História
A história que o verbete do IBGE conta começa com uma raiz. Em 1910, a família de Teófilo Pinto chegou à região à procura de uma planta medicinal chamada poaia. Outras famílias vieram atrás, e o povoado cresceu com o nome de Bananeira; depois virou Palmares, pela quantidade de palmeiras; por fim, Palmópolis. No papel, o lugar nasceu distrito pela Lei estadual nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953, "ex-povoado de Palmares", subordinado ao município de Rio do Prado, e assim aparece nas divisões territoriais de 1960 a 1991 — o verbete também registra que o território saiu originalmente de Rubim. A emancipação veio com a Lei estadual nº 10.704, de 27 de abril de 1992, a grande lei de criação de municípios daquele ano, que pôs Palmópolis no item 22 do seu Anexo I, com os distritos de Palmópolis e Dois de Abril, desmembrados de Rio do Prado, e descreveu no Anexo II os seus cinco limites, um deles com o Estado da Bahia. O município foi instalado em 1º de janeiro de 1993. A ligação judiciária acompanhou a de Rio do Prado: a lei de organização judiciária de 2001 pôs os dois, com Rubim, numa Comarca de Rubim que nunca foi instalada, e o fórum que julga a cidade continua sendo o de Almenara, instalado em 1939.