Cidade de MG

Japonvar

Japonvar tem 8.127 habitantes (Censo 2022) em 375 km², dois distritos — a sede e Nova Minda — e fica no Norte de Minas, na região imediata de Montes Claros. Não é sede de comarca: pelo Guia Judiciário do TJMG, pertence à Comarca de Brasília de Minas, de segunda entrância, cujo Fórum Nélson Hungria fica a 51 km, na Avenida Rui Barbosa, 300, com duas varas cíveis e criminais. O Tribunal do Júri que julga o homicídio ocorrido em Japonvar se reúne ali; o juiz das garantias é o da outra vara do mesmo fórum. A comarca não tem presídio, e a execução de quem é recolhido segue o preso para a comarca da unidade; a de quem responde solto fica na 2ª Vara de Brasília de Minas. A Defensoria e a Promotoria que atendem o município estão em Brasília de Minas; a Justiça Federal, em Montes Claros; a Justiça do Trabalho, em Januária. Não há delegacia de Polícia Civil no município.

UF
MG
Porte
micro
População
8.127 hab.

Para questões judiciais em Japonvar (MG), o juízo competente é da Comarca de Brasília de Minas — é lá que correm os processos criminais e cíveis da cidade. Esta página reúne a comarca, os órgãos e contatos oficiais do município, os telefones de emergência e a custódia prisional da região. Advogado pode atuar em qualquer comarca do país (art. 7º, I, da Lei 8.906/94) — o atendimento do escritório é remoto e presencial.

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Crimes dolosos contra a vida

Tribunal do Júri em Japonvar/MG

Homicídio, feminicídio, infanticídio, aborto e induzimento ao suicídio — os crimes dolosos contra a vida, consumados ou tentados — não são julgados por um juiz, e sim pelo Tribunal do Júri (art. 5º, XXXVIII, da Constituição). Para um fato ocorrido em Japonvar/MG, o julgamento é no Júri da Comarca de Brasília de Minas: a competência é do lugar do crime (art. 70 do CPP), salvo desaforamento (art. 427 do CPP). Como o Júri está organizado nesta comarca — vara que o preside, fórum, jurisdição — está descrito mais abaixo, em Órgãos e instituições e no Panorama jurídico desta página.

No Júri, quem decide são sete jurados sorteados entre moradores da comarca, que votam em sigilo e sem justificar o voto (arts. 406 a 497 do CPP). O rito tem duas fases: a instrução preliminar, que termina em pronúncia, impronúncia, absolvição sumária ou desclassificação, e o plenário, em que a prova é debatida diante dos jurados e a defesa fala por último. Por isso a defesa em plenário é ofício próprio: quesitação, prova oral, tese e réplica se decidem na sessão, e o que não chega ao plenário não conta. A Constituição assegura ao acusado a plenitude de defesa — mais do que a ampla defesa dos demais processos — e é o advogado quem a exerce.

Felipe Smargiassi (OAB/MG 155.242) atua em plenário do Júri em Minas Gerais — a partir de Guaxupé, no Sul de Minas, em qualquer comarca do estado. Minas tem uma tradição própria de plenário, a chamada escola mineira do Júri; é nessa tradição que o escritório trabalha.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

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Particularidades

História

Japonvar é uma cidade que nasceu de uma estrada, e o registro oficial conta isso sem enfeite. O verbete do IBGE, redigido a partir de informação da Prefeitura, diz que a origem do município foi uma pequena venda no trevo rodoviário da BR-135; com o tempo, o dono do estabelecimento começou a distribuir lotes ao redor, e se formou ali um aglomerado de casas e pessoas "fortemente dependentes de estradas". O lugar teve dois nomes antes do atual — Barreiro Grande e, depois, Cacete Armado — e o terceiro veio de um padre. O mesmo registro atribui a esse religioso, por volta de 1975, a criação do nome Japonvar, "em razão da confluência das rodovias que ligam Januária, São João da Ponte e Varzelândia". O que transformou o povoado de beira de estrada em núcleo urbano, segundo o verbete, foi o eucalipto: em meados dos anos 1980, o reflorestamento feito por empresa gerou emprego em quantidade, atraiu gente de outras regiões e puxou atrás de si o comércio e os serviços. A emancipação veio na grande onda de 1995. A Lei estadual nº 12.030, de 21 de dezembro de 1995, criou de uma só vez mais de noventa municípios mineiros — Japonvar entre eles, ao lado de Patis, Ibiracatu, Luislândia e Campo Azul, da mesma região — e foi promulgada pela própria Assembleia Legislativa, nos termos do § 8º do artigo 70 da Constituição do Estado. O Anexo I da lei registra o novo município com o distrito-sede Japonvar, o distrito de Nova Minda, o município remanescente Brasília de Minas e a "Comarca: Brasília de Minas"; o Anexo II, no item do Município de Japonvar desmembrado do Município de Brasília de Minas, descreve as seis divisas pelo rio Mangaí, pela serra do Bom Sucesso, pelo divisor dos rios São Francisco e Verde Grande e pela serra da Testa Branca. A instalação se deu em 1º de janeiro de 1996, pelo verbete do IBGE, que registra ainda a composição do território na emancipação: a sede, o distrito de Nova Minda e três povoados — Ponte do Mangaí, Melancias e Vila São Cristóvão. Há uma continuidade que interessa a quem precisa da Justiça: Japonvar nasceu de Brasília de Minas e continuou ligado a ela pelo fórum. A comarca de Brasília de Minas, instalada em 1948, recebeu o novo município em 1995 e o mantém até hoje; quando, em agosto de 2009, a comarca ganhou a segunda vara, a notícia oficial já descrevia a jurisdição como a sede e mais cinco municípios, Japonvar entre eles, com o distrito de Nova Minda.

Economia

A economia de Japonvar é, pelo último retrato completo do IBGE, uma economia de administração pública. Em 2021, o valor adicionado da administração, defesa, educação, saúde e seguridade social somou R$ 40.265 mil — mais da metade dos R$ 73.829 mil de valor adicionado total do município. Os serviços privados vieram em segundo, com R$ 24.515 mil; a agropecuária, com R$ 5.883 mil; e a indústria, com R$ 3.167 mil. O PIB cresceu de R$ 77.418 mil em 2021 para R$ 90.086 mil em 2022 e R$ 100.136 mil em 2023, cerca de 0,01% do PIB mineiro, mas o IBGE ainda não publicou a divisão por setor desses dois últimos anos. No campo, a Produção Agrícola Municipal de 2023 mostra uma lavoura pequena, com 921 hectares colhidos. O milho ocupa a maior área, 430 hectares, mas rende apenas R$ 348 mil; a mandioca, em 230 hectares, vale R$ 1.277 mil, e a cana-de-açúcar, em 125 hectares, R$ 926 mil — juntas, respondem por quase quatro quintos dos R$ 2.749 mil da produção. Completam a lista sorgo, feijão, arroz, banana e abacate, todos em escala mínima. O rebanho é mais expressivo que a lavoura: 9.569 bovinos em 2023, além de 2.701 suínos, 778 equinos e 45.425 galináceos, e a Prefeitura anunciou, em dia de campo com a Emater e o IMA, investimento em fertilização in vitro para a bovinocultura local. A silvicultura de eucalipto, que o verbete do IBGE aponta como motor da formação urbana nos anos 1980, ainda aparece na estatística, agora pequena: R$ 226 mil em 2023, entre carvão vegetal, lenha e madeira em tora. Para a advocacia, esse perfil se traduz em demandas conhecidas. A aposentadoria rural, o benefício por incapacidade e o BPC são o grosso da demanda federal, e vão a Montes Claros, porque a comarca perdeu a competência delegada. As relações de trabalho no campo e no setor público vão à Vara do Trabalho de Januária. E a vida civil — família, sucessões, posse e propriedade rural — corre no fórum de Brasília de Minas, com o registro de imóveis na sede da comarca.

