma reportagem regional de janeiro de 2022 afirma que Astolfo Dutra conta com uma Brigada Municipal ligada ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais; a informação não foi conferida em fonte do CBMMG.

Prefeitura Municipal

Estrutura
A Prefeitura Municipal de Astolfo Dutra fica na Praça Governador Valadares, 77, Centro, CEP 36780-000, telefone (32) 3451-1385, com funcionamento de segunda a sexta, das 8h às 17h, e ouvidoria pelo e-mail ouvidoria@astolfodutra.mg.gov.br. O prédio da Prefeitura integra o inventário municipal de patrimônio cultural. No mesmo endereço funcionam as secretarias de Administração, Finanças e Segurança; de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente; de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo; de Obras; de Urbanismo; e de Governo. A Secretaria de Saúde fica no Centro Administrativo Newton de Almeida, terceiro andar, na mesma praça, e a de Educação na Rua Manoel Hipólito, 50, Centro, telefone (32) 3451-2734.
Assistência social
A Secretaria Municipal de Assistência Social fica na Rua Antônio Liberato da Cunha, 159, bairro Nossa Senhora de Fátima, telefone (32) 3451-1830, e-mail assistenciasocial@astolfodutra.mg.gov.br, das 8h às 17h. É a porta de entrada para o CadÚnico, o benefício eventual e o encaminhamento ao serviço socioassistencial. O município tem Conselho Tutelar, cujo processo unificado de escolha de conselheiros é publicado no portal da Prefeitura.

Câmara Municipal

Estrutura
A Câmara Municipal de Astolfo Dutra mantém portal em astolfodutra.cam.mg.gov.br (o endereço astolfodutra.mg.leg.br redireciona para ele), com telefone (32) 3458-0901 no cabeçalho e, na página de telefones úteis, os números (32) 3451-1577 e (32) 3451-1152. O contato administrativo é administrativo@astolfodutra.cam.mg.gov.br.

Cartórios

Estrutura
Astolfo Dutra tem TRÊS serventias extrajudiciais no Guia Judiciário, uma por distrito, e as três são de registro civil com atribuição notarial — o cartório que registra nascimento, casamento e óbito e que também lavra procuração e escritura simples. O Registro Civil com Atribuição Notarial de ASTOLFO DUTRA fica na Rua João Almada, 253, Centro, CEP 36780-000, telefone e fax (32) 3451-2554. O de SANTANA DO CAMPESTRE e o de SOBRAL PINTO aparecem no Guia com o MESMO endereço — Rua Prefeito José Vieira, 33, lojas 28/30, Centro, CEP 36780-000 — e com o mesmo telefone (32) 3451-2554 do cartório da sede.
Contexto
Tudo o que não é registro civil nem ato notarial simples sai do município e vai a Cataguases. O Guia lista na comarca UM Registro de Imóveis — o Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil das Pessoas Jurídicas de Cataguases, na Rua Doutor Antônio Carlos Sobral, 182, Centro, CEP 36770-044, telefone (32) 3421-4525 —, e é nele que se registra a compra de casa ou terreno em Astolfo Dutra, o contrato que precisa de registro em títulos e documentos e o estatuto de associação. O protesto de cheque, duplicata e nota promissória é no Tabelionato de Protesto de Títulos de Cataguases, Avenida Humberto Mauro, 366, Centro, CEP 36773-012, telefone (32) 3421-2669. A escritura de compra e venda, o inventário e o divórcio extrajudicial podem ser feitos no 1º Tabelionato de Notas de Cataguases, Rua Rabelo Horta, 41, Centro, telefone (32) 3422-5356, ou no 2º Tabelionato de Notas, Praça Rui Barbosa, 170, sala 05, Centro, telefone (32) 3421-3491. Cuidado com um homônimo que confunde quem viaja: o Registro Civil das Pessoas Naturais de Cataguases fica na Praça GOVERNADOR VALADARES, 81, sala 112 — e a Prefeitura de Astolfo Dutra fica também numa Praça Governador Valadares, no nº 77. São duas praças com o mesmo nome em cidades diferentes da mesma comarca.
Ressalva
O Guia registra as serventias dos dois distritos com endereço e CEP da sede do município, fenômeno já medido em outras comarcas mineiras. Esta página não afirma que haja atendimento presencial em Santana do Campestre ou em Sobral Pinto; antes de ir, confirme pelo telefone.