Panorama jurídico

O nome de Japonvar começa por JA, de Januária, e é justamente em Januária que fica a primeira porta da Justiça para quem trabalhou no município: a reclamação trabalhista vai à Vara do Trabalho de Januária, vt.januaria@trt3.jus.br, e não a Montes Claros, onde reclama quem mora na sede da comarca. Essa partilha resume a vida jurídica local, em que cada tipo de causa se resolve numa cidade diferente. O fórum estadual fica em Brasília de Minas; a Justiça Federal, em Montes Claros; a do Trabalho, em Januária. No plano estadual, Japonvar nunca teve comarca criada por lei. A Lei nº 12.030/1995, que emancipou o município, já escrevia no seu anexo "Comarca: Brasília de Minas", e o Guia Judiciário do TJMG, quando se tenta consultá-lo com o código da localidade, responde que "A Localidade Japonvar pertence à Comarca de Brasília de Minas". A mesma tabela do Guia mede o caminho: 51 km da sede ao Fórum Nélson Hungria, na Avenida Rui Barbosa, 300, e 71 km a partir de Nova Minda, o segundo distrito mais afastado de toda a comarca. A Defensoria de Brasília de Minas inclui Japonvar entre os seis municípios que atende. Em 28 de agosto de 2009 a comarca ganhou a 2ª Vara e passou à segunda entrância; hoje são duas varas mistas, a 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude (bmn1secretaria@tjmg.jus.br) e a 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais (bmn2secretaria@tjmg.jus.br). Não existe Juizado Especial autônomo: a causa pequena tramita nessas mesmas varas, ligadas ao Grupo Jurisdicional dos Juizados de Montes Claros. Com tanta estrada até o fórum, o desenho do processo penal pesa ainda mais. Desde a Portaria Conjunta nº 1.818/2026, uma vara faz as vezes de juiz das garantias da outra, dentro do mesmo prédio: o flagrante, a custódia, a preventiva ou a busca ligados a um fato de Japonvar ficam com o juiz da vara que não recebeu o caso. O homicídio doloso segue outra trilha. A Resolução nº 1.109/2025, no artigo 3º, tira o inquérito de crime contra a vida desse rodízio, e o artigo 3º, § 1º, da LC 59/2001 impede que o Júri saia da sede da comarca; assim, o mesmo juízo que decide a prisão na investigação pronuncia o réu e preside o plenário no Fórum Nélson Hungria. O Guia não informa qual das duas varas conduz o Conselho de Sentença, e por isso nenhuma é apontada aqui. Depois da condenação, vale a Portaria Conjunta nº 344/2014: o preso recolhido tem a execução na comarca da unidade, e como Brasília de Minas não possui presídio, o processo deixa a comarca; se ele sai em liberdade, a execução retorna à 2ª Vara. Cada mudança de unidade entrega o processo a outro juiz. Para a causa federal, a porta também mudou de lugar. A Portaria Presi nº 170/2026, no Anexo III, retirou de Brasília de Minas a competência federal delegada, e o pedido de aposentadoria rural ou outro benefício contra o INSS de quem vive em Japonvar segue direto para a Subseção Judiciária de Montes Claros. A vizinha São João da Ponte conservou a delegação, mas isso vale para aquela comarca e não socorre o morador daqui.

Patrimônio

O patrimônio de Japonvar é recente, rural e festivo, e está registrado nas publicações da própria Prefeitura mais do que em livro de tombo. A Festa de São Geraldo, que a Prefeitura numera como 42ª edição, reúne festival cultural e gastronômico e a Cavalgada de São Geraldo, com concentração na comunidade de Ponte do Mangaí — um dos três povoados que o verbete do IBGE registra na emancipação — e chegada ao Parque de Exposições Eustáquio Gonçalves. A comunidade de Melancias, outro dos povoados originais, faz a sua Cavalgada da Independência, já na 16ª edição segundo a Prefeitura, com saída para a comunidade de Dois Barreiros e recepção na Praça da Igreja de Melancias. E na comunidade de Vila de Andu a Festa de São José mantém, em março, novena, levantamento do mastro, leilão e missa em ação de graças. O patrimônio natural está escrito na lei de criação. As divisas do município correm pelo rio Mangaí, afluente do São Francisco, pela serra do Bom Sucesso, pela serra da Testa Branca e pelo divisor de águas entre as bacias do São Francisco e do Verde Grande. O nome, por fim, é ele mesmo um bem: a memória de um cruzamento de estradas, com as três cidades gravadas em sílabas.

Curiosidades

Três curiosidades com fonte. A primeira é o próprio nome: Japonvar é um acrônimo das três cidades cujas rodovias se cruzavam no trevo onde a vila nasceu — JAnuária, São João da PONte e VARzelândia —, criado por um padre por volta de 1975, segundo o verbete do IBGE. Antes disso o lugar se chamou Barreiro Grande e, em seguida, Cacete Armado. E há uma coincidência que o morador sente no bolso: a Justiça do Trabalho de Japonvar é justamente a de Januária, a cidade da primeira sílaba, enquanto a Justiça comum é a de Brasília de Minas, que não entrou no nome. A segunda é o gentílico. O campo estruturado do IBGE registra "japonvaense"; a Prefeitura, nas suas publicações, escreve "japonvarenses". As duas formas convivem, e o registro oficial não resolve a disputa. A terceira está na lei de 1995. No Anexo I da Lei nº 12.030, o item que cria Japonvar aparece numerado como "XXIV", entre o XXXIII (Indaiabira) e o XXXV (Jenipapo de Minas); no Anexo II, o mesmo município é o item XXXIV. É um erro de digitação no texto publicado, sem efeito jurídico — mas quem procurar o item XXIV esperando achar Japonvar pela ordem vai se perder.

Educação e cidadania

Mapa prático para quem mora em Japonvar e precisa da Justiça. Processo estadual, Júri, família, inventário e execução de quem responde solto: Fórum Nélson Hungria, Avenida Rui Barbosa, 300, Centro, Brasília de Minas, telefones (38) 3231-3700 a 3231-3703 — 1ª Vara pelo e-mail bmn1secretaria@tjmg.jus.br, 2ª Vara por bmn2secretaria@tjmg.jus.br, conciliação pelo CEJUSC, cejusc.bmn@tjmg.jus.br. Quem não pode pagar advogado: Defensoria Pública, Rua José de Oliveira Flávio (Jucá Flávio), 57, Centro, Brasília de Minas, telefones (31) 98342-0725 e (31) 98318-0024, de segunda a sexta, das 8h às 17h. Ministério Público: 1ª e 2ª Promotorias de Brasília de Minas, (38) 98425-5302 e (38) 98407-2113. Advocacia: sala da OAB/MG no próprio fórum e sede da subseção na Rua Juca Mendes, 110, Santa Rita. Benefício do INSS na Justiça: Subseção Judiciária de Montes Claros. Reclamação trabalhista: Vara do Trabalho de Januária, vt.januaria@trt3.jus.br, (38) 99867-0627. No município, os endereços úteis se concentram em três ruas do Centro. Na Rua Curitiba, 112, a Prefeitura e as secretarias — Assistência Social pelo (38) 2100-9923, Educação pelo (38) 2100-9932, Saúde pelo (38) 2100-9937 —, a Defesa Civil e a Sala Mineira do Empreendedor; no nº 119 da mesma rua, o cartório de registro civil com atribuição notarial, (38) 99875-5333. Na Rua Brasília, o Centro de Saúde, (38) 3231-9103. Na Rua Florianópolis, a Polícia Militar, (38) 3231-9155. Em Nova Minda, o cartório do distrito, na Rua Principal, (38) 3227-2017. Duas advertências honestas. Esta página não publica zona eleitoral, agência do INSS, endereço do Conselho Tutelar nem número de escolas de Japonvar, porque as fontes oficiais que os dariam não foram legíveis na consulta — ausência aqui não é ausência do serviço. E este site é de advocacia particular: não é canal oficial de tribunal, delegacia, presídio, Defensoria ou Prefeitura.

Segurança e fronteira

Quem mora em Japonvar tem, dentro do município, uma única porta de segurança pública: a fração da Polícia Militar na Rua Florianópolis, no Centro, o 3º Grupo do 2º Pelotão da 13ª Companhia Independente. O comando dessa companhia não fica na sede da comarca, e sim em São Francisco, dentro da 11ª Região da PM. É o 190 ou essa fração que recebe a primeira chamada, porque a Polícia Civil não tem unidade no município; perguntado sobre Japonvar, o portal da PCMG devolve a frase "Esta cidade não possui delegacias da PCMG". Há dois endereços possíveis para a continuação do caso: a delegacia de Brasília de Minas, na Rua Dom Pedro I, 76, e o plantão regional que funciona dia e noite na Rua Doutor Veloso, 797, em Montes Claros. A fonte oficial não diz a qual das duas vai o flagrante de Japonvar, e por isso esta página não escolhe. Da delegacia, o preso segue para a audiência de custódia no Fórum Nélson Hungria, onde quem decide é o juiz da outra vara, no papel de juiz das garantias. O que distingue Japonvar é a geografia das prisões. A comarca não tem presídio, mas o município faz divisa com duas cidades que têm: São Francisco, com presídio na Avenida Brasília de Minas, 703, e São João da Ponte, com presídio na Rua João Ferreira, 96. Estar perto, porém, não decide nada. A Sejusp escolhe a unidade, e ela pode ser qualquer uma da 11ª Região Integrada de Segurança Pública, incluídas as duas de Montes Claros. Condenado, o preso tem a execução no juízo da comarca onde está recolhido (artigo 1º da PC 344/2014). A família, então, alterna endereços: Brasília de Minas enquanto corre a ação penal, a cidade do presídio depois dela. A visita exige cadastro no sistema estadual, sem custo, pedido num Núcleo de Assistência às Famílias ou na própria unidade, com prazo de dez dias úteis para o credenciamento e carteirinha válida por 365 dias, conforme o serviço publicado no Portal MG. Sem condições de contratar advogado, a família recorre à Defensoria Pública em Brasília de Minas, na Rua Jucá Flávio, 57, que atende nas áreas criminal e de execução penal.

Dados do município

Gentílico
japonvaense
Mesorregião
Norte de Minas
Microrregião
Montes Claros
Área (km²)
375.181
População (Censo 2022)
8.127
Densidade demográfica (hab/km²)
21.66

Fonte: IBGE (Cidades e Estados).

Impostos e dívidas com o Estado de Minas Gerais

IPVA atrasado, ITCD de herança ou doação, ICMS, taxas, dívida ativa na AGE-MG e protesto de CDA valem para Japonvar como para qualquer cidade mineira — os guias mostram o caminho oficial e quando cabe defesa.

Órgãos e instituições — Japonvar/MG

Justiça Estadual — Comarca

Nome
Comarca de Brasília de Minas (comarca instalada a que Japonvar responde)
Tribunal
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG)
Entrância
segunda entrância (da Comarca de Brasília de Minas, que é a que julga)
Instalação
Japonvar não tem fórum nem comarca própria, e a prova vem do próprio Tribunal. Pedida a consulta ao Guia Judiciário do TJMG com o código da localidade Japonvar (MG_814), o sistema recusa e, no mesmo texto, nomeia os dois lados: "Desculpe, não é possível realizar a sua consulta: A Localidade Japonvar não é uma Comarca. Somente Comarcas podem realizar esta consulta" e "A Localidade Japonvar pertence à Comarca de Brasília de Minas". A consulta de municípios e distritos integrantes, feita com o código da comarca-mãe (MG_86), devolve a mesma resposta pelo outro lado: a tabela da Comarca de Brasília de Minas lista Japonvar a 51 km do fórum e 526 km da capital, e o distrito de Nova Minda a 71 km e 543 km. Três outras conferências independentes fecham o ponto: a Lei estadual nº 12.030/1995, que criou o município, já o atribuía à "Comarca: Brasília de Minas" no seu Anexo I; a unidade da Defensoria Pública em Brasília de Minas nomeia Japonvar entre os municípios que atende "por esta unidade / comarca"; e a página de implantação do processo eletrônico do TJMG existe para brasilia-de-minas e devolve erro 404 para japonvar — não há unidade judiciária a implantar no município. Diferente de outras cidades do Norte de Minas, Japonvar nunca teve comarca criada por lei: não é caso de comarca "criada e não instalada", é município comum que responde, desde a emancipação, ao fórum do município de que se desmembrou. A comarca-mãe está instalada desde 15 de novembro de 1948, pelo cabeçalho do Guia.
Classificação
A Comarca de Brasília de Minas é de SEGUNDA entrância pelo cabeçalho do Guia Judiciário ("Entrancia: Segunda"), e aqui a lei e o fato coincidem. O artigo 8º da Lei Complementar estadual nº 59/2001, na redação do artigo 6º da LC nº 105/2008, reserva a primeira entrância à comarca com apenas uma vara instalada, e Brasília de Minas tem duas. A mudança tem data: a 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais foi instalada em 28 de agosto de 2009, em cerimônia no Fórum Nélson Hungria; até então a comarca era de primeira entrância, com vara única, e a antiga vara única passou a se chamar 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude, segundo a notícia institucional reproduzida na imprensa jurídica em 31 de agosto de 2009. A mesma notícia já descrevia a comarca exatamente como o Guia a descreve hoje — a sede e mais cinco municípios, Campo Azul, Japonvar, Luislândia, Ponto Chique e Ubaí, e os distritos de Angicos de Minas, Fernão Dias, Retiro de Santo Antônio, Vargem Grande do Bom Jesus, Vila de Fátima, Nova Minda e Bentópolis de Minas.
Estrutura
Não há fórum, vara, cartório judicial, juiz, CEJUSC nem endereço de e-mail @tjmg.jus.br próprio de Japonvar. A Justiça Estadual que julga os 8.127 moradores fica a 51 km, no Fórum Nélson Hungria, na Avenida Rui Barbosa, 300, Centro, Brasília de Minas, CEP 39330-000, telefones (38) 3231-3700, 3231-3701, 3231-3702 e 3231-3703. O Guia Judiciário lista ali cinco blocos de órgão, todos no mesmo endereço, e a lista cabe numa página só (o bloco de paginação da consulta vem vazio). São duas varas, e as duas são mistas e criminais: a 1ª VARA CÍVEL, CRIMINAL E DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE, e-mail bmn1secretaria@tjmg.jus.br, com Gabinete do Juiz e Secretaria pelo telefone da edificação (38) 3231-3700; e a 2ª VARA CÍVEL, CRIMINAL E DE EXECUÇÕES PENAIS, e-mail bmn2secretaria@tjmg.jus.br, também com Gabinete e Secretaria pelo (38) 3231-3700. Fora das varas, a ADMINISTRAÇÃO DO FÓRUM (bmnadm@tjmg.jus.br), com Direção do Foro e Sala da Administração no telefone (38) 3231-1541, ramal 211; o CENTRO JUDICIÁRIO DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E CIDADANIA — CEJUSC (cejusc.bmn@tjmg.jus.br), onde se marcam a conciliação e a mediação pré-processuais; e a CONTADORIA/TESOURARIA (bmncontadoria@tjmg.jus.br), que abriga a Distribuição de Feitos e atende pelo (38) 3231-1541, ramal 214. O nome das varas já diz o que cada uma acumula: a 1ª junta cível, crime e infância e juventude — ato infracional e medida de proteção de criança de Japonvar correm nela —, e a 2ª junta cível, crime e execução penal. O Guia não publica a regra de distribuição do cível e do crime comum entre as duas, e esta página não a deduz. Dois dados de calendário da mesma consulta valem prazo: o Grupo Jurisdicional dos Juizados Especiais da comarca é o de MONTES CLAROS, e os feriados municipais de Brasília de Minas registrados para 2026 são 20 de janeiro, 4 e 5 de junho e 26 de julho.
Juizado especial
Não há Juizado Especial autônomo na comarca: a consulta de Juizados Especiais do Guia Judiciário para Brasília de Minas devolve "Sua consulta não retornou nenhum resultado". A causa de pequeno valor de quem mora em Japonvar corre nas próprias varas do Fórum Nélson Hungria, e o Guia vincula a comarca ao Grupo Jurisdicional dos Juizados Especiais de Montes Claros. O processo eletrônico cobre essa matéria desde 15 de julho de 2019: pela página de implantações do TJMG, a partir dessa data passaram ao PJe, nas duas varas, "todas as classes processuais de natureza cível que tramitam na Justiça Comum e no Sistema dos Juizados Especiais Cíveis e suas respectivas Turmas Recursais" (Aviso Conjunto nº 6/CGJ/2019); a infância e juventude cível entrou em 15 de maio de 2020 (Aviso Conjunto nº 30/CGJ/2020).
Jurisdição
A Comarca de Brasília de Minas reúne seis municípios e sete distritos, e a tabela do Guia dá as duas distâncias que importam — ao fórum e à capital. A sede, Brasília de Minas, está a 531 km de Belo Horizonte, com os distritos de Angicos de Minas (15 km do fórum), Fernão Dias (21 km), Retiro de Santo Antônio (23 km), Vargem Grande do Bom Jesus (14 km) e Vila de Fátima (24 km); Campo Azul fica a 65 km; Japonvar a 51 km, com Nova Minda a 71 km; Luislândia a 22 km; Ponto Chique a 104 km; e Ubaí a 52 km, com Bentópolis de Minas a 79 km. Japonvar é o terceiro município mais distante do fórum, depois de Ponto Chique e Campo Azul, e Nova Minda é o segundo distrito mais distante de toda a comarca, atrás apenas de Bentópolis de Minas. Em comarca com essas distâncias, o que se resolve por peticionamento eletrônico, videoconferência e carta precatória pesa mais do que o endereço.
Tribunal juri
O Tribunal do Júri que julga o homicídio doloso, o feminicídio, o infanticídio, o aborto e a instigação ao suicídio ocorridos em Japonvar ou em Nova Minda é o da Comarca de Brasília de Minas, e o plenário se reúne no Fórum Nélson Hungria, na Avenida Rui Barbosa, 300. Duas regras da LC 59/2001 dão essa resposta: o artigo 9º, § 3º, põe em cada comarca um Juiz de Direito, um Tribunal do Júri e os demais órgãos que a lei instituir; e o artigo 3º, § 1º, na redação da LC nº 174/2024, dá competência plena aos distritos judiciários "excetuadas as competências do Tribunal do Júri e de Execuções Penais" — o Júri nunca desce abaixo da comarca, e não há em Minas ato de regionalização do Júri. A comarca não tem vara privativa do Júri: as duas varas têm competência criminal no nome, e o Guia não publica qual delas preside o Conselho de Sentença nem como os feitos do Júri se repartem entre elas — por isso esta página nomeia as duas, com os e-mails bmn1secretaria@tjmg.jus.br e bmn2secretaria@tjmg.jus.br, e não escolhe uma. O corpo de jurados é sorteado entre moradores da comarca, e Japonvar responde por cerca de um oitavo da população dos seis municípios. O inquérito de homicídio, como se explica no bloco do juiz das garantias, não sai do juízo natural na fase de investigação.
Execução penal
A vara com nome de execução é a 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais, e-mail bmn2secretaria@tjmg.jus.br — mas o nome diz menos do que parece, porque em Minas a execução segue o corpo do preso. A régua é a Portaria Conjunta nº 344/2014 do TJMG, e ela dá duas respostas que esta página escreve juntas. Pelo artigo 1º, a guia de recolhimento, provisória ou definitiva, tramita no juízo de execução da comarca onde o condenado ESTIVER RECOLHIDO. Pelo parágrafo único, estando o condenado SOLTO, a execução tramita no juízo com competência para execuções penais da comarca do endereço residencial — para o morador de Japonvar em regime aberto, pena restritiva de direitos, sursis ou livramento condicional, isso é a 2ª Vara de Brasília de Minas. A comarca não tem unidade prisional: a relação de unidades do Depen-MG não traz nenhuma em Brasília de Minas, em Japonvar nem nos outros quatro municípios. Por isso o condenado a regime fechado ou semiaberto é recolhido em unidade de OUTRA comarca, e a execução vai com ele — progressão, remição, saída temporária e livramento passam ao juiz da comarca do presídio. A guia provisória é expedida logo após a sentença ou o acórdão, independentemente do trânsito em julgado (artigo 2º); a cada transferência o juízo declina e remete os autos "imediata e diretamente" à comarca de destino (artigo 3º), com prazo de trinta dias para os incidentes já instruídos (artigo 4º). A execução na comarca tramita pelo SEEU: pela página do TJMG, a preparação começou em junho de 2018 e a semana de implantação, com capacitação e início do cadastramento dos processos, foi de 20 a 24 de agosto de 2018.
Juiz das garantias
Em Brasília de Minas o juiz das garantias não vem de outra comarca: o rodízio é interno, entre as duas varas do mesmo fórum. O regime vale no interior de Minas desde 25 de agosto de 2025 (Resolução do Órgão Especial nº 1.109/2025, alterada pela nº 1.155/2026), e a tabela vigente é o Anexo Único da Portaria Conjunta nº 1.818/PR/2026, que alterou o Anexo I da Portaria Conjunta nº 1.709/2025. Na 6ª Região da tabela, as duas linhas de Brasília de Minas dizem, pela coluna "JUIZ DAS GARANTIAS DE": a 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude é o juiz das garantias da 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Brasília de Minas; e a 2ª Vara é o juiz das garantias da 1ª — as duas de segunda entrância. É par fechado, sem terceira ponta. Japonvar não aparece na tabela, e não aparecer é o correto: a escala é entre varas de comarcas, e o município não tem vara. Na prática, flagrante, prisão preventiva, busca e apreensão, quebra de sigilo, homologação de acordo de não persecução penal e audiência de custódia de fato ocorrido em Japonvar são decididos pelo juiz da OUTRA vara do mesmo Fórum Nélson Hungria, ainda que a secretaria que processa continue sendo a da vara de distribuição (artigo 7º, § 1º, da Res. 1.109/2025); a função cessa com o oferecimento da denúncia. Ficam fora do rodízio, pelo artigo 3º da mesma resolução, os crimes dolosos contra a vida, a violência doméstica, as infrações de menor potencial ofensivo e os crimes militares — o inquérito de homicídio fica com o juízo que vai presidir o Júri. Para o impedimento, o Anexo II da Portaria Conjunta nº 1.709/2025 põe a comarca na Microrregião LXI, com Coração de Jesus, São Francisco, São João da Ponte e São Romão.
Substituição comarca vaga
Vagando a comarca, o Guia publica a ordem oficial de quem substitui Brasília de Minas: São Francisco em 1º lugar, a 58 km; São João da Ponte em 2º, a 85 km; São Romão em 3º, a 84 km; Manga em 4º, a 228 km; e Montalvânia em 5º, a 293 km. Na tabela inversa, Brasília de Minas substitui São João da Ponte (1ª opção, 86 km), São Francisco (2ª, 60 km), São Romão (2ª, 84 km), Manga (5ª, 227 km) e Montalvânia (5ª, 293 km). As duas tabelas dão distâncias ligeiramente diferentes para o mesmo par (58 e 60 km a São Francisco, 85 e 86 km a São João da Ponte), e ficam registradas como publicadas. A substituição de comarca vaga não é o rodízio do juiz das garantias, que aqui é interno.
Ressalva
O Guia Judiciário é a fonte viva e tem limites conhecidos: publica endereço, e-mail e telefone por órgão, mas não a competência detalhada de cada vara nem a distribuição do Júri entre as duas varas criminais. O código de quatro dígitos de Japonvar no sistema do Tribunal não é impresso — o formulário aceita o código MG_814 da localidade, e o código de quatro dígitos aparece só para a comarca (0086).

OAB — Subseção

Nome
Subseção da OAB/MG em Brasília de Minas
Estrutura
A comarca que julga Japonvar tem subseção da OAB/MG na própria sede. A relação oficial de salas das subseções registra duas linhas de BRASÍLIA DE MINAS: a SEDE, na Rua Juca Mendes, 110, bairro Santa Rita, e a sala no FÓRUM, na Avenida Rui Barbosa, 300, Centro — o mesmo endereço do Fórum Nélson Hungria —, ambas das 8h às 10h e das 12h às 18h, com o e-mail brasiliademinas@oabmg.org.br. É a sala em que o advogado de fora se apoia no dia de audiência ou de julgamento do Júri.
Contexto
Para os atos que se fazem fora da comarca, a mesma relação registra: em Januária, onde fica a Vara do Trabalho de Japonvar, sede na Praça Arthur Bernardes, 191, sala no fórum (Praça Arthur Bernardes, 208), sala na Justiça do Trabalho, PARLATÓRIO no presídio da Praça dos Pescadores e sala na APAC da Avenida Leão XIII, 2800, Alto dos Poções, todas com januaria@oabmg.org.br; em Montes Claros, sala na Justiça Federal e parlatório no Presídio Regional; em São Francisco, parlatório no presídio da Avenida Brasília de Minas, 703.
Ressalva
A relação de salas é de 18 de fevereiro de 2021 e não traz lista de municípios por subseção nem o número ordinal da subseção; o portal da OAB/MG respondeu com bloqueio de navegador na consulta direta. Esta página registra a subseção sediada na comarca que julga Japonvar e não afirma a área formal de cada subseção. Telefones da relação não foram reproduzidos, porque a extração do documento desalinha a coluna de telefone nessa faixa de linhas.

Serviços federais na fronteira

INSS
Não há agência do INSS publicada para Japonvar em fonte oficial lida; o requerimento de benefício se faz pelo Meu INSS ou pelo telefone 135. A ação judicial contra o INSS, quando necessária, vai à Justiça Federal em Montes Claros, porque a comarca de Brasília de Minas perdeu a competência delegada.
Justica federal
Subseção Judiciária de Montes Claros (TRF6) — sem vara federal na comarca; comunicações por Correios ou carta precatória.
Justica trabalho
Vara do Trabalho de Januária (TRT-3) — vt.januaria@trt3.jus.br, (38) 99867-0627.

Estabelecimentos penais

Panorama
Não há unidade prisional em Japonvar nem em nenhum dos seis municípios da Comarca de Brasília de Minas: a busca literal pelo nome do município no texto integral da relação de unidades do Depen-MG devolve zero ocorrência, e a relação não traz unidade em Brasília de Minas, Campo Azul, Luislândia, Ponto Chique ou Ubaí. Japonvar está na área da 11ª Região Integrada de Segurança Pública, a do Norte de Minas, que tem quatorze unidades. As mais próximas estão nos municípios vizinhos, e duas delas em cidades que fazem divisa com Japonvar: o PRESÍDIO DE SÃO FRANCISCO (PRSFR), na Avenida Brasília de Minas, 703, bairro Bandeirantes, São Francisco, telefones (38) 3631-1145 e 3631-1530; e o PRESÍDIO DE SÃO JOÃO DA PONTE (PRSJP), na Rua João Ferreira, 96, Centro, São João da Ponte, telefones (38) 3234-1251 e 3234-1419. As demais da 11ª RISP são o Presídio de Januária (Praça dos Pescadores, s/nº, (38) 3621-2743), o Presídio Alvorada (Rua Engenheiro Ronaldo Trindade Bassi, 140, Jardim Alvorada, Montes Claros, (38) 3224-1088), o Presídio Regional de Montes Claros (Avenida Antônio de Freitas, s/nº, Jaraguá II, (38) 3224-1044), a Penitenciária de Francisco Sá (Estrada de Francisco Sá para Cana Brava, km 14, (38) 3233-2690), o Presídio de Bocaiúva (Av. Luiz Antônio Monteiro, 1378, Esplanada, (38) 3251-3879), o de Itacarambi (Av. Frutal, 249, (38) 3613-1255), o de Janaúba (Rua Manoel Bandeira, 350, Veredas, (38) 3821-1679), o de Manga (Av. Tiradentes, 650, (38) 3615-1075), o de Monte Azul (Praça 12 de Outubro, s/nº, (38) 3811-1833), o de Porteirinha (Av. Governador Valadares, 448, (38) 3831-1992), o de Salinas (Rua José Americano Mendes, 234, (38) 3841-1318) e o de Taiobeiras (Rua Bom Jardim, 47, (38) 3845-2331). A relação da OAB/MG registra ainda sala da Ordem numa APAC em Januária, na Avenida Leão XIII, 2800, Alto dos Poções.
Regime
Como a comarca não tem presídio, as duas metades da Portaria Conjunta nº 344/2014 apontam para lugares diferentes, e a família precisa das duas. Preso recolhido: a execução corre no juízo da comarca onde ele ESTIVER — se for o Presídio de São Francisco, na comarca de São Francisco; se for o de São João da Ponte, na comarca de São João da Ponte; se for uma das unidades de Montes Claros, lá. Preso solto (regime aberto, pena alternativa, livramento): a execução volta para a comarca da residência, que para o morador de Japonvar é a 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Brasília de Minas. A cada transferência de unidade o processo muda de juiz com o preso (artigo 3º). A pergunta que abre qualquer caso de execução, portanto, não é "qual é a comarca de Japonvar", e sim "em que unidade ele está hoje".
Visitas
A relação de unidades do Depen-MG não publica dias nem horários de visita de cada presídio, e esta página não os inventa: telefone para a unidade antes de viajar. O que é regra estadual está publicado no Portal MG, no serviço "Solicitar Cadastro e Renovação de Visita Social": o cadastro é gratuito e alcança familiares, namorados e amigos da pessoa presa que comprovem o vínculo (amigos e namorados passam antes por atendimento psicossocial); pede documento oficial com foto (original e cópia), comprovante de endereço, certidão criminal da Polícia Civil com até 30 dias, certidão de casamento ou de união estável para cônjuge, certidão de nascimento para menor de 12 anos e identidade para maior de 12; é feito presencialmente nos Núcleos de Assistência às Famílias (NAFs) ou na própria unidade prisional; o credenciamento demora dez dias úteis; a carteirinha vale 365 dias e deve ser renovada 30 dias antes do vencimento. A mesma página diz que a visita é de maior de 18 anos, que os filhos menores de 12 anos do preso entram sem restrição e que a entrada se limita a dois adultos.
Ressalva
Nenhum ato oficial vincula Japonvar ou a Comarca de Brasília de Minas a uma unidade prisional determinada: o destino é decisão administrativa da Sejusp, e a proximidade geográfica não o define. A relação de unidades consultada é o arquivo de 22 de janeiro de 2026 do portal do Depen-MG, com conteúdo atualizado em 26 de março de 2025, porque o portal está fora do ar durante as vedações eleitorais de 2026. Unidade pode ter sido criada, desativada ou mudado de telefone depois disso.

Ministério Público Estadual

Estrutura
O Ministério Público que atua nos processos de Japonvar é o da Comarca de Brasília de Minas. A lista oficial de telefones do MPMG registra duas promotorias na comarca: a 1ª Promotoria de Justiça de Brasília de Minas, telefone (38) 98425-5302, e a 2ª Promotoria de Justiça de Brasília de Minas, telefone (38) 98407-2113. É o promotor da comarca quem oferece a denúncia de crime ocorrido em Japonvar, atua no Júri no Fórum Nélson Hungria e fiscaliza a execução penal de quem cumpre pena solto na comarca.
Ressalva
A lista não publica endereço nem a divisão de atribuições entre as duas promotorias, e a notícia do MPMG sobre a nova sede das Promotorias de Brasília de Minas devolveu erro 404 na consulta. O documento dá os telefones em colunas que se desalinham na extração simples de texto; os números acima foram lidos pela grade da tabela.

Defensoria Pública Estadual

Nome
Defensoria Pública de Minas Gerais — Unidade de Brasília de Minas
Estrutura
Quem não pode pagar advogado em Japonvar é atendido pela unidade da Defensoria Pública de Minas Gerais em Brasília de Minas, na Rua José de Oliveira Flávio (Jucá Flávio), 57, Centro. A página oficial da unidade lista, no campo "Municípios contemplados por esta unidade / comarca", exatamente os seis municípios da comarca — Brasília de Minas, Campo Azul, Japonvar, Luislândia, Ponto Chique e Ubaí. Telefones para informações gerais: (31) 98342-0725 e (31) 98318-0024 — celulares institucionais com DDD 31, não linhas locais. Funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h, com atendimento presencial.
Áreas
A unidade publica treze áreas de atendimento: consumidor, criminal, mulher em situação de violência de gênero, direitos humanos, família, direitos das crianças e dos adolescentes, idoso e pessoa com deficiência, saúde, cível, fazenda pública, sucessões, EXECUÇÃO PENAL e juizado criminal. Para a família de um preso de Japonvar, a execução penal importa em dobro: se ele estiver recolhido em presídio de outra comarca, o processo de execução corre lá, e a assistência passa a depender da Defensoria da comarca do presídio.
Ressalva
Aqui a abrangência do órgão coincide com a comarca, mas uma coisa não prova a outra: a lista de municípios da Defensoria é da unidade, e a composição da comarca é do Guia Judiciário do TJMG. As duas foram conferidas separadamente.

Justiça Federal

Subseção
Subseção Judiciária de Montes Claros
Tribunal
Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) — Seção Judiciária de Minas Gerais
Jurisdição
Japonvar está na Subseção Judiciária de Montes Claros. A Portaria Presi nº 170/2026 do TRF6, que alterou os Anexos II e III da Resolução Conjunta Presi/COGER nº 3/2026, põe o município na lista de jurisdição da Subseção de Montes Claros — a mesma lista que traz Brasília de Minas, Campo Azul, Luislândia, Ponto Chique e Ubaí, isto é, a comarca inteira —, e a tabela de jurisdições do portal da Seção Judiciária de Minas Gerais, atualizada em 27 de maio de 2026, repete a informação. Ação previdenciária contra o INSS, FGTS, tributo federal, crime de competência da União e causa contra a Caixa correm lá.
Competência delegada
O juiz estadual de Brasília de Minas NÃO julga mais causa federal por delegação. O Anexo III da mesma Resolução, na redação da Portaria Presi nº 170/2026, tem duas colunas para a Subseção de Montes Claros: conservam a competência federal delegada Buenópolis, Grão Mogol, Itamarandiba, Salinas e São João da Ponte; DEIXARAM de possuir Montes Claros, Bocaiúva, Francisco Sá, Coração de Jesus, Brasília de Minas (grafada "Brasíla de Minas" no documento), Januária, Minas Novas, Várzea da Palma, Pirapora, São Francisco e Turmalina. A régua desse anexo é de distância — o artigo 15, inciso III e § 2º, da Lei nº 5.010/1966, na redação da Lei nº 13.876/2019, regulamentado pelas Resoluções CJF nº 603/2019 e 705/2021 —, e a consequência prática é direta: a aposentadoria rural, o benefício por incapacidade e o BPC de morador de Japonvar vão à Justiça Federal em Montes Claros, e não ao Fórum Nélson Hungria. Repare que São João da Ponte, vizinha de Japonvar, conservou a delegação; isso vale para a comarca de São João da Ponte, não para quem é da Comarca de Brasília de Minas.
Oficiais de justica
Na tabela da Seção Judiciária, Japonvar aparece SEM asterisco. Pela legenda da própria página, o asterisco marca a "área de atuação dos Oficiais de Justiça da Subseção", e "para as localidades não atendidas pelos Oficiais de Justiça, as comunicações de atos processuais serão realizadas via Correios (A.R.) ou carta precatória dirigida à Comarca da Justiça Estadual que as abranja" — no caso de Japonvar, a Comarca de Brasília de Minas.
Estrutura
A relação de salas da OAB/MG registra, na Subseção de Montes Claros, sala na JUSTIÇA FEDERAL da Avenida Deputado Esteves Rodrigues, 852, Centro, Montes Claros. O documento é de fevereiro de 2021; o endereço da sede da Subseção Judiciária deve ser confirmado antes da viagem.
Contexto
Minas Gerais é jurisdição exclusiva do Tribunal Regional Federal da 6ª Região desde a Lei federal nº 14.226/2021; processo federal antigo de morador de Japonvar pode ter número do TRF1, e isso é história, não erro.

Justiça do Trabalho

Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-3)
Abrangência
A reclamação trabalhista de quem mora em Japonvar NÃO vai para a cidade da comarca estadual: vai para a Vara do Trabalho de JANUÁRIA. A tabela de jurisdição da atermação virtual do TRT-3 lista, sob "Januária", vinte e três municípios — Bonito de Minas, Chapada Gaúcha, Cônego Marinho, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Itacarambi, Januária, Japonvar, Juvenília (grafada "Juvenilha"), Lontra, Luislândia, Manga, Matias Cardoso, Miravânia, Montalvânia, Patis, Pedras de Maria da Cruz, Pintópolis, São Francisco, São João da Ponte, São João das Missões, Varzelândia e Verdelândia —, com o e-mail vt.januaria@trt3.jus.br e o telefone (38) 99867-0627. Na planilha oficial de códigos das varas do trabalho do TRT-3, a Vara do Trabalho de Januária é a de código 083.
Contexto
A comarca estadual se parte em três na Justiça do Trabalho, e o morador precisa saber disso antes de procurar o foro. Japonvar e Luislândia estão na lista de Januária; Brasília de Minas, Campo Azul e Ubaí vão ao Foro de Montes Claros; Ponto Chique, a Pirapora. Quem mora em Japonvar e trabalhou em Brasília de Minas deve considerar a regra do local da prestação do serviço (artigo 651 da CLT) antes de escolher. A relação de salas da OAB/MG registra sala da Subseção de Januária na JUSTIÇA DO TRABALHO, na Rua Barão do Rio Branco, 180, Centro, Januária — dado de 2021, que não substitui o endereço oficial da vara.

Segurança Pública

Panorama
A segurança pública de Japonvar se organiza em três anéis, e cada um tem sede numa cidade diferente. No município fica só a fração da Polícia Militar — o 3º Grupo do 2º Pelotão da 13ª Companhia Independente, na Rua Florianópolis. A investigação é da Polícia Civil, que não tem delegacia em Japonvar; a da sede da comarca fica em Brasília de Minas, e o plantão regional 24 horas, em Montes Claros. E a Justiça criminal, o Júri, a audiência de custódia e a Promotoria estão no Fórum Nélson Hungria, em Brasília de Minas, a 51 km. A companhia da PM responde a São Francisco, a Polícia Civil regional a Montes Claros, e a Justiça a Brasília de Minas — três endereços que não coincidem, e é por isso que o morador precisa saber qual procurar.
Atendimento mulher
Não há Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Japonvar nem em Brasília de Minas; a mais próxima que o portal da PCMG publica é a de Montes Claros, na Rua Enor de Brito, 222, Morada do Sol, telefone (38) 3229-4431. A Central de Atendimento à Mulher, o 180, funciona 24 horas. A medida protetiva de urgência de Japonvar é pedida e decidida nas varas criminais de Brasília de Minas, fora do rodízio do juiz das garantias (artigo 3º da Resolução nº 1.109/2025). A Defensoria de Brasília de Minas lista entre as suas áreas o atendimento à "mulher em situação de violência de gênero".

Polícia Militar

Estrutura
A Polícia Militar tem fração no município. A consulta de unidades por cidade do portal da PMMG, pedida para Japonvar, devolve três níveis: a 11ª REGIÃO DA POLÍCIA MILITAR (11ª RPM); a 13ª COMPANHIA DE POLÍCIA MILITAR INDEPENDENTE, subordinada à 11ª RPM, com endereço publicado como "Brasília de Minas, 669, Bandeirantes", em SÃO FRANCISCO, telefones (38) 3631-1190 e 3631-1094; e o 3º GRUPO DO 2º PELOTÃO DA 13ª CIA PM IND, com endereço na Rua Florianópolis, Centro, em JAPONVAR (número não informado na fonte), telefones (38) 3231-9155, (38) 3231-9190 e (38) 9935-5191, este último publicado com oito dígitos. Em emergência, o número é o 190.
Ressalva
A fonte publica a sigla hierárquica e não a área de cada fração; a companhia que responde por Japonvar tem sede em São Francisco, e não em Brasília de Minas, o que mostra mais uma vez que a área da Polícia Militar não acompanha a comarca. O celular de oito dígitos foi reproduzido como está publicado.

Polícia Civil

Estrutura
Japonvar não tem delegacia de Polícia Civil, e a prova é a própria PCMG: a consulta de unidades do portal da Polícia Civil, pedida para o município de Japonvar, devolve "Esta cidade não possui delegacias da PCMG". A delegacia da sede da comarca é a DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE BRASÍLIA DE MINAS, na Rua Dom Pedro I, 76, Centro, Brasília de Minas, CEP 39330-000, telefone (38) 3231-1036, e-mail cartorio.brasiliademinas@pcivil.mg.gov.br, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Nos municípios vizinhos há delegacia em São João da Ponte (Rua João Ferreira, 96, Centro, (38) 3234-1332) e em Varzelândia (Rua Geraldo Batista, 10, Centro, (38) 3625-1020); Lontra e Luislândia, como Japonvar, não têm. Fora do expediente, a unidade de plantão da região é a DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE PLANTÃO DE MONTES CLAROS, na Rua Doutor Veloso, 797, Centro, telefone (38) 3229-4461, plantao.regional.montesclaros@pcivil.mg.gov.br, todos os dias, 24 horas. Em Montes Claros funcionam também o 11º Departamento de Polícia Civil e a 1ª Delegacia Regional, na Avenida Major Alexandre Rodrigues, 301, Ibituruna, e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, na Rua Enor de Brito, 222, Morada do Sol, telefone (38) 3229-4431, deam.montesclaros@pcivil.mg.gov.br.
Ressalva
O portal publica as unidades por município, e não a área de cada delegacia. Não há fonte oficial legível que diga qual delegacia registra o fato ocorrido em Japonvar, e esta página não deduz; o boletim de ocorrência pode ser feito pela Delegacia Virtual da PCMG ou pela Polícia Militar, que tem fração no município. Os e-mails de provedor comercial publicados pelo portal para algumas unidades de Montes Claros não foram reproduzidos.

Defesa Civil

Estrutura
A Defesa Civil de Japonvar é um setor da Prefeitura, com endereço na Rua Curitiba, 112, Centro, CEP 39335-000, telefone (38) 99724-7676, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h. Fora do expediente, o 199 é o canal estadual.

Prefeitura Municipal

Estrutura
A Prefeitura Municipal de Japonvar funciona na Rua Curitiba, 112, Centro, CEP 39335-000, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h; o canal de contato publicado no portal é o (38) 99724-7676, e há ouvidoria por WhatsApp. O portal lista as secretarias de Administração e Finanças, Agropecuária, Indústria e Comércio, Assistência Social, Cultura, Esporte, Lazer, Turismo e Juventude, Educação (telefone (38) 2100-9932), Obras, Recursos Humanos, Saúde (telefone (38) 2100-9937) e Transportes, além do Departamento Municipal de Comunicação, da Defesa Civil, da Sala Mineira do Empreendedor e do PREVJAP, o regime próprio de previdência dos servidores municipais.
Assistência social
A Secretaria Municipal de Assistência Social atende na mesma Rua Curitiba, 112, telefone (38) 2100-9923, e o portal registra ações do CRAS do município — como a entrega de cem caixas d'água a famílias — e a execução local do programa estadual Percursos Gerais, com entrega de kits de irrigação a agricultores familiares em parceria com a Emater. O endereço próprio do CRAS e o do Conselho Tutelar não são publicados no portal.
Ressalva
O e-mail institucional publicado pela Prefeitura é de provedor comercial e não foi reproduzido. O portal da Câmara Municipal, pelo endereço de redirecionamento camaradejaponvar.mg.gov.br, não respondeu na consulta.

Cartórios

Estrutura
Japonvar tem duas serventias extrajudiciais, uma na sede e uma no distrito, e o Guia Judiciário do TJMG as publica na consulta de Serviço Notarial e de Registro da comarca-mãe. Na sede, o REGISTRO CIVIL COM ATRIBUIÇÃO NOTARIAL DE JAPONVAR, na Rua Curitiba, 119, Centro, CEP 39335-000, telefone (38) 99875-5333 — é ali que se registram nascimento, casamento e óbito e que se fazem procuração, reconhecimento de firma e autenticação. Em Nova Minda, o REGISTRO CIVIL COM ATRIBUIÇÃO NOTARIAL DE NOVA MINDA, na Rua Principal, sem número, Centro, CEP 39335-000, telefones (38) 3227-2017 e (38) 99969-8661.
Contexto
O que não se faz em Japonvar vai à sede da comarca. Em Brasília de Minas o Guia lista o Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil das Pessoas Jurídicas (Rua Professor Durval de Passos, 100, Centro, (38) 3231-1610 e 3231-2264), o Tabelionato de Protesto de Títulos (Rua Josefina Palma, 365, sala 04, Centro, (38) 3231-1696), o 1º Tabelionato de Notas e Registro Civil das Pessoas Naturais (Rua Padre Calado, 65, Centro, (38) 3231-2545) e o 2º Tabelionato de Notas (Rua Josefina Palma, 365, sala 03, Rosário, (38) 3231-2300). O Registro de Imóveis listado é o único da comarca, e por isso é a circunscrição natural da escritura de imóvel de Japonvar; o protesto de título também só existe na sede.
Ressalva
O Guia não informa horário de funcionamento das serventias, e os números de celular publicados podem mudar sem aviso. A circunscrição imobiliária não vem escrita na consulta: a afirmação acima decorre de o Guia listar um único Registro de Imóveis em toda a comarca, e deve ser confirmada no próprio cartório antes de lavrar escritura.

Saúde Pública

Estrutura
Japonvar não tem hospital. O cadastro nacional de estabelecimentos de saúde lista 22 estabelecimentos no município, e nenhum é hospital geral ou especializado. A porta de entrada é o CENTRO DE SAÚDE DE JAPONVAR, na Rua Brasília, sem número, Centro, telefone (38) 3231-9103, cadastrado no tipo UNIDADE MISTA do cadastro nacional. A Secretaria Municipal de Saúde atende na Rua Curitiba, 112, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h, telefone (38) 2100-9937, segundo a Prefeitura; no cadastro nacional, a secretaria aparece na Rua Florianópolis.
Rede basica
A rede básica cobre sede, distrito e povoados, e é o cadastro que mostra isso. Na sede, as unidades básicas São Geraldo (Rua JK, 205), Renascer (Rua 5, bairro São Geraldo) e Cleuza Mota (Rua Cinco, Vila Mariana), o Centro de Especialidades Médicas (Rua Teresina, 65, cadastrado como centro de apoio à saúde da família), a Farmácia de Minas (Rua Ulisses Guimarães, São Geraldo), o Núcleo de Vigilância em Saúde (Rua Curitiba), o Polo Academia da Saúde (Praça Antônio dos Santos) e o Centro de Convivência (Rua Florianópolis). Na zona rural, a UBS de Nova Minda, a UBS Vida Melancias e a UAPS de Melancias, a UBS de Mangaí na Ponte do Mangaí, a UBS Vila São Cristóvão e a UBS José Passos, na comunidade de Dois Barreiros — as três localidades que o verbete do IBGE chama de povoados têm, cada uma, unidade própria. Em outubro de 2025 a Prefeitura anunciou a inauguração de um Ponto de Apoio à Saúde da Família na comunidade de Santa Rita. O setor privado registra clínicas e laboratórios na Rua Brasília.
Referência
Os hospitais mais próximos no cadastro nacional estão na sede da comarca: o HOSPITAL SÃO VICENTE DE BRASÍLIA DE MINAS, na Rua Rui Barbosa, 475, Centro, telefone (38) 3231-1100; o HOSPITAL MUNICIPAL SENHORA SANTANA, na Avenida Bias Fortes, s/nº, bairro Dona Joaquina, telefone (38) 3231-1803; e o HOSPITAL E MATERNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA, na Rua Jucá Flávio, 298, Centro, com o telefone cadastrado (38) 3223-2998 — os três de tipo hospital geral. Montes Claros é a sede da região imediata e intermediária a que Japonvar pertence.
Ressalva
O cadastro nacional mostra o que existe, não o fluxo pactuado de referência. Esta página não afirma qual hospital recebe oficialmente a urgência, o parto ou o trauma de Japonvar, nem a que central de regulação do SAMU o município está vinculado — isso depende da pactuação regional de saúde, que não foi lida em fonte oficial.

Educação Pública

Estrutura
A rede municipal de ensino de Japonvar atende do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, e o ano letivo de 2026 começou em 9 de fevereiro, segundo a Secretaria Municipal de Educação, que funciona na Rua Curitiba, 112, telefone (38) 2100-9932. O município entregou em 2026, pelo quinto ano consecutivo, kits escolares aos alunos da rede municipal, e o portal da Prefeitura mantém página própria sobre escola de tempo integral. As escolas estaduais do município participaram do desfile cívico de 7 de setembro ao lado das municipais, pela notícia da Prefeitura.
Ressalva
O número de escolas, as matrículas e o IDEB não foram lidos em fonte oficial nesta consulta, e por isso não são publicados aqui.

Emergências

Contexto
Japonvar não publica número local de bombeiros, SAMU ou Defesa Civil em fonte oficial legível, e esta página não inventa: valem os números nacionais e estaduais. Polícia Militar 190; SAMU 192; Corpo de Bombeiros 193; Polícia Civil 197; Defesa Civil 199; Central de Atendimento à Mulher 180; Disque Direitos Humanos 100. A Defesa Civil municipal funciona na Prefeitura, Rua Curitiba, 112, com o telefone (38) 99724-7676 publicado pela própria Prefeitura, em horário de expediente. A fração da PM no município atende pelos telefones (38) 3231-9155 e 3231-9190.

Violência contra a mulher — Ligue 180

180

Denúncia e orientação para mulheres em situação de violência. Atendimento 24h, sigiloso.

Apoio emocional — CVV

188

Ligação gratuita, sigilosa, 24h. Você não precisa estar em crise para ligar.

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Atendimento SMARGIASSI

SMARGIASSI Advogado — OAB/MG 155.242 · Criminalista com atuação em Tribunal do Júri e execução penal. Atuação em Direito Criminal (Tribunal do Júri), Família, Cível, Consumidor, Imobiliário e Empresarial, com escritório em Guaxupé/MG e atendimento nacional.

Resposta em horário comercial · Sigilo profissional