Saúde Pública

Estrutura
Astolfo Dutra tem hospital, pronto-socorro de 24 horas, CAPS e base do SAMU dentro do município — estrutura acima do comum para uma cidade de 14 mil habitantes. O cadastro nacional de estabelecimentos de saúde lista 69 estabelecimentos com o código do município. O HOSPITAL OLYNTO ALMADA (razão social Hospital Olynto Almada da SSVP, CNES 2122103) fica na Rua Abel Gomes, sem número, bairro Nossa Senhora de Fátima, telefone (32) 3451-1342, cadastrado como hospital geral de gestão estadual, com centro cirúrgico e centro obstétrico e atendimento contínuo de 24 horas. No mesmo endereço e com o mesmo CNPJ, a ASSOCIAÇÃO DE SAÚDE OLYNTHO ALMADA (CNES 9764739) é cadastrada como pronto-socorro geral, de gestão municipal, aberto 24 horas, telefone (32) 3451-2557.
Rede basica
A atenção básica tem unidades espalhadas pela sede e pelos distritos: UBS Urbana Central (Avenida Olyntho Almada, 80, (32) 3451-2168), UBS Dr. Luiz Loures Filho (Rua Santo Antônio, Primavera, (32) 3451-2103), UBS Carmen Defilippo Irmã Íris (Rua Páscoa Benini, 335, (32) 3451-2817), UBS Dr. José Natalino Benini da Cunha (bairro Reta), UBS João Ferreira Nazareth (bairro São José) e UBS Onofre Theza (Avenida Alencar Ribeiro, 120, Laville). Nos distritos, o Posto de Saúde Geraldo Bonato, na Praça Santana, em Santana do Campestre, telefone (32) 3451-7150, e o Posto de Saúde Sobral Pinto, na Avenida Coronel Póvoa, em Sobral Pinto, telefone (32) 3451-8168. Há ainda a Policlínica Municipal de Saúde (Rua João Leonardo da Silveira, (32) 3451-2501), a Vigilância Sanitária, a Farmácia de Minas na Praça Governador Valadares, 77, e a Secretaria Municipal de Saúde no mesmo endereço.
Saude mental
O CAPS — Centro de Atenção Psicossocial fica na Avenida Olyntho Almada, 630, bairro Nossa Senhora de Fátima, telefone (32) 3451-2953, com atendimento nos turnos da manhã e da tarde. Para a Justiça, é o serviço que responde por avaliação e acompanhamento em saúde mental, inclusive em pedidos de tratamento envolvendo dependência química. O município tem também a APAE de Astolfo Dutra (Rua Páscoa Benini, 255) e um centro de apoio a pessoas com transtorno do espectro autista cadastrado em Santana do Campestre.
Urgência
A BASE DESCENTRALIZADA BÁSICO ASTOLFO DUTRA (CNES 7541104), unidade móvel de urgência de esfera ESTADUAL, fica na Rua Páscoa Benini, 355, bairro Cezira Luppi, e pertence ao consórcio intermunicipal que gerencia a rede de urgência da macrorregião Sudeste (CISDESTE). Em emergência, o número é o 192.
Ressalva
O cadastro do Hospital Olynto Almada traz preenchido um campo de "motivo de desabilitação", sem descrição no registro público, e declara não fazer atendimento ambulatorial pelo SUS. Esta página não afirma o que esse código significa nem quais leitos estão ativos: confirme por telefone antes de contar com internação ou parto no município.

Educação Pública

Estrutura
A Secretaria Municipal de Educação organiza a rede de escolas municipais e creche e atende na Rua Manoel Hipólito, 50, Centro, telefone (32) 3451-2734, e-mail educacao@astolfodutra.mg.gov.br. A rede estadual está presente na cidade: a Escola Estadual Professor Souza Primo, na Rua João Leonardo da Silveira, 92, integra o inventário municipal de patrimônio cultural.

Emergências

Contexto
Em Astolfo Dutra valem os números nacionais e estaduais: Polícia Militar 190, SAMU 192, Corpo de Bombeiros 193, Polícia Civil 197, Defesa Civil 199, Central de Atendimento à Mulher 180, Disque Direitos Humanos 100 e Disque-Denúncia 181. O pronto-socorro da Associação de Saúde Olyntho Almada, na Rua Abel Gomes, funciona 24 horas.

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional